Coronavírus: Brasil ganha quase 1 mil casos por dia, e chega a 12.056

Foram 926 casos em 24 horas. O número de mortes chegou a 553. No dia anterior, eram 486 óbitos

Jornal GGN – Enquanto cresce a expectativa de que Jair Bolsonaro demitirá Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde ainda nesta segunda (6), o Brasil vê o número de casos confirmados de coronavírus saltar de 11.130 no domingo para 12.056, hoje, um salto de 8%. Foram 926 casos em 24 horas. O número de mortes chegou a 553. No dia anterior, eram 486 óbitos, crescimento de 14% de um dia para outro.

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4 comentários

  1. Com a falta de recursos (testes, respiradores, leitos, máscaras, etc.), principalmente para os mais vulneráveis, que aparentemente não estão ainda nas estatísticas. uma questão intrigante sobre a clara e oficialmente assumida subnotificação é a seguinte:
    1) Até onde estes vulneráveis(além de outros) podem estar tendo a doença sem nenhum registro (sem sequer percepção ou atendimento), embora retransmissores epidêmicos?
    2) Até onde estes estão falecendo da doença sem necropsia, autópsia ou teste e registro da causa mortis relacionada?
    Talvez isto explique não só a subnotificação mas também o registro concentrado nas camadas mais privilegiadas, que acabam tendo mais acesso à saúde privada, testes, registros, etc.

    Apenas para meditar: se os britânicos que disseram estarmos (braZil) subnotificados em 10 vezes, estaríamos com ~120 mil casos e ~5.500 mortes (atrás apenas de EUA, Itália e Espanha).
    Considerando isso exagerado e assumindo metade, seriam 60 mil casos e ~2.250 mortes, em 7o.lugar.
    Se meras 3x , estaríamos com ~36.000 casos e ~1.600 mortes, já no “Top 9”.
    O braZil já atingiu letalidade de 4,6% e superou 4 países na lista de mais casos, do 18o. para

  2. Moderação: agradeço ignorar e deletar o comentário de edição incompleta acima (e este), considerando o que será publicado em seguida. Desculpem e obrigado.

  3. Com a falta de recursos (testes, respiradores, leitos, máscaras, etc.), principalmente para os mais vulneráveis, que aparentemente não estão ainda nas estatísticas. uma questão intrigante sobre a clara e oficialmente assumida subnotificação é a seguinte:
    1) Até onde estes vulneráveis(além de outros) podem estar tendo a doença sem nenhum registro (sem sequer percepção ou atendimento), embora retransmissores epidêmicos?
    2) Até onde estes estão falecendo da doença sem necropsia, autópsia ou teste e registro da causa mortis relacionada?
    Talvez isto explique não só a subnotificação mas também o registro concentrado nas camadas mais privilegiadas, que acabam tendo mais acesso à saúde privada, testes, registros, etc.

    Apenas para meditar: se os britânicos que disseram estarmos (braZil) subnotificados em 10 vezes, estaríamos com ~120 mil casos e ~5.500 mortes (atrás apenas de EUA, Itália e Espanha).
    Considerando isso exagerado e assumindo metade, seriam 60 mil casos e ~2.250 mortes, em 7o.lugar.
    Se meras 3x , estaríamos com ~36.000 casos e ~1.600 mortes, já no “Top 9”.
    O braZil já atingiu letalidade de 4,6% e já superou 4 países (Suécia, Coréía Sul, Israel e Portugal), na lista de mais casos, subindo do 19o. para o 15o. e ultrapassará a Áustria em 1 dia ou 2, ficando em 14o.
    Como há países “à frente” pequenos e de baixa população ou já em queda de novos casos, podemos prever que em cerca de UMA SEMANA o Brasil já estará no “Top 10”, mas com uma taxa de letalidade maior que a de alguns dos “lideres” (EUA, Alemanha, China e Turquia).
    Tirando Turquia, Iran e talvez Espanha e Itália (?), todos os demais países tem recursos de saúde e sócio-econômicos melhores que o braZil (Alemanha, França, EUA, China e Inglaterra)
    Portanto podemos torcer para que fiquemos bem.
    Mas as evidências não são animadoras.

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