3 de junho de 2026

De matemáticas, probabilidades e de MASCEJURA, FOLHA!

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Por A Madrasta do Texto Ruim

De matemáticas, probabilidades e de PORRA, FOLHA!

Mais um post em que eu sou obrigada a falar de matemática. Vamos lá, amebas. Vamos fazer uma continha pequenininha aqui.

Joãozinho tem 100 laranjas. Desse total 25 estão podres. Quantas laranjas boas Joãozinho tem?

A tia Maricota do primário te ensinou que a conta a se fazer é: 100-25 = 75. Portanto, Joãozinho tem em seu poder 75 laranjas de qualidade.

Essa mesma conta pode ser transformada em fração, né?

4/4 – 1/4 = 3/4

O que nos leva aos percentuais de 100%, 25% e 75%.

Isto posto, imagine que [insira aqui o nome daquela pessoa com quem vc vive sonhando em transar] ligue pra você agora e diga: “Oi, delícia! Hoje há 25% de chance de eu não trepar com você.” (agradeço ao @cardoso pela analogia concedida)

Me diga, por favor: você vai pensar no 1/4 de possibilidade de não trepar ou nos 3/4 de probabilidade de trepada?

O que nos leva à manchete da Folha. POOTAQUEPAREEO, ALGUEM CONSEGUE EXPLICAR ESSA MERDA?!?!?!?!

Porque, pelas NOSSAS contas daí de cima, um programa com 25% de fracasso é também um programa com 75% DE EXITO, CARALHO!!! PORRA, FOLHA!!! UMA MANCHETE DO CARALHO QUE VOCE PERDEU PRA FAZER PICUINHA, FOLHA?!?!?! PORRA, PORRA, PORRA!!!

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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30 Comentários
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  1. André LB

    3 de fevereiro de 2014 6:09 pm

      Tirando o linguajar da

      Tirando o linguajar da madrasta, eu acho até boa uma notícia assim.

     

      É o tipo de coisa que pega mal pra quem conta, não pra quem é o assunto: “25% de baixa adesão” é coisa de analfabeto funcional ou estagiário com sono. Taí o nível da Folha.

    1. Nira

      3 de fevereiro de 2014 8:01 pm

      Mas o linguajar da madrasta é

      Mas o linguajar da madrasta é muito bom. Até espantou a sonolência pós almoço…

      1. Frederico69

        3 de fevereiro de 2014 10:47 pm

        me lembrou aquele rapaz

        do youtubo. o desce a letra, cauê moura. super tranquilo o cara.

        http://youtu.be/X7LtIRj9v68[video:http://youtu.be/X7LtIRj9v68]

  2. Luciano Prado

    3 de fevereiro de 2014 6:10 pm

    Má-fé ou o piloto sumiu?

    Não é texto ruim,nem péssimo jornalismo.

    É má-fé mesmo. Canalhice, no limite da bandidagem.

    Ou então essa porra sumiu com o piloto.

     

     

    1. Lucinei

      3 de fevereiro de 2014 8:55 pm

      Exatamente. Esse pessoal já

      Exatamente. Esse pessoal já passou do ponto de retorno há muito, muito tempo. Precisam acreditar que estão lutando contra a “cubanização”, a “república sindical”… Só isso pode justificar o cometimento de todas as barbaridades passadas, presentes e futuras.

      Repito: não é jornalismo e eles sabem muito bem disso. É campanha política fora de hora e lugar.

      Alguém da coalizão que está na situação deveria provocar o judiciário permanentemente – como faz a oposição – para não restar dúvidas sobre o funcionamento das instituições.

  3. Raquel Cip.

    3 de fevereiro de 2014 6:16 pm

    Também fiquei muito indignada

    Também fiquei muito indignada com essa chamada da Folha, ainda mais que se trata de um programa social que está ajudando pessoas em situação de miséria, exclusão social e dependência química, e que portanto, já é de se esperar que tenha um número  significativo de pessoas que, dadas a vulnerabilidade social em que se encontram, não consigam levar adiante o tratamento. De toda forma, um programa como esse conseguir 75% de adesão é fantástico, algo a ser muito comemorado.  

    Esse tipo de manchete da Folha mostra cada vez mais a que tipo de Brasil que esse jornaleco está a serviço.

  4. Luciano Prado

    3 de fevereiro de 2014 6:36 pm

    E tome mais canalhice

    A Folha e a economia brasileira: Mas, porém, todavia, contudo…

     

    publicado em 30 de janeiro de 2014 às 21:55

    JANEIRO 30, 2014 · 8:48 PM

    Desemprego no Brasil atinge menor nível da história, mas, porém, contudo…

    Cyrus Afshar no Novas Cartas Persas

    O desespero da oposição conservadora dá sinais preocupantes e contamina as páginas de economia dos grandes jornais. Hoje, a grande notícia econômica do dia foi a queda do desemprego, registrado pelo IBGE, nas seis principais regiões metropolitanas. E não foi qualquer queda: a taxa fechou dezembro em 4,3%, mínima histórica. Mas isso não foi tudo: no ano, o desemprego nessas cidades ficou em média em 5,4%, valor mais baixo da série histórica.

