Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
ffp
24 de dezembro de 2013 2:14 amhttp://www.viomundo.com.br/denunci
http://www.viomundo.com.br/denuncias/advogado-contesta-versao-oficial-e-diz-que-morte-de-modelo-tem-ligacao-com-mensalao-tucano-em-minas.html
Motta Araujo
24 de dezembro de 2013 2:35 amEMPRESAS HISTORICAS – A
EMPRESAS HISTORICAS – A VESTREY – Os Reis da Carne responsaveis por grande parte da prosperidade da Argentina no fim do Seculo XIX e começo do Seculo XX ao desenvolver o processo de frigorificação da carne. Os Vestreys eram originalmente açougueiros em Liverpool, chegaram a ter 3.000 açougues em 1923, para se abastecer compraram grandes extensões de terra na Argentina, Australia, Venezuela e Brasil, montando grandes frigorificos e desenvolvendo
a pecuaria por cruzamento. No Brasil a S.A. Frigorifico Anglo, nome da Vestrey brasileira, inventou a raça Pitangueiras,em sua fazenda do mesmo nome, no Estado de São Paulo, mas tem tambem grandes frazendas no Mao Grosso do Sul, Pará e Goiás, alem das pioneiras no oeste paulista, a ligação deles com o Brasil é muito forte, as terras ficavam sob controle de uma subsidiaria, Lancashire Investments Ltd., a Argentina era seu eixo na America do Sul mas
na Venezuela introduziram o gado zebuino ( Agropecuaria Flora) , expandiram enormemente a criação de gado bovino na Australia Durante a segunda Guerra foram os principais importadores de ovos para o Reino Unido e fornecedores de carne para o Exercito brtanico, mantendo a Grá-Bretanha abastecida de proteinas vindas da Australia e da America.
Para transportar a carne da America do Sul e Australia os Vestrey criaram a famosa BLUE STAR LINE, empresa de navegação que chegou a ter mais de 150 navios frigorificados, muitos deles levavam tambem passageiros, alguns
eram especialmente luxuosos, todos terminavam seus nomes em “”Star”, na Segunda Guerra foi a linha de navegação que mais teve navios afundados. Eram navios charmosos que fizeram época, Janio Quadros só viajava na Blue Star, era fanatico por esses navios que tinham todo conforto mas nenhuma agitação, os grandes levavam 104 passageiros e os pequenos apenas 22.
A VESTREY e as demais empresas do Grupo sempre foram privadas, sem acionistas fora da familia, hoje é presidida por Lord Vestrey, com 72 anos de idade e toda a diretoria tem o sobrenome Vestrey.
http://www.vesteyfoods.com/our-history.php
Motta Araujo
24 de dezembro de 2013 11:41 amhttp://www.bluestarline.org/b
http://www.bluestarline.org/bluestarships_alphabetic.html
Os navios da Blue Star Line e a historia de cada um. A Blue Star tambem controlava a Booth Line, que fazia a linha Liverpool-Iquitos no Peru, atrav´s de toda a extensão do Rio Amazonas e a lendaria Lamport & Holt line.
Gilson AS
24 de dezembro de 2013 2:47 amDRAUZIO REAFIRMA: MAIS MÉDICOS É “DEMAGÓGICO”
Fala por ele, ou pela empresta que presta serviço ?
DRAUZIO REAFIRMA: MAIS MÉDICOS É “DEMAGÓGICO”
ruyacquaviva
24 de dezembro de 2013 10:13 amLendo o livro “Estação
Lendo o livro “Estação Carandiru” do próprio Varela podemos ver o desmentido dessa afirmação absurda do médico global.
No livro ele conta histórias que ouviu quando trabalhou na famosa penitenciária como médico. Embora não seja o foco do livro, fica claro durante a leitura a enorme diferença que fazia sua presença naquele local, mesmo sem condições de fazer o encaminhamento de casos mais complexos. E mostra também quantas vidas foram salvas pelo seu trabalho como médico, mesmo dispondo de condições mínimas de trabalho. Sem ele, muitos morreriam ou teriam seu sofrimento aprofundado.
É triste ver uma pessoa desmentindo a própria história por puro interesse político. As comunidades atendidas por médicos do programa “Mais Médicos” já apresentam alterações nas estatísticas de doenças e as comunidade atendidas apóiam completamente a iniciativa.
