4 de junho de 2026

Campanha de limpeza; por Marina Silva

Da Folha

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Marina Silva

Campanha de limpeza

É intolerável a situação que vivemos em anos eleitorais, marcados por uma degradante agressão verbal contra candidatos e lideranças políticas. Não bastassem a indústria dos dossiês, as notinhas maldosas nos jornais e as “reportagens” encomendadas para expor fraquezas reais ou inventadas, temos agora a guerrilha virtual que cria territórios inóspitos na internet. Calúnia, difamação, injúria e ofensas formam uma espécie de enxurrada que arrasta o Brasil para o atraso onde prosperam várias modalidades de protofascismo.

Todos sabemos quem são os responsáveis por essa guerra. Eles estão na direção dos partidos mais poderosos, cujos militantes, geralmente remunerados, seguem sua pauta e comando no ataque aos alvos definidos. E chamam isso de tática e estratégia numa disputa supostamente ideológica entre esquerda e direita.

No final, todos perdem. O Brasil é derrotado. Quando as multidões foram às ruas no ano passado disseram claramente: essa política não nos representa. Na verdade, os que a fazem não representam nem a si mesmos. Não adianta ficarmos dois ou três anos nos tratando com cortesia diante das câmeras e preparando novos ataques para o período eleitoral.

Também sobre isso o Brasil necessita de um acordo, um pacto de não agressão. Críticas e divergências expostas com firmeza e veemência ajudam. Ninguém precisa ficar melindrado, o debate é próprio da democracia. Mas a linguagem chula dos desaforos anônimos ou “fakes” não devem ser estimulados nem acobertados. Assumimos um compromisso assim em 2010 e o levamos a cabo durante toda a campanha, insistindo que era um debate, não um embate. Por isso sei que é possível.

As cenas de violência que vemos nos presídios e nas ruas, o drama de milhões de pessoas nas enchentes, o caos do transporte urbano, tudo isso nos mostra a realidade e a urgência da crise civilizatória e deveria ser suficiente para nos dar um mínimo de consciência. Quem sabe, até um novo sentimento que, como ouvi do psicanalista Ricardo Goldenberg, tenha menos culpa e mais vergonha.

Ainda há tempo para o entendimento. A primeira condição é que os dirigentes assumam a responsabilidade, que de fato têm, sobre a ação de seus companheiros. A segunda é de que a decisão de manter o bom nível seja incondicional, nada de “responder na mesma altura”, quer dizer, na mesma baixeza. O foco deve estar nas ideias e propostas.

Lembro de antigas campanhas, com Lula e o PT enfrentando calúnias e preconceitos em boatos, panfletos apócrifos e pichações nos muros. No Acre, pelos idos dos anos 90, criamos uma “campanha de limpeza da campanha” para combater a baixaria. Precisamos de uma assim, no Brasil.

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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49 Comentários
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  1. André Lima

    17 de janeiro de 2014 10:27 pm

    Mas mandar o povo ir pra rua

    Mas mandar o povo ir pra rua quebrar tudo pode?

  2. Leonardo Lani de Abreu

    17 de janeiro de 2014 10:34 pm

    Posando de vítima

    Marina no seu papel preferido: posar de vítima. Acho que esta senhora não lê os jornais, aliás, lê até demais. Mudou de lado faz tempo, a mim não me engana.

  3. Andre SP

    17 de janeiro de 2014 10:52 pm

    KKKKKKK

    É a antiga historia do macaco. Senta em cima do rabo para criticar os dos outros. Tem quinze anos que critico os trolls na Web e ela acha que descobriu a América. Tem dois anos que seus militantes hajem batendo de ambos os lados. Chamando todo mundo de ladrão. Coitados daqueles que acreditam nela! Parodiando eles! Seus militantes são mais do mesmo piorados!

    Vão usar a mesma tatica “sem violencia, sem violencia, ai o outro grupo vai e depreda”. A quem acham que estão engando?

    Espero que militantes do PT e PSB não se agridam mutuamente, estão jogando muita areia nos olhos de vcs.A moda atual é dissimular!

    1. Álvaro Noites

      17 de janeiro de 2014 11:21 pm

      Pois eh, e nada dela falar do
      Pois eh, e nada dela falar do “incidente” no Itamaraty …

    2. Jaide

      17 de janeiro de 2014 11:46 pm

       Pois é, André. As baixarias

       Pois é, André. As baixarias não são recentes. Em 2010, Dilma Roussef foi alvo de uma sórdida campanha difamatória que, ao que me lembro, não mereceu qq repúdio da então candidata Marina. Essa tal “campanha da limpeza” será mesmo uma retomada do seu posicionamento nos anos 90, esquecido em 2010, ou tem a ver com o fato de que as “bordoadas” agora tb a atingem?

  4. Gunter Zibell - SP

    17 de janeiro de 2014 11:12 pm

    Apoiado, Marina!

    Não tem o menor cabimento pessoas usarem nas redes sociais recursos que antes condenavam, como hoaxs e spams políticos.

    Hoje mesmo rebati um, mas é um desgaste desnecessário, uma energia que podia ser usada para algo melhor.

    Problemas não somem por torcida, não adianta partidos fingirem que não os vêem.

