“A louraça primeira-ministra da Dinamarca provoca saia justa entre o casal Obama”, diz o título da coluna de um site. Louraça, assim, sem nome. Quem se importa? O importante é que Helle Thorning-Schmidt seja “bela, alta e loura”, além de ter “celebrados olhos azul-turquesa” e andar de saltos altíssimos.
O que ela faz, como chegou ao poder, qual o trabalho dela como primeira-ministra? Não faz a menor diferença. Nas palavras de Naomi Wolf, em “O Mito da Beleza: “As trabalhadoras mais emblemáticas do Ocidente continuavam visíveis se fossem ‘lindas’, portanto visíveis, mas sem receber nenhum crédito pela competência. Ou poderiam, ainda, ser ‘competentes’ e ‘sem beleza’, portanto invisíveis, de tal forma que a competência de nada lhes valia”.
Os comentários sobre a aparência de Thorning-Schmidt não são novidade. Atingiram, inclusive, a outra mulher envolvida na “polêmica” de ontem: Michelle Obama, mesmo adotando um penteado liso (aproximando-se do ideal de beleza ocidental, mesmo sendo negra), foi criticada duramente quando resolveu usar franjas. Por outro lado, os braços da primeira-dama são invejados, copiados em cirurgias plásticas e revistas fazem até passo-a-passo de como conseguir a musculatura de Michelle. Os braços de Michelle Obama, como se estivessem totalmente descolados da pessoa que ela é, ganharam até um Tumblr.
Embeleze o mundo: esta é a mensagem. Posso até te dar um poderzinho aqui, mas não há negociação, seja bonita, Enfeite a festa, o velório, o jogo de futebol, a reunião de negócios, o que for. Mas esteja maquiada, de salto alto e, se rolar, um decote sexy sem ser vulgar.
Todos param para prestar atenção quando é uma mulher bonita falando. Vejam até o Femen, grupo não feminista (importante frisar isso). Sempre que havia manifestações do grupo, os jornais repercutiam o fato, sempre com muitas fotos e quase nenhum texto. Com sorte, alguma legenda. Porque são mulheres brancas, magras, loiras, e com “os seios no lugar”.
O mesmo não acontece com os homens. Eles podem envelhecer; as rugas, inclusive, são até consideradas sinal de maturidade. Cabelos grisalhos? Charmosérrimos. Também ninguém pergunta de qual estilista é o terno, a gravata ou o sapato, como fizeram com Hillary Clinton há alguns anos, em uma entrevista que ficou famosa pela resposta da ex-Secretária de Estado:
Entrevistador: Quais são seus designers favoritos?
Hillary Clinton: O quê? Designers de roupas?
Entrevistador: Sim.
Hillary Clinton: Você perguntaria isso a um homem?
Nossa presidenta também passa por questionamentos parecidos. Antes das eleições, o rejuvenescimento de Dilma Roussef foi visto com clareza – plásticas, tratamentos, corte de cabelo especiais. As roupas que ela usa geram até slideshow com oslooks usados pela presidenta.
Quando se quer desmerecer o trabalho de uma mulher – por mais poderosa e competente que ela seja – o primeiro “xingamento” utilizado é o da aparência. Naomi Wolf, mais uma vez, mostra que esta é uma batalha quase invencível (mas continuaremos lutando): “Pela forma como a beleza e o trabalho ao mesmo tempo recompensam e punem as mulheres, elas nunca esperam por coerência – mas pode ter certeza que elas continuarão tentando. Buscar a beleza e a qualificação de beleza no local de trabalho agem em conjunto para mostrar às mulheres que, no que lhes diz respeito, a justiça não existe. Que a injustiça é apresentada a uma mulher como imutável, eterna, apropriada e com origem em si mesmas, como se fosse uma parte delas, assim como sua altura, cor do cabelo, gênero e o formato dos seus rostos”.
Hoje é um dia que será ser lembrado, no futuro, pelos historiadores. É a data em que o Uruguai de Pepe Mujica poderá se tornar o primeiro país, desde o início da proibição mundial do comércio das plantas psicoativas do gênero cannabis, há oito décadas, a legalizar completamente o ciclo da produção, venda e consumo da maconha para uso recreativo.
Para alguns, esse dia será recordado como uma iniciativa fracassada que irá causar impacto negativo na saúde mental e na criminalidade. Essas pessoas tendem a acreditar que os problemas relacionados ao uso de drogas serão resolvidos exclusivamente com a polícia e as ações de repressão, temerosos do que as drogas são capazes de fazer com a sociedade. Esse medo gera o tabu de que a questão não possa nem ao menos ser discutida e, na eventualidade de que surjam pessoas que proponham alternativas ao atual modelo criminalizante, elas são olhadas com desconfiança, tendo seus pensamentos interpretados como simples apologia.
Entre os que se lançaram à corajosa iniciativa de transformar o modelo pautado na chamada ‘Guerra às Drogas’ estão o presidente uruguaio José Mujica e o sociólogo Julio Calzada, secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai.
Calzada tem sido o responsável pelo processo de regulamentação do mercado da maconha no Uruguai. Regulamentação? Mas o que vai acontecer no Uruguai não é justamente a “liberação” da maconha? Não.
A proposta uruguaia é de regulamentar por meio da legalização e do controle estatal, um mercado cujos grandes mecanismos organizadores são as decisões de traficantes e a corrupção policial. É mais ou menos o que ocorre com o tabaco e o álcool.
Calzada é uma das pessoas que compartilham do pensamento de que as penalidades contra a posse de uma droga não podem ser mais danosas para o indivíduo e a sociedade – incluindo aí os que não usam drogas – do que o próprio uso da substância. Em uma recente visita a Brasília, ele afirmou que não defende que a maconha seja inofensiva, mas afirma que o processo de legalização do consumo e a regulamentação da comercialização permitirão que se controle um mercado que hoje está nas mãos de criminosos. Os gestores uruguaios esperam regulamentar toda a cadeia produtiva, com controle de qualidade, fornecimento e acesso ao produto.
Espera-se que este processo seja permeado de educação e informação e que a estrutura de atenção aos usuários de drogas do Uruguai seja ampliada e qualificada. No Brasil, conseguiu-se reduzir drasticamente os problemas relacionados ao consumo do tabaco com política semelhante. Todavia, houve investimento maciço em informação e campanhas educativas. Isso remete ao que disse, em uma recente entrevista, o psiquiatra e epidemiologista britânico Robin Murray sobre o controle dos riscos médicos associados à maconha: “A educação é mais importante do que a lei”.
As previsões de cunho apocalíptico – entre elas, a invasão de maconha uruguaia no sul do Brasil, uma epidemia de esquizofrenia e a degradação geral da sociedade uruguaia – são oriundas do oportunismo político e sensacionalista. Esse medo é criado pelo bombardeio de noticiários repetindo que a violência gerada pelo combate às drogas é justificável a todo custo, ainda que agrave o encarceramento em massa de pessoas, a concentração do poder econômico nas mãos dos traficantes, e, o que é mais relevante, sem conseguir diminuir os problemas associados ao uso de drogas.
A saída da maconha — a droga ilegal mais usada no mundo, cujo uso pessoal já foi descriminalizado no Uruguai há muitos anos – do ciclo do tráfico nos convida à esperança de que o 10 de dezembro de 2012 possa ser lembrado na história como o dia em que a Guerra às Drogas começou a terminar.
Muitos estão dizendo aí que a Portuguesa errou e por isso merece cair. De fato, a Lusinha errou mas não necessariamente deve receber a pena máxima de forma automática como muitos estão esperando. Explico a minha teoria.
O artigo que querem aplicar pra rebaixar a Lusinha é o 214:
“Art. 214. Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
PENA: perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais). (NR). “
Acontece que este artigo dá margem pra interpretação. O Cruzeiro foi condenado por este mesmo artigo a pagar multa. Não perdeu pontos. Justo, visto que foi um problema no sistema. Seria injusto o Cruzeiro perder pontos por isso.
” -Ah, mas o motivo da irregularidade é diferente.” Sim, são motivos distintos, mas o artigo não cita os motivos, trata apenas de jogadores escalados em condição irregular.
Enfim, o fato é que o artigo 214 foi aplicado ao Cruzeiro, deu margem para a interpretação e foi devidamente interpretado. Usaram o bom senso.
Que se aplique o mesmo artigo contra a Portuguesa e que a agremiação seja punida. Mas em nome da moralidade do futebol, façam isso de forma justa e sensata, pelos seguintes motivos:
– O jogador jogou apenas 15 minutos em um jogo que não valia nada, ou seja, não houve má fé do clube. – A publicação da suspensão ocorreu de forma posterior ao jogo. Isso não impede o clube de ser penalizado, mas pode ajudar a provar que não houve má fé e que, de fato, houve um problema de comunicação no ocorrido. – O advogado que supostamente errou não tem vínculo com o clube e é pago pela CBF, segundo o noticiário que tem circulado pela rede.
Portanto, caso o STJD queira mesmo fazer justiça, que se aplique multa à Lusinha, suspensão ao jogador e no máximo, que se tire o ponto conquistado no jogo em questão. A equipe infratora será punida proporcionalmente ao seu erro e o futebol brasileiro vencerá.
Ensaio fotográfico registra expressões de pacientes com câncer diante de mudanças radicais no visual
“Sabe o que eu mais sinto falta? Ser despreocupado.”
Estas são as palavras que inspiraram um novo projeto que tem como objetivo ajudar pacientes com câncer a esquecer da sua doença – “mesmo que apenas por um segundo.”
A Fundação Mimi, em colaboração com a Leo Burnett, reuniu 20 pacientes com câncer, em junho. Os homens e as mulheres pensavam que estariam recebendo uma mudança de visual comum, e foram convidados a fechar os olhos durante a transformação.
Quando eles abrem os olhos, eles vêm em um espelho uma mudança radical, “escandalosa”. E, ao abrirem os olhos, são fotografados e filmados.
Eles não puderam deixar de rir e, por um momento, pelo menos, eles ficaram, mais uma vez sem preocupações.
Incrível, não?
Olhem o vídeo que registrou a experiência. É imperdível as expressões dos modelos!! =)
Empenhado numa aproximação com o Ocidente, em 1987, o governo Gorbachev se afastava de antigos aliados dos soviéticos, como o MPLA, de Angola. Aproveitando-se da conjuntura, os Estados Unidos de Ronald Reagan e a África do Sul (sob o apartheid) intensificavam seu apoio aos guerrilheiros direitistas da Unita, chefiados por Jonas Savimbi, que assim ampliaram seu controle sobre vastas áreas ao sul do território angolano. Reunindo tropas no norte da Namíbia, os sul-africanos realizaram uma pesada ofensiva contra o MPLA em novembro do mesmo ano. As forças governistas de Angola recuaram para a cidade de Cuito Cuanavale, situada em área de florestas. A eventual queda daquela localidade deixaria todo o sul do país debaixo da ocupação sul-africana. Sem contar com o auxílio soviético, o presidente angolano José Eduardo dos Santos pediu ajuda a Fidel Castro. O dirigente cubano atendeu-o prontamente, enviando para Angola um general de sua confiança, Leopoldo Cintra Frías, que recebeu o comando na região meridional, e nove mil soldados, que desembarcaram no início de 1988. O contingente cubano na África atingiu, então, a cifra de 50 mil homens. Uma parte avançou para o norte, até as fronteiras com o Congo e Zâmbia, e outra tomou o rumo de Cuito Cuanavale.
Vemos Cuito Cuanavale na província de Cuando Cubango. O ataque sul-africano àquele posto avançado, reforçado pela ação da Unita, ocorreu a partir de 14 de fevereiro de 1988. Entretanto, após várias semanas de combates, as até então invictas forças armadas do apartheid foram batidas e retrocederam, abandonando Angola. O enfraquecimento dos agressores teve desdobramento nas negociações que resultaram na independência da Namíbia, onde ascendeu ao poder a Organização do Povo do Sudoeste Africano (SWAPO), grupo guerrilheiro que antes fustigava a dominação racista¹. Assumindo a presidência da África do Sul em setembro de 1989, Frederik de Klerk se viu obrigado a admitir a desmoralização interna e externa do regime e a afrouxar seus fundamentos, até promover, em 1994, o pleito que terminou com a eleição de Nelson Mandela.
Soldados cubanos em Cuito Cuanavale
Falecido Mandela, nos deparamos com uma intensa campanha de depreciação da sua imagem, efetuada por organizações muito bem articuladas, a julgar pela rapidez com que difundem “informação”. Mandela é demonizado por não ter combatido com flores uma das ditaduras mais truculentas e irracionais que já existiram, e virtualmente por qualquer outra coisa, inclusive os atuais índices de contaminação por HIV da população sul-africana! Esta orquestração desprezível dispõe do entusiasmo gratuito não só dos arautos de sempre, como também, no que diz respeito ao Brasil, de milhares de “pessoas comuns”; na maioria dos casos, reacionários ressentidos que, lidando cada vez pior com as frequentes rejeições ao conservadorismo nas urnas, adotam uma postura de enaltecimento de tudo que vem da direita. Inclusive o apartheid. Um dos elementos centrais do “Dossiê Mandela” é a “denúncia” da amizade do ex-presidente da África do Sul com Fidel Castro. Recuperando o contexto dos episódios que abrem esta postagem, tenho um gosto especial em transcrever as palavras que Mandela dirigiu a Fidel durante a visita oficial que fez a Havana, em julho de 1991:
“A derrota decisiva do exército racista em Cuito Cuanavale foi a vitória de toda a África… Possibilitou à África desfrutar a paz e estabelecer a sua própria soberania… [e] ao povo da Namíbia alcançar sua independência. A derrota decisiva das forças agressivas do apartheid destruiu o mito da invencibilidade do opressor branco. A derrota do exército do apartheid serviu como inspiração para o povo combativo da África do Sul”².
Mandela, solto da prisão em fevereiro de 1990, na temporada seguinte voou até Havana para confraternizar com o povo que em boa parte foi responsável por sua liberdade, e com seus governantes. Reconheceu, como em outras ocasiões, o papel de um exército popular e multirracial na derrocada do apartheid. De quem “nossos” udenistas tardios gostariam que fosse amigo? Thatcher? Bush Senior? Carlos Menem? Não podem ser levados a sério. 1-Este processo é descrito com bom número de detalhes em Richard Gott. Cuba: uma nova história. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 311 a 314. 2- Gott, p. 313. http://gustavoacmoreira.blogspot.com.br/2013/12/mandela-fidel-e-seus-detratores.html
Queda de 94% na emissão de enxofre na atmosfera a partir de 2014
Uma excelente notícia para a saúde pública e para o meio ambiente do Brasil terá início daqui há vinte dias. Trata-se do cumprimento antecipado da Resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 415, de 24 de setembro de 2009, e da Resolução 40/2013 da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
Na prática isto significa que a partir de 1º de janeiro de 2014 (menos de três semaninhas…) estará liquidada a gasolina comum e teremos somente gasolina aditivada nos postos de combustíveis. O preço ficará um pouco mais salgado, sem dúvidas, mas os benéficos efeitos hão de fazer valer a pena esta corretíssima medida implementada pelos governos de Lula e Dilma.
Obs 1.: Esta importantíssima notícia é de 30 de outubro de 2013, mas passou em brancas nuvens no noticiário nacional.
Obs 2.: O que dirão agora os “analistas” e profetas do apocalipse sobre o governo federal que, segundo eles, “não se preocupa” com o meio ambiente?
GASOLINA BRASILEIRA TERÁ TEOR DE ENXOFRE REDUZIDO A PARTIR DE 2014
Fonte: ANP/Assessoria de Imprensa – (21) 2112-8333 – [email protected]
30/10/2013
A partir de 1º de janeiro de 2014, a gasolina comum comercializada em todo o território nacional terá o teor de enxofre reduzido para 50 mg/kg em substituição aos 800 mg/kg atuais. A medida da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), prevista na Resolução 40/2013, publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), reduzirá a emissão de enxofre na atmosfera em 94%, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias.
O aumento da qualidade da gasolina comum também melhora o desempenho dos motores automotivos, reduzindo os custos de manutenção e aumentando a durabilidade.
As novas especificações das gasolinas de uso automotivo permitem antecipar o cumprimento, para toda a frota circulante no país, das determinações da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), conforme estabelece a Resolução CONAMA nº 415, de 24 de setembro de 2009, que determina os limites máximos de emissão de poluentes para veículos leves do ciclo Otto.
FHC vetou, Lula aprovou e Dilma implementará (sobre os air bags) FHC VETOU, LULA APROVOU E DILMA IMPLEMENTARÁ (SOBRE OS AIR BAGS) – Ontem circulou uma notícia a respeito do prazo de implementação dos air bags em veículos produzidos no Brasil.
A notícia era sobre a possível dilatação no prazo final para a adaptação das montadoras, que passaria de 2014 para 2016. Em se confirmando a notícia, é algo de certa forma frustrante. Vamos examinar melhor esta questão e ver que a suposta frustração tem procedência, mas o contexto é de inexorável avanço, em que pese a demora.
