4 de junho de 2026

A nota de repúdio ao Senado pelo PLC 122

Sugerido por Gunter Zibell – SP

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Do iG

Nota de repúdio ao Senado

Por Majú Giorgi – Mãe pela Igualdade

Com um orgulho imenso, assino esta carta como pessoa física e como parte dos muitos movimentos que assinam também. E espero sinceramente que o Judiciário, único poder efetivamente LAICO deste país de aparências, desmoralize mais uma vez o inoperante , proselitista e omisso Congresso Nacional.Mais uma vez o Brasil caminha na contra mão da historia e da evolução.

“Nota de Repúdio ao Senado Federal por enterrar o PLC 122/06 , que elaborei em conjunto com outr@s militantes de direitos humanos da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), criticando-o por ter se acovardado diante da “bancada evangélica” (leia-se, fundamentalista) e não ter determinado o apensamento do PLC 122/06 ao “Projeto de Novo Código Penal” (PL 236/2012).

votos

Afinal, notoriamente um projeto de código demora muitos e muitos anos para ser votado, configurando-se dito requerimento como uma claríssima estratégia para procrastinar a discussão por muitos e muitos anos para, neste longínquo futuro, o(s) seu(s) propositor(es) se opor(em) à criminalização da homofobia e da transfobia, oposição esta já apresentada em reunião do mesmo dia no mesmo Senado, na qual os opositores do PLC 122/06 absurdamente conseguiram a retirada das expressões “orientação sexual” e “identidade de gênero” do Projeto de Novo Código Penal, consoante denunciado na nota, a qual demonstra o descabimento das razões apresentadas para tanto. A nota se encontra no seguinte link: http://goo.gl/P5fi4M (novas adesões a ela serão mencionadas no texto deste link tão logo ocorram e no deste blog logo após). 18 de Dezembro de 2013″

Paulo Iotti

Nota de Repúdio ao Senado Federal por enterrar o PLC 122/06

Caras Senadoras e Caros Senadores, Nós, pessoas físicas e organizações da sociedade civil abaixo assinadas, manifestamos o nosso profundo REPÚDIO à postura do Senado Federal, que, no último dia 17 de dezembro de 2013,acovardou-se ao acolher requerimento formulado por opositores do PLC 122/06 para que o referido projeto seja apensado ao “Projeto de Código Penal” (PL 236/2012). O Senado simplesmente ratificou o seu profundo desprezo institucional à população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) brasileira.

O pretexto regimental usado não supera quaisquer razões de bom senso (razoabilidade) ante a urgência social relativa à necessidade de criminalização específica das discriminações, ofensas, agressões e homicídios motivados na orientação sexual e identidade de gênero da pessoa. Populações vulneráveis evidentemente não podem esperar os muitos anos que um projeto de código normalmente leva para ser votado. Ora, estamos vivendo verdadeira banalidade do mal homofóbico ante a enormidade de agressões, discriminações, ofensas e assassinatos cometidos contra pessoas LGBT por sua mera homossexualidade, bissexualidade, travestilidade e/ou transexualidade, real ou presumida.Registre-se, aliás, que tivemos recentemente casos de homens heterossexuais sofrendo agressões por motivação homofóbica ao serem “confundidos” com homossexuais apenas por estarem abraçados, como se um homem não pudesse demonstrar afeto (inclusive fraterno) por outro [1].Assim, é uma leitura absurdamente fria e insensível aquela que considera que o tema da criminalização da homofobia e da transfobia deveria ser debatido necessariamente com todo o Projeto de Novo Código Penal.

O Regimento Interno do Senado diz que é “lícito” (permitido) que se faça a tramitação conjunta de projetos sobre a mesma matéria (art. 258), o que é muito diferente de considerar tal procedimento “obrigatório”. Ora, é fato notório que um projeto de código demora muitos anos para ser votado [2], além da própria polêmica gerada por críticas de renomados juristas (criminalistas) ao referido projeto [3], o que demonstra que o mesmo certamente será alvo de profundas polêmicas (e longos debates) sobre temas não relacionados à homofobia e à transfobia. Este cenário é incompatível com a urgência da referida criminalização (PLC 122/06) e demanda uma compreensão mais sensível do Senado Federal. Ao mesmo tempo, não se pode deixar de registrar que esse requerimento de apensamento configurou-se numa claríssima estratégia dos opositores do PLC 122/06 para procrastinar a discussão.

Justamente por saberem da longa demora na deliberação definitiva de um código é que tal requerimento foi proposto neste momento. Além disso, esta é uma estratégia pautada na mais pura hipocrisia de seu autor, que claramente irá se opor à referida criminalização quando ela for debatida no futuro. Não se diz que todo aquele que votou pelo apensamento teria tal postura hipócrita, já que muitos votaram com base na leitura fria e insensível da situação citada no parágrafo anterior. De qualquer forma, a aprovação deste requerimento consolida ainda mais a absurda situação criada por parlamentares conservadores/reacionários em nosso Congresso Nacional: não aprovam projetos de lei contrários aos dogmas religiosos ou aos valores conservadores de suas bases reacionárias, mas ao mesmo tempo não os rejeitam, o que denota que não querem decidir para não soarem “politicamente incorretos”.

Não há como ter outra impressão a não ser esta, de junção de conservadorismo e covardia em assumi-lo formalmente. Nesta mesma sessão plenária, foi aprovado requerimento feito pelo Deputado Vital do Rêgo (PMDB-PB), apoiado pelo Senador Magno Malta (PR-ES) para retirar do Projeto de Novo Código Penal toda e qualquer menção à “orientação sexual” e “identidade de gênero”, o que prova a citada hipocrisia dos opositores ao PLC 122/06, que com isso conseguem que o referido projeto não puna os crimes homofóbicos e transfóbicos [4]. O fundamento apresentado é simplesmente absurdo: configura profunda ignorância ou pura má-fé afirmar que tais expressões não estariam consolidadas na literatura nem na história legislativa. Ora, diversos países já aprovaram leis penais punindo discriminações por “orientação sexual” e por “identidade de gênero” [5], bem como Constituições Estaduais, Leis Orgânicas Municipais e leis estaduais e municipais antidiscriminatórias brasileiras também as utilizam. Além disso, os Princípios de Yogyakarta expressamente definem tais conceitos [6], citados por Resoluções das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA) [7] – pois é notório a quem tem conhecimentos sobre o tema que a primeira expressão refere-se à homossexualidade, heterossexualidade e bissexualidade, e a segunda à travestilidade, à transexualidade e à cisgeneridade (identificação com o gênero socialmente atribuído a seu sexo biológico), real ou presumida em ambos os casos. Logo, termos que se referem a homossexuais, heterossexuais e bissexuais no primeiro caso e a travestis, transexuais e pessoas que se identificam com o próprio gênero atribuído no segundo caso. Tanto que a “orientação sexual” foi citada pelo próprio Governo Federal ao estabelecer, no item n.º 116 do 2º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH 2) o dever estatal de “Propor o aperfeiçoamento da legislação penal no que se refere à discriminação e à violência motivadas por orientação sexual” [8].