    Boa notícia. Pode? Não pode.

    A tarefa de hoje foi, então, particularmente inglória para o jornal Folha de São Paulo, que teve de tirar leite de pedra, buscar pelo em ovo, e, sobretudo, coalhar as manchetes e aberturas de texto (“lead”) com adversativas ou ressaltando algum desastre, real ou imaginário.

    Na reprodução acima, vemos a matéria principal (“Desemprego chega a menor nível, mas reajuste do salário desacelera“) , o exemplo mais bem acabado do desespero: 1) a adversativa na manchete, 2) parágrafo de abertura iniciando com “apesar de [desastre qualquer]” e 3) segundo parágrafo principal com “porém” entre vírgulas, seguido de um desastre qualquer. Um primor. Eu imagino um espanhol ou um grego lendo esse texto.

    Em seguida, temos a matéria secundária sobre o perfil do mercado de trabalho (“Emprego com carteira assinada já supera 50% dos trabalhadores“). A notícia é que a formalização aumentou e hoje representa 50,3% dos trabalhadores empregados nas seis regiões metropolitanas. No ano passado, essa proporção era de 49,2% e, em 2011, 48,5%.

    Em 2003, os trabalhadores formais representavam apenas 39,7% do total. Ou seja, um avanço de 10,6 pontos (26,7%) em dez anos.

    Quer dizer: não só o desemprego diminuiu, mas a qualidade do emprego aumentou. Boa notícia, não? Pois é, mas a ênfase da reportagem foi outra (embora a informação importante estivesse contrabandeada no texto, mas lá no meio para o final).

    Aqui, a manchete não veio com adversativa. Mas logo na abertura reportagem tem um “Mesmo com [desastre, desastre, desastre]”, para só depois concluir a frase com o que é realmente notícia: “o mercado de trabalho intensificou o processo de formalização”.

    Por fim, a terceira matéria de apoio versou sobre como variou o rendimento do trabalho (“Com inflação alta, rendimento real do trabalhador tem menor avanço desde 2005“).

    Aqui, de novo, boa notícia: no ano passado, o rendimento médio aumentou em termos reais em 1,8%. Isso é significativo, já que esse ganho já leva em conta a inflação e acontece mesmo depois de três anos de crescimento baixo. Somado à diminuição do desemprego, o resultado foi um aumento da massa salarial de 2,6%, número também positivo.

    Aumento real de salário médio e da massa salarial não é uma banalidade que acontece todo o ano em maior ou menor grau.

    Quando há crise e aumento do desemprego (como nos anos 1990), tanto a massa salarial quanto o salário médio podem diminuir. Não foi o que aconteceu.

    A notícia em 2013 é positiva. Mas quem lê só a manchete e o parágrafo de abertura tem a impressão de que o país está à beira da crise:

    “Corroído pela inflação e sem o impacto positivo de um reajuste expressivo do salário mínimo”. Assim é a abertura. “Inflação alta” no título também ajuda, assim como o ambivalente “menor avanço”.

    A Folha inaugurou, assim, o primeiro AUMENTO REAL da história corroído pela inflação. Ora, se houve aumento real, não tem nada “corroído pela inflação”.

    Poderia ter havido “corrosão” dos rendimentos se o aumento tivesse sido abaixo da inflação.

    O viés da cobertura do mercado de trabalho na Folha de hoje não é novo (leia a dissecação da reportagem de dezembro no blog Objetivando Disponibilizar).

    E tem muito a ver com um “pessimismo excessivo” da Folha apontado pela Ombudsman do próprio jornal, em sua coluna da semana passada. Mas parece que a crítica não surtiu lá muito efeito.

     

  5. Alberto Porem Jr.

    3 de fevereiro de 2014 6:46 pm

    NÃO É SÓ NA FOLHA!