A previsão de colocação de air bags já estava contida na Lei que criou o Conselho Nacional de Trânsito, em 1997.
Lamentavelmente o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou integralmente o ponto que versava sobre a obrigatoriedade da instalação de air bags nos veículos produzidos em Pindorama.
Tendo como parâmetro o prazo de concretização da Lei 11.910, de março de 2009 (versa sobre a colocação de air bags), que fica entre cinco e sete anos para a implementação integral (2014 ou 2016), é possível dizer que o Brasil perdeu uma gigantesca oportunidade no passado para realizar ainda antes este avanço em matéria de segurança automotiva.
Poderíamos ter veículos plenamente adaptados desde o ano de 2002 ou, na pior das hipóteses, em 2004! Isto se FHC não tivesse vetado INTEGRALMENTE este dispositivo lá atrás, em 1997…
Resumindo, é preciso recordar esses pontos para que todos saibam qual o real motivo do atraso que ainda se verifica nesta matéria. E é preciso dizer também, e em alto e bom som, que enquanto o PSDB vetou os air bags no Brasil, o PT aprovou os mesmos e está implementando agora esta medida!
Não na velocidade ideal, mas indo no rumo certo, o que é o mais importante de tudo. Ou seja, enquanto uns vetam, outros implementam.
Agora ficou tudo de cabeça pra baixo; nos agradecimentos do livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, em que acusa o ex-presidente Lula de ser “informante da ditadura” e o Partido dos Trabalhadores de montar dossiês contra seus adversários políticos, o delegado Romeu Tuma Júnior afirma que a ideia do livro foi sugerida a ele pelos jornalistas Paulo Henrique Amorim e Mino Carta, dois profissionais frequentemente associados ao PT; será verdade ou apenas mais um intriga do policial que caiu depois de ser flagrado com contrabandistas?
O delegado Romeu Tuma Júnior aprontou mais uma. Nos agradecimentos do livro “Assassinato de reputações – um crime de Estado”, ele afirma que a ideia do projeto foi sugerida a ele pelos jornalistas Mino Carta, de Carta Capital, e Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, dois profissionais frequentemente associados ao PT.
No livro, entre outras coisas, Tuminha acusa o ex-presidente Lula de ter sido “informante da ditadura” e o PT de montar dossiês contra adversários, além de ter se envolvido na morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.
O agradecimento de Tuminha a Mino e PHA foi noticiado pelo Radar. Leia abaixo:
Chega depois de amanhã às livrarias a segunda edição de Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado (editora Topbooks), o explosivo livro de Romeu Tuma Jr. A primeira edição de 3 500 exemplares esgotou-se em poucos dias. A nova sai com 10 000 cópias.
A propósito, nos agradecimentos Tuma Jr. reserva algumas linhas carinhosas a Mino Carta e Paulo Henrique Amorim, que o incentivaram a escrever a obra. Diz Tuma Jr.:
– Agradeço em particular a Mino Carta, por emprestar sua amizade, companhia e valiosíssimas tardes de inúmeras segundas-feiras nesse projeto de encontro de um injustiçado com a justiça. A Paulo Henrique Amorim, que, junto com Mino, me deu a ideia de escrever este livro. As entrevistas iniciais foram feitas por eles (…).
É um recado do Dantas, quer livro ? mas q tuma burro,PHA em foco
Publicado em 11/12/2013
PHA, Tuma e Daniel Dantas
É possível que, na próxima Carta, Mino trate do assunto com a conhecida elegância
Ele acha tudo muito engraçado !
Circula pelo baixo ventre da internet a reprodução de uma suposta página de agradecimentos de um suposto livro que um detrito de maré baixa – que circula semanalmente – atribui a um certo senhor Romeu Tuma jr.
Segundo o detrito (sólido) de maré baixa, o suposto livro diz que o Presidente Lula era um X9 do regime militar; que Gilberto Carvalho tomava grana no “esquema” que produziu a morte de Celso Daniel; que Gilmar Dantas (*) foi grampeado; e que José Dirceu tinha uma conta em paraíso fiscal.
Nessa página inicial, o autor assegura que o ansioso blogueiro e Mino Carta o encorajaram a escrever o livro.
De fato, o ansioso blogueiro o incentivou a escrever um livro.
O suposto autor foi, durante certo tempo, por decisão do Presidente Lula, Secretário Nacional de Justiça.
Nessa condição, o suposto autor ajudou a congelar uma parte – ínfima – da fortuna de Daniel Dantas no exterior.
Na companhia de Mino Carta, o ansioso blogueiro incentivou-o, sim, a escrever tudo o que soubesse – e pudesse provar – sobre Daniel Dantas.
O ansioso blogueiro chegou a encaminhar a Mino e a Sergio Lírio um roteiro de temas sobre a imaculada carreira de Daniel Dantas.
É que o livro seria o resultado de entrevistas que Lírio e Mino Carta fariam com o suposto autor.
O ansioso blogueiro não participou dessas sessões de entrevistas.
E saiu do circuito, quando suspeitou que algumas das “informações” citadas pelo suposto autor não tinham base em documentos ou testemunhos de credibilidade. Pelo mesmo motivo, Mino e Lírio tiraram o time de campo. E a primeira encarnação do livro foi abortada.
Portanto, citar o nome do ansioso blogueiro na seção de “agradecimentos” não dá ao suposto autor o direito de manipular a credibilidade do ansioso blogueiro para tentar corroborar qualquer suposta denuncia que no suposto livro esteja contida.
Além disso, seus advogados, excelentes, Maria Elizabeth Queijo e Cesar Marcos Klouri analisarão o assunto, para julgar se cabe alguma ação judicial – no Cível e no Crime – contra o suposto autor.
O ansioso blogueiro espera que algum incauto leitor do suposto livro lhe informe se as “acusações” a Daniel Dantas sobreviveram à segunda encarnação do livro.
Segundo consta, a “reportagem” no detrito (sólido ) de maré baixa indica que o suposto livro terá o mesmo destino de outros encomendados para transformar o referido banqueiro em vitima de impiedosos malfeitores.
Vai para a mesma lata de lixo.
O suposto co-autor do suposto livro faz parte de uma organização de um suposto empresário-jornalista, também conhecido como “Bajulador Jurídico”, que integra o valioso conjunto do “Sistema Dantas de Comunicação”.
O que é um mau sinal, não, amigo navegante ?
Em tempo: é possível que, na próxima Carta, Mino trate do assunto com a conhecida elegância.
Deputado João Paulo Cunha, um dos condenados na Ação Penal 470, publica documento corajoso onde contesta, uma a uma, todas as acusações feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa; com documentos, ele demonstra fatos incontestáveis, como: (1) a contratação de uma agência de publicidade pela Câmara não foi feita por ele, mas pelo antecessor Aécio Neves, (2) a decisão de licitar nova agência não foi dele, mas da Secretaria de Comunicação da casa; (3) o contrato não foi assinado pelo deputado, mas pela diretoria da Câmara; tudo está documentado, incluindo relatórios da Polícia Federal, do TCU e da própria Câmara, que inocentam o deputado; leia em primeira mão e faça seu próprio julgamento sobre a conduta do parlamentar, que também demonstra como o dinheiro – que Barbosa diz ter sido desviado para o PT – foi gasto em empresas como Globo, Abril e Folha
Está marcado para as 17h desta quarta-feira 11 um pronunciamento histórico na Câmara dos Deputados. Um dos ex-presidentes da Casa, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), fará o lançamento da revista “A verdade, nada mais que a verdade” (baixe aqui, o tempo médio de download é de cinco minutos), em que contesta, ponto por ponto, os argumentos apresentados pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na condução da Ação Penal 470.
Condenado por peculato e formação de quadrilha, João Paulo irá apresentar documentos que não foram aceitos no julgamento. Entre eles, os contratos de publicidade que foram firmados e as auditorias internas, que provaram sua legalidade. João Paulo Cunha também contesta frases que foram ditas textualmente por Joaquim Barbosa no julgamento, como, por exemplo, a de que foi ele quem contratou serviços de publicidade pela Câmara – na verdade, isso foi feito pelo antecessor Aécio Neves, hoje candidato à presidência da República pelo PSDB.
Leia, abaixo, algumas acusações feitas por Joaquim Barbosa e as provas documentais apresentadas por João Paulo Cunha, que não foram aceitas pelo presidente do STF e faça, aqui, o download da publicação completa:
ACUSAÇÃO
O ministro-relator do STF, Joaquim Barbosa, afirma, no seu voto condenatório, que o Deputado João Paulo Cunha decidiu contratar uma agência de publicidade para a Câmara dos Deputados. Esta afirmação é correta?
A VERDADE
Não! Pois a Câmara dos Deputados já mantinha, desde o ano 2001, um contrato de publicidade com a agência Denison. Esse contrato foi assinado pela administração anterior do presidente Aécio Neves.
Em 26 de Dezembro de 2002, esse contrato foi prorrogado. Portanto, quando João Paulo tomou posse, na presidência da Câmara, em fevereiro de 2003, o contrato de publicidade estava em vigor e em plena vigência.
ACUSAÇÃO
Segundo o ministro-relator, “a decisão de abrir uma nova licitação foi, efetivamente, tomada pelo réu João Paulo Cunha”. Procede essa afirmação?
A VERDADE
Não! Legalmente, a Câmara não poderia realizar uma nova prorrogação do contrato de publicidade em vigor com a Denison. Então, a Secretaria de Comunicação (SECOM) da Câmara dos Deputados, através de seu Diretor, solicitou a abertura de uma nova licitação.
ACUSAÇÃO
O ministro Joaquim Barbosa conduz as acusações para induzir que foi o Deputado João Paulo Cunha quem assinou o contrato de publicidade da Camara dos Deputados. Esse contrato foi assinado pelo Deputado João Paulo Cunha?
A VERDADE
Não! O contrato foi assinado pela própria administração da Camara dos Deputados, representada pelo seu Diretor Geral. O Edital para a licitação foi aprovado pelo núcleo jurídico da Assessoria Técnica da Diretoria Geral.
ACUSAÇÃO
O ministro-relator afirma que João Paulo Cunha “praticou ato de ofício”, nomeando a “comissão especial de licitação”. Isso é verdade?
A VERDADE
Absolutamente, não! A Diretoria Geral da Câmara explicou com clareza sua opção por esse modelo, “de plano há que se ressaltar a existência de norma legal expressa na lei de licitações, que autoriza tal procedimento administrativo (art. 6o, XVI e art. 51, caput), que, nas condições particulares do que a administração pretendia, mostrava- se como o caminho mais natural e eficiente”. Também esclareceu que o “tipo melhor técnica’ não se descuida do aspecto do menor preço”. Além disto, observou: “no tocante à contratação tratada, a avaliação das propostas era eminentemente técnica e intelectual, necessitando execução por pessoas com capacitação específica e elevado nível de conhecimento da matéria”. Como “os membros da Comissão Permanente de Licitação não eram versados no tema objeto da licitação, demandando a instalação de uma Comissão Especial de Licitação composta por técnicos com habilitação específica na área de publicidade e comunicação social”.
Exatamente por isso, o Ato assinado por João Paulo Cunha, em agosto de 2003, de caráter administrativo, foi uma mera repetição do Ato assinado pelo deputado Aécio Neves quando presidente da Câmara, em junho de 2001, conforme a experiência administratica da própria casa. Aliás, dos cinco membros que compuseram a Comissão Especial de Licitação, indicados em 2001, três continuaram em 2003 (veja documentos ao lado), o que comprova a impossibilidade absoluta de influenciar no resultado final da comissão. Além disso, o presidente das duas comissões foi a mesma pessoa.
Deste modo, fica claro que não há nenhum ato de ofício praticado pelo Deputado João Paulo Cunha que caracterize base jurídica para uma possível condenação. Alias, se houvesse, deveria alcançar os atos praticados pela comissão da gestão anterior. Porque razão o ministro Joaquim Barbosa não viu irregularidade na comissão especial de licitação de 2001 e somente na de 2003?
ACUSAÇÃO
O ministro-relator afirma que “apenas onze dias depois do recebimento do dinheiro por João Paulo Cunha, o presidente da Comissão Especial de Licitação, Sr. Ronaldo Gomes de Souza, assinou o edital de concorrência”. Isso procede? Quanto tempo durou esse processo?
A VERDADE
É mais uma falácia do ministro Joaquim Barbosa!
O processo licitatório, como o próprio nome diz, é um processo. Ele teve o início em 7 de maio e terminou em 31 de dezembro de 2003. Ou seja: antes de 4 de setembro de 2003 (data da retirada dos 50 mil) e após 7 de maio, todos os atos ocorridos guardam certa relação. Assim como entre 4 de setembro e 31 de dezembro de 2003 todos os atos são consequência do processo. São despachos necessários para a garantia da legalidade do processo. A seguir estão algumas datas em ordem cronológica com respectivos despachos inseridos no processo:
• 7 de maio de 2003: pedido de abertura de procedimento licitatório.
12,13 de maio: 17,18,26 de junho e 01,02,07,08 e 10 de julho de 2003: despachos burocráticos de vários órgãos da Câmara. 10 de julho de 2003: a Diretoria Administrativa pede autorização para a abertura de procedimento licitatorio à Diretoria Geral. 11 de julho: o diretor geral pede ao 1o Secretário autorização para a abertura da licitação e se posiciona favoravelmente. 14 de julho: o 1o secretário da Câmara dos Deputados autoriza, com base nas manifestações e informações dos órgãos técnicos da Casa. 16,30 de julho: ocorrem os despachos protocolares. 1o de agosto: o diretor geral autoriza o DEMAP (Departamento de Materiais e Patrimônio) a abrir a concorrência. 8 de agosto: o Presidente João Paulo Cunha, repetindo o Ato da Mesa assinado pelo ex-Presidente Aecio Neves, resolve constituir a Comissão Especial de Licitação. 11 de agosto: realiza-se a 1a reunião da Comissão Especial de Licitação (CEL). 12 de agosto: a CEL solicita o parecer da ATEC (Assessoria Técnica da Diretoria Geral). 15 de setembro: a ATEC apresenta o parecer jurídico favorável à minuta do Edital. 16 de setembro: é publicado Edital de concorrência. 31 de outubro: é aberto o certame e oito empresas concorrem. 05 de dezembro: a CEL classifica as empresas e apresenta o resultado das propostas. 08 de dezembro: é publicado o resultado, sem nenhum recurso que conteste a licitação. 18 de dezembro: declaração da empresa (agência) vencedora. 19 de dezembro: é homologada a concorrência. 31 de dezembro de 2003: é assinado o contrato. Vale destacar, que até hoje o Deputado João Paulo Cunha não conhece o servidor que presidiu a Comissão Especial de Licitação. ACUSAÇÃO O ministro Joaquim Barbosa afirma que este contrato de publicidade em nada benefíciou a Câmara dos Deputados. Isso procede? Quais benefícios foram proporcionados ao legislativo? A VERDADE A afirmação demonstra desconhecimento do relator pela não leitura dos autos, ou pura maldade! Os benefícios são diversos. O Jornal da Câmara passou por uma completa reforma gráfica e editorial que é mantida até hoje. A TV Câmara ganhou nova estrutura, sendo completamente renovada, incluindo auditório, programas, vinhetas, cenários, trilhas sonoras, que permanecem sendo utilizadas até hoje. Foram desenvolvidas, campanhas e programas de visita monitorada às instalações da Câmara dos Deputados, criou-se o novo Portal da Câmara, o serviço 0800, o Site Plenarinho, para a participação do público infanto-juvenil. Pela primeira vez na história da Câmara todos os contratos e relatórios de viagem foram expostos na internet, com total transparência. Todas essas ações foram reconhecidas com a conquista de diversos prêmios, inclusive internacionais.
ACUSAÇÃO
Segundo o ministro-relator, a definição da política de comunicação da Câmara dos Deputados foi determinada pelo deputado João Paulo Cunha. Isso é verdade?
A VERDADE
Não! Em ofício enviado ao Conselho de Ética da Câmara, a Secretaria de Comunicação explicou que: “fundamentou-se na política de comunicação, construída pela Secretaria de Comunicação da Câmara em 2003, a partir de um amplo processo de discussão e estudos. Foram dois seminários, reuniões com assessores das comissões técnicas e dos gabinetes parlamentares, uma pesquisa realizada junto a 102 deputados e estudos de várias pesquisas de opinião pública e monografias sobre o Legislativo Brasileiro. Essa política de comunicação serviu de referência para a SECOM na elaboração do novo edital para a concorrência que selecionaria a agência de propaganda para a Câmara”.
Assim, de forma coletiva, democrática e transparente, foi definida a nova política de comunicação para a Câmara dos Deputados.
ACUSAÇÃO
O ministro-relator acionou a Policia Federal (PF) para analisar a licitação e a execução do contrato. Qual o resultado produzido pela Polícia Federal?