De qualquer forma, parlamentares preocupados com o significado de tais expressões poderiam ter apresentado propostas de especificação de seu conteúdo, para assim afastar os “temores” a “direitos alheios” ou algo do gênero, o que nunca foi feito pelos opositores do projeto. Isto tudo apesar das diversas audiências públicas pelas quais passou o PLC 122/06, o que prova que os senadores contrários ao projeto atuam de forma puramente destrutiva, nunca propositiva. Por outro lado, o que o Congresso Nacional claramente precisa entender é que democracia não significa “ditadura da maioria”, mas governo do povo, pelo povo e para o povo (conceito clássico), sendo que as minorias também fazem parte do povo e, por isso, não podem ser oprimidas por posições totalitárias/preconceituosas de grupos majoritários quaisquer, o que obviamente também se aplica à minoria LGBT.

Democracia é o regime jurídico de defesa dos direitos fundamentais (José Afonso da Silva), o que significa que a maioria não pode negar à minoria direitos que concede a si e muito menos negar uma proteção que ela tanto precisa, como a proteção penal demandada pelo PLC 122/06. Isso tem absoluta relevância porque a população LGBT é uma minoria vulnerável, um grupo historicamente estigmatizado, razão pela qual um Legislativo minimamente preocupado com os direitos humanos e que não tenha como principal preocupação a reeleição não pode deixar de proteger grupos vulneráveis apenas por eles não conseguirem se mobilizar politicamente em número de eleitores maior do que o da maioria que os oprime — mesmo porque, como minoria que é, dificilmente conseguirá maior quantidade de votos do que o grupo majoritário que lhes oprime.

Não à toa, o Judiciário, na função contramajoritária a ele inerente, tem garantido o direito à igualdade de direitos à população LGBT ante a inércia inconstitucional do Congresso Nacional em fazê-lo. Logo, o Legislativo claramente precisa de aulas de cidadania mediante a compreensão das decisões judiciais garantidoras de direitos da população LGBT. Nesse sentido, cabe lembrar que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos já conclamou o Brasil em pelo menos duas oportunidades a garantir uma proteção efetiva à população LGBT. Com efeito, em 07.07.12 “a comissão observa que existem problemas nas investigações destes crimes, o que conduz, em parte, a que não se abram linhas de investigações que considerem se o delito foi cometido em razão da identidade de gênero ou orientação sexual das vítimas. A inefetividade da resposta estatal fomenta altos índices de impunidade, os quais, por sua vez, propiciam uma repetição crônica, submetendo vítimas e seus familiares a uma situação de desamparo” [9] Ato contínuo, em 16.07.12 a Comissão conclamou o Brasil “a adotar ações para evitar e reagir a esses abusos aos direitos humanos e garantir que as pessoas [LGBT] possam exercer efetivamente seu direito a uma vida livre de discriminação e violência, incluindo a adoção de políticas e campanhas públicas, assim como as reformas necessárias para adequar as leis aos instrumentos interamericanos em matéria de direitos humanos” [10]. Pois bem, fazer tal apensamento do PLC 122/06 de vai claramente no sentido oposto à requisição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos no sentido de adequação das leis nacionais mediante uma resposta estatal efetiva para combater os altos índices de impunidade nos crimes e discriminações cometidos contra a população LGBT. Vai claramente contra a requisição da Comissão pela garantia dos direitos humanos de dita população, o que mostra o desprezo do Senado ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. Em suma, ante todo esse contexto e reiterando todos os termos da Carta Aberta ao Senado Federal sobre o PLC 122/06 amplamente divulgada na internet e nas redes sociais [11], manifestamos nosso completo REPÚDIO ao Senado Federal pela decisão de apensar o PLC 122/06 no Projeto de Código Penal e EXIGIMOS que o projeto seja desapensado para ter tramitação autônoma, ante a não obrigatoriedade da “licitude” regimental que possibilita (e não obriga) a tramitação conjunta (art. 258), pela possibilidade de acolhimento de emenda a projeto de lei para que tenha tramitação própria (art. 265) e, principalmente, pela extrema urgência relativa à criminalização da homofobia e da transfobia na atualidade.

Atenciosamente,

GADvS – Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação na promoção dos direitos da população LGBT e no enfrentamento da discriminação por orientação sexual e por identidade de gênero. LiHS – Liga Humanista Secular do Brasil, associação civil humanista secular com atuação na defesa de um Estado laico, dos direitos humanos e na promoção do humanismo secular no Brasil. Famílias Fora do Armário, grupo de famílias que sentem a necessidade de se colocar, de sair do armário e lutar por direitos iguais e contra a homofobia. Movimento Nacional Mães pela Igualdade, mães e pais de todo o Brasil que estão unidos no combate à homofobia. —- Paulo Roberto Iotti Vecchiatti, advogado, Mestre e Doutorando em Direito Constitucional pela Instituição Toledo de Ensino (Bauru), Especialista em Direito da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo, Professor Universitário e diretor-presidente do GADvS – Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual. Luiz Henrique Coletto, Mestre em Comunicação e Cultura (UFRJ), ativista pelos direitos humanos e vice-presidente da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Thiago Gomes Viana, advogado, membro do Conselho Jurídico da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS) e presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB/MA. Sergio Viula, filósofo, professor, escritor e membro emérito da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). —- Alex Rodrigues do Nascimento, dentista e membro da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Åsa Dahlström Heuser, professora de idiomas e Presidente da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Cicero Coelho de Escobar, Doutorando em Engenharia Química e membro da Diretoria de Divulgação Científica da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Cíntia B. Carvalho dos Santos, bacharel em Direito e membro do Conselho Jurídico da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Eli Vieira, biólogo, mestre em Genética e Biologia Molecular, doutorando em Genética na Universidade de Cambridge (Reino Unido) ex-presidente da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS), membro da diretoria da LiHS. Gustavo Don, militante dos direitos humanos e pela cidadania da população LGBT, membro do conselho executivo do Fórum Mogiano LGBT de Mogi das Cruzes/SP e criador da campanha “Beijos para Feliciano” no Facebook. Jacob da Silva Reis, presidente do Conselho de Núcleos Regionais da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS). Luis Arruda (Luis Otavio de Arruda Camargo), advogado, militante em direitos humanos com ênfase em direitos LGBT, moderador do grupo Ato Anti-Homofobia, colaborador do Movimento Mães pela Igualdade e membro do Setorial LGBT do PSOL. Majú Giorgi (Maria Júlia Gomes Giorgi), jornalista, colunista do portal IG, ativista independente. Maria da Conceição do Nascimento Gomes, Mestre em políticas públicas e formação humana. Robson Fernando de Souza, blogueiro e vlogueiro de Direitos Animais e Direitos Humanos, estudante de Ciências Sociais e membro da diretoria da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS).

