Projeto Chicago – o plano econômico em curso, por Andre Motta Araujo

O economicismo não tem amortecedores éticos, políticos, culturais ou morais, é só economia funcionando sob as regras puras de oferta e procura, que é a essência do neoliberalismo selvagem

Projeto Chicago – o plano econômico em curso

por Andre Motta Araujo

Há uma percepção errada na esquerda sobre a inexistência de um projeto econômico no atual governo. É um projeto mais amplo, de natureza economicista pura, que opera em conexão com plataformas de natureza ideológica definida.  Vamos a algumas linhas desse PROJETO CHICAGO, gestado por gente que circulou na escola de economia da Universidade de Chicago nos anos 1980 e que, como acontece em cérebros sem densidade cultural anterior, absorvem ensinamentos como pregação religiosa não sujeitos a reflexão, revisão e reciclagem. As aulas de Friedman nos anos 70 e 80 hoje nos EUA são matéria de arquivo no museu das ideias, depois da crise de 2008 houve uma completa reversão dos ensinamentos de Chicago a quem se atribuiu a crise.

O neoliberalismo dos anos 80 foi enterrado pela elite empresarial americana conforme relatei em artigo anterior sobre o manifesto do BUSINESS ROUNDTABLE, conclave das 200 maiores corporações globais, colocando um ponto final na visão ideológica do neoliberalismo dos anos 80, considerado causador de tensões sociais insuperáveis nos próprios EUA e com reverberação mundial na Europa e na América Latina, não atingindo a Ásia onde culturas ancestrais criaram uma moldura de proteção familiar própria e onde ideologias exóticas, como o neoliberalismo, não tem porta de entrada.

Os pontos principais desse Projeto, já em execução por etapas são:

1.MODELO EXPORTADOR AGROMINERAL – A economia brasileira deve se concentrar em mineração, agricultura e pecuária de exportação, não precisa de indústria porque é possível comprar produtos industrializados mais baratos no exterior. O agronegócio pode absorver com folga preço mais elevado de fertilizantes e agrotóxicos que passarão a custar mais em Reais, quem não pode suportar preços mais altos de fertilizantes é a agricultura familiar, mas essa, segundo o projeto, deve desaparecer, não tem lugar no projeto porque é possível importar frutas e vegetais do exterior.

Quando o Presidente Trump disse que o Brasil está manipulando o câmbio para desvalorizar o Real, ele estava certo porque é disso que se trata e ele dispunha de informações seguras do Federal Reserve Bank de Nova York, o braço internacional do banco central americano. Nenhum indicador da economia brasileira justifica a alta inesperada da moeda americana, o Boletim FOCUS que é a média dos prognósticos dos economistas do mercado financeiro, indicava no começo do ano um dólar de fim de ano de R$3,78, nada se alterou tanto para o dólar chegar a R$4,25, as reservas internacionais  do País continuam altas, o Banco Central opera largamente no mercado de câmbio com swaps cambiais e mercado spot,  pode levar a cotação para onde quiser.

Está clara a manipulação para desvalorizar o Real com objetivo de remunerar o exportador principal do País, o agronegócio, ao mesmo tempo que prejudica toda a população pela alta do preço dos combustíveis. Já na outra via da exportação, o modelo torna mais cara a carne brasileira que tem que atender preferencialmente ao mercado externo, mais lucrativo que o doméstico, a população pobre terá dificuldade para comprar carne.

2.ELIMINAÇÃO DE TARIFAS DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS – É o sonho da “economia aberta” embutida no neoliberalismo puro, resgatando a memória de Eugenio Gudin, avô dessa visão de economia, para quem o Brasil não deveria ter indústria, “isso é coisa para a Bélgica, nós devemos viver do café”, que era o agronegócio daquele tempo. O plano de eliminação de tarifas contraria toda a lógica do governo Trump, que usa tarifas para defender a indústria e os empregos industriais, a China. A Índia, a Russia, a França apenas citando alguns, tem claras políticas industriais que incluem proteção tarifária. Mas os neoliberais puros tem tal fé na economia aberta que acham que vale a pena eliminar tarifas sem contrapartida, quer dizer, vamos importar livremente mesmo de países que impõem tarifas aos produtos brasileiros, o que já acontece hoje com os EUA, importamos etanol americano com tarifa zero enquanto os produtos brasileiros para os EUA, inclusive o etanol e o açúcar são tarifados, assim como o aço e o alumínio, agora Trump ameaça com sobretarifa acima da taxa normal, já fez isso com importação da China e ameaça a França com sobretarifa de 100%.