A VERDADE
Laudo pericial de exame contábil do instituto Nacional de Criminalistica, órgão da Polícia Federal, constatou que os serviços contratados foram efetivamente executados. Concluíram que o contrato previa cláusulas que garantiam a execução da forma como foi realizado. Esse laudo afirma que a tercerização dos serviços foi real, ocorrendo em conformidade com a legislação vigente (pg 12). Que a tercerição é da rotina operacional dos contratos firmados entre os orgãos públicos e as agências de publicidade (pg 15). O contrato admitia tercerização de serviços (pg 17). E que os gastos com veiculação correspondem a 65,53% do contrato (pg 19). Veja ao lado.
Observe a situação contraditória que a maioria do STF criou. O único item que o laudo da PF questiona, os serviços prestados pela IFT, o Supremo considerou regular e absolveu o Deputado João Paulo. Por outro lado, todos os outros serviços contratados pela Camara, foram atestados pelo laudo da Polícia Federal, como efetivamente executados. Entretanto a maioria do Supremo ignorou este laudo da PF para condenar.
DISTORÇÃO DOS FATOS
Nas páginas seguintes (de 31 até 35) serão apresentados para o conhecimento da sociedade, todos os pagamentos feitos pela Câmara dos Deputados. Ou seja: o contrato assinado pela Câmara com a agência SMP&B de R$ 10.745.902,17 foi totalmente executado com os respectivos recebedores dos recursos. Tudo com documentos apresentados no processo. A regra para pagamento à agência é a estabelecida no contrato e a práticada do mercado, inclusive regulado por lei. A regra do contrato é a seguinte: 15% das veiculações (cláusula 9a – parágrafo único), no valor de R$ 948.338,41; 5% dos serviços pagos a terceiros (cláusula 8a – alínea “b”) no valor de R$ 129.519,40 e os serviços prestados pela própria agência (cláusula 8a – alínea “a”), no valor de R$ 14.621,41.
Por esses números, chegamos à conta usada pelo ministro Joaquim Barbosa para condenar erroneamente o Deputado João Paulo Cunha. Ou seja: a Câmara, dentro da legalidade, veiculou os anúncios, pagou os serviços e os contratados pagaram as comissões para a agência. O Ministro Relator contabiliza equivocadamente as comissões pagas pelos veículos à SMP&B como se fossem desvios de recursos.
Baixe aqui a revista completa (o tempo médio de download é de cinco minutos), com todos os seus documentos!
É interessante como o pig tratou a declaração do joão Paulo: correu dos argumentos como o diabo foge da cruz. Nada, não defenderam os argumentos que durante sete anos bradaram sobre o assunto; não constestaram os fatos apresentados; não apontaram possivel contradição; não defenderam o joaquim barbosa, não defenderam o mp, nada , nada. Só repetem o mantra: mensalão do pt.
Alguém mais estranhava a apatia de alguns movimentos sociais diante das centenas de incêndios em São Paulo sob o comando da direita ? tudo tem explicação
Olha o cidadão que consegue a liderança do MTST
Guilherme Boulos
Filho de Marcos Boulos, coordenador de Controle de Doenças – CCD é o órgão da Secretaria de Estado da Saúde do estado de são paulo, subalterno do Alckmin como se vê aqui:
Boulos, que é filho do chefe de divisão de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas e coordenador de controle de doenças da Secretaria do Estado da Saúde, Marcos Boulos, é formado em filosofia na USP e deixou a casa dos pais, em um bairro nobre de São Paulo, para militar pelos sem-teto em 2002.
Pois é mais um “gigante” que só acordou agora, convenientemente, até providenciou um acampamento em frente ao prédio do Haddad onde soltavam fogos durante a madrugada, esse Haddad mexeu mesmo com marimbondos, só acontece com quem pertuba o sossego da direita paulista, petista tem que ser cascudo:
Pouco antes de sair de férias, li a seguinte frase do Aécio Neves, escolhida como uma das melhores da semana pelo Globo (ó surpresa!):
“As políticas sociais já não terão mais o peso que tiveram em eleições passadas. Elas já foram precificadas pelos eleitores” .
Essas palavras mostram claramente o motivo pelo qual a cada pesquisa Dilmão amplia sua vantagem sobre os candidatos da oposição: esta não tem a menor ideia do que acontece no país. Sem ter noção do que vai pelas ruas, como é que se pode montar uma plataforma que embase uma candidatura minimamente competitiva?
O dilema básico de Aécio, expresso pela frase, é que ele não pode admitir que os brasileiros deram uma salto em seu padrão de vida nos últimos 10 anos que não encontra paralelo nos 50 anos anteriores. Por mais óbvio que isso seja, admiti-lo claramente levaria a perguntas incômodas como:
1. Então por que vocês não tomaram essas medidas quando estiveram no poder? Não foi por falta de tempo.
2. Por que lutaram contra a implementação dessas medidas quando elas foram propostas?
3. O que farão para aprofundá-las?
Haveria outras perguntas chatas como essas, mas a número 3 é a demolidora. Por que o que se viu nas manifestações de junho não foi um protesto contra o realizado nos últimos 10 anos, mas o que deixou de ser feito – ações pela melhoria da saúde, da mobilidade urbana, da educação. Os protestos exigiam mais pressa, maior velocidade no caminhar e não mudança da estrada que vem sendo seguida.
E o que os tucanos têm a oferecer nesse campo? A resposta é nada. Na verdade, têm a propor exatamente o contrário – uma mudança na rota, um cavalo-de-pau na agenda social, que, muito provavelmente, jogaria os brasileiros de volta aos anos 90.
E não há como Aécio propor algo diferente, pois é o que ele e sua base de poder – especialmente os grandes empresários e a parte da classe média mais reacionária – acreditam. Se disser que vai manter o que está aí, desagrada a maioria quem quer mais; se disser que vai botar o pé no acelerador, essa maioria, muito provavelmente, não vai acreditar nele (devido às perguntas 1 e 2) e ainda vai desagradar ao seu pessoal.
Sair desse impasse paralisante – e rápido – é o desafio dos tucanos. Francamente, dado o passado de todos e às suas companhias de viagem, acho bem difícil.
Nunca entendi a cegueira do tse com o pig, partido da imprensa golpista. É partido ou não é? Calro que é e dos mais atuantes e usando recursos, uma conseção pública, informação aos cidadãos, de maneira distorcida, unilateral e bandida. E o tse desconhece.
Há lógica? Não entendo de direito, mas é assim mesmo que funciona? (em empo, não encontrei o “clipping”
Da Folha:
Mônica Bérgamo.
Dois netos de Pelé conseguiram, na Justiça, obrigá-lo a pagar pensão de sete salários mínimos para cada um (ou R$ 4.746). Eles são filhos de Sandra Arantes do Nascimento Felinto, que travou batalha judicial para ser reconhecida pelo ex-jogador. Ela morreu em 2006 e o pai dos garotos alega não ter condições, sozinho, de prover o sustento das crianças.
COMO TODOS Os advogados disseram que os netos não conseguiam, sem a ajuda, comprar “uma roupa melhor”, morar em casa “confortável”, ter alimentação “adequada” nem viajar, ir a um clube e ter médicos e dentistas razoáveis. Ao apoiar o pleito, os desembargadores consideraram que os jovens “passam privações não suportadas pelos outros netos” de Pelé. A assessoria do ex-jogador afirma que ele não pretende se manifestar.
CASTELO O caso de Pelé foi analisado por três desembargadores. Um deles, num voto divergente, e derrotado, considerou que o dinheiro pedido pelos netos não se destinará à subsistência, mas, sim, à melhoria de suas “condições sociais”. Frisou a insistência deles em obter ajuda para “conhecer a Disney”.
Zapatistas foram precursores da utilização da internet para mobilizações sociais, diz especialista
Henrique Antoun (centro) analisou protestos de junho e violência policial no Rio de Janeiro | Foto: Divulgação/OID
Samir Oliveira
Doutor em Comunicação e professor da UFRJ, onde coordena o Laboratório de Pesquisa em Comunicação Distribuída e Transformação Política, Henrique Antoun considera que o movimento Zapatista foi o precursor da utilização da internet para mobilizações políticas e sociais. O acadêmico participou da conferência “As Redes, As Ruas e As Políticas Públicas”, na 12ª edição da Oficina para Inclusão Digital e Participação Popular. O painel também contou com a presença do secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Diogo Sant’ana.
Henrique Antoun, que escreveu e disponibilizou na internet o livro “A internet e a rua: ciberativismo e mobilização nas redes sociais”, recordou da guerrilha indígena travada no interior do México nos anos 1990, nas montanhas Chiapas ao comentar os protestos de junho deste ano no Brasil.
“Em 1997, um comunicado do subcomandante Marcos, do Exército Zapatista de Libertação Nacional, era traduzido em dezenas de línguas em alguns minutos. O Zapatismo não parou de crescer e se tornou o primeiro movimento global de protesto. Tinham apoiadores em toda parte, da Argentina ao Japão”, explicou.
Para o professor, a utilização de uma internet ainda incipiente pelos zapatistas “marcou a construção de parcerias e colaboração livres e independentes, que é o espírito da web que vemos renascer em meados deste ano: multiplicidade de grupos distintos, com interesses diferentes, convergindo em uma mesma movimentação livre”, resumiu.
Black Blocs representam resistência a um modelo de cidade, diz professor
O professor Henrique Antoun considera que a tática Black Bloc é um recurso adotado por alguns militantes na tentativa de atrair a atenção da mídia aos protestos. “Black Bloc é uma tática para forçar a notícia”, definiu.
Ele entende que, no Rio de Janeiro, as manifestações surgiram como uma reação a políticas excludentes em diversos aspectos. “No Rio, há quase 20 anos se tem uma política em que a rua é o lugar mais execrado e perigoso. Por outro lado, a classe média tem terror por pobre. É uma política de governo que entrega a rua à milícia, ao traficante e a qualquer tipo de poder que não o obrigue a trabalhar”, criticou.
Debate ocorreu durante 12ª edição da Oficina para Inclusão Digital e Participação Social | Foto: Divulgação/OID
Para o acadêmico, esse fenômeno, associado ao que identifica como “culto pela marca” – incentivado pela mídia – gera os templos de segurança da classe média: os shoppings centers. “É o único lugar que uma mãe de classe média deixa seu filho ir. E assim nasce o coxinha”, comparou.
Entretanto, Antoun avalia que o mesmo processo de idolatria pelas marcas que gera o “coxinha” acaba gerando também outros tipos. “O poder que promove essa subjetividade coxinha promove outras duas subjetividades: o traficante e o policial, que também são tarados por marca. É o bandido fardado e o bandido sem farda”, opina.
Para ele, os black blocs resistem a esses processos e reivindicam para si uma cidade que não se submeta às empreiteiras e “à paz eleitoral da grande política”. O professor aponta, ainda, que a juventude que foi às ruas em junho e julho “é filha do PT”. “Não conheceram outro governo que não o do PT e querem ir adiante”.
Governo tem obrigação de se relacionar com movimentos sociais, diz secretário-executivo
Secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Diogo Sant’ana considera que o governo federal tem a “obrigação institucional e a tarefa política” de se relacionar com os movimentos sociais brasileiros – missão que é incumbida à pasta que comanda junto com o ministro Gilberto Carvalho.
Ao analisar os protestos de junho, Diogo afirma que identificou neles uma disputa por diversas narrativas que tentassem explicá-lo. “O principal e forte recado passado ao governo foi de que os métodos e a participação social na política, como são feitos hoje, não satisfazem mais. Os mecanismos tradicionais de representação política estão superados”, avaliou.
Para o secretário-executivo, as manifestações “quebraram a lógica central da participação política no país”, que, segundo ele, estão centradas em torno de organizações consolidadas e de uma ação coletiva por meio de partidos, sindicatos e conselhos, por exemplo. “Isso se alterou completamente e incidiu não só sobre os novos atores que foram às ruas, mas sobre os atores tradicionais dos movimentos sociais já consolidados, que não tiveram hegemonia nos protestos”, refletiu.
Na primeira mensagem de paz de seu pontificado, Francisco afirma que estes são sintomas de uma economia baseada na ganância e desigualdade; o pontífice pediu ainda à própria igreja católica que seja mais justa, frugal e menos pomposa, e que esteja mais perto dos pobres e sofredores
12 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 15:06
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO, 12 Dez (Reuters) – O papa Francisco criticou nesta quinta-feira os mega salários e grandes bônus, dizendo na primeira mensagem de paz de seu pontificado que são sintomas de uma economia baseada na ganância e desigualdade.
Em mensagem para o Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, celebrado pela Igreja em todo o mundo em 1º de janeiro, o papa também pediu uma maior divisão de riquezas entre as pessoas e as nações para reduzir as diferenças entre ricos e pobres.
“As graves crises financeiras e econômicas da atualidade… levaram o homem a buscar a satisfação, felicidade e segurança no consumo e nos ganhos fora de qualquer proporção com os princípios de uma economia sólida”, disse o pontífice.
“A sucessão de crises econômicas deve levar também a repensarmos os nossos modelos de desenvolvimento econômico e a uma mudança no estilo de vida”, acrescentou.
Francisco, que foi nomeado na quarta-feira pela revista Time a Personalidade do Ano, pediu à própria Igreja que seja mais justa, frugal e menos pomposa, e que esteja mais perto dos pobres e sofredores.
A mensagem será enviada aos líderes dos países, organizações internacionais, como a ONU, e ONGs.
Intitulada “Fraternidade, a Fundação e Caminho para a Paz”, a mensagem também atacou a injustiça, o tráfico de seres humanos, o crime organizado e o tráfico de armas, todos apontados como obstáculos para a paz.
O estilo do novo papa é caracterizado pela humildade. Ele abriu mão do espaço apartamento papal no Palácio Apostólico do Vaticano a decidiu viver em uma pequena suíte em uma casa de hóspedes do Vaticano. Francisco também prefere andar num Ford Focus em vez da tradicional Mercedes utilizada pelos papas.
Um defensor dos oprimidos, ele visitou a ilha de Lampedusa, no sul da Itália, em julho, para prestar homenagem a centenas de imigrantes que morreram cruzando o mar do norte da África para a Europa.
Foto de advogado da Portuguesa ao lado de Fred repercute nas redes sociais
Sestário participou do caso Héverton, que pode punir e rebaixar a Portuguesa: seria a salvação do Fluminense
O DIA
Rio – Uma foto do advogado Osvaldo Sestário ao lado da esposa, Renata Oliveira, e Fred causou polêmica nas redes sociais. Sestário é o centro da polêmica que envolve o Brasileiro. Sestário defendeu a Portuguesa no caso de suspensão do meia Héverton, que teria atuado de forma irregular na última rodada do Brasileiro e que pode render punição ao clube paulista.
Fred posa ao lado de Osvaldo Sestário, advogado da PortuguesaFoto: Divulgação
A mulher do advogado torce para o Fluminense. Nas redes sociais, internautas criticaram a tal foto e até questionaram o trabalho de Sestário. A imagem é do ano passado, quando Fred foi julgado por empurrão no lateral Junior Cesar, do Atlético-MG.
Caso a Portuguesa seja punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Fluminense pode se salvar do rebaixamento.
MEU PÉ DE LARANJA LIMA – Proibir o financiamento privado de campanha é um avanço digno de nota. O financiamento privado distorce a vontade popular e transforma as disputas em verdadeiras ‘corridas ao pote de ouro’. Há inúmeros parlamentares que hoje se elegem com campanhas milionárias, independentemente de colorações partidárias.
Isto afasta militantes sociais de base, afinal de contas, que é que tem condições de bancar uma campanha milionária para deputado federal, estadual ou até mesmo para vereador nas grandes capitais?
Ocorre que não basta proibir o financiamento feito a partir das pessoas jurídicas. Fazê-lo seria uma solução pela metade. E porque é uma solução pela metade? Porque acaba apenas parcialmente com o famigerado financiamento privado. Ora, dinheiro de pessoas físicas também é dinheiro privado!
Acabar com as contribuições de pessoas jurídicas e manter contribuições de pessoas físicas é um arremedo. E além de arremedo, será a porta aberta para a prática de um imenso e incontrolável laranjal. Uma pessoa física endinheirada pode perfeitamente burlar o limite atual através de dois, dez, duzentos ou mais laranjas.
A reforma política tem vários pontos importantes, mas fundamental mesmo é a implementação do financiamento público exclusivo e do voto em lista. Admitir o financiamento privado através de pessoas físicas é a porta aberta para a manutenção do poder econômico.
Se um assalariado que percebe dois salários mínimos doar 10% de seus rendimentos, como poderá competir com as pessoas físicas mais abastadas, muitas delas proprietárias de bancos, de indústrias e de empreiteiras?
O grande problema que existe hoje em dia é o controle e a fiscalização da justiça eleitoral nos municípios, a fiscalização dos TREs e do TSE. E qual é o problema? O problema é que é impossível fiscalizar, por exemplo, uma eleição municipal onde existem mais de 60.000 candidatos espalhados em todo o território nacional.
Atualmente cada candidatura constitui um comitê financeiro próprio, daí a incomensurável dificuldade, quase uma impossibilidade lógica de se fazer um controle efetivo sobre a questão do caixa dois.
Justamente por isto é que o financiamento privado é pernicioso e que a manutenção do mesmo através de doações de pessoas físicas é apenas um ‘meia boca’. Somente o financiamento público exclusivo é que resolverá esta situação.