    1. marta

      18 de janeiro de 2014 12:43 am

      Gunter, me lembro bem da

      Gunter, me lembro bem da campanha de 2010 ,onde a Marina não disse uma palavra sobre a campanha difamatória contra a Dilma, o que já está acontecendo novamente. A Marina  insinuar que a militância do PT é paga, é de uma demagogia atroz, pois todos sabemos, e ela também , que a militância do PT sempre foi e sempre será realizada por pessoas que acreditam no partido. Quanto aos spans políticos , eu vejo muito mais nas redes sociais, pessoas (aliás sempre as mesmas) entrando em todos os espaços para propagar o ódio conta o PT. O que me põe a pensar se estes não são os mesmos de 2010, contratados para fazer os ataques, independente de que assunto o post aborde. Esta campanha , com certeza, será muito mais suja do que a 2010, pois desta vez não deixaremos nada sem resposta.  Abraço de uma petista, que apesar de estar no lado contrário, ainda concorda com muito do que pensas.

      1. Gunter Zibell - SP

        18 de janeiro de 2014 2:57 am

        Olha, Marta

        Isso da militância paga achei totalmente desnecessário mesmo, vou concordar com você.

        Até pode existir, mas não no sentido ‘mercenário’ que conhecemos de 2010, mas de um jeito mais light. Gente defendendo seus cargos, por exemplo. Com convicção e crença no partido, inclusive.

        Mas quanto a spams e hoax, olha, tá diferente de 2010. Isto é, está muito mais equilibrado agora, sendo que vejo hoaxs contra Aécio e contra Marina (contra Eduardo ainda não.) Contra Barbosa também.

        Pra mim a gota d’água foi ler gente que eu considerava amigo presencial falar em ‘turma alegre’ e ‘gay pilantra’ como referência a quem prefere Psol para cargos legislativos. 

        E é isso que eu já acho triste, pois perde-se o benefício de estar no lado ético. 

        Eu cheguei em 2010 a abrir um post permanente para discutir como rebater hoaxs anti-PT. Farei isso este ano? Não, “eles que são briguentos” que se entendam.

        Ao contrário de 2010 não estou recebendo nada por email, só pelo facebook mesmo.

        E quanto à falta de debate, como fala o Militão, também é algo triste. 

        Há também uma outra diferença que notei: militantes exacerbados do PSDB questionam PT, Dilma ou Lula, mas não o amigo eleitor deles. Nunca tive problemas desse tipo com amigos tucanos ao longo do período em que preferi votar no PT para presidente (para deputado já não voto desde 2006, e curioso é que quanto a isso ninguém dá importância.) Já militantes exacerbados do PT agridem verbalmente com uma facilidade… Sou chamado de ‘coxinha’ (o que eu acho tranquilo, já estou até gostando) até ‘corja reaça gay’. Pra quê, né? Só vou ficar mais pé atrás do que já sou com essa politicagem toda.

        Eu não me considero nada do que algumas pessoas ficam disparando com raiva nas redes. Umas dez pessoas me desadicionaram este ano no facebook só de bronca de eu não concordar com o discurso “PT é perfeito, Marina é traíra”. Adianta algo? Nada, né? 

        Não estamos do lado contrário não… Certamente compartilhamos de zilhões de questões éticas e conceituais.

        Só temos diagnósticos diferentes sobre quem seria melhor comandar a coligação (que será basicamente a mesma de qualquer modo) a partir do ano que vem.

        Abs.

        PS O hoax que busquei rebater hoje era uma associação improvável de Marina e Campos com Feliciano. E ainda dizendo que o bom seria Barbosa… Pela segunda parte sei que não vem do PT, claro, então só pode ser do PSDB. Algo totalmente ilógico pois Feliciano é da coligação de Dilma (pelo menos ainda) e Barbosa, se concorrer a algo ou apenas se filiar, tem muito mais jeito de ir pra canoa de Campos do que de Aécio (é o que me parece, ao menos.

        Conheço muito pouca gente que declara voto em Campos e ainda não vi hoax vindos desse grupo contra Dilma ou Aécio, pelo que acho, por ora, o grupo mais ético, e isso conta pontos comigo.

  5. Álvaro Noites

    17 de janeiro de 2014 11:18 pm

    Risível
    Eh notável a covardia em não se dar “nome aos bois” …

  6. Ivan de Union

    17 de janeiro de 2014 11:34 pm

    Marina, va aa merda.

    Marina, va aa merda.

  7. Obelix

    17 de janeiro de 2014 11:41 pm

    O cinismo à toda prova.

    Prezados e prezadas,

    Existem dois velhos adágios que dizem mais ou menos a mesma coisa: “o mal do esperto é pensar que todos são trouxas”, ou “sabido de mais vira bicho”.

    É o caso da Marina Silva.

    Discurso articulado, bem postado, no tom exato. Evoca a solidariedade dos tempos em que era petista, para comover aqueles que provoca com suas considerações veladas, e depois conclama uma ligação com o “sentimento das ruas”, que supostamente lhe dá autoridade ou legitimidade.

    Dispara, mas não diz o alvo, porque aquele que responder “passa o recibo”. Reclama, mas não cita o fato, porque sabe que os fatos em si (baboseiras ditas na rede) são tão relevantes quanto bolinhas de papel e laudos do perito Molina.

    Se Goebbels estivesse vivo, exultaria.

    Todo discurso tem uma chave, eis a dela:

    Ainda há tempo para o entendimento. A primeira condição é que os dirigentes assumam a responsabilidade, que de fato têm, sobre a ação de seus companheiros. A segunda é de que a decisão de manter o bom nível seja incondicional, nada de “responder na mesma altura”, quer dizer, na mesma baixeza. O foco deve estar nas ideias e propostas.