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3.EXTINÇÃO DO SUS E DA SAÚDE PUBLICA – Cortes de verbas na saúde já estão em curso, na extinção do seguro obrigatório de veículos, só isso, retira R$6 bilhões do SUS, mas deixa a cargo do SUS o atendimento a acidentados nas estradas, agora sem seguro. A linha dessa decisão segue a extinção do seguro saúde nos EUA e no Chile, exemplo muito admirado pelos formuladores do atual projeto econômico. O sentido econômico é poupar recursos para atender ao serviço da dívida pública, prioridade central do projeto econômico, quem quiser atendimento de saúde que pague, se não puder, fique sem saúde.

O quadro já é bem conhecido, hospitais lotados e sem condições de atendimento, doentes em macas nos corredores, cirurgias urgentes agendadas para 6 ou 8 meses à frente, faltam remédios, médicos e enfermeiros que não recebem em dia, o atendimento em regiões remotas pelo MAIS MÉDICOS desmontado para não se organizar mais. A precarização da saúde economiza verba e melhora o ajuste fiscal, o custo humano é irrelevante para os neoliberais das cavernas, já está precificado e ao final faz parte do Projeto, como veremos.

4.EXTINÇÃO DA UNIVERSIDADE PÚBLICA – Já em curso por uma série de ataques do Ministro da Educação à universidade pública gratuita, o objetivo final é a extinção desse tipo de instituição, citam os EUA, mas esquecem que lá existem importantes universidades públicas como a Universidade da Califórnia.

Assim como no caso do SUS, o fim da universidade pública ou, na primeira etapa, da gratuidade, economizaria enormes recursos para o resgate da dívida pública. A ideia é que toda a educação superior seja direcionada para escolas particulares a preços de mercado, tirando o Estado do ensino superior e pesquisa, dos programas de bolsa de pós graduação e mestrado, a ideia é que educação superior deve ser para a elite que pode  pagar, embora, curiosamente, os autores do Projeto tenham estudado no exterior à custa do Estado, exatamente o programa que querem extinguir.

5.FIM DO SISTEMA DE APOSENTADORIAS COM RECURSOS DO ESTADO – A Reforma da Previdência aprovada não é o que o Projeto Chicago pretendia ao final. O objetivo é a APOSENTADORIA POR CAPITALIZAÇÃO, onde as empresas e o Estado não investem nada, só o empregado, que deve poupar para se aposentar. Já está em curso drástica redução de despesa no INSS através de um “programa de combate à fraude” pelo qual já foram cortados 277.000 benefícios. O número é espantoso porque é inimaginável que se ache tantas fraudes em menos de três meses, muitos casos são irregularidades formais ou pessoas que não souberam que precisavam se apresentar, cortou-se a granel para fazer economia, deixando pobres à míngua, não há ricos na pista do INSS. A ideia é prosseguir nos cortes de benefícios e retardar ao máximo a concessão de novas aposentadorias, já está em curso essa política, tudo com grandes resultados em economia sempre na linha de cortar do pobre e não no andar de cima, esses são sócios do Projeto.

6.FIM DO PROGRAMA DE MORADIA POPULAR – Outro dreno de recursos públicos, segundo o Projeto, o Estado não deve gastar recursos nessa área onde a Caixa é a principal financiadora com dinheiro do FGTS, que deve ser extinto. Os bancos tampouco têm interesse nesse segmento, financiam apenas imóveis para o setor de alta renda. Os programas de moradia popular, segundo o projeto, têm um caráter socialista e devem ser extintos, o mercado deve atender se quiser e puder o segmento de moradia popular, considerando-se as “milícias” que controlam territórios como parte da solução de mercado, elas constroem e alugam moradias em territórios dominados e a tolerância a essa pratica já indica um roteiro para a moradia popular sem o Estado.

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7.FIM DA AGRICULTURA FAMILIAR E TITULAÇÃO DOS ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA – A agricultura familiar demanda crédito rural subsidiado, o que é contra a visão de economia de mercado, além do que ocupa áreas em torno de cidades que poderiam ser usadas para condomínios fechados para a classe alta, em áreas mais distantes podem ser destinadas ao agronegócio. Já os assentados da reforma agrária devem ter seus títulos de propriedade porque assim seria facilitada a venda de suas terras para o agronegócio, já que sem crédito e sem apoio do Estado esses assentamentos serão inviáveis.

Para desestímulo da agricultura popular deve-se acabar com a COBAL, os estoques reguladores, o seguro de safra e todo o tipo de garantias aos agricultores, o agronegócio não precisa de garantias do Estado porque opera diretamente com o exterior através das tradings agrícolas e da Bolsa de Chicago.

