Quem não faz a nossa luta, faz a luta dos generais, por Rômulo Moreira

De certa maneira, “Os Fuzis da Senhora Carrar” é uma lição para os que lutam e resistem contra os ventos fascistas que ocasionalmente atingem a democracia

Guerra Civil Espanhola. Foto: Reprodução

Quem não faz a nossa luta, faz a luta dos generais

por Rômulo Moreira

 

Conta-nos Brecht que estavam numa pequena casa de pescadores na Andaluzia, em uma noite de abril de 1937, quando a Espanha se encontrava em plena guerra civil, uma senhora chamada Teresa Carrar, com o seu filho José, um rapaz de 15 anos.[1] Teresa era viúva de Carlos, um pescador, e mãe também de Juan, o filho mais velho do casal, que tinha 20 anos, e fora pescar. O diálogo entre mãe e filho inicia-se um tanto conflituoso, pois o adolescente não aceitava que o seu irmão mais velho – e contra a vontade dele – não tivesse ido para a frente de batalha, lutar contra os fascistas espanhóis e defender a República que havia sido tomada pelo golpe militar de 1936, como o fizeram os demais rapazes do povoado.

Quando Teresa, a sua mãe, perguntou-lhe, estranhando, por que nenhum outro barco havia saído para pescar, respondeu-lhe José, ironicamente: “Não saiu mais ninguém, além de Juan, porque no momento eles têm outra coisa para fazer, em vez de pegar peixe, e Juan também não teria saído, se dependesse dele. Pescar é uma coisa que eu posso fazer, e o lugar de Juan é na linha de frente.”

O filho mais novo de Teresa, ainda que apenas um adolescente, sabia que o seu país precisava de jovens para lutar pela democracia e para restabelecer o poder tomado de assalto pelos fascistas espanhóis, liderados por uns militares cafajestes, tendo à frente o general Francisco Franco, o canalha-mor.

A mãe, que já havia perdido seu marido, ferido que foi mortalmente “com uma bala no pulmão”, no levante em Oviedo, não queria perder também o seu primogênito. Ademais, ela se dizia “contra todo o derramamento de sangue”, apesar de saber – como lhe disse José – que tudo começou com o golpe militar: “Quem foi que começou? Fomos nós, por acaso?”

Óbvio que ela sabia que tudo começara um ano antes, com a derrubada da República pelos nacionalistas liderados pelo general Franco. Nada obstante, ferida pela morte do marido e temerosa pelo destino do filho mais velho, tentava convencer o mais jovem que a sua família não era de revoltosos e não estava fazendo frente a ninguém:

– “Se dependesse de vocês, talvez fizéssemos: você e seu irmão são irresponsáveis de natureza. Nisso, vocês saíram a seu pai”, disse Teresa, para depois, como se fora um ato falho, complementar: “E eu talvez nem gostasse que fossem diferentes. Mas isto que está aí não é brinquedo: não está escutando os canhões deles? Nós somos gente pobre, e gente pobre não pode meter-se em guerra.”

Neste momento, entra subitamente em casa, o irmão de Teresa, exausto depois de mais de quatro horas de caminhada desde Motril, onde ainda estavam resistindo. Chamava-se Pedro Jáqueras, um corajoso operário que se alistara junto à Frente Popular, e estava no campo de batalha combatendo os fascistas, ainda que com pouquíssimas chances de vitória. Pedro voltava para o lugar após dois anos, e vinha atrás “de uma porção de coisas para a linha de frente”, sem revelar exatamente do que se tratava.

Ao falar sobre os combates, Pedro diz ao seu sobrinho, perguntando-lhe em seguida: “Os fuzis são o que faz mais falta, no momento. Aqui no povoado vocês não tem fuzis?” Antes que José respondesse, a sua mãe, cortando a conversa, responde ao seu irmão: “Não!” José, porém, revela ao seu tio que havia “umas pessoas que esconderam os fuzis que tinham, enterrando-os no chão como se fossem batatas.”