Não há a necessidade de ser médico para perceber que um tomógrafo sem médico não serve para nada e um médico sem tomógrafo salva muitas vidas, até porque as maiores causas de mortalidade das comunidades sem assitência médica são tratáveis com o simples atendimento clínico e orientação de um médico, sem a necessidade de tratamentos ou exames mais complexos.
Além disso na maioria das comunidades que receberam médicos do programa, já havia posto de saúde equipado e ambulâncias para o encaminhamento dos casos mais graves, faltando apenas o médico. Nessas comunidades as ambulãncias eram usadas para levar pacientes para o hospital mais próximo que acabava sobrecarregado por casos que poderiam ser tratados na clínica da comunidade, se tivesse médico.
O Drauzio está fazendo política usando sua posição de médico conhecido e propalando mentiras que qualquer aplicação mínima do bom senso desmente peremptoriamente.
Jussara Lourenço
24 de dezembro de 2013 4:48 pmEntendi…
Então é melhor “melhorar nada” do que “melhorar um pouco”…
Gilson AS
24 de dezembro de 2013 3:52 amPutz ! Sem comentário
Jean Wyllys chama homem de “negro gordo” e “burro”em discussão politica no tweeter.
Quem é o reacionário ?
Quem é o intolerante ?
Assim que querem transformar a sociedade ?
Depois querem criticar os heteros !
http://www.folhapolitica.org/2013/12/jean-wyllys-chama-homem-de-negro-gordo.html
Assis Ribeiro
24 de dezembro de 2013 8:53 amespírito do Natal foi tomado por ‘ânsia consumista’
Para Frei Betto, espírito do Natal foi tomado por ‘ânsia consumista’
Escritor e colunista da Rádio Brasil Atual diz que data agora possui caráter mercadológico e ‘transforma em compulsório o que deveria ser gratuidade’
O escritor Frei Betto, comentarista da Rádio Brasil Atual, ressaltou hoje (23) que a celebração do Natal se tornou “ânsia consumista para tentar encobrir nosso débito com outras pessoas” por meio dos presentes trocados no dia 25 de dezembro. A obrigação de presentear, segundo Frei Betto, “transforma em compulsório o que deveria ser gratuidade”.
De acordo com o comentarista, o Natal é um período de reflexões, expectativas e simplicidade. “Talvez aquele amigo prefira uma boa conversa do que o presente embalado sob selo de grife.”
Frei Betto argumenta que a data e as festividades adquiriram significado mercadológico e consumista. Para o escritor, poucas pessoas conseguem pensar que existem trabalhadores como garçons, cozinheiras, camareiras, faxineiras, guardas rodoviários, porteiros e seguranças, que “se privam da comemoração para garantir as nossas festas”.
“Livres de preconceitos, seríamos e faríamos os outros mais felizes”, afirmou, ao relembrar sua infância em Belo Horizonte e os natais com menor apelo consumista dos anos 1950.
http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/12/para-frei-betto-natal-foi-tomado-por-ansia-consumista-8620.html
Assis Ribeiro
24 de dezembro de 2013 9:30 amFeliz Natal aos colegas do blog
Desejo a todos um feliz Natal regado de amor e esperança.
Marly
24 de dezembro de 2013 4:21 pmFeliz Natal!
Esse cartão de natal virtual, estava muito lindo ontem. Hoje está maravilhoso com as luzinhas tremulando! Assis, um feliz Natal a você e a todos os colegas do Blog, e àquelas pessoas que têm estado distantes. Marcia, um feliz Natal para você.