8.PRIVATIZAÇÃO TOTAL DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS PÚBLICOS – Rodovias, aeroportos, metrôs, hospitais públicos, terras públicas inclusive da Amazônia, todas as estatais, tudo o que o Estado tem como bem com valor econômico deve ser privatizado com o mínimo de regulação, para dar retorno para os investidores. Especialmente interessantes para a privatização deverão ser os serviços de abastecimento de água em todo o país. A PETROBRAS E a ELETROBRAS obviamente serão privatizadas, depois o BANCO DO BRASILA e a CAIXA, o BNDES não tem como ser porque não é um negócio, mas já está sendo esvaziado com transferência de todos seus recursos para o Tesouro, ao fim restará apenas o edifício-sede.

O Projeto não se impressiona com o fato de que todos esses serviços nos EUA, Canada e Europa são públicos. Nos EUA, água e esgoto são estatais, na maior parte da Europa também. A água sendo privatizada vai ter um preço muito mais alto, o que será bom para que o povo economize água.

9.ELIMINAÇÃO DOS ENCARGOS SOBRE FOLHA DE SALÁRIOS – Com a desativação da indústria pela abertura irrestrita de importação restam na economia os empregos no setor de serviços. O projeto considera imprescindível a eliminação dos encargos que o empregador paga hoje sobre a folha, como aposentadoria, seguro desemprego, Sistema S, FGTS, etc. O empregador deve pagar apenas o custo do trabalho a ser negociado livremente com o trabalhador nas condições de mercado, não devendo existir salário mínimo. Como há muito desemprego os custos do trabalho deverão cair, o que vai reduzir custos nas empresas, ajudando a manutenção de uma inflação baixa e mantendo alta a lucratividade do setor de serviços.

10.Segundo o Projeto, a economia brasileira não precisa de mais de 40 milhões de pessoas para funcionar, os 170 milhões excedentes são dispensáveis e significam um peso e não um ganho para a economia. São necessários executivos, secretárias, tratoristas, garçons, babás e cozinheiras, médicos, portuários, motoristas, atendentes de call centers, enfermeiras e policiais, sobram os demais que não estão nessas funções. A economia brasileira seria muito mais eficiente com uma população estável de 40 milhões de pessoas adequadas à economia de mercado.

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O fim do SUS e do atendimento de doenças pelo Estado, o fim do sistema de aposentadorias pagas com recursos públicos, só vale aposentadoria por CAPITALIZAÇÃO, o fim dos empregos industriais, a mortalidade por balas perdidas com cobertura de “exclusão de ilicitude”, devem se encarregar de diminuir o estoque da população excedente. A inexistência de empregos viáveis para esse estoque de população vai precarizar a saúde e deve produzir a mortalidade necessária para o equilíbrio populacional, uma vez que não há espaço no campo e menos ainda nas grandes cidades para  essa camada sem instrução, sem aptidões, uma economia agrário-mineral e sem industrias simplesmente não tem ocupação economicamente viável para essa massa de pessoas irrecuperáveis para o sistema de mercado, dependentes integralmente da assistência do Estado, quem paga é a economia sadia dos 40 milhões de brasileiros de classe média e alta que não tem porque suportar o peso da população excedente, o Projeto é racional nesse aspecto.

O economicismo não tem amortecedores éticos, políticos, culturais ou morais, é só economia funcionando sob as regras puras de oferta e procura, o que é a essência do neoliberalismo selvagem, segue a mesma lógica dos galeões ibéricos que transportavam escravos da África para as Américas, quando um cativo ficava doente era jogado ao mar e assim se economizava comida. É a lógica do Projeto Chicago, sem a população excedente se economiza na saúde, no saneamento, nas prisões, na polícia, o Estado fica mais leve e enxuto, o País mais limpo e seguro. Essa é a essência do Projeto e todas as decisões da área econômica já em curso levam a seus objetivos claros e bem formulados, mas ainda tem muita gente que não entendeu a lógica.

Soluções extraordinárias já estão sendo aplicadas ao meio ambiente, com autorização na prática das queimadas, extração de madeira, plantação de cana na Amazônia e no Pantanal, garimpos e mineração em terras indígenas, na área de educação com a campanha contra universidades públicas, na área da cultura com nomeações anti-culturais  nos órgãos de promoção e apoio à cultura, na área do trabalho com a retirada gradual de direitos e amparos aos trabalhadores, na área da saúde com diminuição programada dos recursos do SUS, na área de segurança pública com licença para tiro livre em zonas densamente povoadas, provocando mortes em série no meio da população excedente. O Projeto é um todo organizado e racional, operado em etapas.

Os pontos mais polêmicos do Projeto Chicago são embutidos e disfarçados em decretos, medidas provisórias e atos administrativos simples, não são explicitados e, por isso, existe a impressão de que não há plano econômico em curso, que é falso. Há um plano sendo executado com método e técnica do qual é sócio e parceiro o chamado “mercado financeiro” e parte do empresariado que será beneficiado pelo Projeto e que se apresenta com entusiástico apoio de parte da população que, por intuição, acha que vai se beneficiar com essas soluções. A História já conheceu cruzadas semelhantes.