Agora, quem entra na casa é a jovem Manuela, namorada de Juan, surpresa por ele – Juan – não ter ido ainda para a linha de frente, como combinado no dia anterior, numa reunião no colégio, onde se decidiu “que todos deveriam seguir para a linha de frente, ainda esta noite, todos os homens que pudessem afastar-se do povoado.”

Como Juan não houvera participado da reunião, enviaram-lhe um recado pela mãe, mas Teresa, obviamente, não lhe transmitiu a mensagem, temerosa que estava pela vida do seu primogênito, certamente a mesma sorte que tivera o marido. José, então, protesta veementemente: “Ela não deu o recado a ele, pura e simplesmente! Agora eu sei porque mandou Juan pescar!” Pedro também a admoesta: “Não devia ter feito isso, Teresa.”

– “Deus deu a cada homem um ofício: meu filho é pescador!”, justificou-se a Senhora Carrar. Manuela, inconformada com a atitude de Teresa, e envergonhada por Juan, vocifera: “A senhora está querendo nos expor ao ridículo, perante o povoado inteiro? Sou apontada com o dedo em qualquer lugar que eu vou. Eu já fico doente, só de escutar o nome de Juan. Mas que espécie de gente são vocês aqui?”

– “Gente pobre: nós somos gente pobre! E quem vai para o matadouro somos nós! Mas não é por causa disso que eu vou botar meus filhos numa carreta e levar para o magarefe, por minha livre e espontânea vontade. Eu não desejo que meus filhos sejam soldados: eles não são gado para o matadouro”, respondeu Teresa.

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– “Não? Vai ficar esperando que eles sejam levados para o muro de fuzilamento. Eu nunca vi uma bobagem tão grande! Por causa de gente como a senhora é que estamos no ponto a que chegamos, e um porco como esse General Llano tem o topete de nos dizer o que diz”, retruca Manuela, saindo da pequena casa de pescadores.[2]

Agora, adentra a casa, o padre do povoado, Francisco, desvelando, ao longo da conversa, o papel de grande parte da Igreja Católica na Guerra Civil espanhola. Em certo instante, ao ser confrontado por José, reconhece o padre católico: “Em muitas regiões o baixo-clero dá apoio ao Governo constituído. Das dezoito dioceses de Bilbao, dezessete pronunciaram-se a favor do Governo. Não são poucos os meus colegas de batina que marcharam para a linha de frente. E alguns já tombaram na luta. Mas eu não sou um combatente, de jeito nenhum. Deus não me concedeu o dom de conclamar meus paroquianos, em alto e bom som, a lutarem por uma causa, seja ela qual for. Para mim prevalece a palavra de Nosso Senhor: ´Não matarás!` Por enquanto é na fome só que eu tomo parte.”

Então, Pedro indaga-lhe “de que modo imagina que voltaremos a ter o pão nosso de cada dia, que o senhor pede no padre-nosso.”

– “Isso eu não sei: eu só posso é pedir”, responde-lhe o clérigo, simplesmente.

– “Pois é: é a neutralidade. E o senhor também é neutro, partidário da não-intervenção?”, pergunta-lhe incisivamente o operário. O padre neutro, indignado, levanta as mãos à altura da cabeça, num gesto defensivo, e brada: “Isso eu não admito!” O operário, tranquilo, responde-lhe, respeitosamente:

– “Fique um instante assim com as mãos para o alto: nessa mesma posição, cinco mil dos nossos homens tiveram de sair de casa, durante o cerco de Badejoz, e nessa mesma posição foram abatidos a tiros. O senhor sabia que cinquenta mil homens, mulheres e crianças, que iam fugindo, foram ceifados pelos canhões dos navios e pelas bombas e metralhadoras das esquadrilhas aéreas de Franco, ao longo dos duzentos e vinte quilômetros da estrada para Almeria?”