    Falando de baixo jornalismo temos que no site TERRA:

    Está sempre cansada? Sexo pode ser o segredo para melhorar o sono

    De acordo com uma pesquisa britânica, 17% das mulheres dormem melhor após o sexo e 55% se lêem um bom livro

    As mulheres britânicas dormem, em média, 1 hora e 20 minutos a menos do que as oito horas recomendadas todas as noites. Isso porque gastam este tempo pensando na família e trabalho ou ainda desenvolvendo atividades que envolvem estes dois assuntos.Mas, segundo um estudo encomendado pelo Sanctuary Spa, sexo e um bom livro podem ser a solução para a falta de descanso da mulher moderna. As informação do site inglês Daily Mail. Apesar de 53% das mulheres afirmarem que precisam destas oito horas de sono por noite para funcionarem bem no dia seguinte, elas dormem menos que isso e, segundo a pesquisa, perdem cerca de três semanas inteiras de sono a cada ano. Para 97% delas, dormir bem as deixa “mais felizes e saudáveis”. Uma em cada seis entrevistadas (17%) disseram que dormem por mais tempo e mais profundamente depois de terem feito sexo, mas para 55% delas o segredo de uma boa noite de sono é ler um livro na cama. Para 72% delas, um banho quente também ajuda, 66% apostam na qualidade do sono associada à uma cama confortável, 35% a lençois limpos e 20% acham que acender velas também é uma boa opção.(…)

    Link: http://saude.terra.com.br/bem-estar/esta-sempre-cansada-sexo-pode-ser-o-segredo-para-melhorar-o-sono,6d2e8e33388e3410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

    – Refazendo o título então: 

    Está sempre cansada? Ler um bom livro pode ser o segredo para melhorar o sono.

     

     

  6. Edsonmarcon

    3 de fevereiro de 2014 6:49 pm

    é o ponto de vista….

    A Folha só tem olhos para a parte vazia do copo . . . 

  7. Carlos Filho

    3 de fevereiro de 2014 6:51 pm

    Globo

    Nessa linha acanalhada, vale o texto do Daniel Castro, sobre a orientação da Globo de como deve ser a conduta de seus jornalistas em relação à Copa. Segue o link:http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/preocupada-globo-orienta-reporter-a-denunciar-irregularidades-da-copa-2124

     

  8. robertog

    3 de fevereiro de 2014 6:56 pm

    E os acionistas deixam os

    E os acionistas deixam os caras queimarem a marca desse jeito? Essa empresa moderna não tem governança corporativa? Ou será que o brinquedinho é meu, eu brinco como eu quero???

  9. Paulo Chacon

    3 de fevereiro de 2014 7:03 pm

    MAS AINDA TEM GENTE QUE LÊ
    MAS AINDA TEM GENTE QUE LÊ ESTE LIXO?

  10. Sergio Saraiva

    3 de fevereiro de 2014 7:40 pm

    Já, quando ě com o Alckimin …
    A Folha publica em manchete que os homicídios cairam no Estado de São Paulo.
    E na última linha do texto informa que os latrocínios aumentaram 38%.
    Erro de redação?
    Não, é que latrocínio é considerado crime contra o patrimônio, pasmem.
    Uma manchete tecnicamente correta e totalmente falsa do ponto de vista factual.
    Mas muito conveniente ao Alckimin.

    1. André LB

      3 de fevereiro de 2014 10:50 pm

        Isso é implicância sua.  A

        Isso é implicância sua.

        A Folha poderia fazer melhor (?) e noticiar assim:

        “casos de finalização compulsória da vida mediante subtração de supérfluos crescem em São Paulo; especialistas intrigados; Alckmin frisa que é a favor da felicidade das crianças e idosos e a favor da vida”

       

        Logo abaixo:

        “Dirceu arrotou, segundo o filho da prima do vizinho do Pitanguy; aumentam casos de estupro”

  11. lenita

    3 de fevereiro de 2014 8:01 pm

    ONG

    Uma manchete da folha que me irritou muito foi ” A Ong do Pai do Padilha…..

  12. hc.coelho

    3 de fevereiro de 2014 8:30 pm

    Bandidos

     

    Estes caras do pig, os donos dos jornais e seu jornalistinhas amestrados são todos bandidos. Bandidos. Não sei quem é pior. Correm para o lixo.

    Minha manchete: “Dois por cento dos jornalistas do pig não se entregam aos patrões”.

    Uma dúvida? Quando o pig censura um fato como o da abertura, saida do sigilo, do inquerito 2474. o que quer dizer isso? A principio quando censuram é porque não lhe é favorável.

     

    Vamos a relação dos assuntos escondidos pelo pig:

    Assuntos censurados no pig, alguns:

    1. Inquerito 2474; Privataria Tucana, Operação Banqueiro, O Outro lado do mensalão; Mensalaão mineiro tucano;;

    2. Roubo na Trensalão, nomes apontados pela Siemens e pela Auston,  e rouboanel, realizações do do psdb;

    3.Obras do PAC: Refinarias, hidreletrica, ferrovias em conclusão, Minha casa – minha vida, obras da copa;

    4. Andamento apesar das dificuldades da Transposição do São Francisco;

    5. Leva de medicos e engenheiros, ex-excluidos, e milhões de técnicos formando em breve;

    6. Despreparo da construção civil e industrial despois de 8 anos de parada total no governo fhc;

    7. Dezenas de programas sociais  ligados ao bolsa família; etc

  13. Ugo

    3 de fevereiro de 2014 8:49 pm

    trabalho duro

    Não quero pensar o insano trabalho da ombudsman da folha para limpar diariamente tanta m…. ou será que os leitores são a própria m…. e nem percem o meio?