Notas [1] “Homem confessa agressão a pai e filho por confundi-los com casal gay e é libertado” (cf.http://goo.gl/qZMJMy, último acesso em 17.12.13); “Abraço de irmãos acaba em ataque homofóbico e morte na Bahia” (cf.http://goo.gl/bdRBbX, idem) . [2] O atual Código Civil levou mais de duas décadas e os Projetos de Código de Processo Civil e Penal estão há anos aguardando aprovação. [3] Renomados criminalistas já demonstraram seu completo descontentamento com o Projeto de Novo Código Penal, a saber, Gustavo de Oliveira Quandt, Luis Greco, Alaor Leite e Paulo César Busato, o que fizeram em Edição Especial da Revista Liberdades, do IBCRIM – Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, dedicada especificamente à análise do referido projeto (cf.http://goo.gl/tHXEzI, último acesso em 17.12.13). Também a respeitada Professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo, Janaina Conceição Paschoal, acaba de publicar artigo em que critica o projeto apesar das alterações feitas pelo seu atual relator (cf.http://goo.gl/N6L5EG, idem). Sem adentrar no mérito dessas críticas, elas mostram que o referido projeto trará muita polêmica e que, assim, provavelmente demorará muito tempo para ser votado, como é normal quando se discutem projetos de códigos. [4] Cf.http://goo.gl/IVFSHc, último acesso em 17.12.13. [5] “O PLC 122/06 não é atípico ou inovador no cenário internacional. A homofobia e a transfobia já são criminalizadas em mais de 59 países, tais como Canadá, Dinamarca, Espanha, França, Noruega, Holanda, Portugal, Reino Unido, Suécia, África do Sul, Estados Unidos, Andorra, Bélgica, Bolívia, Colômbia, Equador e Chile, nos quais as expressões “orientação sexual” e/ou “identidade de gênero” foram acrescidas aos critérios proibidos de discriminação e ensejadores de punição criminal. Sobre o tema, lembre-se que “orientação sexual” não tem nenhuma relação com pedofilia, como acusam levianamente os opositores do projeto. Orientação sexual refere-se à homossexualidade, heterossexualidade e bissexualidade da pessoa, real ou atribuída. Identidade de gênero refere-se à transexualidade e à travestilidade. Logo, a pedofilia não é protegida pelo PLC 122/06 – tanto que referida criminalização nestes países nunca legitimou a pedofilia, diga-se de passagem” (cf. “Carta Aberta ao Senado Federal sobre o PLC 122/06”, disponível em http://goo.gl/QJT7fG. [6] Cf. http://goo.gl/h1G2gp, último acesso em 17.12.13. [7] Segundo o site da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, temos as seguintes Constituições Estaduais que preveem a proibição da discriminação por orientação sexual, embora sem atribuir pena nenhuma a ela: Mato Grosso, Sergipe, Pará e Alagoas. Segundo a mesma fonte, temos os seguintes Estados com leis antidiscriminatórias que protegem a população LGBT (lembrando que a lei estadual carioca foi declarada inconstitucional, por “vício” de iniciativa, pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, julgamento que pende de recurso ao STF e ao STJ): Rio Grande do Sul (Lei Estadual 11.872/02; Distrito Federal (Lei Distrital 2.615/00); Minas Gerais (Lei Estadual 14.170/02); São Paulo (Lei Estadual 10.948/01); Mato Grosso do Sul (Lei Estadual 3.157/05); Piauí (Lei Estadual 5.434/04); Pará (Lei Estadual 6.971/07); Paraíba (Lei Estadual 7.309); e Maranhão (Lei Estadual 8.444/06). Também segundo a mesma fonte, as seguintes cidades com proibição à discriminação por orientação sexual em suas leis orgânicas, embora também sem atribuição de penas para ela: no Amapá – Macapá (art. 7º); na Bahia – América Dourada (Art. , Araci (Art. 10), Caravelas (Art. , Conceição da Feira (Art. 6), Cordeiros (Art. , Cruz das Almas (Art. 236), Igaporã (Art. 200), Itapicuru (Art. 1), Rio do Antônio (Art. 10), Rodelas (Art. 10), Salvador (Art. 1), São José da Vitória (Art, 140), Sátiro Dias (Art. 4) e Wagner (Art. 10); no Ceará – Barro (Art. , Farias de Brito (Art. , Fortaleza (Art. 10), Granjeiro (Art. 188) e Novo Oriente (Art. 213); no Distrito Federal – Brasília (Art. 2); no Espírito Santo – Guarapari (Art. 2), Mantenópolis (Art. 10) e Santa Leopoldina (Art. 7); em Goiás – Alvorada do Norte (Art. 2); no Maranhão – São Raimundo das Mangabeiras (Art. 8); no Mato Grosso – Constituição Estadual e Pedra Preta (Art. 10); em Minas Gerais – Cataguases (Art. , Elói Mendes (Art. 207), Indianópolis (Art. 6), Itabirinha de Mantena (Art. 3), Maravilhas (Art. 6), Ouro Fino (Art. , São João Nepomuceno (Art. 225) e Visconde do Rio Branco (Art. 9); na Paraíba – Aguiar (Art. 8); no Paraná – Atalaia (Art. 7), Cruzeiro do Oeste (Art. , Ivaiporã (Art. 6), Laranjeiras do Sul (Art. 2) e Miraselva (Art. 8); em Pernambuco – Bom Conselho (Art. 161); no Piauí – Pio IX (Art. e Teresina (Art. 9); no Rio de Janeiro – Arraial do Cabo (Art. 9), Barra Mansa (Art. 9), Cacheoiras de Macacu (Art. , Cordeiro (Art. 7), Italva (Art. 3), Itaocara (Art. 13), Itatiaia (Art. , Laje do Muriaé (Art. 3), Niterói (Art. 3), Paty do Alferes (Art. 14), Rio de Janeiro (Art. 5), São Gonçalo (Art. 3), São Sebastião do Alto (Art. , Silva Jardim (Art. 5) e Três Rios (Art. 7); no Rio Grande do Norte – Grossos (Art. 136) e São Tomé (Art. 9); no Rio Grande do Sul – Sapucaia do Sul (Art. 153); em Santa Catarina – Abelardo Luz (Art. 106) e Brusque (Art. 5); em São Paulo – Cabreúva (Art. 5), São Bernardo do Campo (Art. 10) e São Paulo (Art. 2); no Sergipe – Constituição Estadual, Amparo de São Francisco (Art. 12), Canhoba (Art. 12), Itabaianinha (Art. 153), Monto Alegre de Sergipe (Art. 3), Poço Redondo (Art. 11) e Riachuelo (Art. 16); no Tocantins – Peixe (Art. 7) e Porto Alegre do Tocantins (Art. . Para a íntegra de algumas destas leis, videhttp://goo.gl/Wml6VI (acesso em 17.12.13). Para a relação de leis municipais, videhttp://goo.gl/LjLlZs (idem). [8] Cf.http://goo.gl/JzThLG, último acesso em 17.12.13. [9] Cf. a Resolução sobre “direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero” da ONU, de 17.06.11 (http://goo.gl/1o6jpV), e a Resolução equivalente da OEA, de 25.05.09 (http://goo.gl/CNVKyS). [10] Cf. Decreto 4.229/02, item n.º 116. In:http://goo.gl/E2KzfB, último acesso em 17.12.13. [11] Cf.http://goo.gl/XG42w3, último acesso em 17.12.13. [12] Cf. http://goo.gl/oMHLJL, último acesso em 17.12.13. [13] Cf. http://goo.gl/QJT7fG, último acesso em 17.12.13.