Mas o TSE vai despejar dinheiro público na mão de 60.000 candidaturas, cada uma das quais com comitê financeiro próprio? Evidentemente que disponibilizar dinheiro público nos moldes do voto aberto e uninominal, como temos hoje, é outro erro crasso e de incontrolável fiscalização!
Por isto é que a reforma política defendida pela esquerda e pelos movimentos sociais só será digna deste nome se combinar o financiamento público exclusivo com o voto na lista partidária!
Ao invés da justiça eleitoral fiscalizar mais de 60.000 candidaturas avulsas (o que é praticamente impossível), bastaria que se fiscalizasse os 30 partidos existentes hoje em Pindorama. O que é mais fácil, fiscalizar 60.000 candidatos abastecidos com dinheiro do financiamento público, ou fiscalizar os 30 partidos existentes, para os quais seriam repassados estes recursos?
Enfim, dizem que de boas intenções o inferno está cheio… Falar em reforma política sem falar em financiamento público exclusivo e sem falar no voto em lista é um sofisma, não mais do que isto.
Acabar pela metade com financiamento privado não vai resolver os problemas atuais de nosso sistema político-eleitoral e, pior ainda, pode abrir caminho para um laranjal igualmente incontrolável, parecido ou até pior do que o sistema que vigora atualmente.
PPS oficializa aliança com PSB e Rede na segunda, confirma Eduardo Campos
Governador de Pernambuco disse em João Pessoa que os dois partidos vão trabalhar pela coligação em todos os estados, inclusiva na Paraíba, onde as duas legendas atuam em campos opostos
Poder | Em 12/12/13 às 12p0, atualizado em 12/12/13 às 14p4 | Por Hermes de LunaImprimirEnviar notíciaHermes de LunaEduardo Campos
O governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente da República pelo PSB, Eduardo Campos, confirmou para segunda-feira (16) um encontro com a direção nacional do PPS, em Brasília (DF). Nesse encontro será oficializado o apoio do partido do deputado federal Roberto Freire à aliança entre os socialistas e a Rede, da ex-ministra Marina Silva.
Para Campos, “é um sinal dos tempos”, já que o PPS tomou a decisão de vir ao encontro do PSB e da Rede apostando “num crescimento da proposta e de construir essa unidade”. Ele adiantou que que os dois partidos vão trabalhar para formalizar a aliança em todos os estados. “Vamos fazer esse diálogo para ter todos esses partidos na coligação”, disse o governador de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (12), em João Pessoa, quando recebeu o título de ‘Cidadão Pessoense’ da Câmara de Vereadores dessa cidade.
O governador Ricardo Coutinho (PSB) esteve presente à solenidade. Ele é candidato à reeleição e, na Paraíba, o PPS é comandado por um dos seus ex-aliados, o vice-prefeito da Capital, Nonato Bandeira, que atua na oposição e torce para uma aliança com o PSDB, do senador Cássio Cunha Lima.
Eduardo Campos reafirmou que vem conversando com o pré-candidato do PSDB, Aécio Neves, mas não acredita numa aliança com essa legenda ainda no primeiro turno em nível nacional, embora aposte em aproximações em casos isolados, como na Paraíba. “Em alguns estados vai acontecer. Por exemplo, aqui [na Paraíba]. Do ponto de vista nacional, está claramente colocado que vamos fazer essa disputa em campos diferentes e com candidaturas diferentes”, afirmou.
Segundo o pré-candidato, o PSB e a Rede estão tranquilos porque sabem o que vão viver em 2014 e sabem o que oferecer à sociedade brasileira. “Faremos uma reflexão e teremos uma proposta segura de como o Brasil pode melhorar. Nós sabemos, porque participamos das lutas que melhoraram a vida dos brasileiros nos últimos anos, mas sabemos que chegou a hora de termos mais, melhor e de um novo jeito”, disse.
Em sua entrevista, o governador de Pernambuco frisou que o Nordeste está precisando “de um olhar de quem conhece essa região, de quem vive aqui, de quem sabe das dificuldades que enfrentamos e que precisamos ser olhados não como urnas e como eleitores”. Na sua opinião, “os nordestinos estão incomodados com esse olhar. Nós queremos ser olhados como cidadãos, que têm o direito de ver a vida melhorar. Nós últimos anos a vida não tem sido fácil no Nordeste. É uma estiagem como a que vivemos, é um esvaziamento dos cofres públicos estaduais e municipais, é a ausência de um pensar estratégico sobre a região, que tem tem força e tem peso. E terá mais peso ainda porque vai se unir”, discursou.
Foto: Entrega do título de Cidadão Pessoense a Eduardo Campos Créditos: Hermes de Luna
Ao ser criticado por internauta, Danilo Gentili distribui coices, pedras e lições de física sobre ação e reaçãopor Matheus Pichonelli — publicado 12/12/2013 10:30, última modificação 12/12/2013 14:08
O humorista-geral da República Danilo Gentili é tão bom em piada como em ciência política. Isso qualquer mortal disposto a encarar suas sentenças definitivas sobre mulheres, minorias e condenados pode conferir em seus acessos de sacadas lógicas na tevê ou redes sociais. O que pouca gente sabe é que o comediante, antes de tudo, é também um mestre da física.
Durante a semana, Gentili exibiu sua intimidade com as leis consagradas de ação e reação ao bater-boca com uma internauta pelo Twitter. Porque no mundo, ensinou o comediante, somos todos pedras. Ensinam-nos nas escolas que para toda interação, na forma de força, que um corpo A aplica sobre um corpo B, dele A recebe uma força de mesma direção, intensidade e sentido oposto. A lei da física é, portanto, justa: o movimento é proporcional à ação anterior. Na lei gentílica, não importa que entre uma pedra e outra exista uma claque composta por milhares de pedras com milhares de outras pedras nas mãos: as respostas serão todas equivalentes. Assim, em uma luta entre covardes, estamos todos autorizados a responder um peteleco com um tiro de fuzil.
Em 2012, o escritor Paulo Coelho declarou que Ulysses, clássico do irlandês James Joyce, não renderia um tuíte. A declaração também renderia um tuíte, mas serviu como resgate a uma analogia memorável. Em resposta ao escritor brasileiro, Stuart Kelly, crítico de literatura do britânico Guardian, recorreu a uma frase do escritor e pensador inglês Samuel Johnson para responder a outro crítico no século XVIII: “Uma mosca pode picar um cavalo, mas o cavalo continua a ser um cavalo, e a mosca não mais que uma mosca”.
Como o humorista brasileiro é especialista em física, e não em cavalos ou moscas, as pedras ancoradas na lei da ação e reação couberam-lhe melhor. Foi um massacre. Para quem não acompanhou, tudo começou quando uma internauta escreveu, em seu perfil no Twitter, que faltava embasamento para as posições políticas do apresentador, algo que até as pedras nas mãos de sua plateia teriam dificuldade em refutar. A crítica aconteceu após a entrevista, na terça-feira 10, com um colunista e escritor autodenominado especialista em caviar e movimentos sociais. Eis o peteleco: “O Jô Soares é de direita, mas é respeitado, pois tem conhecimento (leitura). Agora, esse Danilo Gentili cita a Forbes. Ridículo”.
Até ali, as pedras estavam na posição de origem: uma figura pública, exposta até a alma em ambientes públicos, era alvo de uma crítica (ou peteleco, se preferir). Injusta? Talvez. O silêncio deixaria as coisas como estavam: um peteleco é um peteleco, uma mosca, uma mosca, um cavalo, um cavalo, concluiria Johnson. Faltou combinar com a lei da física, que transforma seres animados (piadistas, inclusive) em fragmentos monolíticos fadados a ação e reação. Pedras e coices voaram. Como reação à ousadia de comparar Gentili a Jô Soares, a internauta foi chamada de “puta” e “chupadora de rola”. Conheceu assim outra lei da física: a que devolve provocação com misoginia.
“Chupadora de rola de genocida e corrupto detected. Quem quiser deixá-la molhadinha, basta assassinar alguém. Ela pira!”, escreveu o humorista para seus mais de 5,3 milhões de seguidores.
A plateia, sem saber se era para rir ou latir, seguiu em coro os ataques contra a internauta conclamados pelo chefe. A palavra de ordem foi: “Fanzocas a xingue (SIC) de puta”. Muitos (mulheres, inclusive) obedeceram.
Como comparou o autor de um texto certeiro divulgado no dia seguinte, foi como conclamar uma multidão acéfala – que, como pedras, obedecem acriticamente aos chamados do líder – a invadir a sala da provocadora, que não tem uma multidão em seu favor, e praticar o morticínio. Ao criticar o piadista, a internauta o expôs o humorista ao seu grupo de seguidores (1.246 até o fechamento deste post), um grupo menor do que o dos espectadores ligados na tevê – que tinham, diante da exposição, tanto direito de considerar o piadista um gênio como um “boboca” (estes últimos, como precede a lógica, só não aplaudem as piadas porque são condescendentes com os crimes contra a República cometidos por político corruptos).
“Ela apareceu do nada na minha TL xingando gratuitamente eu e o Roger (SIC). Por quê? Porque não satisfizemos o ego dela falando na TV o que ela queria ouvir. Acredita que cometemos o crime de dizer algo que ela não concorda?”, disse Gentili, segundo reproduziu o portal Terra. A essa altura o piadista já se abraçava a tudo o que aprendeu na escola sobre gratuidade, justiça e, claro, física. Ao responder a ela, com coices, pedras e dinamites, o apresentador a jogou na jaula dos leões imaginando estar ancorado na equidade proporcional de forças.
“A dondoquinha só pode xingar os outros, mas receber um xingamento como resposta não pode! Judiação não é mesmo? Ela só quer a metade da lei natural- a da ação. A da reação ela considera ‘desrepeito’ (SIC). É a ditadura do coitadinho que só pode ofender mas não pode ser ofendido. Qual é a conclusão? A conclusão é que o que falta mesmo é um pau bem grande no cu de todo mundo. Reflitam sobre isso. Esse é o desafio pra 2014: mais pau no cu de todo mundo.”
Embraer recebe pedido da American Airlines para 60 aviões por US$ 2,5 bi
Negociação também envolve opções de compra para outras 90 aeronaves
Terra
A Embraer recebeu da American Airlines um pedido de encomendas firmes por 60 aviões E175, um negócio estimado em US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 5,75 bilhões) a preços de tabela.
O pedido – anunciado por ambas as empresas nesta quinta-feira – também envolve opções de compra para outras 90 aeronaves do mesmo modelo, podendo levar a o valor total do acordo a aproximadamente US$ 6 bilhões.
O pedido firme será incluído na carteira de pedidos firmes da Embraer do quarto trimestre deste ano, sendo que as entregas estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2015. A fabricante brasileira registrava, ao fim de setembro, uma carteira de pedidos firmes de US$ 17,8 bilhões.
As ações da Embraer operavam em forte alta após o anúncio da encomenda da American Airlines. Às 10p3, os papéis da fabricante de aviões subiam 4,01%, a R$ 18,40, ante alta de 0,29% do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
A American Airlines – controlada pela AMR Corp, que passa por um processo de fusão com a US Airways para sair da concordata – também anunciou uma encomenda com a principal rival da fabricante brasileira, a canadense Bombardier.
O pedido para a Bombardier, porém, é menor que o feito para a Embraer: envolve 30 aviões CRJ900, avaliados em US$ 1,42 bilhão, e com opção de compra de até mais 40 unidades, o que elevaria o valor total da transação para US$ 3,38 bilhões.
Meu Deus!! A que ponto chegou a imprensa brasileira
Mídia e PSDB noticiam: Petrobras tem “32% de chances de falir”. É? Então a Vale tem 59%. Que burros!
12 de dezembro de 2013 | 19:44 Autor: Fernando Brito
A irresponsabilidade da imprensa para com a Petrobras só não é maior que seu ódio pela empresa.
E, acabo me convencendo, que a sua burrice e despreparo.
Boa parte dos sites de economia está publicando a asneira do ano e, claro, o PSDB, idiota, foi atrás e tascou no seu site.
É a notícia de que a Petrobras tem 32% de chances de falir nos próximos dois anos, segundo “um estudo” da consultoria Macroaxis.
Não há estudo algum, seus patetas!
A Macroaxis é apenas um site de “cálculos de investimento” automatizado, que pega dados financeiros brutos, aplica uma fórmula e “tira conclusões”. Uma “maquininha” de previsões que pega o sobe e desce das ações e projeta mecanicamente.
E chega a conclusões, obviamente, burras.
Menos burras, claro, que quem as divulga dessa forma.
Este ano, descobriu o site Macroaxis e foi buscar entretenimentocalculando as possibilidades de falência da Petrobras, certo de que bater na estatal brasileira é porta de entrada escancarada para obter espaço na mídia.
E os “complexo de vira-lata” copiam tudo o que sai na Forbes…
Bom, este modesto blogueiro aqui, descobrindo como foi feito o tal “estudo da consultoria Macroaxis”, pensou, simplório como é: pau que dá em Chico, dá em Francisco.
Não deu outra: 59% de chances de falência nos próximos dois anos! Está lá em cima a imagem e o amigo e a amiga podem fazer os cálculos na página de brincadeirinha financeira, que nem sequer o nome da equipe ou dos dirigentes da “empresa” traz.
Que ridículo!
E que imbecis os meus colegas de profissão que dão “notícias” baseados numa baboseira destas.
Tomara que nenhum chefe de família que tenha posto um dinheirinho em ações da Petrobras, ao ler, tenha saído correndo para vender.
Estes palhaços fazem isso com a maior empresa brasileira, responsável pela extração do mar de riquezas que a providência nos deu no pré-sal.
E se dizem jornalistas de economia. Ah, e os tucanos, gente que entende de negócios.
Vânia
12 de dezembro de 2013 2:02 amPoderosa e competente? Mas, peraí, é gata?
Poderosa e competente? Mas, peraí, é gata?
Primeira-ministra, presidenta, CEO de empresa, não importa: a beleza da mulher tem que vir em primeiro lugar
por Nádia Lapa
“A louraça primeira-ministra da Dinamarca provoca saia justa entre o casal Obama”, diz o título da coluna de um site. Louraça, assim, sem nome. Quem se importa? O importante é que Helle Thorning-Schmidt seja “bela, alta e loura”, além de ter “celebrados olhos azul-turquesa” e andar de saltos altíssimos.
O que ela faz, como chegou ao poder, qual o trabalho dela como primeira-ministra? Não faz a menor diferença. Nas palavras de Naomi Wolf, em “O Mito da Beleza: “As trabalhadoras mais emblemáticas do Ocidente continuavam visíveis se fossem ‘lindas’, portanto visíveis, mas sem receber nenhum crédito pela competência. Ou poderiam, ainda, ser ‘competentes’ e ‘sem beleza’, portanto invisíveis, de tal forma que a competência de nada lhes valia”.
Os comentários sobre a aparência de Thorning-Schmidt não são novidade. Atingiram, inclusive, a outra mulher envolvida na “polêmica” de ontem: Michelle Obama, mesmo adotando um penteado liso (aproximando-se do ideal de beleza ocidental, mesmo sendo negra), foi criticada duramente quando resolveu usar franjas. Por outro lado, os braços da primeira-dama são invejados, copiados em cirurgias plásticas e revistas fazem até passo-a-passo de como conseguir a musculatura de Michelle. Os braços de Michelle Obama, como se estivessem totalmente descolados da pessoa que ela é, ganharam até um Tumblr.
Embeleze o mundo: esta é a mensagem. Posso até te dar um poderzinho aqui, mas não há negociação, seja bonita, Enfeite a festa, o velório, o jogo de futebol, a reunião de negócios, o que for. Mas esteja maquiada, de salto alto e, se rolar, um decote sexy sem ser vulgar.
Todos param para prestar atenção quando é uma mulher bonita falando. Vejam até o Femen, grupo não feminista (importante frisar isso). Sempre que havia manifestações do grupo, os jornais repercutiam o fato, sempre com muitas fotos e quase nenhum texto. Com sorte, alguma legenda. Porque são mulheres brancas, magras, loiras, e com “os seios no lugar”.
O mesmo não acontece com os homens. Eles podem envelhecer; as rugas, inclusive, são até consideradas sinal de maturidade. Cabelos grisalhos? Charmosérrimos. Também ninguém pergunta de qual estilista é o terno, a gravata ou o sapato, como fizeram com Hillary Clinton há alguns anos, em uma entrevista que ficou famosa pela resposta da ex-Secretária de Estado:
Entrevistador: Quais são seus designers favoritos?
Hillary Clinton: O quê? Designers de roupas?
Entrevistador: Sim.
Hillary Clinton: Você perguntaria isso a um homem?
Entrevistador: Provavelmente não. Provavelmente não.
Nossa presidenta também passa por questionamentos parecidos. Antes das eleições, o rejuvenescimento de Dilma Roussef foi visto com clareza – plásticas, tratamentos, corte de cabelo especiais. As roupas que ela usa geram até slideshow com oslooks usados pela presidenta.