AMA

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24 comentários

  1. QUANTO TEMPO DEMORARÁ PARA Q A SOCIEDADE BRASILEIRA PERCEBA Q ESTAMOS SENDO SABOTADOS EM TUDO QUANTO É SENTIDO,NADA É PARA MELHORAR REALMENTE !!
    OBS:SE DEPENDER DO AMA E O GGN,O MAIS BREVE POSSÍVEL A NAÇÃO PERCEBERÁ,VIVA O BRASIL(De exaltar ou viver aqui mesmo, tanto faz!)

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    • Haa lembrei-me,o AMA foi o primeiro do planeta Terra(redonda) q escreveu q as “reformas” do Guedes não IRIAM MELHORAR NADA,ele escreveu no meio.de um texto longo(acho)e esta informação ficou meio oculta pois não foi dada enfâse mas na minha “cabeça”ficou bem guardada ó(toc,toc,toc!)

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  2. O André inverteu a ordem do”MORDE E ASSOPRA”. Ontem, dia 13, soprou. Mas hoje, 14, mordeu forte. Refiro-me a dois artigos de André Mota Araujo, um ontem, outro hoje, nos quais tratou do neoliberalismo, No de ontem, nos trouxe alguma esperança com “A elite americana prevê o fim do Neoliberalismo”, artigo este em que mostra como a elite norte americana teria se mancado quanto à burrice de se manter uma política econômica que só conduzirá à morte do próprio capitalismo. Li e senti um certo alívio, esperançoso de que poderosos estariam pensando em diminuirem desigualdades sociais que, afinal, contribuiriam com o aumento de demandas das classes média e pobre, daí com o crescimento econômico em geral graças ao maior consumo, maior produção, mais emprego, etc, etc. Só que um comentário de alguém com título de Lâmpada me acordou para um detalhe funesto. Dizia o Lâmpada: “não dá para apostar que a citada elite do norte defenda o fim do neoliberalismo em suas colonias”, lembrando-nos que o Brasil não passa disso, de colônia após o golpe contra Dilma e a perseguição vergonhosa a Lula. E daí o André mordeu feio com este artigo de hoje, mostrando que aqui na colônia as coisas irão de mal a pior, aliás como já vão. E diante dessas duas realidades expostas na inversão do morde e assopra andreíno, fico me perguntando: e daí, meu povo, não faremos nada? Não vamos pra rua aos milhões? Não vamos reagir para valer? Não vamos matar uns 50 filhos da puta, derrubando essa merda que está aí? Afinal, o boçal disse que mataria uns 30 mil petralhas…e só degolarmos uns 50 deles a coisa vai ficar diferente. Provavelmente reagirão (isto é, se os soldados e cabos e sargentos traídos pelo boçal forem mesmo só merdas fardados e não se aliarem ao lado do povo). Afinal, se os “pequenos” das forças armadas foram traídos, como reclamam, nós povo estamos sendo traídos faz algum tempo e por escolha de uma maioria de imbecís que endeusam o cafajeste moro e elegeram um boçal…….Afinal, ficar esperando a próxima eleição e, se ela vier, contarmos com a sorte de eles não ganharem fraudulentamente de novo, até lá será muito tarde e provavelmente pouco haverá para recuperarmos da nossa dignidade. Pra rua, minha gente….urgente.

  3. por favor, acabei de enviar um comentário sobre o fato de o André Mota Araujo haver invertido a ordem do “morde e assopra” mas, na hora de enviar . logo após clicar que não sou um robô e enviar, nessa hora VEIO A MENSAGEM QUE É UM COMENTÁRIO REPETIDO……….E NÃO É REPETIDO, POIS ACABEI DE ESCREVÊ-LO. POR FAVOR, MODERADOR, PRESTE ATENÇÃO NESSA DETALHE: MEU COMENTÁRIO NÃO É REPETIDO………..NÃO É REPETIDO…….NÃO É REPETIDO……..NÃO É REPETIDO………

  4. por favor, acabei de enviar um comentário sobre o fato de o André Mota Araujo haver invertido a ordem do “morde e assopra” mas, na hora de enviar . logo após clicar que não sou um robô e enviar, nessa hora VEIO A MENSAGEM QUE É UM COMENTÁRIO REPETIDO……….E NÃO É REPETIDO, POIS ACABEI DE ESCREVÊ-LO. POR FAVOR, MODERADOR, PRESTE ATENÇÃO NESSA DETALHE: MEU COMENTÁRIO NÃO É REPETIDO………..NÃO É REPETIDO…….NÃO É REPETIDO……..NÃO É REPETIDO………

  5. a l ô m o d e r a ç ã o: cadê meu comentário que uma mensagem do blog dizia parecer ser repetição MAS QUE NÃO ERA COMENTÁRIO REPETIDO…….FOI ERRO DAÍ…….. Meu comentário é sobre dois textos do André Mota Araujo….por favor, publiquem……..