Gilberto Cruvinel
24 de dezembro de 2013 9:56 amA agonia do Natal
Ricardo Araújo Pereira
Mais vale ser honesto e admitir que o Natal anda a transtornar cronistas há milénios. Não admira que a maior parte deles tenha pouco apreço pela quadra. Talvez o leitor não saiba disto, mas a legislação impede que os cronistas ignorem o Natal. Há que escrever uma crónica sobre o Natal todos os anos. E dois mil e sete anos disto acabam por cansar, evidentemente. O Natal é a besta negra dos cronistas, é um martírio, um calvário, uma cruz. No fundo, o Natal é a Páscoa dos cronistas. Enquanto o resto do mundo celebra um nascimento, eles agonizam. Por um ângulo novo, um ponto de vista inesperado, uma opinião surpreendente e inédita sobre a data. E o mais incrível é que ainda nenhum deles se tinha lembrado de falar da figura que os outros fazem quando escrevem, anualmente, sobre o Natal. É aqui que eu entro. Basicamente, há dois tipos de crónica natalícia: a moralista e a moralista que tenta moralizar os moralistas para que deixem de moralizar. Na primeira categoria estão todas as crónicas alguma vez escritas sobre o Natal; na segunda encontra -se esta, cuja solidão se explica, provavelmente, pela sua profunda complexidade. Que esta página esteja, uma vez mais, prenhe de profunda complexidade, écircunstância que só surpreende quem a não costuma ler.
Mas a profunda complexidade desta é mesmo muito profunda e, arrisco, especialmente complexa. Repare: se a crónica pretende moralizar os moralistas para que deixem de moralizar, está a falhar à partida o seu objectivo, que é fazer com que se deixe de moralizar, uma vez que ela própria moraliza. Pronto. Já tenho o lobo parietal posterior a latejar. Não falha: a profunda complexidade dá -me sempre dor de cabeça. A crónica natalícia moralista costuma apresentar duas ou três críticas recorrentes. Uma diz respeito ao consumismo acéfalo das pessoas. Tanta malta nos centros comerciais, mas que maçada, cáfilas de gente carregada de sacos, e tal. Trata -se de uma crítica pertinente. O consumismo acéfalo dos outros é repugnante, sobretudo na medida em que me impede de praticar o meu. Milhares de pessoas embrenhadas no seu consumismo acéfalo dificultam -me a tarefa de consumir acefalamente, que é tão retemperadora da alma, o que raras vezes se admite. O consumismo acéfalo não merece a má imprensa que tem. Outra crítica: a vontade artificial de sermos bondosos, que é tão hipócrita porque dura apenas uma semana e desaparece no resto do ano. A verdade é que a preocupação dos cronistas com a hipocrisia é igualmente hipócrita, porque também dura apenas uma semana e desaparece no resto do ano. As pessoas são hipócritasdurante todo o ano (eu, pelo menos, sou), mas os cronistas, por incompetência ou má vontade, só assinalam a hipocrisia natalícia. Pois eu digo: que se lixem os moralistas. Ou, usando de hipocrisia natalícia: bem – aventurados sejam os moralistas. Mas que fique claro que, hipocrisias à parte, eu quero mesmo que eles se lixem.
— em «Novas Crónicas da Boca do Inferno», que recebeu este ano o Grande Prémio de Crónica APE, Portugal
Tenente Aldo Raine
24 de dezembro de 2013 10:39 amLuis,e impressionante a
Luis,e impressionante a capacidade da velha mídia de mudar o caráter das pessosas,veja a opinião de Drauzio Varela.Um médico que,pelo menos em seus livros demonstrava um sentimento de solidariedade e coletividade para com os menos favorecidos,muda de opinião com propósito de ficar bem com os patrões ,capítula e joga toda sua credibilidade em uma cova rasa.Jamais voltarei a comprar um livro dele.
Tamára Baranov
24 de dezembro de 2013 10:48 amFeliz Natal a todos
Sem hipocrisia. Apenas com muito amor, o maior ensinamento de Cristo.
Lair Amaro
24 de dezembro de 2013 12:14 pmO que querem os colunistas de O Globo
Pedido a Papai Noel pelos colunistas de O Globo (Coluna do Gois):
Carlos Alberto Sardenberg: “Queria protestos vigorosos, mas pacíficos na Copa”.
Míriam Leitão: “Que as ruas sejam de novo ocupadas para exigir educação de qualidade. Que o barulho seja tão alto que o governo, enfim, entenda que isso é que é ganhar a Copa”.
Merval Pereira: “Só pediria que o que está ruim não piore”.
Marco St.
24 de dezembro de 2013 1:09 pmJustiça passa longe daqui.
A Justiça brasileira fazendo “justiça” e a volta do indefectível Perito Molina e seus laudos mirabolantes.