Quando se quer desmerecer o trabalho de uma mulher – por mais poderosa e competente que ela seja – o primeiro “xingamento” utilizado é o da aparência. Naomi Wolf, mais uma vez, mostra que esta é uma batalha quase invencível (mas continuaremos lutando): “Pela forma como a beleza e o trabalho ao mesmo tempo recompensam e punem as mulheres, elas nunca esperam por coerência – mas pode ter certeza que elas continuarão tentando. Buscar a beleza e a qualificação de beleza no local de trabalho agem em conjunto para mostrar às mulheres que, no que lhes diz respeito, a justiça não existe. Que a injustiça é apresentada a uma mulher como imutável, eterna, apropriada e com origem em si mesmas, como se fosse uma parte delas, assim como sua altura, cor do cabelo, gênero e o formato dos seus rostos”.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=n1ssk8IyakM%5D
Zanchetta
12 de dezembro de 2013 11:12 amDesculpe me, mas a Dilma
Desculpe me, mas a Dilma nunca ia causar esse problema!!!
Vânia
12 de dezembro de 2013 2:03 amA aprovação da Lei da
A aprovação da Lei da Maconha, no Uruguai, pode ser o começo do fim da guerra às drogas
Postado em 10 Dec 2013por : Luiz Fernando Tofoli
Hoje é um dia que será ser lembrado, no futuro, pelos historiadores. É a data em que o Uruguai de Pepe Mujica poderá se tornar o primeiro país, desde o início da proibição mundial do comércio das plantas psicoativas do gênero cannabis, há oito décadas, a legalizar completamente o ciclo da produção, venda e consumo da maconha para uso recreativo.
Para alguns, esse dia será recordado como uma iniciativa fracassada que irá causar impacto negativo na saúde mental e na criminalidade. Essas pessoas tendem a acreditar que os problemas relacionados ao uso de drogas serão resolvidos exclusivamente com a polícia e as ações de repressão, temerosos do que as drogas são capazes de fazer com a sociedade. Esse medo gera o tabu de que a questão não possa nem ao menos ser discutida e, na eventualidade de que surjam pessoas que proponham alternativas ao atual modelo criminalizante, elas são olhadas com desconfiança, tendo seus pensamentos interpretados como simples apologia.
Entre os que se lançaram à corajosa iniciativa de transformar o modelo pautado na chamada ‘Guerra às Drogas’ estão o presidente uruguaio José Mujica e o sociólogo Julio Calzada, secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai.
Calzada tem sido o responsável pelo processo de regulamentação do mercado da maconha no Uruguai. Regulamentação? Mas o que vai acontecer no Uruguai não é justamente a “liberação” da maconha? Não.
A proposta uruguaia é de regulamentar por meio da legalização e do controle estatal, um mercado cujos grandes mecanismos organizadores são as decisões de traficantes e a corrupção policial. É mais ou menos o que ocorre com o tabaco e o álcool.
Calzada é uma das pessoas que compartilham do pensamento de que as penalidades contra a posse de uma droga não podem ser mais danosas para o indivíduo e a sociedade – incluindo aí os que não usam drogas – do que o próprio uso da substância. Em uma recente visita a Brasília, ele afirmou que não defende que a maconha seja inofensiva, mas afirma que o processo de legalização do consumo e a regulamentação da comercialização permitirão que se controle um mercado que hoje está nas mãos de criminosos. Os gestores uruguaios esperam regulamentar toda a cadeia produtiva, com controle de qualidade, fornecimento e acesso ao produto.
Espera-se que este processo seja permeado de educação e informação e que a estrutura de atenção aos usuários de drogas do Uruguai seja ampliada e qualificada. No Brasil, conseguiu-se reduzir drasticamente os problemas relacionados ao consumo do tabaco com política semelhante. Todavia, houve investimento maciço em informação e campanhas educativas. Isso remete ao que disse, em uma recente entrevista, o psiquiatra e epidemiologista britânico Robin Murray sobre o controle dos riscos médicos associados à maconha: “A educação é mais importante do que a lei”.
As previsões de cunho apocalíptico – entre elas, a invasão de maconha uruguaia no sul do Brasil, uma epidemia de esquizofrenia e a degradação geral da sociedade uruguaia – são oriundas do oportunismo político e sensacionalista. Esse medo é criado pelo bombardeio de noticiários repetindo que a violência gerada pelo combate às drogas é justificável a todo custo, ainda que agrave o encarceramento em massa de pessoas, a concentração do poder econômico nas mãos dos traficantes, e, o que é mais relevante, sem conseguir diminuir os problemas associados ao uso de drogas.
A saída da maconha — a droga ilegal mais usada no mundo, cujo uso pessoal já foi descriminalizado no Uruguai há muitos anos – do ciclo do tráfico nos convida à esperança de que o 10 de dezembro de 2012 possa ser lembrado na história como o dia em que a Guerra às Drogas começou a terminar.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-aprovacao-da-lei-da-maconha-no…
Sidney Braga
12 de dezembro de 2013 2:04 amMuitos estão dizendo aí que a
Muitos estão dizendo aí que a Portuguesa errou e por isso merece cair. De fato, a Lusinha errou mas não necessariamente deve receber a pena máxima de forma automática como muitos estão esperando. Explico a minha teoria.
O artigo que querem aplicar pra rebaixar a Lusinha é o 214:
“Art. 214. Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente,
atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente. (Redação dada
pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
PENA: perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da
competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de
R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais). (NR). “
Acontece que este artigo dá margem pra interpretação. O Cruzeiro foi condenado por este mesmo artigo a pagar multa. Não perdeu pontos. Justo, visto que foi um problema no sistema. Seria injusto o Cruzeiro perder pontos por isso.
” -Ah, mas o motivo da irregularidade é diferente.” Sim, são motivos distintos, mas o artigo não cita os motivos, trata apenas de jogadores escalados em condição irregular.
Enfim, o fato é que o artigo 214 foi aplicado ao Cruzeiro, deu margem para a interpretação e foi devidamente interpretado. Usaram o bom senso.
Que se aplique o mesmo artigo contra a Portuguesa e que a agremiação seja punida. Mas em nome da moralidade do futebol, façam isso de forma justa e sensata, pelos seguintes motivos:
– O jogador jogou apenas 15 minutos em um jogo que não valia nada, ou seja, não houve má fé do clube.
– A publicação da suspensão ocorreu de forma posterior ao jogo. Isso não impede o clube de ser penalizado, mas pode ajudar a provar que não houve má fé e que, de fato, houve um problema de comunicação no ocorrido.
– O advogado que supostamente errou não tem vínculo com o clube e é pago pela CBF, segundo o noticiário que tem circulado pela rede.
Portanto, caso o STJD queira mesmo fazer justiça, que se aplique multa à Lusinha, suspensão ao jogador e no máximo, que se tire o ponto conquistado no jogo em questão. A equipe infratora será punida proporcionalmente ao seu erro e o futebol brasileiro vencerá.
Vânia
12 de dezembro de 2013 2:05 amEnsaio fotográfico registra
Ensaio fotográfico registra expressões de pacientes com câncer diante de mudanças radicais no visual
“Sabe o que eu mais sinto falta? Ser despreocupado.”
Estas são as palavras que inspiraram um novo projeto que tem como objetivo ajudar pacientes com câncer a esquecer da sua doença – “mesmo que apenas por um segundo.”
A Fundação Mimi, em colaboração com a Leo Burnett, reuniu 20 pacientes com câncer, em junho. Os homens e as mulheres pensavam que estariam recebendo uma mudança de visual comum, e foram convidados a fechar os olhos durante a transformação.
Quando eles abrem os olhos, eles vêm em um espelho uma mudança radical, “escandalosa”. E, ao abrirem os olhos, são fotografados e filmados.
Eles não puderam deixar de rir e, por um momento, pelo menos, eles ficaram, mais uma vez sem preocupações.
Incrível, não?
Olhem o vídeo que registrou a experiência. É imperdível as expressões dos modelos!! =)
http://www.reab.me/ensaio-fotografico-registra-expressoes-de-pacientes-com-cancer-diante-de-mudancas-radicais-no-visual/ %5Bvideo:http://www.youtube.com/watch?v=pMWU8dEKwXw%5D
fabricio alves
12 de dezembro de 2013 2:36 amMandela, Fidel e seus detratores mentecaptos
Mandela, Fidel e seus detratores mentecaptos
Empenhado numa aproximação com o Ocidente, em 1987, o governo Gorbachev se afastava de antigos aliados dos soviéticos, como o MPLA, de Angola. Aproveitando-se da conjuntura, os Estados Unidos de Ronald Reagan e a África do Sul (sob o apartheid) intensificavam seu apoio aos guerrilheiros direitistas da Unita, chefiados por Jonas Savimbi, que assim ampliaram seu controle sobre vastas áreas ao sul do território angolano. Reunindo tropas no norte da Namíbia, os sul-africanos realizaram uma pesada ofensiva contra o MPLA em novembro do mesmo ano. As forças governistas de Angola recuaram para a cidade de Cuito Cuanavale, situada em área de florestas. A eventual queda daquela localidade deixaria todo o sul do país debaixo da ocupação sul-africana. Sem contar com o auxílio soviético, o presidente angolano José Eduardo dos Santos pediu ajuda a Fidel Castro. O dirigente cubano atendeu-o prontamente, enviando para Angola um general de sua confiança, Leopoldo Cintra Frías, que recebeu o comando na região meridional, e nove mil soldados, que desembarcaram no início de 1988. O contingente cubano na África atingiu, então, a cifra de 50 mil homens. Uma parte avançou para o norte, até as fronteiras com o Congo e Zâmbia, e outra tomou o rumo de Cuito Cuanavale.
O ataque sul-africano àquele posto avançado, reforçado pela ação da Unita, ocorreu a partir de 14 de fevereiro de 1988. Entretanto, após várias semanas de combates, as até então invictas forças armadas do apartheid foram batidas e retrocederam, abandonando Angola. O enfraquecimento dos agressores teve desdobramento nas negociações que resultaram na independência da Namíbia, onde ascendeu ao poder a Organização do Povo do Sudoeste Africano (SWAPO), grupo guerrilheiro que antes fustigava a dominação racista¹. Assumindo a presidência da África do Sul em setembro de 1989, Frederik de Klerk se viu obrigado a admitir a desmoralização interna e externa do regime e a afrouxar seus fundamentos, até promover, em 1994, o pleito que terminou com a eleição de Nelson Mandela.
Falecido Mandela, nos deparamos com uma intensa campanha de depreciação da sua imagem, efetuada por organizações muito bem articuladas, a julgar pela rapidez com que difundem “informação”. Mandela é demonizado por não ter combatido com flores uma das ditaduras mais truculentas e irracionais que já existiram, e virtualmente por qualquer outra coisa, inclusive os atuais índices de contaminação por HIV da população sul-africana! Esta orquestração desprezível dispõe do entusiasmo gratuito não só dos arautos de sempre, como também, no que diz respeito ao Brasil, de milhares de “pessoas comuns”; na maioria dos casos, reacionários ressentidos que, lidando cada vez pior com as frequentes rejeições ao conservadorismo nas urnas, adotam uma postura de enaltecimento de tudo que vem da direita. Inclusive o apartheid.
Um dos elementos centrais do “Dossiê Mandela” é a “denúncia” da amizade do ex-presidente da África do Sul com Fidel Castro. Recuperando o contexto dos episódios que abrem esta postagem, tenho um gosto especial em transcrever as palavras que Mandela dirigiu a Fidel durante a visita oficial que fez a Havana, em julho de 1991:
“A derrota decisiva do exército racista em Cuito Cuanavale foi a vitória de toda a África… Possibilitou à África desfrutar a paz e estabelecer a sua própria soberania… [e] ao povo da Namíbia alcançar sua independência. A derrota decisiva das forças agressivas do apartheid destruiu o mito da invencibilidade do opressor branco. A derrota do exército do apartheid serviu como inspiração para o povo combativo da África do Sul”².
Mandela, solto da prisão em fevereiro de 1990, na temporada seguinte voou até Havana para confraternizar com o povo que em boa parte foi responsável por sua liberdade, e com seus governantes. Reconheceu, como em outras ocasiões, o papel de um exército popular e multirracial na derrocada do apartheid. De quem “nossos” udenistas tardios gostariam que fosse amigo? Thatcher? Bush Senior? Carlos Menem? Não podem ser levados a sério. 1-Este processo é descrito com bom número de detalhes em Richard Gott. Cuba: uma nova história. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 311 a 314.
2- Gott, p. 313. http://gustavoacmoreira.blogspot.com.br/2013/12/mandela-fidel-e-seus-detratores.html
Diogo Costa
12 de dezembro de 2013 8:50 amQueda de 94% na emissão de enxofre na atmosfera a partir de 2014
Uma excelente notícia para a saúde pública e para o meio ambiente do Brasil terá início daqui há vinte dias. Trata-se do cumprimento antecipado da Resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 415, de 24 de setembro de 2009, e da Resolução 40/2013 da ANP (Agência Nacional do Petróleo).
Na prática isto significa que a partir de 1º de janeiro de 2014 (menos de três semaninhas…) estará liquidada a gasolina comum e teremos somente gasolina aditivada nos postos de combustíveis. O preço ficará um pouco mais salgado, sem dúvidas, mas os benéficos efeitos hão de fazer valer a pena esta corretíssima medida implementada pelos governos de Lula e Dilma.
Obs 1.: Esta importantíssima notícia é de 30 de outubro de 2013, mas passou em brancas nuvens no noticiário nacional.
Obs 2.: O que dirão agora os “analistas” e profetas do apocalipse sobre o governo federal que, segundo eles, “não se preocupa” com o meio ambiente?
GASOLINA BRASILEIRA TERÁ TEOR DE ENXOFRE REDUZIDO A PARTIR DE 2014
Fonte: ANP/Assessoria de Imprensa – (21) 2112-8333 – [email protected]
30/10/2013
A partir de 1º de janeiro de 2014, a gasolina comum comercializada em todo o território nacional terá o teor de enxofre reduzido para 50 mg/kg em substituição aos 800 mg/kg atuais. A medida da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), prevista na Resolução 40/2013, publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), reduzirá a emissão de enxofre na atmosfera em 94%, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias.
O aumento da qualidade da gasolina comum também melhora o desempenho dos motores automotivos, reduzindo os custos de manutenção e aumentando a durabilidade.
As novas especificações das gasolinas de uso automotivo permitem antecipar o cumprimento, para toda a frota circulante no país, das determinações da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), conforme estabelece a Resolução CONAMA nº 415, de 24 de setembro de 2009, que determina os limites máximos de emissão de poluentes para veículos leves do ciclo Otto.
http://www.anp.gov.br/?pg=68628&m=&t1=&t2=&t3=&t4=&ar=&ps=&cachebust=1386835014816
Diogo Costa
12 de dezembro de 2013 9:02 amFHC vetou, Lula aprovou e Dilma implementará (sobre os air bags)
FHC VETOU, LULA APROVOU E DILMA IMPLEMENTARÁ (SOBRE OS AIR BAGS) – Ontem circulou uma notícia a respeito do prazo de implementação dos air bags em veículos produzidos no Brasil.
A notícia era sobre a possível dilatação no prazo final para a adaptação das montadoras, que passaria de 2014 para 2016. Em se confirmando a notícia, é algo de certa forma frustrante. Vamos examinar melhor esta questão e ver que a suposta frustração tem procedência, mas o contexto é de inexorável avanço, em que pese a demora.
A previsão de colocação de air bags já estava contida na Lei que criou o Conselho Nacional de Trânsito, em 1997.
Lamentavelmente o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou integralmente o ponto que versava sobre a obrigatoriedade da instalação de air bags nos veículos produzidos em Pindorama.
Tendo como parâmetro o prazo de concretização da Lei 11.910, de março de 2009 (versa sobre a colocação de air bags), que fica entre cinco e sete anos para a implementação integral (2014 ou 2016), é possível dizer que o Brasil perdeu uma gigantesca oportunidade no passado para realizar ainda antes este avanço em matéria de segurança automotiva.
Poderíamos ter veículos plenamente adaptados desde o ano de 2002 ou, na pior das hipóteses, em 2004! Isto se FHC não tivesse vetado INTEGRALMENTE este dispositivo lá atrás, em 1997…
Resumindo, é preciso recordar esses pontos para que todos saibam qual o real motivo do atraso que ainda se verifica nesta matéria. E é preciso dizer também, e em alto e bom som, que enquanto o PSDB vetou os air bags no Brasil, o PT aprovou os mesmos e está implementando agora esta medida!
Não na velocidade ideal, mas indo no rumo certo, o que é o mais importante de tudo. Ou seja, enquanto uns vetam, outros implementam.
Assis Ribeiro
12 de dezembro de 2013 9:33 amTuminha: “livro bomba” foi sugestão de PHA e Mino
Agora ficou tudo de cabeça pra baixo; nos agradecimentos do livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, em que acusa o ex-presidente Lula de ser “informante da ditadura” e o Partido dos Trabalhadores de montar dossiês contra seus adversários políticos, o delegado Romeu Tuma Júnior afirma que a ideia do livro foi sugerida a ele pelos jornalistas Paulo Henrique Amorim e Mino Carta, dois profissionais frequentemente associados ao PT; será verdade ou apenas mais um intriga do policial que caiu depois de ser flagrado com contrabandistas?