  6. — Há que se ponderar sobre a capacidade do Brasil subsistir enquanto Estado, se essas imposições malucas se concretizarem: a saber, é o fim do pequenos e médios empresários, agricultares, hospitais e por aí vai. Curiosamente é a boçalidade e falta de preparo dos atuais governantes que deixa uma esperança. Caso contrário, o melhor é cair fora enquanto é tempo!!

    • Caro Anônimo, é isso que você diz. Mas, muito mais grave, é assistirmos os parlamentares, nossos representantes e do Estado brasileiro e fiscais do povo no Congresso Nacional, aprovarem esses projetos prejudiciais ao povo e ao Brasil, desrespeitarem a CF, não fiscalizar em sua co formidade e, depois dos prejuízos, ficarem isentos de culpa.
      À luz desse desmonte do Estado Brasileiro, és nosso protesto e apelo à cidadania e meditação, pelos cidadãos brasileiros, para acordarem e agirem enquanto é tempo, com foco na Constituição-Cidadã que possuem.
      No entanto, é possível, que a maioria dessas pessoas e autoridades que desrespeitam a CF e, pelejam pela sua desvalorização, nem sabem que o seu Preâmbulo, diz e afirma que: Esta CF da RF do Brasil, “foi Promulgada sob a Proteção de Deus”.
      Brasileiros, por seu interesse, de sua família, de sua comunidade, de seu município, de seu Estado e de seu país, leiam pelo menos, os 07 primeiros Artigos, associados também, aos Artigos 44, 45, 46, 49, 70, 71, 84, 101 e 102 da Constituição Federal e afins, das Constituições Estaduais e da Lei Orgânica de seu Município.
      Quando quiserem reclamar, cobrar e avaliarem governantes e governos, parlamentares (Vereadores, Dep.Estaduais, Dep. Federais e Senadores), por infidelidade ao povo, que é o dono do Poder, de acordo com a autoridade que nos é inata, conforme diz o Parágrafo Único do Artigo 1° da CF ”Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.“, por mal comportamento; por falta de ética; por má gestão dos recursos públicos e/ou omissão de das instituições de Fiscalização e Controle Interno e Externo (Artigos 70 e 71) da CF; Etc. através das Ovidorias Públicas competentes
      Façam tudo isso, para a correta e conforme implementação com conformidade e qualidade, das Políticas Públicasde interesse do povo e da nação, com foco e amparado no que diz e recomenda, principalmente, o Artigo 3° da Constituição Federal.
      Diz ele:”Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
      I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
      II – garantir o desenvolvimento nacional;
      III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
      IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, e quaisquer outras formas de discriminação.
      Boa leitura e aprendizado e boas práticas de cidadania pelo bem do Brasil.
      É essa a nossa contribuição para, a minimização do analfabetismo político e cidadã, de quem interesse aprender certo, para que instruído na verdade, mudar para melhor, seu comportamento de cidadão é eleitor e, ajudar a mudar de forma responsável e positiva, o Brasil, para o bem-estar comum e de todos os brasileiros, das gerações atuais e futuras, igualmente.
      https://jornalggn.com.br/brasil/links-para-a-historia-do-brasil-de-1894-a-2018/
      https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cinco-anos-apos-o-inicio-da-recessao-nenhum-setor-voltou-ao-nivel-pre-crise,70002835508
      https://www.ocafezinho.com/2019/12/14/relatorio-da-onu-destaca-altos-indices-de-desigualdade-no-brasil/
      Sebastião Farias
      Um brasileiro nordestinamazônida