Advertido pela irmã (“como é que você pode dizer uma coisa dessa?”), Pedro reafirma: “O que eu acho curioso, Teresa, é a posição dessas pessoas, que não admitem ser tão grotescamente parecida com a posição de quem capitula. Eu já li muitas vezes que as pessoas que não querem assumir nenhuma culpa, acabam lavando as mãos em bacias de sangue. E esse sangue, depois bem que se vê nas mãos!”[3]

O padre, então, sai, e Teresa o acompanha. E, finalmente, quando estão a sós apenas tio e sobrinho, Pedro Jáqueras revela qual o verdadeiro motivo de sua visita. Ele estava mesmo era à procura dos fuzis que o seu cunhado Carlos havia deixado quando partiu para resistir, afinal “ele não poderia nem pegar o trem com tanta coisa, quando embarcou.”

José, na verdade, sabia que a sua mãe havia escondido as armas e que, naturalmente, não iria entregar os fuzis ao irmão. Mas, ele também sabia onde Teresa os escondeu: dentro de um caixote de madeira, guardado abaixo de algumas tábuas do assoalho, no fundo de um dos aposentos da casa.

Ao pegá-los, são flagrados por Teresa, que brada: “Podem deixar esses fuzis onde estavam!” E, pergunta ao irmão: “Foi para isso, então, que você veio?”

– “Foi, Teresa: nós precisamos muito! Não podemos enfrentar os Generais com as mãos vazias. Na presença de seu filho eu não quero dizer o que estou pensando de você, nem o que estaria pensando o seu marido: ele era um homem de luta. Imagino que você perdeu a cabeça, temendo por seus filhos. Não se trata de lutar por nós, Teresa: quem não faz a nossa luta, faz a luta dos Generais.” (grifei).

Teresa, por evidente, não deixou levar os fuzis, “só se passar por cima do meu cadáver!” Já o seu filho insistia em ir com o tio, afinal não queria “ficar esperando que nos venham sangrar como porcos. A senhora me proibiu de fumar, mas não vai me proibir de lutar!”, disse ele.

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Teresa, porém, estava decidida: não entregaria os fuzis, tampouco deixaria o seu caçula ir para a resistência. O que ela não esperava, porém, é que o seu outro filho, Juan, que havia saído para pescar, agora estava morto, em sua frente, assassinado enquanto pescava, quando as forças dos generais golpistas o confundiram com um da resistência, nada obstante ele estar só em um barco, e desarmado.

– “Foi uma daquelas chalupas de pesca que eles têm, armadas de metralhadoras: iam passando por ele e mandaram balas, sem mais nem menos”, disse um dos pescadores que trouxeram o corpo de Juan.[4] “Eles nem perguntaram nada a Juan: só deram uma varrida no mar com o holofote, e a lanterna dele caiu dentro do barco”, disse o segundo pescador.

Desesperada, e sem entender, disse Teresa: “Não pode ser! Deve ter sido engano! Ele estava pescando!” Então, pegando em suas mãos o boné que o filho morto usava, disse:

– “A culpa foi do boné. Todo puído: homem decente não usa um boné assim.”

– “Então eles podem ir atirando em qualquer um que esteja com um boné puído?”, retrucou o primeiro pescador.

– “Eles podem sim. Eles não são gente. Isso é uma lepra, tem de ser tratada a fogo como a lepra”, responde Teresa, mandando as mulheres e os pescadores saírem de sua casa.

É quando se ouve o ribombar dos canhões ao longe, como se de repente estivessem cada vez mais perto. Eram as forças fascistas que haviam rompido o bloqueio da resistência. Pedro, então, despede-se: “Agora preciso ir!”

– “Leve os fuzis! José, vá se preparar! O pão também já está pronto”, diz Teresa, embrulhando o pão numa toalha e empunhando um dos fuzis.

– “A senhora também quer vir conosco?”, perguntou-lhe José, surpreso.

– “Vou, por Juan!”, respondeu-lhe Teresa, dirigindo-se para a porta de saída.