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36 Comentários
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  1. Zé da Silva

    20 de dezembro de 2013 10:32 am

    Muro

    Pior é a situação da representação mineira no senado federal. Não consta o nome de qualquer senador mineiro entre os que votaram a favor, contra ou mesmo entre as abstenções.

    Aparentemente os senadores mineiros preferiram ficar em cima do muro…

    O trio murista é formado por Aécio, Clésio Andrade e Perrelão

     

  2. Zarastro

    20 de dezembro de 2013 11:10 am

    É bom alguém informar o

    É bom alguém informar o Eduardo Campos que o representante do PSB pelo DF votou pelo arquivamento do PLC 122/06, bem como o Cristóvão Buarque, queridinho de uns e outros aqui no blog – uma surpresa bastante desagradável, esperava muito mais de quem foi reitor da UnB. A mesma posição foi tomada também por todos os senadores do “progressista” PSDB, incluindo aí o lídimo representante do senado pelo estado de SP, Aloyisio Nunes.

    De resto. o MEU PT não é o PT de José Pimentel e muito menos o de Lindberg Farias. E o que a Vanessa Grazziotin está fazendo no PC do B?!

    1. Marcos Chiapas

      20 de dezembro de 2013 11:40 am

      Mas

      Se o SEU PT não é o do Lindberg, é o do Pézão ?  

      Ou seria um terceiro PT ?

      Quantos PTs existem ? Um para cada oportunidade conforme a conveniência ?

    2. leonidas

      20 de dezembro de 2013 12:22 pm

      Entao Zarastro mas o PSDB do

      Entao Zarastro mas o PSDB do movimento LGBT nao ´´e o PSDB do Aloisio…

      rsrsrsrs

      1. Selma G

        20 de dezembro de 2013 12:37 pm

        Todos os senadores do PSDB

        Todos os senadores do PSDB votaram pela derrubada da PL 122, TODOS,  não foi somente o Aloisio. O voto de um ou dois senadores do PT não alterariam a votação.

        1. leonidas

          20 de dezembro de 2013 4:07 pm

          entao ( seguindo a logica do

          entao ( seguindo a logica do colega ) o PSDB do movimento LGBT nao é o PSDB dos senadores do PSDB entendeu? rs

          Obs: por favor nao faça isso, nao use o PSDB para isentar o PT …

          1. Gunter Zibell - SP

            20 de dezembro de 2013 5:50 pm

            Você e o Chiapas enxergam

            Você e o Chiapas enxergam isso

            Eu acompanho diariamente o maior grupo de facebook sobre homofobia e política e não se vê ninguém achando que o PSDB se saiu muito pior que o PT dessa.

            Apenas há a constatação que o PSDB cometeu um grande erro.

            E que o PT continuou com sua série.

             

  3. alexis

    20 de dezembro de 2013 11:18 am

    Ainda bem

    Teriam configurado um super direito para algumas minorias. Espero que possam refazer a Lei e direcioná-la para todos brasileiros e não para proteger uns poucos, o qual criaria um divisionismo odioso de minorias privilegiadas, que estimularia a antipatia social contra eles.

    Devemos lutar para que os eventuais crimes, hoje querendo ser legislados apenas contra essas minorias, sejam punidos – quando caracterizados – para qualquer cidadão deste país: anão, gordo, feio, negro, magro, corintiano e até homossexual. Puna-se o delito e não o fato de ser este apenas cometido contra homossexuais. Sendo assim, bem-vindos homossexuais ao seio da sociedade brasileira.

    1. Marcos Chiapas

      20 de dezembro de 2013 11:59 am

      Tá maluco

      O projeto alterava a lei incluindo orienteção sexual, identidade de gênero, idade avançada e deficiência ao rol de situações puníveis como crime específico de ódio e discriminação.

      No que diz respeito a orientação sexual e identidade de gênero, em momento algum o projeto diz, que se proteje esse ou aquele. Assim como o Código Penal e outras leis não pretendem, quando fala em racismo, proteger negros do ódio de brancos ou brancos do ódio de negros, ou quando fala em crença, não pretende proteger cristãos do ódio de muçulmanos ou vice versa, mas sim, proteger a todos do ódio de outrem, sejam esses minorias ou maiorias.

      Acorda loco. Espero que seu pai, sua mãe, sua avó, ou você mesmo na velhice não seja vítima de crime de ódio para não maldizer a sua posição atual.

      1. alexis

        20 de dezembro de 2013 12:18 pm

        Faltaram os anões

        Ao invés de agregar mais e mais minorias nessa lista extensa de privilegiados, é melhor estender isso para todos e qualquer cidadão, de qualquer raça ou crença.

        Os negros, nesta história, são os únicos que merecem qualquer Lei que venha a compensar o enorme prejuízo que durante séculos sofreram. Covardia é se esconder detrás dos negros cada vez que uma minoria quer privilégios.

         

        1. Marcos Chiapas

          20 de dezembro de 2013 2:22 pm

          Você tá de má vontade ?

          Ou é burro mesmo ?

          A letra da lei não privelegia ninguém, nem por raça, nem por religião e agora também não protegeria por orientação.

          A letra da lei protege qualquer de seu(s) diferente(s).

          Desenhando :

          Se um branco sofrer preconceito ou discriminação por ser branco, também está protegido. Se você encontrar algum caso desses.

          Vale também para um hétero que seja descriminado ou ofendido por ser hétero, se você encontrar algum caso desses.

          E vale também para os evangélicos que sejam descriminados por causa disso. Mas quando eram eles a sofrer perseguições dos católicos, e houve muito no Brasil, eles eram a favor da lei que protegia seu direito de professar sua fé.

           

          1. Helio J. Rocha-Pinto

            20 de dezembro de 2013 3:37 pm

            Isso já foi explicado a esse

            Isso já foi explicado a esse individuo incontáveis vezes desde que ele apareceu pela primeira vez no blog e começou com essa ladainha homofóbica; ele se ou faz de sonso ou tem déficit de compreensão.

          2. alexis

            20 de dezembro de 2013 3:49 pm

            Vai convencer incautos

            Nada foi explicado, apenas os homossexuais insistem em legislar em causa própria. Querem tipificar certos crimes apenas quando acontecem na sua direção. O restante da população não importa.

            Agora, o fato de não concordar com vocês me torna homofóbico. Assim vou viver na cadeia acusado de “ladainha homofóbica”?

             

          3. alexis

            20 de dezembro de 2013 3:43 pm

            Fraco e ignorante o seu

            Fraco e ignorante o seu argumento.

            A legislação, feita da forma que você deseja, constituiria um super direito para determinadas categorias, ditas minorias.

             

  4. Thiagol

    20 de dezembro de 2013 11:40 am

    Tipico de brasileiro, não

    Tipico de brasileiro, não consegue em vias legais, pelo o congresso. Apelam por vias obscuras do judiciário.