    O erro de Marina, como dissemos, foi ir além do que precisava, pois estava perfeita.

    Neste trecho aí em cima ela mostra sua estratégia, mesmo sem querer, senão vejamos:

    Primeiro ela usa o ardil do compromisso direção x militância, apenas para poder responsabilizar os dirigentes pela ocorrência daquilo que ela condena, e quer que todos condenem, mas ela sabe, como todo mundo, que campanhas políticas são, em si, incontroláveis em todos os níveis, ainda mais com a internet envolvida.

    Depois, ao reivindicar um pacto incondicional, e um “compromisso” de não haver revide, ainda que haja ataques, a ex-futura-candidata a presidenta deixa claríssimo que haverão ataques abaixo da cintura, e se previne de respostas no mesmo nível.

    Deixa transparecer aquilo que já estamos prevenindo faz tempo: quem vai fazer o papel de reservoir dog é o PSDB e seu mais novo aliado, Aécio.

    É a esta linha de ação que este discurso transparece.

    Marina e Campos vão se aproveitar de Aécio jogando sujo, e deseja imobilizar o PT com este joguinho de “limpeza eleitoral”, principalmente evitando os ataques ao pastel de vento, o governador Eduardo Campos.

    A quem Marina imagina que engana?

    Ah, sim, claro, seus correligionários, mas nem precisava tanta sofisticação para tanto, afinal, eles imaginam ser melhores denunciando o modo velho de petista de fazer política, enquanto se aliam a Bornhausen Heráclito, são capazes de “engolir” qualquer coisa.

    Pobre Marina. Como alguém viajou tão rápido ao terreno da fraude? Ou será que ela sempre foi, e a gente só percebe agora porque ela está exposta a um jogo mais pesado?

    Quem sabe?

    Boa tentativa, Dona Marina, mas não foi desta vez.

    Saudações cordiais.

    1. Lucinei

      18 de janeiro de 2014 2:17 am

      Propostas, até agora nada.

      É, Obelix. A candidadta está “dividida” entre culpa e vergonha e ATACA de “limpeza” como se fosse mesmo uma olímpica sobrepassante. Quem procura “salvadores”, de lado a lado, pode se impressionar. Acho que são esses que ela quer atingir; pra formar a “militância” dela

  8. aliancaliberal

    17 de janeiro de 2014 11:49 pm

    Isso partindo dos mesmos que

    Isso partindo dos mesmos que apoiam os “rolézinhos” onde desejam transforma lo em um conflito de classe.

    Pedem paz e civilidade, mas no mesmo dia pedem a guerra, incentivam a violência.

    Querem um corpo, uma ou mais vitimas como estavam na torcida para que isso acontecesse no pinheirinho. Fizeram ate manchete, e ficaram tristes não aconteceu.

    Para a esquerda a vida do cidadão “comum” não tem valor, só tem valor os que tem pedrigre socialista ai tem ate ministra chorando.

     

    1. Álvaro Noites

      18 de janeiro de 2014 12:28 am

      Isso partindo dos mesmos que

      Isso partindo dos mesmos que apoiam as “manifestações apartdárias” onde desejam transforma las em um movimento de impeachment da Dilma ou, na melhor das hipóteses, a criminalização da política, tendo em vista que não ganham mais eleições.

      Pedem que evitem a “luta de classes”, mas no mesmo dia pedem a guerra, incentivam a violência.

      Querem um corpo, uma ou mais vitimas como estavam na torcida para que isso acontecesse nos incêndios nas favelas de SP ou mesmo nas ocupações do MST. Fizeram ate manchete e, em muitos casos, aconteceu.

      Para a direita a vida do cidadão “comum” não tem valor, só tem valor os que tem pedrigre social, ai tem as patronais chorando.

  9. Obelix

    17 de janeiro de 2014 11:58 pm

    PS

    Prezados,

    Nesta linha de “raciocínio marinista”, já que ela associa os ataques as direções, o do Itamaraty foi ideia dela?

    É só uma dúvida pueril.

    Saudações.

    1. Álvaro Noites

      18 de janeiro de 2014 12:30 am

      Ou a teoria do “Domínio do

      Ou a teoria do “Domínio do fato”.

  10. Ugo

    18 de janeiro de 2014 12:11 am

    Viajou no jatinho da natura

    Viajou no jatinho da natura “de gratis”, cheque mais que especial do itau, paginas para repercutir demagogia barata no pig, fez um longo caminho hein! Pena o preço, troca das comunidades eclesiais, troca de religião, trocas de partidos. Certamente ao se olhar no espelho terá o mesmo espanto daquelas senhoras cheias de plásticas e botox, não sabe mais quem é.

  11. Marcia Noemia

    18 de janeiro de 2014 12:35 am

    A candidata a vice está dando

    A candidata a vice está dando uma de Janio Quadros? Ela deveria direcionar o seu discurso (zinho) para o jornal que escreve e que vem promovendo calúnias e difamações nos últimos tempos. Vai amolar o boi dona Marina!

  12. José Ayres Lopes

    18 de janeiro de 2014 12:36 am

    A rainha dos Bagres!

    Bláblárina, a rainha dos bagres! Uma Sem Partido e Sem Filme!

    Decadência.

  13. lenita

    18 de janeiro de 2014 12:51 am

    pq Será que ela abandonou o

    pq Será que ela abandonou o PT ? Não foi devido ao mensalão, isto passou batido. Foi pq não foi a escolhida. O Lula sabia com quem estava lidando. Conversinha mole só faz boi dormir, né Marina ?