    1. Luciano Prado

      3 de fevereiro de 2014 9:31 pm

      Pergunte ao Capilé

      Ela não é tão boa faxineira assim.

      Em compensação escreve sobre receitas de bolo de dar inveja.

  14. mauro silva 1

    3 de fevereiro de 2014 9:46 pm

    é jornalismo?

    isso é “jornalismo” de araque, com dinheiro público.

  15. Marco St.

    3 de fevereiro de 2014 10:20 pm

    Alkmin prometeu 1000 creches

    Alkmin prometeu 1000 creches e conseguiu entregar 24.

    Vamos tentar dar uma de mancheteiro da Folha?

    Eu arriscaria um:

    Depois de entregar 24 creches, Alckmin se mostra entusiasmado e garante mais 976 creches se for reeleito.

    1. André LB

      3 de fevereiro de 2014 10:43 pm

        Eu aposto em outra linha,

        Eu aposto em outra linha, seguindo a aritmética folheana:

       

        “Alckmin reduz falta de creches para apenas 2,4% de alta adesão”.

    2. Mario Siqueira

      3 de fevereiro de 2014 10:46 pm

      Não foram só…

      …só 24 creches. Foram MAIS DE DUAS DEZENAS !!

  16. Marcos Antônio

    3 de fevereiro de 2014 10:40 pm

    De novo, a folha…

    De novo, a folha…

  17. Gustavo Garcia

    3 de fevereiro de 2014 11:26 pm

    Não me lembro bem, mas teve

    Não me lembro bem, mas teve uma do O Globo que dizia que a nota da metade das escolas brasileiras ficaram abaixo da média nacional do ENEM. Faltou explicar pro editor uma coisa que as pessoas em geral percebem instintivamente, que normalmente, em grandes amostras, a média fica muito próxima da mediana, que divide a amostra em duas partes iguais.

    1. veras

      4 de fevereiro de 2014 9:33 pm

      Eu lembro dessa matéria.

      Eu lembro dessa matéria. Burrice pura.

      Em qualquer distribuição normal (ou de Gauss) aproximadamente metade fica acima da média e metade abaixo. Senão não seria média. Esses jornalistas deviam voltar para a escola.

  18. Obelix

    4 de fevereiro de 2014 1:27 am

    Quem dá o pão deveria dar o castigo.

    Prezados e prezadas,

    Na guerra de posições, jornal não é feito para ser lido.

    Historicamente 6 ou 7% da população compram e leem jornais.

    O objetivo central é plantar a manchete na cara da rua, na banca.

    Tudo bancado por dinheiro público, seja na imunidade fiscal do papel jornal, seja nas verbas públicas de propaganda, ou na aquisição de assinaturas.

    De forma maluca, é este aumento maquiado de circulação (eles nunca auditam o encalhe) que eleva as tabelas de cobrança por espaço que é vendido aos governos.

    E estes são os “esquemas legais”.

    Nem vamos mencionar a propaganda dirigida de grandes fornecedores do governo que “bancam” espaços para alimentar o caixa dois em época de eleições, onde sempre sobra mais algum para o veículo, a título de “comissão”.

    É o dinheiro do contribuinte que alimenta a concentração econômica dos carteis de mídia.

    A “chave” do “controle” está aí, no bolso.

    Estes debates inócuos sobre regulamentação da mídia são politicamente interessantes, mas inócuos.

    Com a pressão das teles e das empresas de internet, creio que em breve vamos ter a mídia mais nacionalista e de “joelhos” na frente do governo.

    Saudações

     

     

  19. Antonio C.

    4 de fevereiro de 2014 6:40 am

    Comentário.

    Não consegui colar a imagem aqui, mas estava na página principal do UOL: “Doação a mensaleiros é considerada MANOBRA LEGAL (grito meu…) por ministros do STF”.
     

    Substituindo a imagem “print screen” do UOL, mostro o momento em que foi criada a chamada:

     

  20. Casoares

    4 de fevereiro de 2014 8:34 am

    Pior que a péssima Folha de

    Pior que a péssima Folha de São Paulo, só a pseudo revista chamada Veja.

  21. NNN

    4 de fevereiro de 2014 9:17 am

    Sobre o baixo nível…

    Putz!! Precisa usar tantos palavrões para criticar o baixo nível alheio?

    1. veras

      4 de fevereiro de 2014 9:28 pm

      Precisa sim!

      Precisa sim!

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