  7. Tudo isso é TRÁGICO para a nação brasileira e também para o mundo, pois:
    1) Para seus praticantes (banqueiros, empresários, fazendeiros e políticos com eles comprometidos, este neoliberalismo evidentemente predatório e nefasto, não é uma “crença, ideologia ou conclusão lógica ou científica”. É apenas a CONSCIENTE oportunização da ESPERTEZA e GANÂNCIA em detrimento dos demais.
    2) Por quê? Por que descobriram que muito melhor que negócios privados onde se tem que produzir, prestar serviços, fazer propaganda, manter preço e/ou qualidade para vender e respeitar o cliente (pois ele pode buscar outro ou abrir mão de um produto ou serviço OPCIONAL), é usurpar MONOPÓLIOS de produtos e serviços PÚBLICOS, sem concorrência, necessidade de propaganda, desprezo pelo cliente que NÂO TEM ALTERNATIVAS e é OBRIGADO POR NECESSIDADE do produto ou serviço.
    Ou hoje podemos viver sem água, energia, gás, telecoms, transporte, estradas, aeroportos. Ou em um nível não obrigatório”, mas essencial, de hospitais, escolas, assistência social, etc.?
    3) Só quem “acredita” (e tenta até defender e explicar) neste processo econômico perverso são estudantes de economia convertidos e a parte da sociedade que pega carona nele, a classe média, média-alta, que sonha com a “oportunidade” de alcançar privilégios, pois admiram e sonham com tal “sucesso”, já que tem inveja e admiração por ricos (que supõem ser sempre por sucesso “meritocrático”).
    O pior é que esta “Igreja Universal do Reino Neoliberal” tem tido uma incrível capacidade de evangelizar crentes (que nada ganham), através do poder de míRdia e das redes fake-sociais.
    Mal sabem que farão parte de uma maioria cujo papel será apenas pagar dízimo, dizer amém…
    E orar…

  8. “O Projeto não se impressiona com o fato de que todos esses serviços nos EUA, Canada e Europa são públicos. Nos EUA, água e esgoto são estatais, na maior parte da Europa também.”

    Os EUA adotam o seguinte critério: “Eu posso e você não pode.” Aproximar nosso país daquele não nos torna parecidos com eles e sim submissos a eles. No que depender deles jamais haverá relação de reciprocidade e sim relação de ascendência e submissão. Algo como “nós prosperamos mas vocês não.” Ou para ser preciso, “nós prosperamos às custas da sua pobreza”.

    Agora, quanto a isso…
    “A água sendo privatizada vai ter um preço muito mais alto, o que será bom para que o povo economize água.”

    Economize aonde? Talvez você esteja pensando que o Brasil é apenas a classe média urbana dos Jardins, no máximo de uns poucos bairros, aí. Mas o Brasil é muito, muito maior que isso, e muito diverso disso. Nessa linha o pessoal diz que é bom a carne cara para o pessoal aprender a roer o osso e por aí vai… Impossível ler isso e não relacionar a diretrizes e conselhos da tal “turma de Chicago”… ainda que disfarçada.

  9. Agora sim, gostei de ver.
    O AMA está colocando os fatos com clareza.
    É exatamente nesse rumo que querem nos levar.
    Faltou falar do grande acordo de paz entre: governo federal, governos estatuais, polícias e facções criminosas. Nos moldes do que já ocorre com SP e PCC. Vista grossa para o tráfico de drogas, desde que este não se exceda no uso da violência. A redução dos assassinatos neste ano já é um resultado desse pacto. Para isso, a cúpula do PCC e do CV foi reunida em um mesmo presídio federal.
    O capitalismo sem qualquer limite, no ponto em que estamos, só pode ocorrer deixando a maioria da população à própria sorte, rumo ao extermínio.
    Agora, meu caro AMA, só falta você deixar cair o seu último baluarte interior, enxergando que essa é a proposta do capitalismo para a mundo. Aqui é apenas um local que já está pronto para o projeto piloto.
    Essa agenda em curso no Brasil conta com apoio externo, ou, mais provavelmente, determinação externa.
    Os limites físicos do planeta estão, pela primeira vez na história, visíveis no horizonte. Duas possíveis soluções: fim do capitalismo como nós o conhecemos (controle da economia pelo estado ou mesmo uma mudança radical para o socialismo) ou sobrevida para o capitalismo com drástica redução da população (lentamente, por abandono, como você bem descreveu, ou …).

  10. E lá está Gudin novamente. Gudin que nunca deixou de estar nas Políticas Econômicas do Estado Brasileiro em 90 anos, fora estratégia insuperável do Governo Militar de Geisel e pequeno período de Jânio Quadros. O restante é tragédia de enorme sucesso. AntiCapitalismo de Estado. Industrialização sem Industriais. Industria do Atraso, do Analfabetismo, do Racismo, da Pobreza, da Seca, da Burocratização, do Desnacionalismo,…. Gudin acreditava que viveríamos sem industrias, plantando café. A AgroIndústria Cafeeira de São Paulo financiava a pujante Industrialização Paulista e Brasileira até os anos de 1930. Trazia o Imigrante europeu das fazendas de café para as Industrias da Capital. Caldo de cultura que temperava Nossa Democracia nas Revoluções Operárias dos anos 20. Jogamos tudo isto no lixo. 1 século perdido a partir de Golpe Civil Militar Caudilhista Ditatorial Absolutista Assassino Esquerdopata Fascista. Agora, depois de 9 décadas, a volta de um Presidente Paulista. Pensando trazer um Liberal à Economia, traz um Libertino. Mas a sorte e coincidência são tantas e em momentos tão acertados, que joga por terra todas idéias ultrapassadas e medíocres que a Escola de Chicago copiada pela decadência intelectual da turma da PUC/RJ, que poderemos até obter uma reviravolta. China e sua vanguarda, trapaças e equívocos com Trump, políticas e idéias carcomidas em nossos Vizinhos, surgem como um breque na volta de tosco NeoLiberalismo Piorado da era FHC, replicado em Paulo Guedes. Até agora parece que a sorte está do nosso lado. Precisamos Nos salvar desta aberração que criamos em 9 décadas. A Nação com águas insuperáveis, solo, sol, povo, território, riquezas, oceanos, enxergando-se um Mendigo. Acordemos do pesadelo. Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.