Rodoviário que atropelou médico está preso há quase 11 meses
Rodoviários questionam por que a médica, acusada de matar os dois irmãos, teve a prisão preventiva revogada após 60 dias, enquanto o motorista Jocival Pinto, que atropelou o médico aguarda julgamento no presídio
A liberdade da médica Kátia Vargas Leal Pereira causou revolta não só entre parentes dos irmãos Emanuel e Emanuelle Gomes, mas também entre rodoviários. A categoria questiona por que a médica, acusada de matar os dois irmãos, teve a prisão preventiva revogada após 60 dias, enquanto o motorista Jocival Pinto, que atropelou o médico Raimundo Pereira da Silva Filho e sua irmã, em janeiro deste ano, na Estrada do Coco, aguarda julgamento no Presídio de Simões Filho.
“A gente não consegue entender por que a Justiça funciona assim, de maneira diferente”, afirma o presidente do Sindicato dos Rodoviários da Bahia, Hélio Ferreira. Jocival foi indiciado por três tentativas de homicídio, qualificadas por motivo fútil, por não dar condição de defesa às vítimas, além de ter sido realizada por um motorista profissional e contra uma mulher grávida.
No dia 16 de janeiro, o ortopedista Raimundo Pereira da Silva Filho, 38, ia para a Praia do Forte com a irmã, Arli Patrícia Silva, e sua mãe, Gerofla Barreto da Silva, quando o carro em que estavam foi atingido no fundo pelo ônibus dirigido por Jocival. Os três eram seguidos por Nirlana Fernandes Teixeira, que estava grávida de seis meses, sua filha de 2 anos e uma babá, que iam em outro veículo e pararam ao perceber o acidente.
Em depoimento, a família alegou que Raimundo, Nirlana e Arli fizeram fotos da batida em um celular e, quando retornavam para seus veículos, o motorista acelerou o ônibus na direção deles. Raimundo conseguiu empurrar a esposa para longe do veículo e foi atingido em cheio, sendo esmagado contra o próprio carro. A irmã, Arli, sofreu uma fratura grave de bacia e em várias costelas.
Jocival foi preso seis dias após o acidente. No último dia 22 de novembro, o juiz Rogério Miguel Rossi encaminhou o réu a júri popular e manteve a prisão preventiva, argumentando que é uma forma de “evitar o sentimento generalizado de impunidade, em especial nos crimes de trânsito que tem ocorrido com muita frequência na atualidade, vitimando pessoas inocentes”.
Ontem, o advogado do motorista, Marcos Pereira, entrou junto ao Tribunal de Justiça (TJ-BA) com pedido de reconsideração da prisão preventiva. “Pedimos que o juiz reconsiderasse a partir do princípio da igualdade. Hoje a comoção social é inversa à época do fato. Muitas pessoas já entraram em contato questionando o motivo de a médica ter sido liberada e ele não”, relata.
Pereira acrescenta que a condição social dos réus influenciou nas decisões. “Ele é um motorista de ônibus; ela, uma médica. Hoje a necessidade de resposta da sociedade é no sentido da Justiça não privilegiar por conta de questões econômicas ou sociais. Se a liberdade chegou a outra pessoa nas mesmas condições, por que ele deve permanecer preso?”, questionou, acrescentando que Jocival não tem antecedentes criminais.
Casos diferentes
O Tribunal de Justiça (TJ-BA) informou, por meio de sua assessoria, que as decisões dependem da interpretação de cada juiz.
O advogado de defesa do médico Raimundo Pereira, Antônio Tanure, afirma que os dois casos não podem ser comparados. “Jocival assumiu o crime, só que disse que não tinha intenção de causar tantos danos. Ele é um réu confesso, a médica não”, explica.
Tanure diz ainda que não acredita que o juiz mude de ideia. “Não acredito que o juiz mude sua decisão e que ele seja solto. O juiz vai receber o recurso, abrir prazo para o Ministério Público se manifestar, para que a gente se manifeste e depois vai subir para o tribunal”. Procurado, o Ministério Público informou que não se pronunciaria mais sobre o caso.
Recursos da médica
O promotor do MP Davi Gallo, responsável pelo caso da médica, entrou ontem com recurso contra a liberdade provisória, determinada pelo juiz Moacyr Pitta Lima, na segunda-feira.