O delegado Romeu Tuma Júnior aprontou mais uma. Nos agradecimentos do livro “Assassinato de reputações – um crime de Estado”, ele afirma que a ideia do projeto foi sugerida a ele pelos jornalistas Mino Carta, de Carta Capital, e Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, dois profissionais frequentemente associados ao PT.
No livro, entre outras coisas, Tuminha acusa o ex-presidente Lula de ter sido “informante da ditadura” e o PT de montar dossiês contra adversários, além de ter se envolvido na morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.
O agradecimento de Tuminha a Mino e PHA foi noticiado pelo Radar. Leia abaixo:
Livro-bomba de Tuma Jr esgota primeira edição
Chega depois de amanhã às livrarias a segunda edição de Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado (editora Topbooks), o explosivo livro de Romeu Tuma Jr. A primeira edição de 3 500 exemplares esgotou-se em poucos dias. A nova sai com 10 000 cópias.
A propósito, nos agradecimentos Tuma Jr. reserva algumas linhas carinhosas a Mino Carta e Paulo Henrique Amorim, que o incentivaram a escrever a obra. Diz Tuma Jr.:
– Agradeço em particular a Mino Carta, por emprestar sua amizade, companhia e valiosíssimas tardes de inúmeras segundas-feiras nesse projeto de encontro de um injustiçado com a justiça. A Paulo Henrique Amorim, que, junto com Mino, me deu a ideia de escrever este livro. As entrevistas iniciais foram feitas por eles (…).
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/123663/Tuminha-livro-bomba-foi-sugest%C3%A3o-de-PHA-e-Mino.htm
Gão
12 de dezembro de 2013 10:03 amÉ um recado do Dantas, quer livro ? mas q tuma burro,PHA em foco
Publicado em 11/12/2013
PHA, Tuma e
Daniel Dantas
É possível que, na próxima Carta, Mino trate do assunto com a conhecida elegância
Ele acha tudo muito engraçado !
Circula pelo baixo ventre da internet a reprodução de uma suposta página de agradecimentos de um suposto livro que um detrito de maré baixa – que circula semanalmente – atribui a um certo senhor Romeu Tuma jr.
Segundo o detrito (sólido) de maré baixa, o suposto livro diz que o Presidente Lula era um X9 do regime militar; que Gilberto Carvalho tomava grana no “esquema” que produziu a morte de Celso Daniel; que Gilmar Dantas (*) foi grampeado; e que José Dirceu tinha uma conta em paraíso fiscal.
Nessa página inicial, o autor assegura que o ansioso blogueiro e Mino Carta o encorajaram a escrever o livro.
De fato, o ansioso blogueiro o incentivou a escrever um livro.
O suposto autor foi, durante certo tempo, por decisão do Presidente Lula, Secretário Nacional de Justiça.
Nessa condição, o suposto autor ajudou a congelar uma parte – ínfima – da fortuna de Daniel Dantas no exterior.
Na companhia de Mino Carta, o ansioso blogueiro incentivou-o, sim, a escrever tudo o que soubesse – e pudesse provar – sobre Daniel Dantas.
O ansioso blogueiro chegou a encaminhar a Mino e a Sergio Lírio um roteiro de temas sobre a imaculada carreira de Daniel Dantas.
É que o livro seria o resultado de entrevistas que Lírio e Mino Carta fariam com o suposto autor.
O ansioso blogueiro não participou dessas sessões de entrevistas.
E saiu do circuito, quando suspeitou que algumas das “informações” citadas pelo suposto autor não tinham base em documentos ou testemunhos de credibilidade. Pelo mesmo motivo, Mino e Lírio tiraram o time de campo. E a primeira encarnação do livro foi abortada.
Portanto, citar o nome do ansioso blogueiro na seção de “agradecimentos” não dá ao suposto autor o direito de manipular a credibilidade do ansioso blogueiro para tentar corroborar qualquer suposta denuncia que no suposto livro esteja contida.
Além disso, seus advogados, excelentes, Maria Elizabeth Queijo e Cesar Marcos Klouri analisarão o assunto, para julgar se cabe alguma ação judicial – no Cível e no Crime – contra o suposto autor.
O ansioso blogueiro espera que algum incauto leitor do suposto livro lhe informe se as “acusações” a Daniel Dantas sobreviveram à segunda encarnação do livro.
Segundo consta, a “reportagem” no detrito (sólido ) de maré baixa indica que o suposto livro terá o mesmo destino de outros encomendados para transformar o referido banqueiro em vitima de impiedosos malfeitores.
Vai para a mesma lata de lixo.
O suposto co-autor do suposto livro faz parte de uma organização de um suposto empresário-jornalista, também conhecido como “Bajulador Jurídico”, que integra o valioso conjunto do “Sistema Dantas de Comunicação”.
O que é um mau sinal, não, amigo navegante ?
Em tempo: é possível que, na próxima Carta, Mino trate do assunto com a conhecida elegância.
Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/12/11/pha-tuma-e-daniel-dantas/
Assis Ribeiro
12 de dezembro de 2013 9:35 amA verdade de João Paulo encara as mentiras de JB
Deputado João Paulo Cunha, um dos condenados na Ação Penal 470, publica documento corajoso onde contesta, uma a uma, todas as acusações feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa; com documentos, ele demonstra fatos incontestáveis, como: (1) a contratação de uma agência de publicidade pela Câmara não foi feita por ele, mas pelo antecessor Aécio Neves, (2) a decisão de licitar nova agência não foi dele, mas da Secretaria de Comunicação da casa; (3) o contrato não foi assinado pelo deputado, mas pela diretoria da Câmara; tudo está documentado, incluindo relatórios da Polícia Federal, do TCU e da própria Câmara, que inocentam o deputado; leia em primeira mão e faça seu próprio julgamento sobre a conduta do parlamentar, que também demonstra como o dinheiro – que Barbosa diz ter sido desviado para o PT – foi gasto em empresas como Globo, Abril e Folha
Está marcado para as 17h desta quarta-feira 11 um pronunciamento histórico na Câmara dos Deputados. Um dos ex-presidentes da Casa, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), fará o lançamento da revista “A verdade, nada mais que a verdade” (baixe aqui, o tempo médio de download é de cinco minutos), em que contesta, ponto por ponto, os argumentos apresentados pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na condução da Ação Penal 470.
Condenado por peculato e formação de quadrilha, João Paulo irá apresentar documentos que não foram aceitos no julgamento. Entre eles, os contratos de publicidade que foram firmados e as auditorias internas, que provaram sua legalidade. João Paulo Cunha também contesta frases que foram ditas textualmente por Joaquim Barbosa no julgamento, como, por exemplo, a de que foi ele quem contratou serviços de publicidade pela Câmara – na verdade, isso foi feito pelo antecessor Aécio Neves, hoje candidato à presidência da República pelo PSDB.
Leia, abaixo, algumas acusações feitas por Joaquim Barbosa e as provas documentais apresentadas por João Paulo Cunha, que não foram aceitas pelo presidente do STF e faça, aqui, o download da publicação completa:
ACUSAÇÃO
O ministro-relator do STF, Joaquim Barbosa, afirma, no seu voto condenatório, que o Deputado João Paulo Cunha decidiu contratar uma agência de publicidade para a Câmara dos Deputados. Esta afirmação é correta?
A VERDADE
Não! Pois a Câmara dos Deputados já mantinha, desde o ano 2001, um contrato de publicidade com a agência Denison. Esse contrato foi assinado pela administração anterior do presidente Aécio Neves.
Em 26 de Dezembro de 2002, esse contrato foi prorrogado. Portanto, quando João Paulo tomou posse, na presidência da Câmara, em fevereiro de 2003, o contrato de publicidade estava em vigor e em plena vigência.
ACUSAÇÃO
Segundo o ministro-relator, “a decisão de abrir uma nova licitação foi, efetivamente, tomada pelo réu João Paulo Cunha”. Procede essa afirmação?
A VERDADE
Não! Legalmente, a Câmara não poderia realizar uma nova prorrogação do contrato de publicidade em vigor com a Denison. Então, a Secretaria de Comunicação (SECOM) da Câmara dos Deputados, através de seu Diretor, solicitou a abertura de uma nova licitação.
ACUSAÇÃO
O ministro Joaquim Barbosa conduz as acusações para induzir que foi o Deputado João Paulo Cunha quem assinou o contrato de publicidade da Camara dos Deputados. Esse contrato foi assinado pelo Deputado João Paulo Cunha?
A VERDADE
Não! O contrato foi assinado pela própria administração da Camara dos Deputados, representada pelo seu Diretor Geral. O Edital para a licitação foi aprovado pelo núcleo jurídico da Assessoria Técnica da Diretoria Geral.
ACUSAÇÃO
O ministro-relator afirma que João Paulo Cunha “praticou ato de ofício”, nomeando a “comissão especial de licitação”. Isso é verdade?
A VERDADE
Absolutamente, não! A Diretoria Geral da Câmara explicou com clareza sua opção por esse modelo, “de plano há que se ressaltar a existência de norma legal expressa na lei de licitações, que autoriza tal procedimento administrativo (art. 6o, XVI e art. 51, caput), que, nas condições particulares do que a administração pretendia, mostrava- se como o caminho mais natural e eficiente”. Também esclareceu que o “tipo melhor técnica’ não se descuida do aspecto do menor preço”. Além disto, observou: “no tocante à contratação tratada, a avaliação das propostas era eminentemente técnica e intelectual, necessitando execução por pessoas com capacitação específica e elevado nível de conhecimento da matéria”. Como “os membros da Comissão Permanente de Licitação não eram versados no tema objeto da licitação, demandando a instalação de uma Comissão Especial de Licitação composta por técnicos com habilitação específica na área de publicidade e comunicação social”.
Exatamente por isso, o Ato assinado por João Paulo Cunha, em agosto de 2003, de caráter administrativo, foi uma mera repetição do Ato assinado pelo deputado Aécio Neves quando presidente da Câmara, em junho de 2001, conforme a experiência administratica da própria casa. Aliás, dos cinco membros que compuseram a Comissão Especial de Licitação, indicados em 2001, três continuaram em 2003 (veja documentos ao lado), o que comprova a impossibilidade absoluta de influenciar no resultado final da comissão. Além disso, o presidente das duas comissões foi a mesma pessoa.
Deste modo, fica claro que não há nenhum ato de ofício praticado pelo Deputado João Paulo Cunha que caracterize base jurídica para uma possível condenação. Alias, se houvesse, deveria alcançar os atos praticados pela comissão da gestão anterior. Porque razão o ministro Joaquim Barbosa não viu irregularidade na comissão especial de licitação de 2001 e somente na de 2003?
ACUSAÇÃO
O ministro-relator afirma que “apenas onze dias depois do recebimento do dinheiro por João Paulo Cunha, o presidente da Comissão Especial de Licitação, Sr. Ronaldo Gomes de Souza, assinou o edital de concorrência”. Isso procede? Quanto tempo durou esse processo?
A VERDADE
É mais uma falácia do ministro Joaquim Barbosa!
O processo licitatório, como o próprio nome diz, é um processo. Ele teve o início em 7 de maio e terminou em 31 de dezembro de 2003. Ou seja: antes de 4 de setembro de 2003 (data da retirada dos 50 mil) e após 7 de maio, todos os atos ocorridos guardam certa relação. Assim como entre 4 de setembro e 31 de dezembro de 2003 todos os atos são consequência do processo. São despachos necessários para a garantia da legalidade do processo. A seguir estão algumas datas em ordem cronológica com respectivos despachos inseridos no processo:
• 7 de maio de 2003: pedido de abertura de procedimento licitatório.
12,13 de maio: 17,18,26 de junho e 01,02,07,08 e 10 de julho de 2003: despachos burocráticos de vários órgãos da Câmara. 10 de julho de 2003: a Diretoria Administrativa pede autorização para a abertura de procedimento licitatorio à Diretoria Geral. 11 de julho: o diretor geral pede ao 1o Secretário autorização para a abertura da licitação e se posiciona favoravelmente. 14 de julho: o 1o secretário da Câmara dos Deputados autoriza, com base nas manifestações e informações dos órgãos técnicos da Casa. 16,30 de julho: ocorrem os despachos protocolares. 1o de agosto: o diretor geral autoriza o DEMAP (Departamento de Materiais e Patrimônio) a abrir a concorrência. 8 de agosto: o Presidente João Paulo Cunha, repetindo o Ato da Mesa assinado pelo ex-Presidente Aecio Neves, resolve constituir a Comissão Especial de Licitação. 11 de agosto: realiza-se a 1a reunião da Comissão Especial de Licitação (CEL). 12 de agosto: a CEL solicita o parecer da ATEC (Assessoria Técnica da Diretoria Geral). 15 de setembro: a ATEC apresenta o parecer jurídico favorável à minuta do Edital. 16 de setembro: é publicado Edital de concorrência. 31 de outubro: é aberto o certame e oito empresas concorrem. 05 de dezembro: a CEL classifica as empresas e apresenta o resultado das propostas. 08 de dezembro: é publicado o resultado, sem nenhum recurso que conteste a licitação. 18 de dezembro: declaração da empresa (agência) vencedora. 19 de dezembro: é homologada a concorrência. 31 de dezembro de 2003: é assinado o contrato.
Vale destacar, que até hoje o Deputado João Paulo Cunha não conhece o servidor que presidiu a Comissão Especial de Licitação. ACUSAÇÃO O ministro Joaquim Barbosa afirma que este contrato de publicidade em nada benefíciou a Câmara dos Deputados. Isso procede? Quais benefícios foram proporcionados ao legislativo? A VERDADE A afirmação demonstra desconhecimento do relator pela não leitura dos autos, ou pura maldade! Os benefícios são diversos. O Jornal da Câmara passou por uma completa reforma gráfica e editorial que é mantida até hoje. A TV Câmara ganhou nova estrutura, sendo completamente renovada, incluindo auditório, programas, vinhetas, cenários, trilhas sonoras, que permanecem sendo utilizadas até hoje. Foram desenvolvidas, campanhas e programas de visita monitorada às instalações da Câmara dos Deputados, criou-se o novo Portal da Câmara, o serviço 0800, o Site Plenarinho, para a participação do público infanto-juvenil. Pela primeira vez na história da Câmara todos os contratos e relatórios de viagem foram expostos na internet, com total transparência. Todas essas ações foram reconhecidas com a conquista de diversos prêmios, inclusive internacionais.
ACUSAÇÃO
Segundo o ministro-relator, a definição da política de comunicação da Câmara dos Deputados foi determinada pelo deputado João Paulo Cunha. Isso é verdade?
A VERDADE
Não! Em ofício enviado ao Conselho de Ética da Câmara, a Secretaria de Comunicação explicou que: “fundamentou-se na política de comunicação, construída pela Secretaria de Comunicação da Câmara em 2003, a partir de um amplo processo de discussão e estudos. Foram dois seminários, reuniões com assessores das comissões técnicas e dos gabinetes parlamentares, uma pesquisa realizada junto a 102 deputados e estudos de várias pesquisas de opinião pública e monografias sobre o Legislativo Brasileiro. Essa política de comunicação serviu de referência para a SECOM na elaboração do novo edital para a concorrência que selecionaria a agência de propaganda para a Câmara”.
Assim, de forma coletiva, democrática e transparente, foi definida a nova política de comunicação para a Câmara dos Deputados.
ACUSAÇÃO
O ministro-relator acionou a Policia Federal (PF) para analisar a licitação e a execução do contrato. Qual o resultado produzido pela Polícia Federal?
A VERDADE
Laudo pericial de exame contábil do instituto Nacional de Criminalistica, órgão da Polícia Federal, constatou que os serviços contratados foram efetivamente executados. Concluíram que o contrato previa cláusulas que garantiam a execução da forma como foi realizado. Esse laudo afirma que
a tercerização dos serviços foi real, ocorrendo em conformidade com a legislação vigente (pg 12). Que a tercerição é da rotina operacional dos contratos firmados entre os orgãos públicos e as agências de publicidade (pg 15). O contrato admitia tercerização de serviços (pg 17). E que os gastos com veiculação correspondem a 65,53% do contrato (pg 19). Veja ao lado.
Observe a situação contraditória que a maioria do STF criou. O único item que o laudo da PF questiona, os serviços prestados pela IFT, o Supremo considerou regular e absolveu o Deputado João Paulo. Por outro lado, todos os outros serviços contratados pela Camara, foram atestados pelo laudo da Polícia Federal, como efetivamente executados. Entretanto a maioria do Supremo ignorou este laudo da PF para condenar.
