O XXVI Foro de São Paulo começa nesta quinta-feira (29) e é o primeiro encontro pós pandemia da covid-19. O evento, que vai até domingo (02), conta com a presença do presidente Lula e reúne representantes de 13 países da América Latina.
O último encontro, no Brasil, aconteceu há dez anos. Desta vez, a reunião traz à tona os temas de “Integração regional para avançar a soberania latino-americana e caribenha”.
O Foro também traz em sua pauta assuntos como a disseminação de fake news e a guerra na Ucrânia.
Posicionamentos
Os integrantes do Foro acreditam que as news “influenciaram nos processos eleitorais democráticos de muitos países americanos […] e até no crescente número de episódios de violência nas escolas, motivados pela proliferação de discursos de ódio nas redes sociais, ou mesmo pelo aumento de episódios de violência política”.
Em relação à guerra na Ucrânia, o manifesto do Foro diz que o grupo está empenhado numa solução “realista e diplomática”.
História
O Foro de São Paulo recebe esse nome em alusão a sua primeira reunião, realizada na capital paulista em 4 de julho de 1990.
A iniciativa, que em breve completa 33 anos, tem, desde seu primeiro encontro, os princípios da democracia e autodeterminação dos povos, a integração regional e a soberania, a oposição ao imperialismo e a seu projeto neoliberal, além da unidade e solidariedade entre as forças de esquerda da região.
O encontro
Marco, em Brasília e vai até domingo (02).
No encontro deste ano, além dos integrantes locais, participam representantes da Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Venezuela, Cuba, Panamá, República Dominicana, El Salvador e Nicarágua.
Para mais informações sobre o evento, basta acessar o site clicando aqui.
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