  5. Marcos Chiapas

    20 de dezembro de 2013 11:41 am

    E Aécinho ?

    Nem apareceu prá votar ?

  6. Obelix

    20 de dezembro de 2013 12:00 pm

    Desprezo mútuo.

    Prezados, este debate não pode se restringir ao arquivamento de uma inciativa legislativa, ou seu apensamento a outro processo legislativo, justamente para possibilitar sua procastinação, como foi entendido aqui.

    Mas, de uma vez, é bom que os setores ligados a defesa dos DH, no campo específico dos LGBT, que é preciso respeitar a necessidade de um debate permanente com grupos onde se identifica uma rejeição orgânica.

    Queimar pontes nunca é bom negócio.

    Que os ativistas religiosos tentem impor sua pauta ao conjunto da sociedade? Qual a novidade? Ainda saimos no feriado da semana santa? E o natal, ainda é feriado? Pois é…Onde está o estado laico?

    Quando os ativistas da causa LGBT engolem a isca, e reproduzem a lógica discursiva de que o governo cede ao conservadorismo, esquecendo que este já sedimentado em nossa sociedade há séculos, e como se este conservadorismo fosse uma exclusividade de determinada denominação religiosa, e por derradeiro, tentam inferir que isto se dá porque o governo troca direitos humanos por votos ou apoio parlamentar, acabam por fortalecer um campo político, deixando de explorar as possíveis contradições que ali pudessem existir.

    Um show de inabilidade, que acabou por isolar a luta LGBT, dando aos conservadores a posição de “vítimas” do preconceito anti-evangélico.

    Os parlamentares e ativistas pro-LGBT acertam quando dizem que os evangélicos e católicos, enfim, todos que se dizem religiosos, são muito mais tolerantes que a expressão de seus representantes no Parlamento.

    É verdade. Boa parte dos religiosos não se opõe a uma série de direitos, e há inclusive as mulheres católicas pelo direito de decidir (na questão do aborto).

    Boa parte destes religiosos não se oporia a uma legislação que tornasse mais grave a pena para os ofensores da inegridade ou a honra e o decoro de pessoas com determinada orientação sexual e por causa dela.

    Mas faltou inteligência (ou humildade) para entender que a sociedade é capaz de entender esta necessidade, mas não está, na sua porção estatal, “preparada” para implementar a criminalização das condutas.

    Resultado?

    Bem, os movimentos negros e Universidades, e todos seus núcleos de estudo de violência de gênero, já sabem há 20 ou 30 anos, desde que tornamos o racismo crime mais grave, que os sistema policial-judicial sempre “amortece” os conflitos e tais condutas quase nunca viram processos, e quando viram, quase nunca viram sentenças condenatórias!

    Por outro lado, no campo da violência doméstica, ainda aos trancos e barrancos, já há notável consenso na repulsa a tais condutas, ainda que o aparato-machista-estatal ainda seja um obstáculo para a prevenção e punição dos agressores.

    Ou seja: não há como tratar todos estes DH de forma linear, e nem muito menos no campo da causa LGBT.

    O que o movimento LGBT (parte dele, é verdade) tem feito é queimar etapas, espetacularizar demandas (aliando-se ao que há de pior de conservadorismo político, ou artístico para cahntagear “progressistas” refratários as suas teses), e queimar pontes, não deixando chance para um retorno ao debate.

    E pior: não tem o mínimo de capital social e político para tanto.

    O que o movimento LGBT não soube (e não sabe) fazer é romper esta redoma elitista, quando alguns reduzem a sua luta a um setor intelectual que rejeita atavicamente o debate com qualquer um que não apoie, sem questionamentos, a pauta de direitos que eles tomam por inegociáveis, como se estes já estivissem em pleno vigor, ou que a simples declaração destes fosse dar a nossa conservadora e retrógada sociedade um ar “civilizado”.

    Deixam de considerar a diversidade da soceidade brasileira que eles mesmos reivindicam, quando gayss pobres, nas periferias, por exemplo, ainda que tratados como “viadinhos ou bichinhas”, conseguem manter laços de solidariedade social com vizinhos e não raro impõem sua condição porque são os esteios familiares.

    Em nome do politicamente correto, esquecem o pragmaticamente possível (que no caso de quem sofre tanto, nunca é pouco).

    Como também não sabe respeitar que em processos legislativos parlamentares, onde se disputa o poder, de fato, os pontos particularistas não são levados em conta, a não ser que produzam os efeitos necessários a quem os manipula.

    Não há uma “ética universal de direitos” na luta parlamentar, porque ali se disputa, politicamente, a construção de algum tipo de universalidade, a possível.

     E derrotados, saem a campo a vomitar impropérios contra um jogo o qual se submeteram, mas perderam.

    Como crianças mimadas, ou “bichinhas afetadas”.

    Este é um jogo para gente GRANDE, sejam homo ou heteros.

    1. Zarastro

      20 de dezembro de 2013 4:21 pm

      E depois é o Asterix que é o mais esperto?

      Clap, clap, clap!

  7. Ed Döer

    20 de dezembro de 2013 12:08 pm

    Com essa votação trazida pelo

    Com essa votação trazida pelo Gunter fica claro, que o problema é a base “aliada” e como o governo lida com ela nessa e outras questões, e não o PT em si. E que o PSBD e o DEM estão longe de ser solução para a questão LGBT no país.

    Curioso que do PMDB, maior “aliado” do governo, só 2 senadores de postura mais independente (Requião e Simon) votaram contra o sepultamento.

     

    1. Marcos Chiapas

      20 de dezembro de 2013 2:23 pm

      Qual a sua intenção ?

      Enganar os outros ou só a si mesmo ?

    2. Gunter Zibell - SP

      20 de dezembro de 2013 5:18 pm

      Lamento, mas não ficou claro

      Lamento, mas não ficou claro não, Ed… Ao contrário.

      Dá uma olhada no post de Everton de Lima Fernandes, que eu copiei na resposta a Francisco de Assis, acima.

      A votação do PLC 122 é uma coisa. E pegou mal para o PSDB. Esse partido que se explique agora, mas a ficha corrida do PT está maior.

      http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/2014-a-ultima-parada-gay

      E não ficou menos pior para o PT. Pergunte aos LGBTs do Rio de Janeiro.

      o problema é o PT em si porque o mesmo é a parte beneficiada. Porque se acusar apenas a base? Quem negocia com a base? Quem faz concessões à base?

      8 de 12 senadores do PT boicotaram o projeto do próprio partido.

      Pode-se elogiar os 4 senadores sim, só que torcendo para que eles escolham outro partido na sua reeleição.

      Ficou tudo parecendo hipócrita, esse é o ponto. Não dá para fingir que se atende a dois senhores.

      Não é curioso isso do PMDB, o PT não fez nenhum esforço de convencimento da base, era um projeto do qual queria se livrar e achou esse o modo menos pior.

      E temos que prestar atenção na Nova Oposição. Os discursos em geral de PSB, PV, PSoL e PPS são muito melhores que os de PT e/ou PSDB

      http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/sera-que-o-gato-subiu-no-telhado

  8. Francisco de Assis

    20 de dezembro de 2013 12:41 pm

    “Esqueçam o que escrevi” ?