DISTORÇÃO DOS FATOS
Nas páginas seguintes (de 31 até 35) serão apresentados para o conhecimento da sociedade, todos os pagamentos feitos pela Câmara dos Deputados. Ou seja: o contrato assinado pela Câmara com a agência SMP&B de R$ 10.745.902,17 foi totalmente executado com os respectivos recebedores dos recursos. Tudo com documentos apresentados no processo. A regra para pagamento à agência é a estabelecida no contrato e a práticada do mercado, inclusive regulado por lei. A regra do contrato é a seguinte: 15% das veiculações (cláusula 9a – parágrafo único), no valor de R$ 948.338,41; 5% dos serviços pagos a terceiros (cláusula 8a – alínea “b”) no valor de R$ 129.519,40 e os serviços prestados pela própria agência (cláusula 8a – alínea “a”), no valor de R$ 14.621,41.
Por esses números, chegamos à conta usada pelo ministro Joaquim Barbosa para condenar erroneamente o Deputado João Paulo Cunha. Ou seja: a Câmara, dentro da legalidade, veiculou os anúncios, pagou os serviços e os contratados pagaram as comissões para a agência. O Ministro Relator contabiliza equivocadamente as comissões pagas pelos veículos à SMP&B como se fossem desvios de recursos.
Baixe aqui a revista completa (o tempo médio de download é de cinco minutos), com todos os seus documentos!
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/123623/A-verdade-de-Jo%C3%A3o-Paulo-encara-as-mentiras-de-JB.htm
hc.coelho
12 de dezembro de 2013 2:27 pmE o pig
É interessante como o pig tratou a declaração do joão Paulo: correu dos argumentos como o diabo foge da cruz. Nada, não defenderam os argumentos que durante sete anos bradaram sobre o assunto; não constestaram os fatos apresentados; não apontaram possivel contradição; não defenderam o joaquim barbosa, não defenderam o mp, nada , nada. Só repetem o mantra: mensalão do pt.
Dão mais um atestado do que reamlente houve.
Gão
12 de dezembro de 2013 9:38 amQuem é o cara que persegue o Haddad
Alguém mais estranhava a apatia de alguns movimentos sociais diante das centenas de incêndios em São Paulo sob o comando da direita ? tudo tem explicação
Olha o cidadão que consegue a liderança do MTST
Guilherme Boulos
Filho de Marcos Boulos, coordenador de Controle de Doenças – CCD é o órgão da Secretaria de Estado da Saúde do estado de são paulo, subalterno do Alckmin como se vê aqui:
http://www.saude.sp.gov.br/ses/institucional/coordenadorias/coordenadori…
Reportagem da folha no site do próprio MTST
Boulos, que é filho do chefe de divisão de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas e coordenador de controle de doenças da Secretaria do Estado da Saúde, Marcos Boulos, é formado em filosofia na USP e deixou a casa dos pais, em um bairro nobre de São Paulo, para militar pelos sem-teto em 2002.
Pois é mais um “gigante” que só acordou agora, convenientemente, até providenciou um acampamento em frente ao prédio do Haddad onde soltavam fogos durante a madrugada, esse Haddad mexeu mesmo com marimbondos, só acontece com quem pertuba o sossego da direita paulista, petista tem que ser cascudo:
http://www.mtst.org/index.php/noticias/199-folha-de-s-paulo-relata-o-esp…
SP: Haddad não terá paz até terminar governo, dizem sem teto
http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-haddad-nao-tera-paz-ate-t…
Cidade tem onda de invasões de sem-teto na gestão Haddad
As ocupações devem aumentar nas próximas semanas, diz Guilherme Boulos, líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).
E a pergunta que não quer calar, onde estava essa fúria quando as comunidades pobres de São Paulo ardiam em chamas na gestão Kassab ?
Marly
12 de dezembro de 2013 3:41 pmQue absurdo
Esse post deveria ser elevado para conhecimento e comentários de todos!!!!!!!
Adir Tavares
12 de dezembro de 2013 10:16 amA PARALISIA DO AÉCIO
A PARALISIA DO AÉCIO
por Ivson Alves do blog Coleguinhas, uni,vos!!
Pouco antes de sair de férias, li a seguinte frase do Aécio Neves, escolhida como uma das melhores da semana pelo Globo (ó surpresa!):
“As políticas sociais já não terão mais o peso que tiveram em eleições passadas. Elas já foram precificadas pelos eleitores” .
Essas palavras mostram claramente o motivo pelo qual a cada pesquisa Dilmão amplia sua vantagem sobre os candidatos da oposição: esta não tem a menor ideia do que acontece no país. Sem ter noção do que vai pelas ruas, como é que se pode montar uma plataforma que embase uma candidatura minimamente competitiva?
O dilema básico de Aécio, expresso pela frase, é que ele não pode admitir que os brasileiros deram uma salto em seu padrão de vida nos últimos 10 anos que não encontra paralelo nos 50 anos anteriores. Por mais óbvio que isso seja, admiti-lo claramente levaria a perguntas incômodas como:
1. Então por que vocês não tomaram essas medidas quando estiveram no poder? Não foi por falta de tempo.
2. Por que lutaram contra a implementação dessas medidas quando elas foram propostas?
3. O que farão para aprofundá-las?
Haveria outras perguntas chatas como essas, mas a número 3 é a demolidora. Por que o que se viu nas manifestações de junho não foi um protesto contra o realizado nos últimos 10 anos, mas o que deixou de ser feito – ações pela melhoria da saúde, da mobilidade urbana, da educação. Os protestos exigiam mais pressa, maior velocidade no caminhar e não mudança da estrada que vem sendo seguida.
E o que os tucanos têm a oferecer nesse campo? A resposta é nada. Na verdade, têm a propor exatamente o contrário – uma mudança na rota, um cavalo-de-pau na agenda social, que, muito provavelmente, jogaria os brasileiros de volta aos anos 90.
E não há como Aécio propor algo diferente, pois é o que ele e sua base de poder – especialmente os grandes empresários e a parte da classe média mais reacionária – acreditam. Se disser que vai manter o que está aí, desagrada a maioria quem quer mais; se disser que vai botar o pé no acelerador, essa maioria, muito provavelmente, não vai acreditar nele (devido às perguntas 1 e 2) e ainda vai desagradar ao seu pessoal.
Sair desse impasse paralisante – e rápido – é o desafio dos tucanos. Francamente, dado o passado de todos e às suas companhias de viagem, acho bem difícil.
http://coleguinhas.wordpress.com/
Sorano
12 de dezembro de 2013 10:18 amSTF: empresas não podem
STF: empresas não podem contribuir nas campanhas eleitorais; mas a velha mídia pode! A Rede Globo pode! A Folha pode! Com a palavra o Sr. Luiz Fux.
hc.coelho
12 de dezembro de 2013 2:30 pmAí é com o tse
Nunca entendi a cegueira do tse com o pig, partido da imprensa golpista. É partido ou não é? Calro que é e dos mais atuantes e usando recursos, uma conseção pública, informação aos cidadãos, de maneira distorcida, unilateral e bandida. E o tse desconhece.
evandro condé de lima
12 de dezembro de 2013 2:01 pmHá lógica? Não entendo de
Há lógica? Não entendo de direito, mas é assim mesmo que funciona? (em empo, não encontrei o “clipping”
Da Folha:
Mônica Bérgamo.
Dois netos de Pelé conseguiram, na Justiça, obrigá-lo a pagar pensão de sete salários mínimos para cada um (ou R$ 4.746). Eles são filhos de Sandra Arantes do Nascimento Felinto, que travou batalha judicial para ser reconhecida pelo ex-jogador. Ela morreu em 2006 e o pai dos garotos alega não ter condições, sozinho, de prover o sustento das crianças.
COMO TODOS
Os advogados disseram que os netos não conseguiam, sem a ajuda, comprar “uma roupa melhor”, morar em casa “confortável”, ter alimentação “adequada” nem viajar, ir a um clube e ter médicos e dentistas razoáveis. Ao apoiar o pleito, os desembargadores consideraram que os jovens “passam privações não suportadas pelos outros netos” de Pelé. A assessoria do ex-jogador afirma que ele não pretende se manifestar.
CASTELO
O caso de Pelé foi analisado por três desembargadores. Um deles, num voto divergente, e derrotado, considerou que o dinheiro pedido pelos netos não se destinará à subsistência, mas, sim, à melhoria de suas “condições sociais”. Frisou a insistência deles em obter ajuda para “conhecer a Disney”.
Frederico69
12 de dezembro de 2013 8:55 pmele nunca aceitou o resultado
a própria filha só foi reconhecida após decisão da justiça.
parece que este caso foi uma grande dor de cabeça pro pelé, e por sinal não foi curada ainda.
evandro condé de lima
12 de dezembro de 2013 9:15 pmA questão é o avô ter de
A questão é o avô ter de pagar pensão aos netos.
MiriamL
12 de dezembro de 2013 3:00 pmZapatistas foram
Zapatistas foram precursores da utilização da internet para mobilizações sociais, diz especialista
Henrique Antoun (centro) analisou protestos de junho e violência policial no Rio de Janeiro | Foto: Divulgação/OID
Samir Oliveira
Doutor em Comunicação e professor da UFRJ, onde coordena o Laboratório de Pesquisa em Comunicação Distribuída e Transformação Política, Henrique Antoun considera que o movimento Zapatista foi o precursor da utilização da internet para mobilizações políticas e sociais. O acadêmico participou da conferência “As Redes, As Ruas e As Políticas Públicas”, na 12ª edição da Oficina para Inclusão Digital e Participação Popular. O painel também contou com a presença do secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Diogo Sant’ana.
Henrique Antoun, que escreveu e disponibilizou na internet o livro “A internet e a rua: ciberativismo e mobilização nas redes sociais”, recordou da guerrilha indígena travada no interior do México nos anos 1990, nas montanhas Chiapas ao comentar os protestos de junho deste ano no Brasil.
“Em 1997, um comunicado do subcomandante Marcos, do Exército Zapatista de Libertação Nacional, era traduzido em dezenas de línguas em alguns minutos. O Zapatismo não parou de crescer e se tornou o primeiro movimento global de protesto. Tinham apoiadores em toda parte, da Argentina ao Japão”, explicou.
Para o professor, a utilização de uma internet ainda incipiente pelos zapatistas “marcou a construção de parcerias e colaboração livres e independentes, que é o espírito da web que vemos renascer em meados deste ano: multiplicidade de grupos distintos, com interesses diferentes, convergindo em uma mesma movimentação livre”, resumiu.
Black Blocs representam resistência a um modelo de cidade, diz professor
O professor Henrique Antoun considera que a tática Black Bloc é um recurso adotado por alguns militantes na tentativa de atrair a atenção da mídia aos protestos. “Black Bloc é uma tática para forçar a notícia”, definiu.
Ele entende que, no Rio de Janeiro, as manifestações surgiram como uma reação a políticas excludentes em diversos aspectos. “No Rio, há quase 20 anos se tem uma política em que a rua é o lugar mais execrado e perigoso. Por outro lado, a classe média tem terror por pobre. É uma política de governo que entrega a rua à milícia, ao traficante e a qualquer tipo de poder que não o obrigue a trabalhar”, criticou.
Debate ocorreu durante 12ª edição da Oficina para Inclusão Digital e Participação Social | Foto: Divulgação/OID
Para o acadêmico, esse fenômeno, associado ao que identifica como “culto pela marca” – incentivado pela mídia – gera os templos de segurança da classe média: os shoppings centers. “É o único lugar que uma mãe de classe média deixa seu filho ir. E assim nasce o coxinha”, comparou.
Entretanto, Antoun avalia que o mesmo processo de idolatria pelas marcas que gera o “coxinha” acaba gerando também outros tipos. “O poder que promove essa subjetividade coxinha promove outras duas subjetividades: o traficante e o policial, que também são tarados por marca. É o bandido fardado e o bandido sem farda”, opina.
Para ele, os black blocs resistem a esses processos e reivindicam para si uma cidade que não se submeta às empreiteiras e “à paz eleitoral da grande política”. O professor aponta, ainda, que a juventude que foi às ruas em junho e julho “é filha do PT”. “Não conheceram outro governo que não o do PT e querem ir adiante”.
Governo tem obrigação de se relacionar com movimentos sociais, diz secretário-executivo
Secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Diogo Sant’ana considera que o governo federal tem a “obrigação institucional e a tarefa política” de se relacionar com os movimentos sociais brasileiros – missão que é incumbida à pasta que comanda junto com o ministro Gilberto Carvalho.
Ao analisar os protestos de junho, Diogo afirma que identificou neles uma disputa por diversas narrativas que tentassem explicá-lo. “O principal e forte recado passado ao governo foi de que os métodos e a participação social na política, como são feitos hoje, não satisfazem mais. Os mecanismos tradicionais de representação política estão superados”, avaliou.
Para o secretário-executivo, as manifestações “quebraram a lógica central da participação política no país”, que, segundo ele, estão centradas em torno de organizações consolidadas e de uma ação coletiva por meio de partidos, sindicatos e conselhos, por exemplo. “Isso se alterou completamente e incidiu não só sobre os novos atores que foram às ruas, mas sobre os atores tradicionais dos movimentos sociais já consolidados, que não tiveram hegemonia nos protestos”, refletiu.
http://www.sul21.com.br/jornal/todas-as-noticias/geral/zapatistas-foram-precursores-da-utilizacao-da-internet-para-mobilizacoes-sociais-diz-especialista/
Cláudio José
12 de dezembro de 2013 5:54 pmPAPA AMIGO DO POVO
PAPA CRITICA MEGA SALÁRIOS E BÔNUS ALTOS
Na primeira mensagem de paz de seu pontificado, Francisco afirma que estes são sintomas de uma economia baseada na ganância e desigualdade; o pontífice pediu ainda à própria igreja católica que seja mais justa, frugal e menos pomposa, e que esteja mais perto dos pobres e sofredores
12 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 15:06
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO, 12 Dez (Reuters) – O papa Francisco criticou nesta quinta-feira os mega salários e grandes bônus, dizendo na primeira mensagem de paz de seu pontificado que são sintomas de uma economia baseada na ganância e desigualdade.
Em mensagem para o Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, celebrado pela Igreja em todo o mundo em 1º de janeiro, o papa também pediu uma maior divisão de riquezas entre as pessoas e as nações para reduzir as diferenças entre ricos e pobres.
“As graves crises financeiras e econômicas da atualidade… levaram o homem a buscar a satisfação, felicidade e segurança no consumo e nos ganhos fora de qualquer proporção com os princípios de uma economia sólida”, disse o pontífice.
“A sucessão de crises econômicas deve levar também a repensarmos os nossos modelos de desenvolvimento econômico e a uma mudança no estilo de vida”, acrescentou.
Francisco, que foi nomeado na quarta-feira pela revista Time a Personalidade do Ano, pediu à própria Igreja que seja mais justa, frugal e menos pomposa, e que esteja mais perto dos pobres e sofredores.
A mensagem será enviada aos líderes dos países, organizações internacionais, como a ONU, e ONGs.
Intitulada “Fraternidade, a Fundação e Caminho para a Paz”, a mensagem também atacou a injustiça, o tráfico de seres humanos, o crime organizado e o tráfico de armas, todos apontados como obstáculos para a paz.
O estilo do novo papa é caracterizado pela humildade. Ele abriu mão do espaço apartamento papal no Palácio Apostólico do Vaticano a decidiu viver em uma pequena suíte em uma casa de hóspedes do Vaticano. Francisco também prefere andar num Ford Focus em vez da tradicional Mercedes utilizada pelos papas.
Um defensor dos oprimidos, ele visitou a ilha de Lampedusa, no sul da Itália, em julho, para prestar homenagem a centenas de imigrantes que morreram cruzando o mar do norte da África para a Europa.
(Reportagem de Philip Pullella)
Cláudio José
12 de dezembro de 2013 6:00 pmOLHO NA FOTO
Foto de advogado da Portuguesa ao lado de Fred repercute nas redes sociais
Sestário participou do caso Héverton, que pode punir e rebaixar a Portuguesa: seria a salvação do Fluminense
O DIA
Rio – Uma foto do advogado Osvaldo Sestário ao lado da esposa, Renata Oliveira, e Fred causou polêmica nas redes sociais. Sestário é o centro da polêmica que envolve o Brasileiro. Sestário defendeu a Portuguesa no caso de suspensão do meia Héverton, que teria atuado de forma irregular na última rodada do Brasileiro e que pode render punição ao clube paulista.
A mulher do advogado torce para o Fluminense. Nas redes sociais, internautas criticaram a tal foto e até questionaram o trabalho de Sestário. A imagem é do ano passado, quando Fred foi julgado por empurrão no lateral Junior Cesar, do Atlético-MG.
Caso a Portuguesa seja punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Fluminense pode se salvar do rebaixamento.
Diogo Costa
12 de dezembro de 2013 6:06 pmMeu pé de laranja lima
MEU PÉ DE LARANJA LIMA – Proibir o financiamento privado de campanha é um avanço digno de nota. O financiamento privado distorce a vontade popular e transforma as disputas em verdadeiras ‘corridas ao pote de ouro’. Há inúmeros parlamentares que hoje se elegem com campanhas milionárias, independentemente de colorações partidárias.
Isto afasta militantes sociais de base, afinal de contas, que é que tem condições de bancar uma campanha milionária para deputado federal, estadual ou até mesmo para vereador nas grandes capitais?