Já o advogado da Kátia Vargas, Sérgio Habib, deve recorrer sobre o júri popular. “Temos cinco dias para decidir. Entendemos que as instâncias superiores precisam de um exame melhor do caso, neste caso o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF)”, declarou o criminalista, membro da Comissão de Reforma da Lei de Execução Penal e professor de Direito da Ufba. Caso a defesa venha recorrer, a previsão de Habib é que o julgamento seja realizado daqui a quatro anos.
Questionado se a defesa teme o júri popular, o criminalista respondeu que não. “Tenho 32 anos de júri e tenho como mostrar o que existe nos autos. As provas nos autos não a incriminam”, argumentou. Colaborou Bruno Wendel.
Delegadas pretendem processar perito após acusações
As delegadas Jussara Souza e Acácia Nunes, da 7ª Delegacia (Rio Vermelho), anunciaram, ontem, que pretendem processar o perito Ricardo Molina, contratado pela defesa da médica Kátia Vargas. A ação deve ser movida essa semana, segundo a titular da unidade, Jussara. Na última segunda-feira, Molina apresentou o laudo que produziu à imprensa e, além de ter chamado Jussara de “criminosa”, afirmou que ela tinha um “desejo irracional” de acusar Kátia. “Devemos entrar com uma ação por difamação e calúnia. Será uma queixa de crime contra a honra”.
Para Jussara, Molina deve ser convocado, durante o julgamento. “Ele é um perito particular, que é um alienígena em nosso espaço, já que o nosso papel é ser imparcial. Nós produzimos peças que serviram ao seu objetivo de fundamentar a denúncia e, posteriormente, a pronúncia”, pontuou.
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/rodoviario-que-atropelou-medico-esta-preso-ha-quase-11-meses/?cHash=242f4eaa37c383a30e0e7872258e75ef
Emanuel Cancella
24 de dezembro de 2013 1:24 pmMídia e tucanos blindam
Mídia e tucanos blindam investigação
Na verdade, a investigação do metrô de São Paulo é o propinoduto tucano, que envolve os governos de São Paulo, de Mário Covas ao atual Geraldo Alkmin. Quando se trata do mensalão, a mídia enfoca “mensalão do PT”, mas e em São Paulo, por ser o PSDB, de forma dissimulada, é a investigação do “cartel dos trens”, por que não propinoduto do PSDB? Aécio Neves, presidenciável tucano, diz: “…PSDB não teme mensalão tucano…” Mas na prática impedem qualquer investigação como a do metrô, em São Paulo, na CPI da assembléia legislativa. O mensalão do PSDB é anterior ao do PT, mas a mídia se cala. E os crimes dos tucanos mensaleiros mineiro começam a prescrever. É isso que estão esperando? A sociedade quer que todo o político corrupto vá para a cadeia, independente de partido, porém, tem que ter provas materiais para condenar, e julgamento transitado em julgado. Mas no caso dos tucanos, não se consegue nem investigar. Imagine julgar e prender! Até quando a sociedade vai tolerar essa blindagem tucana?
RIO DE JANEIRO, 24 de dezembro de 2013
Sérgio T.
24 de dezembro de 2013 2:17 pmPágina “água no chopp”
A verdadeira história do natal
Origens Pagãs
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.
Jesus, o “Filho do Sol”
Nova Ordem
Uma nova ordem foi estabelecida quando o decreto de Constantino oficializa o Cristianismo. Logo, livres de toda opressão, os que então eram perseguidos se convertem em perseguidores. Todos os pagãos que se atrevessem a se opor as doutrinas da Igreja Oficial eram tidos como hereges e dignos de severo castigo.
Culto às “Mães Virgens”
Tal culto à “Virgem” é encontrado entre os Celtas, cujo a civilização, os druídas (sacerdotes), praticam o culto baseado em um “Deus Único”, “Una Trindade”, a ressurreição, a imortalidade da alma e uma divindade feminina: uma “Deusa-Mãe”, uma “Terra-Mãe” e uma “Deusa Terra” também virgem, que se destinava a dar à luz a um “Filho de Deus”.