    O senhor Gunter tem despejado sobre os participantes do blog toneladas de texto expondo o progressismo do PSDB na causa LGBT.

    E não perde oportunidade de declarar seu voto no seu ídolo Geraldo Alkmin/PSDB, para completar 24 anos de PSDB em São Paulo. Acha pouco 20 anos de trensalões e pinheirinhos.

    E vemos agora que, nesta votação, oito (8) senadores do partido que tanto elogia, o PSDB, votam em peso e UNANIMEMENTE A FAVOR DA HOMOFOBIA.

    Cabe perguntar: o senhor Gunter, vai repetir agora o seu ídolo FHC/PSDB, com um novo “esqueçam o que escrevi”?

    1. Gunter Zibell - SP

      20 de dezembro de 2013 5:45 pm

      Continuo preferindo Alckmin a

      Continuo preferindo Alckmin a Padilha

      O PSDB errou em orientar para que ninguém fosse contra o apensamento.

      Só que a imagem do PT ficou péssima.

      Apenas 1/3 (4 de 12) de seus senadores foram contra o apensamento.

      E Lindbergh está sendo muito criticado por demonstrar-se publicamente a favor, para agradar suas alianças no RJ. Se alguém acha que os senadores do PSDB votaram a favor da homofobia, Lindbergh fez o quê?

      Pode-se apontar outras críticas ao PSDB, fora essa do apensamento?

      Há defesa para estas iniciativas do PT?

      http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/2014-a-ultima-parada-gay

      E tem um comentário circulando no facebook agora.

      Vale a pena o comentarismo acrítico conhecer o seguinte post:

      Do facebook de Everton de Lima Oliveira

      A GENTE NÃO É BOBO NÃO!

      Estratégia de Dilma e do PT.

      Após a ordem de Dilma para deixar o PLC 122 para depois das eleições, uma questão se impunha: como atender à chefa, após a Executiva Nacional ter recomendado voto a favor do projeto de lei, sem desmoralizar os petistas aliados e sem perder o voto LGBT?

      Simples! Siga os passos:

      1)- Deixe o PLC 122 ser apensada ao Novo Código Penal, que levará talvez DÉCADAS para ser aprovado.

      2)- Deixe a base aliada fundamentalista à vontade para aprovar o apensamento(sepultamento) do PLC 122.

      2a)- Exceção: O senador suplente da Marta, que é do PR, tem que votar contra, para não desmoralizar Marta Suplicy. Fora ele, todo o PR vota pelo sepultamento.

      3)- Deixe a oposição conservadora e moralista (PSDB e DEM) e os coronéis conservadores moralistas (maioria do PMDB) votarem à vontade contra os LGBTs.

      4)- Para o PDT, que não tem orientação de Executiva Nacional pra seguir, vale a ordem da Dilma de sepultar o PLC 122.

      5)- Combine com metade da bancada do PT (6 senadores) para simplesmente não aparecerem para votar.

      6)- A outra metade fica dividida em 2 grupos: 

      I- Os 4 senadores que sempre foram pró-LGBT, continuam votando pró-LGBT, de forma a não ficarem desmoralizados.

      II- O Senador Lindbergh Farias é liberado a votar pelo sepultamento e consolida sua aliança com os fundamentalistas pelo governo do Rio, e a abstenção de José Pimentel, que sempre foi contra os LGBTs, de forma a este não ir contra a Executiva Nacional.

      7)- Faça uma conta macabra, dizendo que foram 4 votos pelos LGBT contra 1 contra, quando, na verdade foram 8 votos contra e 4 a favor de nós.

      8)- Por fim, junto aos fundamentalistas, comemora o resultado e mantém a aliança para 2014 e, junto aos LGBTs, lamenta o resultado e “reafirma seu apoio inquestionável aos direitos humanos de LGBTs”

      Isso não vai ficar assim! Nós vamos responder à altura em 2014, e essa traição vai sair cara para a senhora e para a maior parte do PT!

       

       

      1. Obelix

        20 de dezembro de 2013 7:30 pm

        Irresistível.

        Meus caros, depois de ler esta fórmula da conspiração política, baseda em “obra pronta” (o item onde se fala em “deixar a oposição votar foi demais), e a ameaça contida no fim, eu creio que Dilma deve estar pensando:

        Ui que mêda.

        Engraçado, se houver algo de real nesta ameaça, e os defensores dos LGBT puderem fazer algo concreto, fica a pergunta:

        Por que não fizeram antes por si mesmos?

        Pois é, este tipo de (im)postura política conseguiu transformar os fundamentalistas religiosos em vítimas do preconceito e intolerância religiosa.

        Falar em PPS, PV, PSOL e outros subpartidos de “nova oposição” só retira credibilidade.

        É uma pena. É um tema sério, que merecia uma abordagem séria.

    2. leonidas

      21 de dezembro de 2013 1:46 am

      Cara partido nao é um fim e

      Cara partido nao é um fim e sim um meio ok?

      O Gunter e qualquer pessoa tem o direito de votar em um candidato que o satisfaça mesmo que seja do PSDB

      Tornar ” Partido ” como criterio para julgar algo como certo ou errado ou julgar a pessoa de alguem é coisa doentia…

  9. Gunter Zibell - SP

    20 de dezembro de 2013 5:44 pm

    A leitura mais corrente desse

    A leitura mais corrente desse episódio, fora dos círculos de apoio irrestrito e incondicional ao PT, é de interpretações negativas para sua imagem.

    Também há cada vez mais elogios aos partidos pequenos de Nova Oposição.

    Mas não adianta trazer isso aqui porque a intenção dos comentaristas não é de debater e buscar ver consequências. Há apenas um esforço em ser continuamente acrítico, paciência pois.

    Quem quiser se manter informado sobre esse assunto pode se inscrever em um grupo de facebook:

    https://www.facebook.com/groups/tchlt/

     

  10. Francisco de Assis

    20 de dezembro de 2013 7:26 pm

    O militante unidimensional (e em causa própria)

    O militante unidimensional (e em causa própria)

    (Resposta ao senhor Gunter Zibell, no seu comentário em sex, 20/12/2013 – 15:45)

    Deixa de ser cretino, rapaz. Eu sou contra a homofobia, e acho que ela deva ser criminalizada sim, como crime de ódio. E não penso assim em causa própria.

    Eu não defendo este voto escroto do Lindberg/PT, nem dos outros 28 escrotos, de qualquer partido, que votaram a favor da homofobia sim senhor, sejam de que partido forem.

    Tampouco defendo a priori os outros 40 que se omitiram ou se ausentaram da votação, sejam de que partido forem. Mas tem que saber quais as justificativas dos que  não estavam presentes.

    O que já sei é que o senhor Walter Pinheiro, do PT, também é um escroto, por ter escapulido da votação.