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  11. Caro André, muito obrigado mais uma vez por mais um texto excelente e sóbrio. Apenas uma curiosidade. Em quanto tempo você acha que esse Brasil de 40 milhões passará a ser um de 30 milhões e parte dos beneficiários iniciais desse plano perverso será também punida? Vai levar duas gerações como no Chile?

  12. Ou seja, na prática está sendo aplicada a tal Ponte Para o Futuro.
    Bom, o resultado disso tudo é mais do que conhecido…. Mas fico aqui pensando: será que os brasileiros realmente não merecem esse Calvário?

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  13. INFELIZMENTE HOUVE UM ERRO NO BLOG E NÃO PUBLICARAM MEU COMENTÁRIO (DO QUAL ALIÁS RECLAMEI AINDA ONTEM…..) VEIO UMA MENSAGEM ERRADA DIZENDO PARECER QUE EU JÁ HAVIA DITO AQUILO ANTES…….MAS NÃO HAVIA COISA NENHUMA. E INFELIZMENTE, EMBORA EU SEJA UM ZÉ NINGUÉM COM MEUS COMENTÁRIOS, PELO MENOS EU PROPUNHA UMA REAÇÃO, MESMO QUE VIOLENTA, POIS FICAR ESPERANDO RESOLVER NA DEMOCRACIA VAI SER PERDA DE TEMPO……..É PRECISO IR PRO PAU, MATAR PELO MENOS UNS 50 FILHOS DA PUTA PARA QUE ELES TEMAM E PASSEM A RESPEITAR CERTOS LIMITES. MAS SERÁ QUE O PROBLEMA FOI ESCREVER SOBRE SER NECESSÁRIO MATAR UNS 50 FILHOS DA PUTA? POIS O BOÇALNARO FALOU QUE ERA PRECISO MATAR UNS 30 MIL PETRALHAS E NADA ACONTECEU A ELE……….E NÓS VAMOS ACEITAR QUE ESSA POLITICA NEOLIBERAL FAÇA O QUE QUER? TEMOS QUE REAGIR……MATAR, INCENDIAR, SE FOR PRECISO MORRER LUTANDO…..MAS FICAR SÓ ESCREVENDO AQUI NOS BLOGS NÃO ADIANTA NÃO……..

  14. Boas intenções e talvez um bocado de ingenuidade, porque eu não creditaria ao André algum tipo de cinismo.

    Ele crê que haverá um modo capitalista de organizar a produção mundial onde as periferias poderão alcançar padrões de IDH civilizados ou próximos aos dos países centrais.

    Nunca.

    Essa bobagem de denominar de “selvagem” é só bobagem mesmo.

    Para o europeu ou o estadunidense médio viver no conforto, africanos e latinos devem comer merda.

    É isso.

    Todos os países que conseguiram alcançar níveis de conforto o fizeram na marra…com grandes conflitos.

    Seja os EUA na secessão, sejam aqueles que participaram dos espólios de todos outros conflitos regionais e mundiais.

    Democracia e eleições são distrações cada vez mais desprezadas e inúteis nesses tempos de pós capitalismo.

    Exemplo?

    Boris e as hienas britânicas…comendo merda e rindo do czar conservador.

  15. Uma forma de consolo é ver que o andar de baixo apoiar medidas do andar de cima e cobertura que vão ferrar com todos do andar de baixo não é coisa só do Brasil. Veja o caso do Brexit. Há 40 anos Thatcher começou a acabar com a indústria do país que começou a revolução industrial e hoje Boris começa a era do Reino DesUnido. Isso num país que criou o parlamentarismo como conhecemos hoje e teve gente da envergadura dum Churchill. O leão está desdentado e decidiu virar vegano.