    1. Aleandro Chavez

      18 de janeiro de 2014 1:22 am

      Digamos que ela tenha

      Digamos que ela tenha “abandonado” o PT pela pura ambição de ser presidente. Qual seria o problema?

      Há algo de errado em um político que deseje ser presidente procurar seu caminho caso não encontre espaço em um partido?

      O PT virou uma espécie de altar político para onde todos que almejem o poder devem convergir?

      É totalmente legítimo e é a essência do regime democrático a disputa pelo poder político. Já não se pode dizer o mesmo da forma como os petistas tratam aqueles que não sigam a cartilha do partido, ainda que tenham sido aliados.

      A mensagem do PT é clara: se está com o partido, será protegido – mesmo que seja um representante histórico das oligarquias; se não está com o partido, terá sua reputação moída, ainda que seja um velho aliado.

      1. alexis

        18 de janeiro de 2014 9:53 am

        Errado está o seu conceito

        Há algo de errado em um político que deseje ser presidente procurar seu caminho caso não encontre espaço em um partido?

        As pessoas não podem desejar ser Presidente como menino deseja ser bombeiro. O jogo democrático estabelece a luta de idéias, não de pessoas. As idéias condensam-se num partido político e, dentro desse partido, as pessoas se destacam, apresentam-se como aglutinadoras e representativas, liderando eventualmente o partido rumo ao poder e, com isso, torna-se em Presidente. Marina não convenceu ao seu partido para ela ser a candidata e, assim, você justifica que o desejo pessoal dela era mais importante e, por tanto, pode bater na porta do banco Itaú para alcançar essa ambição?

        1. Aleandro chavez

          18 de janeiro de 2014 11:27 am

          Exatamente! As ideias da

          Exatamente! As ideias da Marina não estavam batendo com as do PT. Foram inúmeros embates com a atual Presidente Dilma, quando chefe da casa civil. Ela saiu do PT. Isso é normal e faz parte do jogo democrático. Aliás, a Dilma não era petista, e também trocou de partido.

          1. lenita

            18 de janeiro de 2014 1:05 pm

            Concordo em tudo o que o sr.

            Concordo em tudo o que o sr. disse, cada um deve seguir seu caminho. Mas considero imperdoável e de uma total falta de ética “cuspir no prato que comeu”.  Jamais vi a presidente Dilma falar mal do PDT, quando trocou de partido. Para mim, Marina tem se mostrado igualzinha a todos, ela não trás nenhuma novidade. Além do mais se mostrou tb muito vaidosa, e não precisamos de “raínhas da cocada” p/ governar o país.

          2. alexis

            18 de janeiro de 2014 8:42 pm

            Não cabe comparação

            Temos uma Presidenta (hoje) que somou-se ao PT e adotou o programa deste partido, contra uma traíra que, ao sair, quis montar partido próprio, em torno das ideias dela.

      2. lenita

        18 de janeiro de 2014 12:57 pm

        Reputação moída pelo PT ? Sr.

        Reputação moída pelo PT ? Sr. Alexandre, na última eleição eu tive a “pachorra” de fazer 2 pastas para guardar os emails que recebi dos “Moedores” de reputação dos 2 lados. Sabe quantos recebi do lado da oposição contra a candidata Dilma? 105. Contra o candidato maior da oposição, apenas 3. A oposição passou a usar a tática americana de desconstrução de pessoas e foi exatamente por isso que nao votei na oposição, pois cnsidero salutar a mudança. Porém , pelo acontecido na campanha e continuado durante esses 4 anos de Dilma, confesso que só mudarei se algo de mt grave acontecer. PS: jamais tive conhecimento de nenhuma cartilha do PT, que não considero umótimo partido, mas de todos os que se apresentam ainda é o melhor.

  14. Plínio J. V. Lins

    18 de janeiro de 2014 12:58 am

    Me bate que eu gosto

    Resumindo, é a dona Marina fazendo papel de vítima, o único discurso que ela tem para o país. Coitadinha.

    Isso saiu hoje de manhã na Folha e durante o dia inteiro não repercutiu. Talvez sua gerência de marketing esperasse que a mídia tucana desse uma mãozinha, o que não aconteceu. 

    Mas é isso mesmo, um dia funciona, outro não. Quem sabe na próxima. Vamos lá, gente, a Marina está magoada, ela precisa de carinho, o cachecol dela está molhado de lágrimas cívicas, gente!

     

  15. J.Roberto Militão

    18 de janeiro de 2014 1:01 am

    Marina, com o velho espírito do PSB: diálogo e debates.

      

      Nós do PSB sabemos que tal apelo de Marina ao debate sem agressões nem baixarias precisa ser acolhido entre as grandes lideranças neste momento dramático para o futuro do Brasil: precisamos da coalizão do que há de melhor na política brasileira. O diálogo é fundamental. Principalmente a nós que nascemos na ´Esquerda Democrática´ em 1945, na transição da crise do Estado Novo e passamos pelos governos de JK e Jango, temos uma longa tradição de composição e alianças políticas através do diálogo. Já em 1988 nos aliamos ao PT na gloriosa campanha da Frente Brasil Popular – PT/PSB e PCdoB – com Lula na Presidência. No segundo turno fomos ativos nas articulações que ampliaram a frente com o PDT, PSDB, PV e os progressistas do PMDB: uma aliança quase vitoriosa, mas virtuosa, alterando o ambiente e a consciência política dos mais pobres.