Assim termina “Os Fuzis da Senhora Carrar” que, de certa maneira, é uma lição para todos os que lutam e resistem contra os ventos fascistas que, vez por outra, varrem os ares da democracia, ainda que a melhor luta nem sempre seja aquela feita com fuzis.[5]

Post escriptum: Na última quarta-feira (22), faria 100 anos, se vivo estivesse, um dos maiores sociólogos brasileiros, Florestan Fernandes, autor, dentre outros vários livros, de “A Revolução Burguesa no Brasil”, que começou a ser escrito dois anos depois do golpe militar de 1964, e deveria ser, como ele próprio admitia, “uma resposta à situação política que se criara com o regime instaurado em 31 de março de 1964. Neste livro, Florestan Fernandes pretendeu, “na linguagem mais simples possível, resumir as principais linhas da evolução do capitalismo e da sociedade de classes no Brasil.” Em sua homenagem, eis um pequeno trecho desta obra que deve ser lida em sua inteireza, pois se trata de um texto atual: “As classes burguesas continuam tão presas dentro de seus casulos, isoladas da realidade política de uma sociedade de classes e submetidas a partir de fora, como estavam há vinte ou quarenta anos. Depois de tudo e apesar de tudo, elas se alienam das demais classes, da Nação e da ´revolução brasileira` pelo mesmo particularismo de classe cego, o qual as leva a perceber as classes operárias e as classes destituídas em função de uma alternativa estreita: ou meros tutelados; ou inimigos irreconciliáveis.” (os grifos constam do original).[6]

Post escriptum 2 (antes que eu me esqueça): Ontem (25) comemorou-se o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, data reconhecida oficialmente no Brasil pela Lei nº. 12.987/14, promulgada pela presidenta Dilma Rousseff. Tereza de Benguela foi líder quilombola, no século XVIII. Com a morte do seu companheiro, ela tornou-se líder do quilombo, e, sob sua condução, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), foi morta ou presa.[7] Como uma homenagem, transcrevo (em prosa) uma linda canção de Lazzo Matumbi e Jorge Portugal (14 de Maio), que retrata muito bem, e com muita sensibilidade, como a abolição (formal) da escravidão no Brasil não significou a liberdade (real) do povo negro brasileiro: “No dia 14 de maio, eu saí por aí, não tinha trabalho, nem casa, nem pra onde ir. Levando a senzala na alma, eu subi a favela pensando em um dia descer, mas eu nunca desci. Zanzei zonzo em todas as zonas da grande agonia. Um dia com fome, no outro sem o que comer, sem nome, sem identidade, sem fotografia. O mundo me olhava, mas ninguém queria me ver. No dia 14 de maio, ninguém me deu bola. Eu tive que ser bom de bola pra sobreviver. Nenhuma lição, não havia lugar na escola. Pensaram que poderiam me fazer perder, mas minha alma resiste, meu corpo é de luta. Eu sei o que é bom, e o que é bom também deve ser meu. A coisa mais certa tem que ser a coisa mais justa. Eu sou o que sou, pois agora eu sei quem sou eu. Será que deu pra entender a mensagem? Se ligue no Ilê Aiyê. Agora que você me vê, repare como é belo. Êh, nosso povo lindo. Repare que é o maior prazer. Bom pra mim, bom pra você. Estou de olho aberto. Olha moço, fique esperto, que eu não sou menino.”[8]

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[1] Como se sabe, a Guerra Civil espanhola foi um conflito que se instaurou naquele país, pondo em choque forças da esquerda, lideradas pela Frente Popular, e do outro lado o Movimento Nacional, que reunia a maior parte das forças da direita, lideradas pelo general Francisco Franco, cuja inspiração ideológica e apoio vinham especialmente do fascismo italiano, mas também do nazismo alemão. Ao final da guerra, venceram os fascistas, inaugurando na Espanha o regime franquista que, levando-se em consideração o ponto de vista exclusivamente cronológico, dominou o país desde 1939 até a morte do general Francisco Franco, no dia 20 de novembro de 1975. Na verdade, é possível dizer que o franquismo se iniciara três anos antes, com o golpe de estado militar de julho de 1936, estendendo-se até 1975, com o início da transição para a democracia. (BOBBIO, Norberto, MATTEUCCI, Nicola, PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política. Brasília: Universidade de Brasília, 1997, pp. 525/526).