    Mais escroto ainda é o senhor Aécio Neves, do seu PSDB, que se escapuliu também, e que fez muito pior: mandou os seus dois cupinchas senadores mineiros se ausentarem também. E mandou que os seus 8 cupinchas do PSDB mais os 3 cupinchas do DEM votassem a favor da homofobia, e que os outros 3 senadores do PSDB se ausentassem. E fez isto para garantir o resultado da votação, para seu próprio benefício, também em causa própria.

    E fez isto, o senhor Aécio/PSDB, exatamente para cativar os evangélicos e outros sacripantas para a sua eleição. E isto você não enxerga, ou é um cínico seletivo mesmo?

    E vem você agora com este papinho de contador analfabeto. Quando falar que “apenas 4 dos senadores do PT foram contra o apensamento”, diga também que “TODOS os 12 senadores do PSDB foram A FAVOR do apensamento”. E quando concluir que a “imagem do PT ficou péssima”, diga também “qual a imagem que restou da merda do seu partido, o PSDB”. Quando criticar Lindberg, critique também seus queridos Rodrigo Rolemberg, Aloysio Nunes, Pedro Taques e Cristovam Buarque. Não seja desonesto, mostrando só um lado, como a Rede Globo, que você não cansa também de admirar por aqui.

    E vem você também com este papinho facebucano de Chefa Dilma prá cima de mim?

    A Dilma agora comanda os senadores do PSDB e do DEM? A Dilma agora comanda o sr. Pedro Taques/PDT, o sr. Cristovam Buarque/PDT e o senhor Rolando Rolemberg/PSB, este último do partido dos seus novos ídolos Eduardo Campos/PSB e Marina/PSB? Vá enganar seus seguidores, com sua argumentação chinfrim. A mim não.

    O que falei no meu comentário anterior foi muito claro: disse da sua militancia no blog iluminando o tempo todo o PSDB como partido progressista para a causa LGBT. E você fica agora dando voltas para fugir do assunto. Prá cima de mim, não senhor. Responda, se quiser, o meu comentário NO QUE EU LHE QUESTIONEI. Não se faça de retardado.

    Nem venha também com este papinho de “O PSDB errou em orientar para que ninguém fosse contra o apensamento.” ou de “Pode-se apontar outras críticas ao PSDB, fora essa do apensamento?”. Estamos falando aqui de Senadores (de senil, velho, se é que você me entende). E não de criancinhas do jardim de infância. E estou falando aqui de DIREITOS HUMANOS, não somente dos direitos humanos seletivos que lhe interessam.

    E aproveite para me dar links, se é que existem, das SUAS DEFESAS MEMORÁVEIS dos pobres do Pinheirinhos, esmagados, estuprados e escorraçados pela Polícia Assassina do seu ídolo Geraldo Alckmin/PSDB. Ou de tantos outros episódios repugnantes de agressão que o seu ídolo promoveu, com as suas polícias e outras ferramentas, contra os pobres e indefesos. Tenho certeza que você me relacionará tais defesas memoráveis, para que eu possa mudar um pouco minha opinião sobre você.

    Se não as tiver (tais defesas memoráveis) lhe pergunto: não havia nenhum ser humano LGBT em Pinheirinhos? Nem supostamente, por estatística? Nem que fosse um anônimo LGBT, por pobre?

    Alguém que você pudesse defender  com toda ênfase, no escopo da sua causa unidimensional? Só ele, um, o LGBT do Pinheirinhos. Nem precisaria falar dos milhares de outros violentados e humilhados pelo seu PSDB, por apenas pobres mas não LGBTs, o que seria esperar demais de você, na sua visão estreita das coisas, unidimensional e em causa própria.

    1. Gunter Zibell - SP

      20 de dezembro de 2013 9:45 pm

      Uma argumentação que se

      Uma argumentação que se resume a chamar os outros de “cretino” não merece resposta. Nem lida, na verdade. Parei nisso e pronto.

      1. Francisco de Assis

        21 de dezembro de 2013 12:04 am

        O militante unidimensional (e em causa própria)

        O militante unidimensional (e em causa própria)

        Resposta, sua, que apenas confirma o que desenvolvi no meu comentário, que você se recusa a LER, como os avestruzes que enfiam a cabeca na terra, para não ouvir o que merecem ouvir. Isto se ‘não for pior, daqueles que leem e não tendo resposta a dar, dizem que não leram, para fugir dos argumentos do outro.

        Resposta que apenas confirma que você é um militante medíocre, tacanho, unidimensional e em causa própria. Aquele que defende apenas a si próprio e à sua tribo, naquilo que é o mais natural e primário instinto de sobrevivência do ser humano, e de qualquer animal.

        Aquela defesa, por genética e primitiva, que NÃO inclui o conceito de SOLIDARIEDADE com o outro, com o diferente. Que é o que sobra nos militantes do blog que defendem os pobres, sem serem pobres, que defendem os negros, sem serem negros, que defendem os LGBTs, sem serem LGBTs

        E bem sabemos que burro você não é. Por ESPERTO, por soltar aqui e acolá, um assunto extra para disfarçar e tentar enganar, com voz maviosa, uma ou outra Analu, de vez em quando..

    2. leonidas

      21 de dezembro de 2013 1:44 am

      Acho que separar as ideias

      Acho que separar as ideias das pessoas que as portam o melhor caminho

      Quando começa ofensas pessoais ( nao falo das ironias que é algo inerente ) mas ofensa mesmo acho que a coisa toda perde o sentido…

    3. Frederico69

      21 de dezembro de 2013 2:54 am

      só sendo retardado

      para achar que o gunter está aqui para defender o psdb. ache um único comentário dele com esse sentido, para que eu possa acreditar no que tu tá dizendo.

      parece que hoje em dia a patrulha ideológica não tá dando folga!! se alguém critica o pt só pode ser do psdb, jamais alguém desiludido porque os discursos do passado lá ficaram e hoje nem se lembram mais, como direitos civis, liberdade de expressão, a reforma agrária ou mesmo a falta de honestidade dos partidos para receber doações de qualquer um!!

      quem diria que o pt que tanto reclamava da rede lodo por exemplo hoje é sócio cotista do BV(símbolo da corrupção institucionalizada nesta país) pago pela própria rede lodo.

      1. Gunter Zibell - SP

        21 de dezembro de 2013 1:08 pm

        É isso, Frederico. Falou

        É isso, Frederico. Falou tudo.

        E não somente se copiam as técnicas de financiamento de campanhas e o abandono eleitoral de princípios. Agora também se abandona toda e qualquer autocrítica e se colocam trolls nas redes sociais.

        Parte do que se chamava blogosfera progressista virou blog do esgoto ao contrário.