         Agora, nos propomos a um novo desafio. E desejamos fazei-lo no debate de idéias e, sem pretensão de superioridade, deixando o conforto da aliança aos mais fortes para oferecer respostas ao silencioso alarido da cidadania ou às tonitruantes vozes das ruas a fim de propor uma bandeira de renovação no ambiente político. E nesse momento propomos isso com o reconhecimento das conquistas e dos avanços sociais dos últimos governantes desde Itamar (do qual participamos) passando por FHC (que fizemos oposição em razão do neoliberalismo) e fomos aliados leais de Lula e de Dilma cujos maiores méritos foram o de ao partir da conquista democrática da CF/1988 iniciarem a reparação dos centenários erros de nossa história de privação da cidadania e de sonegação dos direitos sociais.

            A história do PSB está ancorada na convicção da maioria de seus membros ao diálogo nas transições em momentos de crise, desde a fundação em 1947, no auge da guerra fria em que o mundo ficou polarizado entre o capitalismo (EUA) e o sistema comunista (URSS) pelo qual passaram figuras notáveis como João Mangabeira, Hermes Lima, Evandro Lins e Silva, Sergio Buarque de Holanda, Antonio Cândido, Antonio Houaiss, Barbosa Lima Sobrinho, Rogê Ferreira, Jamil Haddad, Evaristo de Moraes Filho, Francisco Julião, Miguel Arraes e hoje tendo como Presidente de Honra Ariano Suassuna e abrigando figuras notáveis como Luiza Erundina, Eduardo Campos e Marina Silva, acreditamos de ser possível construir a igualdade social em conjunto com as liberdades. política e civil, da democracia em seu modelo clássico.

       Acreditamos e sempre nos propomos ao diálogo civilizado e aos embates políticos tão necessários. Em cerca de 15 estados governamos e participamos de governos exitosos ao lado do PT e do PSDB.

          Agora, nos propomos dizer aos brasileiros, após vinte e cinco anos da CF/1988 chegou o momento de um salto político para o futuro através de uma transição democrática conduzida por um governo de coalizão em que nossos velhos parceiros – PT e PSDB – sejam convocados para as reformas políticas, tributárias e institucionais que travam e paralisam qualquer proposta de reformas mais profundas visando criar um ambiente de renovação dos costumes políticos e de desenvolvimento econômico e social.

            E para isso – ao contrário dos que pensam em termos de  “nós x eles” de uma polarização tacanha – para que se viabilize essa necessária transição democrática para o futuro que a sociedade exige e temos o dever de submeter ao debate eleitoral perante a nação é preciso preservar o ambiente da disputa que não poderá ser aquele em que se envenena a alma política para que as disputas deixem de ser programáticas e sejam transformadas em guerras de adversários e de inimigos jurados e irreconciliáveis.

            Que as grandes lideranças dos principais partidos nacionais representando milhões de filiados e de simpatizantes  – PT e PSDB – com a responsabilidade que o destino lhes entregou, compreendam o momento histórico e que ouçam e aceitem o corajoso apelo de quem não teme a disputa e o debate de programas, mas teme as armas e o ambiente em que se dará essa mensagem para a população: é simples e sábio.

    José Roberto F.Militão, presidente Diretório Zonal PSB/LAPA- São Paulo.

    – Secretario de Promoção da Igualdade, do Diretório Municipal do PSB.

    1. Obelix

      18 de janeiro de 2014 1:12 am

      Velhos parceiros, novos parceiros.

      Prezados e prezadas,

      Um avanço fenomenal do PSB. Agora tem como novos parceiros a modernidade expressa em Adolf Bornhausen e Heráclito Fortes.

      Na lista dos notáveis do PSB, Joaquim Silvério dos Reis teria destaque, uma vez que sua reencarnação pernambucana repete a sua saga.

      Mas todo respeito aos que precisam cumprir este papel de defender o indefensável.

      Todavia, respeito não deve significar misericórdia.

      Aos traidores, o cadafalso da História, sempre!

      1. Cristiana Castro

        18 de janeiro de 2014 2:39 am

        Eu tb ainda não acredito que

        Eu tb ainda não acredito que foram capazes de detonar um partido que tinha tudo para crescer cada vez mais….

        1. Gunter Zibell - SP

          18 de janeiro de 2014 3:25 am

          Acho que essa questão de nomes integrantes…

          … não repercutirá muito junto ao eleitor médio. 

          Na verdade parece uma forma de fazer campanha para não perder ovelhas desgarradas indecisas, mas pouca gente se sensibiliza tanto assim por nomes, mesmo porque, se não há nomes assim dentro do PT há um monte na coligação.

          É só ver o cartaz que Katia Abreu anda tendo.

          E também porque, quer ganhem PSB ou PT, formarão governos juntos.

          Ou alguém acha que Dilma não convidará o PSB a participar? PSD e PRB são governo em SP-capital, não? Os tão criticados Russomano e Kassab circulam pelo governismo. Vi um post anti-Maluf em abril/2012 (quando havia chance do mesmo apoiar Serra) e dois meses depois o post… sumiu!

          Ou alguém acha que o PT recusaria convite de Campos? Apenas se conformaria com quantidade menor de cargos.

          No fundo todos os nomes serão respectivamente engolidos porque a base de apoio será essencialmente… a mesma!