[2] Gonzalo Queipo de Llano (1875-1951) foi um dos generais mais sanguinários da história moderna espanhola. A sua ossada foi removida de uma capela em Sevilha e levada para outro sepulcro, deixando o lugar de destaque que tinha no templo. A decisão foi tomada em julho de 2018, em meio a todo um debate social sobre a memória histórica espanhola. O general Llano foi um dos principais líderes militares da Guerra Civil, tendo conquistado e comandado Sevilha, onde ordenou o fuzilamento de seus inimigos. Na Espanha há um crescente interesse num fenômeno descrito pelo antropólogo espanhol Francisco Ferrándiz como uma “autópsia social, que busca por revirar o passado que durante um longo período esteve por debaixo da terra. A recuperação das ossadas dos combatentes da Guerra Civil é considerada uma maneira de questionar as narrativas oficiais e buscar reparações. Não apenas as ossadas dos guerreiros, aliás. Os restos mortais mais célebres sob busca durante os últimos anos na Espanha são os do poeta Federico García Lorca, fuzilado em 1936.” Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/07/espanha-removera-ossada-de-general-fascista-de-catedral-em-sevilha.shtml. Acesso em 26 de julho de 2020.

[3] A Igreja Católica teve grande importância neste período histórico da Espanha, ao lado dos monárquicos, falangistas, militares e franquistas. A cúpula espanhola da Igreja Católica oficializou sua posição favorável aos fascistas numa pastoral coletiva dos bispos espanhóis, realizada em julho de 1937, razão pela qual quando, por diversos fatores, o Franquismo se achou em evidentes dificuldades, “surgiu logo uma solução ideológica de substituição: o solidarismo católico, numa versão essencialmente tradicional e autoritária, a que se sobrepõe um verniz democrático.” (BOBBIO, Norberto, MATTEUCCI, Nicola, PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política. Brasília: Universidade de Brasília, 1997, p. 526). Aliás, num determinado trecho da longa conversa entre Pedro e Teresa, ele denuncia que os generais estavam sendo “financiados até por sua Santidade o Papa!” Naquela época, o chefe da Igreja Católica era Pio XI.

[4]  Segundo Aurélio, chalupa era um “antigo navio à vela, cuja mastreação se compõe de gurupés e dois mastros: o de vante de lugre, e o de ré inteiriço, que enverga pequena vela latina quadrangular.”

[5] BRECHT, Bertold. Teatro de Bertold Brecht. Volume I, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976, pp. 111-154.

[6] FERNANDES, Florestan, A Revolução Burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976, p. 354.

[7] Disponível em: https://www.geledes.org.br/hoje-na-historia-25-de-julho-dia-internacional-da-mulher-negra-latino-americana-e-caribenha/. Acesso em 26 de julho de 2020.

[8] Ouça aqui: https://youtu.be/YbVLMwpd76A.

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1 comentário

  1. Inacreditável mé que os mesmos que condenam os Regimes Fascistas, aqui explicitado, de Franco na Espanha, são aqueles que endeusam o Ditador Caudilhista Assassino Esquerdopata Fascista Getúlio Vargas, toda sua laia, lacaios, nepotismo, cúmplices, parasitas e projeto que persiste até hoje depois de 90 anos de NecroPolítica. A Bipolaridade Esquerdopata Tupiniquim é algo para estudos científicos. O Pária leva a Nação de Voto Livre, Direto, Facultativo para uma Ditadura Fascista depois de um Golpe Civil Militar, que a enterra em quase um século de atraso e miséria, mas continua sendo preservado por Aqueles que enxergam a Latrina Medíocre e Abjeta em outros Fascistas de igual quilate e igual projeto. Pobre país rico. Tarja preta não faz mais efeito. Mas de muito fácil explicação.

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