Este culto as “Deusas Virgens-Mães” está reiterado em muitas religiões e mitologias, inclusive civilizações pré-colombianas, como em numerosas mitologias africanas e em todas as seitas iniciáticas orientais.
A reconfortante imagem do arquétipo “MÃE” é primordial para existência humana. Este arquétipo pode assumir diversas formas: deusas, uma mãe gentil, uma avó ou uma igreja. Associadas a essas imagens surgem a solicitude e simpatia maternas, o crescimento, a nutrição e a fertilidade.
Culto ao “Deus-Herói”
A versão do nascimento e infância de Jesus é uma repetição da história de muitos outros Salvadores e Deuses da humanidade. Ilustra bem a figura do “Arquétipo Herói”, comuns em qualquer cultura e que seguem sempre a mesma fórmula. Nascidos em circunstâncias misteriosas, logo exibe força ou capacidade de super-homem, triunfa na luta contra o mal e, quase sempre, morre algum tempo depois.
Este arquétipo reflete o tipo de amadurecimento sugerido pelos mitos: nos alerta para ficarmos atentos as nossas forças e fraquezas internas e nos aponta o conhecimento como caminho para se desenvolver uma personalidade saudável.
“Anexo a nossa consciência imediata”, escreveu Carl Jung, “existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos”. Povoando este inconsciente coletivo, afirmava, havia o que chamava de “arquétipos”, imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então, transmitidos à humanidade inteira. A MÃE, o PAI e o HERÓI com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados em mitos, histórias e sonhos.
Eis que nasce Papai Noel
No fim da Idade Média, ainda “espiritualmente vivo”, sua história alcançou os colonos holandeses da América do Norte onde o “bom velhinho” toma o nome de “Santa Claus”. Ao atravessar os Portais do Admirável Mundo, muito sobre o que ele foi escrito lhe rendeu vários apelidos, como: “Sanct Merr Cholas”, “Sinter Claes” ou “Sint Nocoloses”, e é considerado sempre como padroeiro das crianças.
O Papai Noel Ocidental
Até aproximadamente 65 anos atrás o Papai Noel era, literalmente, uma figura de muitas dimensões. Na pintura de vários artistas ele era caracterizado ora como um “elfo”, ora como um “duende”. O Noel-gnomo era gorducho e alegre, além de ter cabelos e barbas brancas.
A imagem do Noel continuou evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para sua aparência atual. O trenó e as renas acredita-se que sejam originárias da Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram as peles e modificaram sua vestimenta e atribuíram seu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé por onde o Papai Noel escorrega para deixar os presentes vieram da Holanda.
Hoje, com bem mais de 1700 anos de idade, continua mais vivo e presente do que nunca. Alcançou a passarela da fama e as telas da tecnologia. Hoje o vemos em filmes, shoppings, cinemas, no estacionamento e na rua. Ao longo desses dezessete séculos de existência, mudou várias vezes de nome, trocou inúmeras de roupa, de idioma e hábitos, mas permaneceu sempre a mesma pessoa caridosa e devotada às suas crianças. E, embora diversas vezes acusado de representar um veículo que deu origem ao crescente consumismo das Festas Natalinas, é preciso reconhecer que ele encerra valores que despertam, revivem e fortalecem os nossos sentimentos mais profundos. Sua bondade é tão contagiante que atinge tipo “flecha de cupido”, qualquer pessoa, independente de crença ou raça, o que evidencia a sua magia e seu grande poder de penetração no mundo.
Espero que todos tenham um feliz dia de Mitra!
Tamára Baranov
24 de dezembro de 2013 3:41 pmA vassoura e o martelo – o Barbosismo
Partidos relevantes da oposição não querem Joaquim Barbosa, mas sem ele o pleito parece perdido.
Por Tiago Pereira
Do Amálgama
Poucas semanas atrás, a divulgação da pesquisa Datafolha para as próximas eleições presidenciais foi comemorada pelo governo e trouxe desânimo para a oposição. Passada a euforia dos primeiros dias com a composição entre Marina Silva e Eduardo Campos, os números apontam para uma vitória de Dilma Rousseff ainda em primeiro turno.