          Então, não adianta muito encanar com nomes não…

          1. Diogo Costa

            18 de janeiro de 2014 4:14 am

            #SQN

            O Partido dos Trabalhadores JAMAIS integrará um governo que venha a derrotá-lo nas eleições presidenciais. Se o povo brasileiro decidir colocar o Partido dos Trabalhadores na oposição, não tenha a menor dúvida, mas a menor sombra de dúvidas de que o PT fará oposição contra quem quer que seja.

             

            O Partido dos Trabalhadores NUNCA irá participar de um governo, seja de que partido for que venha a derrotá-lo, hipotéticamente, em 2014.

             

            E faz muito bem em não participar, e faz muito bem em ir para a oposição e faz muito bem em mostrar ao povo brasileiro, se necessário for, como é que se faz oposição de verdade, ao contrário da oposição fracassada e medíocre que existe hoje no país.

             

            Isto tudo no terreno das hipóteses, pois a militância do Partido dos Trabalhadores suará sangue para vencer novamente no próximo outubro. E vai vencer.

          2. Gunter Zibell - SP

            18 de janeiro de 2014 7:05 am

            Bom, se você diz…

            … assim será.

    2. Daytona

      18 de janeiro de 2014 1:29 am

      Pois é, por isso Marina

      Pois é, por isso Marina divulga sua campanha por meio da Folha de São Paulo, jornal conhecido por nunca disseminar notícias caluniosas e difamatórias contra ninguém!

      A Marina é uma pessoa coerente!

    3. Galvão

      18 de janeiro de 2014 2:38 am

      O PSB tem história, mas…

      É Militão… Esse papo seu está pra lá de Teerãn – como diria Caetano Veloso. Esses que você citou: João Mangabeira, Hermes Lima, Evandro Lins e Silva, Sergio Buarque de Holanda, Antônio Cândido, Antônio Houaiss, Barbosa Lima Sobrinho, Rogê Ferreira, Jamil Haddad, Evaristo de Moraes Filho, Francisco Julião, e Miguel Arraes, devem estar reunidos em algum lugar do “limbo”, se entreolhando, e perguntando: É verdade que o Nazifascista Her. Bornhausen se converteu, e agora é a maior liderança do nosso PSB, no estado de Santa Catarina, o mais conservador do Brasil? E o Heráclito Fortes? É verdade que é nosso novo companheiro de partido no Piauí? E o velho Miguel Arraes, com a sua inconfundível voz rouca, cabisbaixo, desvia os olhos, e diz: Não sei onde eu errei. O Edu não puxou ao seu avô, e do pai, parece que só os olhos verdes.

    4. hugo1

      18 de janeiro de 2014 7:54 am

      “E desejamos faze-lo no

      “E desejamos faze-lo no debate de idéias e, sem pretensão de superioridade,”

      Esse papinho é tããão modorrento…

      Vocês deveriam fazer umas aulas com o Papa Francisco pra melhorar esse marketing da humildade.

      Ser humilde não significa ser pedante.

  16. Diogo Costa

    18 de janeiro de 2014 1:12 am

    Uma fraude de xale e fala mansa…

    Este artigo da ex Marina é uma piada. Um engodo e uma fraude monumental. Não cita tais ou quais ataques e tampouco cita os possíveis responsáveis (diretos ou indiretos) pelos mesmos supostos ataques feitos na rede mundial de computadores. Esta “gênia” pensa que algum partido político tem a condição de controlar o que a militância faz ou deixa de fazer na internet? Em que mundo vive esta senhora?

     

    Esta farsa de campanha de “alto nível” não se sustenta nem por cinco minutos. Inexiste no Brasil um partido que seja mais atacado, achincalhado, ofendido, humilhado e ironizado nas redes sociais e nos veículos desinformativos da ‘grande mídia’ do que o Partido dos Trabalhadores.

     

    Onde estava esta senhora entre agosto e dezembro de 2012, quando o PT sofreu a mais virulenta campanha de extermínio midiático que este país já viu em toda a sua história? Ou será que na mente dos ‘sonháticos’ o PT pode ser barbarizado 24 horas por dia, recebendo disparos de todos os lados, e isto não é uma agressão? Essa turma dos ‘sonháticos’ e dos “socialistas” pensa que pode enganar a uns e outros trouxas!

     

    Vão se fazer de santos e ver o PT ser trucidado no pleito de 2014, na habitual e desigual disputa contra as regulares forças oposicionistas (ajudadas pelo oligopólio máfio-midiático), e não darão um pio sequer a respeito! Marina defende uma fraude política. Defende que não tenhamos uma eleição, mas sim uma partida de bingo marcada com milho n’alguma quermesse do interior!

     

    Não tem essa de “não ataque”. Isto é uma vacina que os fracassados utilizam para esconder suas debilidades. Se alguém critica estes farsantes, logo os mesmos se fazem de vítimas e saem por aí choramingando e denunciando os “ataques”… A crítica, para estes engambeladores, só é válida se for feita por eles próprios! Se não aguentam a disputa, que não entrem na mesma…

     

    A crítica é livre, a disputa é renhida e cada contendor deve se preparar para a batalha. O resto é mimimi e chororô de cínicos que tentam engambelar os inocentes úteis. O resto é o velho modus operandi de quem se acha no direito de criticar a outrem durante 24 horas por dia, ao mesmo tempo em que não concede este direito aos que ‘ousam’ criticá-los também.