Ocorre que não basta proibir o financiamento feito a partir das pessoas jurídicas. Fazê-lo seria uma solução pela metade. E porque é uma solução pela metade? Porque acaba apenas parcialmente com o famigerado financiamento privado. Ora, dinheiro de pessoas físicas também é dinheiro privado!
Acabar com as contribuições de pessoas jurídicas e manter contribuições de pessoas físicas é um arremedo. E além de arremedo, será a porta aberta para a prática de um imenso e incontrolável laranjal. Uma pessoa física endinheirada pode perfeitamente burlar o limite atual através de dois, dez, duzentos ou mais laranjas.
A reforma política tem vários pontos importantes, mas fundamental mesmo é a implementação do financiamento público exclusivo e do voto em lista. Admitir o financiamento privado através de pessoas físicas é a porta aberta para a manutenção do poder econômico.
Se um assalariado que percebe dois salários mínimos doar 10% de seus rendimentos, como poderá competir com as pessoas físicas mais abastadas, muitas delas proprietárias de bancos, de indústrias e de empreiteiras?
O grande problema que existe hoje em dia é o controle e a fiscalização da justiça eleitoral nos municípios, a fiscalização dos TREs e do TSE. E qual é o problema? O problema é que é impossível fiscalizar, por exemplo, uma eleição municipal onde existem mais de 60.000 candidatos espalhados em todo o território nacional.
Atualmente cada candidatura constitui um comitê financeiro próprio, daí a incomensurável dificuldade, quase uma impossibilidade lógica de se fazer um controle efetivo sobre a questão do caixa dois.
Justamente por isto é que o financiamento privado é pernicioso e que a manutenção do mesmo através de doações de pessoas físicas é apenas um ‘meia boca’. Somente o financiamento público exclusivo é que resolverá esta situação.
Mas o TSE vai despejar dinheiro público na mão de 60.000 candidaturas, cada uma das quais com comitê financeiro próprio? Evidentemente que disponibilizar dinheiro público nos moldes do voto aberto e uninominal, como temos hoje, é outro erro crasso e de incontrolável fiscalização!
Por isto é que a reforma política defendida pela esquerda e pelos movimentos sociais só será digna deste nome se combinar o financiamento público exclusivo com o voto na lista partidária!
Ao invés da justiça eleitoral fiscalizar mais de 60.000 candidaturas avulsas (o que é praticamente impossível), bastaria que se fiscalizasse os 30 partidos existentes hoje em Pindorama. O que é mais fácil, fiscalizar 60.000 candidatos abastecidos com dinheiro do financiamento público, ou fiscalizar os 30 partidos existentes, para os quais seriam repassados estes recursos?
Enfim, dizem que de boas intenções o inferno está cheio… Falar em reforma política sem falar em financiamento público exclusivo e sem falar no voto em lista é um sofisma, não mais do que isto.
Acabar pela metade com financiamento privado não vai resolver os problemas atuais de nosso sistema político-eleitoral e, pior ainda, pode abrir caminho para um laranjal igualmente incontrolável, parecido ou até pior do que o sistema que vigora atualmente.
Cláudio José
12 de dezembro de 2013 6:09 pmALIANÇA
PPS oficializa aliança com PSB e Rede na segunda, confirma Eduardo Campos
Governador de Pernambuco disse em João Pessoa que os dois partidos vão trabalhar pela coligação em todos os estados, inclusiva na Paraíba, onde as duas legendas atuam em campos opostos
Poder | Em 12/12/13 às 12p0, atualizado em 12/12/13 às 14p4 | Por Hermes de LunaImprimirEnviar notíciaHermes de Luna
Eduardo Campos
O governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente da República pelo PSB, Eduardo Campos, confirmou para segunda-feira (16) um encontro com a direção nacional do PPS, em Brasília (DF). Nesse encontro será oficializado o apoio do partido do deputado federal Roberto Freire à aliança entre os socialistas e a Rede, da ex-ministra Marina Silva.
Para Campos, “é um sinal dos tempos”, já que o PPS tomou a decisão de vir ao encontro do PSB e da Rede apostando “num crescimento da proposta e de construir essa unidade”. Ele adiantou que que os dois partidos vão trabalhar para formalizar a aliança em todos os estados. “Vamos fazer esse diálogo para ter todos esses partidos na coligação”, disse o governador de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (12), em João Pessoa, quando recebeu o título de ‘Cidadão Pessoense’ da Câmara de Vereadores dessa cidade.
O governador Ricardo Coutinho (PSB) esteve presente à solenidade. Ele é candidato à reeleição e, na Paraíba, o PPS é comandado por um dos seus ex-aliados, o vice-prefeito da Capital, Nonato Bandeira, que atua na oposição e torce para uma aliança com o PSDB, do senador Cássio Cunha Lima.
Eduardo Campos reafirmou que vem conversando com o pré-candidato do PSDB, Aécio Neves, mas não acredita numa aliança com essa legenda ainda no primeiro turno em nível nacional, embora aposte em aproximações em casos isolados, como na Paraíba.
“Em alguns estados vai acontecer. Por exemplo, aqui [na Paraíba]. Do ponto de vista nacional, está claramente colocado que vamos fazer essa disputa em campos diferentes e com candidaturas diferentes”, afirmou.
Segundo o pré-candidato, o PSB e a Rede estão tranquilos porque sabem o que vão viver em 2014 e sabem o que oferecer à sociedade brasileira. “Faremos uma reflexão e teremos uma proposta segura de como o Brasil pode melhorar. Nós sabemos, porque participamos das lutas que melhoraram a vida dos brasileiros nos últimos anos, mas sabemos que chegou a hora de termos mais, melhor e de um novo jeito”, disse.
Em sua entrevista, o governador de Pernambuco frisou que o Nordeste está precisando “de um olhar de quem conhece essa região, de quem vive aqui, de quem sabe das dificuldades que enfrentamos e que precisamos ser olhados não como urnas e como eleitores”. Na sua opinião, “os nordestinos estão incomodados com esse olhar. Nós queremos ser olhados como cidadãos, que têm o direito de ver a vida melhorar. Nós últimos anos a vida não tem sido fácil no Nordeste. É uma estiagem como a que vivemos, é um esvaziamento dos cofres públicos estaduais e municipais, é a ausência de um pensar estratégico sobre a região, que tem tem força e tem peso. E terá mais peso ainda porque vai se unir”, discursou.
Foto: Entrega do título de Cidadão Pessoense a Eduardo Campos
Créditos: Hermes de Luna
Assista à matéria exibida na TV Correio HD.
Paulo F.
12 de dezembro de 2013 6:21 pmVai faltar espaço!
Declaração de Acio em:
http://oglobo.globo.com/pais/aecio-se-alguem-do-psdb-tiver-feito-algo-errado-que-va-para-cadeia-tambem-11049007
“Homens bons” não vão para cadeia, cadeia é para os 3Ps!
Ronaldo-SP
12 de dezembro de 2013 6:43 pmMorre Sergio Martins, de Placar.
Morreu o Sergio Martins bom.
http://blogdojuca.uol.com.br/2013/12/sergio-martins-o-reporter/
Cláudio José
12 de dezembro de 2013 6:55 pmO “BOM” MENINO DA BAND
Sobre meninos e cavalos
Ao ser criticado por internauta, Danilo Gentili distribui coices, pedras e lições de física sobre ação e reaçãopor Matheus Pichonelli — publicado 12/12/2013 10:30, última modificação 12/12/2013 14:08
O post no perfil do humorista
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O humorista-geral da República Danilo Gentili é tão bom em piada como em ciência política. Isso qualquer mortal disposto a encarar suas sentenças definitivas sobre mulheres, minorias e condenados pode conferir em seus acessos de sacadas lógicas na tevê ou redes sociais. O que pouca gente sabe é que o comediante, antes de tudo, é também um mestre da física.
Durante a semana, Gentili exibiu sua intimidade com as leis consagradas de ação e reação ao bater-boca com uma internauta pelo Twitter. Porque no mundo, ensinou o comediante, somos todos pedras. Ensinam-nos nas escolas que para toda interação, na forma de força, que um corpo A aplica sobre um corpo B, dele A recebe uma força de mesma direção, intensidade e sentido oposto. A lei da física é, portanto, justa: o movimento é proporcional à ação anterior. Na lei gentílica, não importa que entre uma pedra e outra exista uma claque composta por milhares de pedras com milhares de outras pedras nas mãos: as respostas serão todas equivalentes. Assim, em uma luta entre covardes, estamos todos autorizados a responder um peteleco com um tiro de fuzil.
Em 2012, o escritor Paulo Coelho declarou que Ulysses, clássico do irlandês James Joyce, não renderia um tuíte. A declaração também renderia um tuíte, mas serviu como resgate a uma analogia memorável. Em resposta ao escritor brasileiro, Stuart Kelly, crítico de literatura do britânico Guardian, recorreu a uma frase do escritor e pensador inglês Samuel Johnson para responder a outro crítico no século XVIII: “Uma mosca pode picar um cavalo, mas o cavalo continua a ser um cavalo, e a mosca não mais que uma mosca”.
Como o humorista brasileiro é especialista em física, e não em cavalos ou moscas, as pedras ancoradas na lei da ação e reação couberam-lhe melhor. Foi um massacre. Para quem não acompanhou, tudo começou quando uma internauta escreveu, em seu perfil no Twitter, que faltava embasamento para as posições políticas do apresentador, algo que até as pedras nas mãos de sua plateia teriam dificuldade em refutar. A crítica aconteceu após a entrevista, na terça-feira 10, com um colunista e escritor autodenominado especialista em caviar e movimentos sociais. Eis o peteleco: “O Jô Soares é de direita, mas é respeitado, pois tem conhecimento (leitura). Agora, esse Danilo Gentili cita a Forbes. Ridículo”.
Até ali, as pedras estavam na posição de origem: uma figura pública, exposta até a alma em ambientes públicos, era alvo de uma crítica (ou peteleco, se preferir). Injusta? Talvez. O silêncio deixaria as coisas como estavam: um peteleco é um peteleco, uma mosca, uma mosca, um cavalo, um cavalo, concluiria Johnson. Faltou combinar com a lei da física, que transforma seres animados (piadistas, inclusive) em fragmentos monolíticos fadados a ação e reação. Pedras e coices voaram. Como reação à ousadia de comparar Gentili a Jô Soares, a internauta foi chamada de “puta” e “chupadora de rola”. Conheceu assim outra lei da física: a que devolve provocação com misoginia.
“Chupadora de rola de genocida e corrupto detected. Quem quiser deixá-la molhadinha, basta assassinar alguém. Ela pira!”, escreveu o humorista para seus mais de 5,3 milhões de seguidores.
A plateia, sem saber se era para rir ou latir, seguiu em coro os ataques contra a internauta conclamados pelo chefe. A palavra de ordem foi: “Fanzocas a xingue (SIC) de puta”. Muitos (mulheres, inclusive) obedeceram.
Como comparou o autor de um texto certeiro divulgado no dia seguinte, foi como conclamar uma multidão acéfala – que, como pedras, obedecem acriticamente aos chamados do líder – a invadir a sala da provocadora, que não tem uma multidão em seu favor, e praticar o morticínio. Ao criticar o piadista, a internauta o expôs o humorista ao seu grupo de seguidores (1.246 até o fechamento deste post), um grupo menor do que o dos espectadores ligados na tevê – que tinham, diante da exposição, tanto direito de considerar o piadista um gênio como um “boboca” (estes últimos, como precede a lógica, só não aplaudem as piadas porque são condescendentes com os crimes contra a República cometidos por político corruptos).
“Ela apareceu do nada na minha TL xingando gratuitamente eu e o Roger (SIC). Por quê? Porque não satisfizemos o ego dela falando na TV o que ela queria ouvir. Acredita que cometemos o crime de dizer algo que ela não concorda?”, disse Gentili, segundo reproduziu o portal Terra. A essa altura o piadista já se abraçava a tudo o que aprendeu na escola sobre gratuidade, justiça e, claro, física. Ao responder a ela, com coices, pedras e dinamites, o apresentador a jogou na jaula dos leões imaginando estar ancorado na equidade proporcional de forças.
“A dondoquinha só pode xingar os outros, mas receber um xingamento como resposta não pode! Judiação não é mesmo? Ela só quer a metade da lei natural- a da ação. A da reação ela considera ‘desrepeito’ (SIC). É a ditadura do coitadinho que só pode ofender mas não pode ser ofendido. Qual é a conclusão? A conclusão é que o que falta mesmo é um pau bem grande no cu de todo mundo. Reflitam sobre isso. Esse é o desafio pra 2014: mais pau no cu de todo mundo.”
Refletiremos, Gentili. Estamos todos refletindo.
Cláudio José
12 de dezembro de 2013 7:04 pmBOA NOTÍCIA
Embraer recebe pedido da American Airlines para 60 aviões por US$ 2,5 bi
Negociação também envolve opções de compra para outras 90 aeronaves
Terra
A Embraer recebeu da American Airlines um pedido de encomendas firmes por 60 aviões E175, um negócio estimado em US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 5,75 bilhões) a preços de tabela.
O pedido – anunciado por ambas as empresas nesta quinta-feira – também envolve opções de compra para outras 90 aeronaves do mesmo modelo, podendo levar a o valor total do acordo a aproximadamente US$ 6 bilhões.
O pedido firme será incluído na carteira de pedidos firmes da Embraer do quarto trimestre deste ano, sendo que as entregas estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2015. A fabricante brasileira registrava, ao fim de setembro, uma carteira de pedidos firmes de US$ 17,8 bilhões.
As ações da Embraer operavam em forte alta após o anúncio da encomenda da American Airlines. Às 10p3, os papéis da fabricante de aviões subiam 4,01%, a R$ 18,40, ante alta de 0,29% do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
A American Airlines – controlada pela AMR Corp, que passa por um processo de fusão com a US Airways para sair da concordata – também anunciou uma encomenda com a principal rival da fabricante brasileira, a canadense Bombardier.
O pedido para a Bombardier, porém, é menor que o feito para a Embraer: envolve 30 aviões CRJ900, avaliados em US$ 1,42 bilhão, e com opção de compra de até mais 40 unidades, o que elevaria o valor total da transação para US$ 3,38 bilhões.
Frederico69
12 de dezembro de 2013 8:25 pmtempos modernos
depois da fase da briga veio a reconciliação e até já temos uma propaganda da veja no site!!!
e o Nassif não nos contou nada.
hehehe
luisnassif
13 de dezembro de 2013 8:21 amPublicidade Google
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Luciano Prado
12 de dezembro de 2013 11:40 pmMeu Deus!! A que ponto chegou a imprensa brasileira
Mídia e PSDB noticiam: Petrobras tem “32% de chances de falir”. É? Então a Vale tem 59%. Que burros!
12 de dezembro de 2013 | 19:44 Autor: Fernando Brito
A irresponsabilidade da imprensa para com a Petrobras só não é maior que seu ódio pela empresa.
E, acabo me convencendo, que a sua burrice e despreparo.
É a notícia de que a Petrobras tem 32% de chances de falir nos próximos dois anos, segundo “um estudo” da consultoria Macroaxis.
Não há estudo algum, seus patetas!
A Macroaxis é apenas um site de “cálculos de investimento” automatizado, que pega dados financeiros brutos, aplica uma fórmula e “tira conclusões”. Uma “maquininha” de previsões que pega o sobe e desce das ações e projeta mecanicamente.
E chega a conclusões, obviamente, burras.
Menos burras, claro, que quem as divulga dessa forma.
A história é a seguinte:
Há um brasileiro que “contribui” com a Forbes, como centenas que escrevem em seu site. Antunes, um “famous who”, que se divertiu ano passado fazendo um texto sobre as possibilidades de Neymar, gastando demais, falir.
Este ano, descobriu o site Macroaxis e foi buscar entretenimentocalculando as possibilidades de falência da Petrobras, certo de que bater na estatal brasileira é porta de entrada escancarada para obter espaço na mídia.
E os “complexo de vira-lata” copiam tudo o que sai na Forbes…
Bom, este modesto blogueiro aqui, descobrindo como foi feito o tal “estudo da consultoria Macroaxis”, pensou, simplório como é: pau que dá em Chico, dá em Francisco.
Inscreveu-se no site e pediu para calcular as possibilidades de a Vale, maior mineradora do mundo, falir.
Não deu outra: 59% de chances de falência nos próximos dois anos! Está lá em cima a imagem e o amigo e a amiga podem fazer os cálculos na página de brincadeirinha financeira, que nem sequer o nome da equipe ou dos dirigentes da “empresa” traz.
Que ridículo!
E que imbecis os meus colegas de profissão que dão “notícias” baseados numa baboseira destas.
Tomara que nenhum chefe de família que tenha posto um dinheirinho em ações da Petrobras, ao ler, tenha saído correndo para vender.
Estes palhaços fazem isso com a maior empresa brasileira, responsável pela extração do mar de riquezas que a providência nos deu no pré-sal.
E se dizem jornalistas de economia. Ah, e os tucanos, gente que entende de negócios.
Palermas.