Contudo, parece-me que o dado mais relevante trazido pelo levantamento, e tratado de maneira residual pelos veículos, foi o aparecimento em segundo lugar do nome de Joaquim Barbosa, presidente do STF. Ainda que, mesmo assim, não consiga provocar um segundo turno, é dado de extrema relevância, ao superar o conjunto da oposição, e, portanto, merece reflexão.
O “Barbosismo”, calcado no moralismo de nova roupagem, personalista, turbinado pelo espetáculo midiático das prisões dos condenados do processo do “mensalão”, encontra ressonância nos setores mais radicais de classe média (pseudointelectualizados, pseudopolitizados), que recusam e criminalizam a política e são contra tudo que está aí.
Falta ao hipotético candidato, no entanto, bases sociais mais sólidas. No mundo jurídico, Barbosa não é unanimidade. De Ives Gandra Martins a Dalmo Dallari, sobram críticas de seus colegas aos excessos cometidos, ao atropelamento dos direitos processuais, o gosto pelos holofotes, e por fim, à mistura entre as funções de acusador e julgador na Ação Penal 470. Celso Antonio Bandeira de Mello acusa-o de ser um homem mau. O movimento negro também não o identifica como seu porta-voz ideal.
Para pôr de pé sua candidatura, Joaquim conta com um ponto a seu favor e outro contra. Para poder disputar as eleições, o magistrado tem até o dia 5 de abril para se filiar a um partido político. Mais tempo, mais holofotes. A dificuldade é encontrar partido que o respalde. Se Barbosa refuta a política tradicional, essa também o recusa.
Segundo levantamento d’O Estado de S. Paulo, dos principais partidos, nenhum se mostrou disposto a abrir-lhe as portas. Dos partidos que estão com candidatura posta, nenhum abriria mão da cabeça da chapa. Apenas o PSDB cultiva o sonho de tê-lo na vice. O PMDB dá de ombros: “Se o ministro se filiar, será mais um”, segundo Valdir Raupp, que preside a legenda.
Nos partidos médios, identificados com o fisiologismo, a recusa é ainda mais veemente. “No PR não. Deus me livre”, diz o presidente da sigla, senador Alfredo Nascimento. “No PP, não”. No PTB: “Não queremos isso”. O PCdoB é taxativo: “Não me parece que o Joaquim Barbosa tenha alguma afinidade com os comunistas”. Nem o PPS de Roberto Freire, sempre disposto a tudo para fustigar o governo, recusa a empreitada: “Essa filiação para uma candidatura não nos interessa”.
Entusiasmam-se apenas os nanicos. PMN, PRP, PT do B, PTC, PRTB, PHS e PEN colocam-se à disposição do ministro, interessados na visibilidade que o nome traria à legenda. Juntando os sete, não dá meio. Barbosa parece que também não se sujeitaria. Por mais de uma oportunidade condenou o atual quadro de proliferação das legendas, que criam, em suas palavras, “partidos de mentirinha”.
A conta não fecha. Partidos relevantes da oposição não querem Barbosa, mas sem ele o pleito parece perdido. A um ano das eleições, muita água ainda vai passar por debaixo da ponte. No entanto, caso o quadro fique inalterado e se consolide a provável vitória do PT de Dilma, as pressões por uma aliança de Barbosa com a oposição aumentarão a cada dia.
O movimento ecoa o contexto político pré-64. Um projeto trabalhista fustigado por denúncias de corrupção, em meio a uma onda moralista respaldada pela opinião pública e publicada que busca uma figura heroica com a capacidade de varrer toda essa sujeira da política e corrigir os rumos da nação. Antes, buscaram o apoio das metralhadoras e dos homens de verde-oliva. Agora, o martelo e a capa preta.
Gão
24 de dezembro de 2013 4:46 pmDirceuEGenoino @FimDaGlobo
DirceuEGenoino @FimDaGlobo
Vejam só qão venal são jornalistas em tempos atuais…sabem qm é esse aí mal acompanhado?Bruno Torturra #MídiaNinja pic.twitter.com/v4SM6g57JR
Ivan de Union
25 de dezembro de 2013 1:35 amFalando em gigantesco campo
Falando em gigantesco campo de colaterais esperando pra serem estragados… pois o mundo nao passa de outra coisa… parece que a Target andou negando “favores” ao governo norte americano…