  17. Cristiana Castro

    18 de janeiro de 2014 1:47 am

    ” Todos sabemos quem são os

    ” Todos sabemos quem são os responsáveis por essa guerra. Eles estão na direção dos partidos mais poderosos, cujos militantes, geralmente remunerados, seguem sua pauta e comando no ataque aos alvos definidos. E chamam isso de tática e estratégia numa disputa supostamente ideológica entre esquerda e direita.

    Peraí, quem é que está ofendendo quem aqui? Que papo é esse de militante remunerado? Outra coisa… tática e estratégia? Tá falando dos BB’s que depredaram o país inteiro, inclusive um da Rede ( Itamaraty )? Esses mesmos super educados e gentis que a senhora convoca todos os dias… Fala sério, Marina, cara de pau tem limite. Por alguma razão a senhora e seus militantes não estão a vontade nas redes sociais pq elas abrigam militantes de todo os partidos, ao contrário das ruas, onde seus militantes atacavam qq um que estivesse de vermelho ou carregasse bandeiras de partidos. O fato da senhora e seus militantes quererem posar de apartidários, não implica o resto da sociedade. Parece piada, os que caras que vinham metendo a mão até em gente mais velha e quebrando a cidade, agora vem com esse mimimi ridículo pra cima da internet. Tá revoltada pq tentou, sem sucesso, colar no país a pecha do apartidarismo; do não nos representam… Investiram pesado na tal de falta de representatividade e tomaram quase R$ 700.000,00 em arrecadações em 8 dias, dos partidários e simpatizantes solidários a uma representação condenada pelo STF e ainda tem que entubar a Trincheira da Resistência, tb mantida com a colaboração de ” apartidários” de vários partidos ou sem partido nenhum… Passe lá um dia, Marina, para ver senhoras levando almoço para os que estão acampados há mais de dois meses, em defesa de sua representação. Nosso parlamento tem problemas mas nada que não possa ser resolvido, democraticamente. A única coisa que o Brasil está dispensando é uma candidata a Presidência da República que ataca representantes e representados; eleitores e parlamentares… Nada aqui presta para a senhora. Inclusive, seus militantes passam o dia nas redes sociais, enviando vídeos em inglês, queimando a imagem do Brasil, mundo afora. O que nós dos outros partidos fazemos? Cortamos, é óbvio. Minha pergunta para senhora é a seguinte: Se o Brasil é esse lixo, que os vídeos de seus militantes revelam; se nossos representantes não servem para nada e se os militantes e simpatizantes são demônios remunerados por partidos nefastos e que devem ser contidos a qq custo… A Sra quer presidir esse país para que e para quem? Tá todo mundo errado e só a sra e seus dóceis militantes estão certos? A sra. pretende governar para quem? Nem a direita tem saco para esse papo furado de Marina Silva. Sra, de boa, faço minhas as palavras do Ivan. O ódio que vcs tem do PT e de seus eleitores, está sendo transferido para a população em geral. Vcs piraram!

  18. rios

    18 de janeiro de 2014 1:50 am

    Quem “arrasta o Brasil para o
    Quem “arrasta o Brasil para o atraso” é a senhora dona Marina.

  19. Anarquista Lúcida

    18 de janeiro de 2014 2:23 am

    Falou a vestal financiada pelo Banco Itaú. Argh!

    E pela Natura tb, claro. 

  20. nilccemar

    18 de janeiro de 2014 3:19 am

    Então comece a limpeza pelo

    Então comece a limpeza pelo seu proto-partido. Pedro Abramovay, por exemplo, foi o 1º a pedir impeachment de Dilma, no auge das manifestações, através do AAVAZ, e ainda continua na sua guerra contra o PT. E a senhora também responsabilizou, indevidamente, o PT pelo seu próprio e indivizível fracasso em oficializar a sua REDE, não justificando as acusações despropositadas. Falar é fácil, é o que a senhora mais sabe.  

  21. Walker

    18 de janeiro de 2014 3:36 am

    Nossa! os petistas atacam

    Nossa! os petistas atacam como enxame de abelhas africanas…..

    1. nilccemar

      18 de janeiro de 2014 2:52 pm

      Petistas ignoram os ataques,

      Petistas ignoram os ataques, mas os eleitores, não.

  22. nilccemar

    18 de janeiro de 2014 3:54 am

    Digo mais

    Justo quem não teve habilidade comparável sequer a Paulinho da Força para instituir partido, agora vem nos caluniar, e fingindo ser contra calúnias dizer que somos pagos. Propagando justamente o contrário dos fatos que, limpamente vistos, confirmam ainda mais sua já evidente incompetência. Enquanto estamos comemorando termos tido organização própria suficiente para arrecadar o valor da extorsão imposta aos nossos, ela e os seus, com tanto apoio financeiro, midiático e até do STF, não conseguiram sequer se auto-instituir como partido, uma coisa tão elementar. Além de nada receber, ao contrário do que diz, ainda estamos pagando, investindo em valores ético-morais, enquanto que ela incita os incautos a destruir valores culturais e conquistas sociais.

  23. alexis

    18 de janeiro de 2014 9:37 am

    Bom Senso Políticos Clube?