  16. A implantação desse plano “Projeto Chicago” lembra as ações dos governos petistas, cujas, no sentido oposto, benesses foram implantadas sem a participação dos favorecidos. Ou seja, a imensa maioria de beneficiados, ou como no caso do “Projeto Chicago”, prejudicados, não são preparadas ou consultadas para absorver o impacto das medidas adotados pelo governo. Por isso, podem ser desfeitas sem muitas resistências. No caso presente, a despeito das políticas recessivas e o consequente desemprego, as reservas internacionais amealhadas nos governos petistas tem ancorado o “Projeto Chicago”, permitindo manter uma baixa inflação que tem garantido a sobrevivência não só dos empregados (cerca de mais de 38 milhões), não levando as classes médias ao desespero, já que estas mesmo com desemprego, são as primeiras a serem absorvidas em qualquer surto de melhora nas condições econômicas. Até mesmo os desempregados e subempregados continuam, a julgar pela ausência de maiores resistências, a acreditar na possibilidade de recuperação como a mídia defende e divulga todos os dias em apoio (Rede Globo e congêneres). Entretanto, por mais que façam e escondam a verdade, no longo prazo trata-se de um ambiente de todo precário, com tudo para não dar certo, a não ser,enriquecer ainda mais os mercadistas, deixando quem só tem mão de obra para vender, seja ao setor privado ou governamental, tendo de, em algum ponto optarem por resistir, exigindo melhorias no mercado de trabalho que os chicagos boy, nem de longe estão interessados.

  17. È não sei se é tão elaborado. O que a maioria, dos médios e pequenos empresários, vê é a desoneração da folha. É uma visão tacanha, os impostos vão para o preço, quem sempre pagou e sempre pagará impostos, e todos eles, é o consumidor. O empresário recolhe, só sobrevive se conseguir repassar os custos entre eles todos os impostos, diretos, indiretos, sobre a folha, todos.
    É uma esperança de geração de caixa e alívio imediato no giro, mas não existe almoço grátis, empresas com maior produtividade vão repassar o preço para ganhar mercado no já achatado poder de compra do consumidor.
    Desoneração é ilusão se não há uma inserção no mercado externo onde poderia haver algum ganho. Depois do ciclo do ouro, do açúcar e do café, estamos no ciclo da soja e do minério de ferro, não vai haver ganho algum.
    A idéia central, se eu entendo bem o que diz o jornal nacional, é reduzir a participação do estado na demanda por recursos financeiros e na intermediação de financiamento. Não sei se os bancos estão preparados para reduzir juros de 300, 500% ao ano, taxas que só são possíveis pela ‘atuação’ do banco central, para 2% a 4% reais ao ano, o que prevalece no resto do mundo.
    Gostaria de ver quais seriam as taxas de financiamento para a monocultura agroexportadora. Uma opção seria a desregulamentação do setor financeiro e abertura de mercado. Opções que não são colocadas no citado ‘Projeto Econômico”. O jornal nacional, o pravda do neoliberarismo com capitanias hereditárias, defende apenas a saída do estado.
    O estado só poderia investir como investiu usando recursos da aposentadoria que era superavitário. O que há mesmo é o interesse em saquear o que restou da poupança com recursos da aposentadoria pública, materializada nas grandes empresas. Não há interesse por empresas onde há competição, vide falência da embraer, o que se quer mesmo são as capitanias hereditárias, os monopólios em energia, comunicação etc. É só olhar para a vale, este é o modelo, este é o sonho, digo, “projeto”. Não há modernização alguma, mesmo conservadora, a este baixo clero do setor financeiro só interessa depredar e saquear.

  18. Perfeito André. Esse “projeto” deve ser estendido para a América latina, o quintal dos EUA.
    Essa é a elite latina e seus militares. Os verdadeiros corruptos. Os que querem o orçamento para seus próprios interesses e desejam a servidão da pessoa comum.
    A parte final desse roteiro inclui a volta da inflação e a queima dos dólares que estão no BC. Irão para o bolso dos ricos.
    A neo escravidão na neo colônia.
    A falta de escrúpulos da classe dominante não tem limites.
    A América latina fornecedora de comodities e de drogas, como uma população semi escrava devidamente vigiada pelas milícias, PCCs, e etc.
    Restará a língua brasileira, aliás muito bonita.
    Não precisou de guerra. Só de milico e “meios de comunicação”.
    Restará muita igreja, muita igreja neopentecostal.
    “Que deus abençoe”.

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  19. Uai, Nassif sempre disse que câmbio desvalorizado é bom, é o que faz a indústria crescer.. quem tá certo, AMA ou Nassif?

  20. que texto! que texto de mestre! tudo o que se vê e que não é fácil nominar. gostaria, ainda, que dissesse mais – além do que já disse – sobre a incongruência do privado/estatizado nas economias desenvolvidas e nas “repúblicas” de bananas destes trópicos desavisados. parabéns!

  21. + comentários

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