         

  11. Adjalbas Pereira

    22 de dezembro de 2013 1:25 am

    A sociedade brasileira saiu vitoriosa

       Tenho lido aqui comentários a respeito do fim do PLC122 e percebo a indignação de alguns por não aceitarem a decisão democrática do Senado.A sociedade brasileira teve uma das suas grandes vitórias na política brasileira nesta data de 17/12/2013,pois corríamos o risco de ver  o Brasil transforma-se numa gigantesca orgia,como Sodoma ou Gomorra,possívelmente pior.A minoria que quer nos empurrar guela abaixo suas práticas sexuais,foi vencida.Sabemos também que existe uma parcela de homossexuais que não está de acordo com estas ações de requerer exclusividade no tratamento para com eles,já ouvi declarações de vários,e todos me disseram que não concordam com este comportamento,que vivem muito bem assim e são respeitados,pois entendem,sabiamente,que respeito é conquistado por meio de bom relacionamento,caráter e respeito,dentre outros.O certo é que estes convivem com héteros,religiosos e ateus e não andam infelizes,em pé de guerra com ninguém.Ficaremos atentos a qualquer movimento que parta deste grupo que tenta distorcer o entendimento de família,casamento,pai,mãe e casais,e que querem ensinar nossas crianças(somente em escolas públicas) suas práticas sexuais através do repudiado kit gay.Estamos de olho.

  12. SANDRA DE CAMARGO ANDRADE

    24 de outubro de 2014 2:38 pm

    VERGONHA

    Referente a esta matéria e a  referente a :http://acapa.virgula.uol.com.br/cultura/antiexemplo-lgbts-se-digladiam-na-midia-e-dao-tiro-no-proprio-pe/3/4/25258,matéria a baixo ficou muito grande , vou transcrever meu comentário q gostaria q meus amigos ao menos lessem: “Os ativistas, candidatos LGBTTS e as pessoas esclarecidas, diariamente fazendo tudo oque podem para tentar fazer os heteros normativos entenderem que somos pessoas como qualquer outra e temos os mesmos direitos….Daí vem estes LGBTTs homofóbicos que precisam mais de terapia do q qualquer um de nós q lutamos pela causa e na grande maioria nos submetemos já a ela (a psicoterapia q é uma benção e a melhor forma de vir a se conhecer e se amar, salvação d etodos nós, heteros, homos, e etc) ,com um desserviço à nossa causa. Dá vontade de jogar tudo pro alto, conheço muitos e muitos heteros mais nobres e evoluídos , esclarecidos do que estas figuras citadas , porque preconceito é a mãe e pai de todas as atrocidades da humanidade, criticar alguém por ser de X ou Y etnia? Por ter mais ou menos acesso a cultura?Por se vestir de maneira A ou B? Defender, sendo minoria massacrada diariamente e sem direitos assegurados q são básicos a todos seres humanos , pessoas como Feliciano e CIA, é merecer mesmo ser achincalhado , como somos todos nós povo brasileiro diariamente pelos políticos , candidatos em sua maioria, desrespeitados em nossa cidadania cada vez q precisamos do SUS e tantos outros absurdos.É mostrar em rede nacional que em nossa imensa maioria , hetero ou homo, trans, bi ou o q seja, índio, negro, branco caucasiano, asiático ou o q for, somos um povo ignorante , que demorará séculos a conseguir democracia e igualdade de direitos nestes país, é dizer que merece estes políticos corruptos e um segundo turno presidenciável q é mais do mesmo ! Rançoso e igual, que não nos trará nenhuma novidade ou benesses, pobre de nós brasileiros , minoria esclarecida , pobre de nós que damos a cara a tapa diariamente, nas ruas, nas instituições pelos nossos direitos básicos, pobre de nós cidadãos que lutamos por justiça, que sonhamos com uma sociedade utópica ainda em q haja amor ao próximo, respeito, igualdade de direitos e oportunidades, pobre de nós que vivemos em um mundo onde se mata em nome de religião se ousa dizer o nome de Deus e de Jesus, Maomé, se deturpa palavras de fé e paz e se provocam “guerras santas”, massacres hediondos em nome da fé insana. Pobre de nós q vivemos no país da “lei do Gerson” aquela do “levar vantagem em tudo certo???”Pobre de nós condenados a lutar ingloriamente por alguma mudança neste país de oprimidos que amam e invejam seus opressores!!!!!!!!!!!E falo de todos , (não só da população GLBTT) em sua maioria !!!!!!Pobre de nós………..”

  13. SANDRA DE CAMARGO ANDRADE

    24 de outubro de 2014 2:41 pm

    VERGONHA

    Referente a ESTA MATÉRIA ,À DECISÃO DO JUDICIÁRIO QTO À PLC 122 E Á MAIS RECENTE:http://acapa.virgula.uol.com.br/cultura/antiexemplo-lgbts-se-digladiam-na-midia-e-dao-tiro-no-proprio-pe/3/4/25258,matéria a baixo ficou muito grande , vou transcrever meu comentário q gostaria q meus amigos ao menos lessem: “Os ativistas, candidatos LGBTTS e as pessoas esclarecidas, diariamente fazendo tudo oque podem para tentar fazer os heteros normativos entenderem que somos pessoas como qualquer outra e temos os mesmos direitos….Daí vem estes LGBTTs homofóbicos que precisam mais de terapia do q qualquer um de nós q lutamos pela causa e na grande maioria nos submetemos já a ela (a psicoterapia q é uma benção e a melhor forma de vir a se conhecer e se amar, salvação d etodos nós, heteros, homos, e etc) ,com um desserviço à nossa causa. Dá vontade de jogar tudo pro alto, conheço muitos e muitos heteros mais nobres e evoluídos , esclarecidos do que estas figuras citadas , porque preconceito é a mãe e pai de todas as atrocidades da humanidade, criticar alguém por ser de X ou Y etnia? Por ter mais ou menos acesso a cultura?Por se vestir de maneira A ou B? Defender, sendo minoria massacrada diariamente e sem direitos assegurados q são básicos a todos seres humanos , pessoas como Feliciano e CIA, é merecer mesmo ser achincalhado , como somos todos nós povo brasileiro diariamente pelos políticos , candidatos em sua maioria, desrespeitados em nossa cidadania cada vez q precisamos do SUS e tantos outros absurdos.É mostrar em rede nacional que em nossa imensa maioria , hetero ou homo, trans, bi ou o q seja, índio, negro, branco caucasiano, asiático ou o q for, somos um povo ignorante , que demorará séculos a conseguir democracia e igualdade de direitos nestes país, é dizer que merece estes políticos corruptos e um segundo turno presidenciável q é mais do mesmo ! Rançoso e igual, que não nos trará nenhuma novidade ou benesses, pobre de nós brasileiros , minoria esclarecida , pobre de nós que damos a cara a tapa diariamente, nas ruas, nas instituições pelos nossos direitos básicos, pobre de nós cidadãos que lutamos por justiça, que sonhamos com uma sociedade utópica ainda em q haja amor ao próximo, respeito, igualdade de direitos e oportunidades, pobre de nós que vivemos em um mundo onde se mata em nome de religião se ousa dizer o nome de Deus e de Jesus, Maomé, se deturpa palavras de fé e paz e se provocam “guerras santas”, massacres hediondos em nome da fé insana. Pobre de nós q vivemos no país da “lei do Gerson” aquela do “levar vantagem em tudo certo???”Pobre de nós condenados a lutar ingloriamente por alguma mudança neste país de oprimidos que amam e invejam seus opressores!!!!!!!!!!!E falo de todos , (não só da população GLBTT) em sua maioria !!!!!!Pobre de nós………..”

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