    Marina está querendo um Bom Senso Futebol Clube, com políticos sentadinhos no centro do campo fazendo minuto de silêncio por um “pacto de não agressão”. Logo ela, que não conseguiu montar o seu próprio time e que está no banco de reservas de um time inexpressivo. Durante todo o campeonato o PT sofreu agressões; os seus jogadores mais importantes receberam cartão vermelho, enquanto o jogo sujo da oposição era barrido embaixo do tapete. Hoje, prestes a disputar a final, Marina quer um pacto em favor dos agressores, um pacto de silencio ao mensalão Tucano, ao Dantas, ao escândalo do Metrô, aos fiscais da ex-prefeitura de São Paulo, ao “helipóptero”, à lista de Furnas, e a dezenas de falcatruas perpetuadas no campeonato.

  24. Obelix

    18 de janeiro de 2014 1:25 pm

    As lentes do cinismo.

    Prezados e prezadas,

    O Senhor Gunter tem todo direito de defender a Marina, Campos, o PSB e tantos outros mais de sua predileção ideológica oscilante.

    O que ele não tem o direito é de ofender a nossa (pouca) inteligência.

    É claro que o eleitor médio dá pouca importância a nomes como Kátia Abreu, Bornhausen, Maluf, Russomano ou Heráclito.

    Isto é fato comprovado nas eleições, e ainda bem que o eleitor consegue entender, ainda que intuitivamente, que as necessidades pragmáticas de governabilidade fazem campos opostos transitarem entre si.

    Ainda que este mesmo eleitor médio fale isto na urna, ele, paradoxalmente, alimenta o discurso moralista (hipócrita), que acaba por iludir os “iluminados” da mídia, e outros como Marina.

    Não sei ao certo, talvez esta postura do eleitor seja algo como um limite do poder que confere nas urnas aos seus eleitos, como uma espécie de sistema de freios e contrapesos, quem sabe?

    Mas o fato é que o Senhor Gunter é um dos que atacam sistematicamente o pragmatismo de governabilidade, e como outros se sua estirpe política, dizem que o PSB e o arranjo edurecina (eduardo, aécio e marina) são o novo, justamente porque rejeitam esta forma de fazer política.

    Aí não dá, né?

    Não há como ter urbanidade e civilidade com quem pretende levar a luta política neste nível pernóstico.

    O pessoal é como aquele cara que te dá um tapa na cara, e quando você vai reagir, ele coloca um par de óculos e pergunta: “você bateria em alguém que usa óculos?”.

    1. nilccemar

      18 de janeiro de 2014 3:17 pm

      Pela reportagem de Mauricio

      Pela reportagem de Mauricio Dias, na Carta Capital nº 778, fls. 20, esta senhora deve, pura e simplesmente, a VIDA a alguns petistas, e por sua interseção. Ao ser diagnosticada com mercúrio no sangue, por Davi Capistrano, foi por ele tratada, mesmo não sendo moradora de Santos. Em 1995, solicitou a Genoino e Dirceu interferência junto a ACM para o Senado custear seu tratamento nos USA, o que não poderia fazer, já que a doença era de antes da posse. No entanto, abriu exceção para ela e autorizou, correndo risco de processo administrativo por improbidade. Ela se tratou no Massachesetts Hospital. O artigo conclui ” ACM, a exemplo de David Capistrano, morreu sem ouvir o obrigado de Marina”. Digo eu, e também não se ouviu sequer uma palavra de solidariedade dela em relação a Dirceu e Genoino, e não se sabe se lhes agradeceu um dia.

  25. morallis

    18 de janeiro de 2014 5:53 pm

    A postura de Marina é mais

    A postura de Marina é mais que Natura..digo natural, se perdeu na floersta faz anos

    e quem conhece sabe que a mesma nuna foi  o ser mais confiável do mundo, se liga

    Eduardinho!

  26. J.Roberto Militão

    19 de janeiro de 2014 6:28 pm

    A interdição dos debates no PT

     

           Obelix, Diogo e demais.

           No post do Nassif de hoje – https://jornalggn.com.br/noticia/a-visao-de-mestre-wanderley-sobre-o-novo-e-as-manifestacoes-de-junho – sobre o pensamento político do prof. Wanderley Guilherme dos Santos, ele destaca que o professor considera como o ´custo´ do exercício de poder pelo PT nas condições impostas pelo atual sistema político. Dizendo que hoje o PT representa a ocupação de um espaço político de ´centro estendido´.

          Diz     “O centro estendido teve um custo para o PT. Não só atrapalhou o que Wanderley denomina de “campo progressista” como qualquer opinião divergente, autônoma, em relação à cadeia de comando dos líderes do centro-baleia é atacada como reacionária. (Prezado Wanderley, se soubesse o que levei na cabeça de sua discípula por ousar afirmar que havia fato novo nas manifestações de junho…) Com essa interdição – constata Wanderley – há poucas probabilidades das deficiências do governo serem apontadas pelos aliados. “O governo opera com déficit de crítica consistente”. E avanços sociais acabam dependendo de manifestações de inconformismo, desconectadas da oposição.”

        Há que se destacar que o professor é um dos principais (e dos últimos) grandes intelectuais defensor intransigente do PT. ” O governo opera com déficit de crítica consistente.” pois qualquer aliado que o faça será taxado como “um verme reacionário da mais escrota direita”.. enquanto que Sarneys da vida, somente oferecem apoio e tiram suas vantagens desgraçando a vida de milhões de brasileiros.

        O que vcs advogam é isso: interditam qualquer crítica consistente. Por isso, Marina, Eduardo Campos, Erundina, Francisco de Oliveira, Weffort, José Álvaro, Gunter ou qualquer outro que ofereça críticas serão taxados reacionários da vez.

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