21 de maio de 2026

Indenização de profissionais de saúde pela Covid-19 é vetada por Bolsonaro

A proposta, que também incluía o pagamento deste valor a dependentes de profissionais trabalhando na linha de frente da pandemia que viessem a morrer por Covid-19, havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em julho.
Foto Sergio Lima - Poder 360

Jornal GGN – Foi publicada no Diário Oficial da União desta terça, dia 4, a decisão do presidente Jair Bolsonaro em vetar projeto que previa a indenização de R$ 50 mil aos profissionais de saúde incapacitados após contaminação por Covid-19.

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A proposta, que também incluía o pagamento deste valor a dependentes de profissionais trabalhando na linha de frente da pandemia que viessem a morrer por Covid-19, havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em julho.

Bolsonaro, em seu despacho, disse que o projeto é inconstitucional e contrário ao interesse público. Um dos motivos apontados foi a falta de estimativa do impacto orçamentário e financeiro do projeto.

O projeto inicial previa indenização a todos os profissionais reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde, agentes de endemias, técnicos e auxiliares de serviços operacionais, como limpeza, condução de ambulâncias e segurança. Durante as discussões no Congresso, outras categorias foram incluídas, como fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais e coveiros.

No começo de julho, Bolsonaro derrubou outra lei, que definia medidas para combater a doença entre indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. O presidente vetou obrigações do Poder Público com esses povos.

Além disso, em julho também ampliou a lista de vetos feitos à lei aprovada no Congresso sobre o uso de máscaras. Desobrigou o uso em igrejas, comércio, escolas e tirou a exigência de uso em presídios e unidades de cumprimento de medidas socioeducativas.

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3 Comentários
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  1. Ugo

    4 de agosto de 2020 11:45 am

    Lembro com tristeza a humilhação dos Medico Cubanos chamados de escravos pela elite medica pátria, lembro do apoio a este genocida, que nos envergonha por esta dita elite, lembro que é burrice esperar o mínimo de gratidão por serviços prestados.

  2. Arquimedes Diógenes Ciloni

    4 de agosto de 2020 12:21 pm

    Nega às famílias de trabalhadores da saúde (que lutaram para salvar vidas brasileiras) e defende tortura elogiando torturadores como seu herói Brilhante Ustra! Mas Maia não vê crimes que justifiquem o impedimento deste genocida! Triste Brasil.

  3. Maria do RJ

    10 de agosto de 2020 11:07 am

    Bizarro, o mundo inteiro ver um presidente da república do maior país da América Latina, correndo atrás de uma ema com uma caixa de cloroquina nas mãos, uma vergonha indescritível para todos nós. Fora maluco!

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