4 de junho de 2026

Umas considerações sobre nós e o mundo, por Gustavo Gollo

por Gustavo Gollo

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Estamos acostumados a pensar que os países sejam coisas estáveis, que sempre existiram e sempre existirão: não são. O Brasil ainda não tem 200 anos, os EUA têm pouco mais que isso. A Alemanha esteve dividida até pouco tempo, e a União Soviética já não existe mais. Vejam a Europa de 200 anos atrás:

Estamos prestes a viver uma revolução sem precedentes na história da humanidade, não me surpreenderei se dela resultar o fim dos países do modo como os conhecemos (temo o surgimento de um regime neo-feudal regido por corporações multinacionais).

Mas, por que, pergunta o leitor, algum profeta louco imaginaria tamanho disparate? Responderei.

O mundo se encontra em um impasse incomum e estranhamente instável devido à dissociação entre o poder econômico e o militar. Embora a notícia importantíssima permaneça abafada pelos meios de comunicação, a economia chinesa já superou fartamente a americana, e continua ampliando essa defasagem a passos largos (confira isso na internet). Por outro lado, o poderio bélico americano ainda continua superior ao chinês devido, em grande parte, ao conjunto de bases militares americanas encravadas no mundo inteiro. A situação é preocupante, o risco de uma guerra apocalíptica é imenso.

Um punhado de pessoas, chamo-os “os donos do mundo” vem dominando o planeta há coisa de um século, pelo menos. Esses caras estão acostumados a mandar, sempre fizeram isso, desde que nasceram. Continuam sendo as crianças mimadas que foram um dia; nunca foram contrariados, não imaginam que isso possa acontecer, e não sabem lidar com isso. Foram eles que “desenharam” o mundo atual, que ditam as regras gerais, determinam quem sejam os árbitros, etc., em suma, são eles que governam o mundo. Têm sido capazes de fazer isso em decorrência de sua riqueza fenomenal. Existe, por exemplo, o FED, uma estranha instituição privada americana que produz o dólar. Os caras que fabricam dólares são, naturalmente, muito ricos.

Já há várias décadas esses caras vêm fazendo propaganda do sistema democrático. Quando convém eles se tornam democratas. Também fazem propaganda da “liberdade”, adoram essa palavra que sabem ter um enorme poder de sedução junto à população, e a usam com os mais variados propósitos. São eles que mantêm o mundo como ele é, são eles que têm mantido o planeta dividido da forma que conhecemos, retalhado em países. Esse desenho atual tem sido adequado a eles que controlam o governo dos EUA e usam esse país como braço para o controle dos outros países. Tem sido assim e isso lhes tem sido útil. Também lhes é útil o conceito de democracia à americana, o espetáculo que temos podido acompanhar pela TV, e que resultará na escolha do novo presidente americano. Trata-se de um imenso show cujos protagonistas são inseridos em uma superprodução grandiosa bem ao estilo dos espetáculos cinematográficos que admiramos. Nas últimas décadas, o modelo foi exportado para a maioria dos países do ocidente, democracias estão na moda. Também gosto delas. A moda, no entanto, não é necessariamente duradoura; parece estar sendo conveniente aos donos do mundo interromper esse ciclo que puderam dominar por anos.

As democracias contemporâneas têm sido convenientes aos donos do mundo porque dominando o dinheiro e os meios de comunicação pelo mundo afora, eles conseguem um domínio maior sobre todos os países que o que conseguiriam sobre ditaduras. Ditadores costumam se tornar meninos mimados com desejos próprios e inamovíveis, o que sempre acaba por irritar os donos do mundo. Presidentes eleitos democraticamente que se insubordinem contra os desígnios desses senhores são substituídos periodicamente. Lula quebrou essa norma, conseguindo uma popularidade desmedida que superou o poder dos meios de comunicação; tendo sido impossível trocar o governo com financiamentos eleitorais, armaram o golpe de estado que resultou no desgoverno dos ratos interinos que nesse momento se empenham em rapinar o país alvoroçadamente.

 

Os donos do mundo vêm criando dólares com uma voracidade incontrolável. Difícil imaginar controle sobre ação tão tentadora; basta a eles digitar um número em uma conta e está criado o dinheiro, tantos trilhões de dólares quantos queiram. Têm feito isso com naturalidade. O resultado disso, após décadas, é uma bola de neve com um valor maior do que todos os bens existentes no mundo. Esse sonho disparatado talvez pudesse ir sendo empurrado para amanhã quase indefinidamente, até que algum desastre surpreendente ocorresse. Os chineses, no entanto, donos da maior economia do planeta, senhores da economia real, palpável, produtores da maioria dos bens circulantes por todo o mundo, resolveram se insurgir, propondo a criação dos BRICS e de um enorme banco ligado ao grupo. Dominando o comércio mundial, esse banco acabaria permitindo a substituição do dólar como moeda de reserva internacional. Tal acinte desagradou os donos do mundo que resolveram então acabar com a farra no Brasil, e detonar a incipiente democracia local. O enfraquecimento dos BRICS não esmoreceu a China que decidiu, então, criar um banco mundial com seus parceiros asiáticos. Os donos do mundo sabem que, em breve, isso levará o yuan a se tornar a nova moeda de reserva, explodindo o dólar absurdamente inflacionado, transformado em uma bolha colossal. Essa ameaça é inaceitável para os donos do mundo; a troca do dólar como moeda de reserva internacional significará a morte de sua galinha de ovos de ouro, e o fim de seu poder hegemônico. Em vista disso, os donos do mundo têm um pequeno número de opções. O pior deles é cavar uma guerra apocalíptica bombardeando a China e a Rússia, matando bilhões de pessoas e eliminando o mal pela raiz. Tal “opção” tem inconvenientes óbvios.

Uma outra tentativa poderia ir na linha da dissolução dos países. Uma vez que os EUA perderam a hegemonia econômica e não servem mais para impor à força os desejos dos donos do mundo, estes poderiam “melar” os países, dissolver todas as instituições políticas atuais e desenvolver algo novo, baseado na descentralização de poderes políticos locais regidos por poderes econômicos internacionais. Seria uma espécie de feudalismo, com poder político descentralizado, leis locais, regidos por um deus econômico onipresente incorporado na figura de uma trindade una e múltipla representado por um grande conglomerado econômico multinacional agregando virtualmente todas as marcas e forças produtivas existentes.

De qualquer modo, a derrocada iminente do dólar jogará os EUA em uma convulsão social estrondosa. Os estertores de uma era de pujança econômica ecoarão por todo o planeta causando uma onda de descontentamento e enorme ebulição social e política. Em vista disso, providências têm sido tomadas no mundo inteiro “naturalizando” os estados policiais onde, por décadas, reinou a liberdade. A campanha publicitária em favor do terrorismo iniciada após o ataque ao pentágono e às torres americanas acabou dando frutos, tendo sido necessária, além da propaganda, o incentivo à construção de grupos terroristas.

No Brasil, por exemplo, temos desde 2001 um conjunto de procedimentos nos aeroportos cujos propósitos só se “justificam” como necessidade americana. Não temos a mania americana de ficar jogando bomba em árabes, não precisamos temer retaliações deles, consequentes de tais atos. Pelas mesmas razões, não temos nenhum motivo para nos preocupar com retaliações terroristas em metrôs, ou estádios, nosso país nunca atacou os árabes, gostamos deles, somos amigos do mundo inteiro. Por que um terrorista muçulmano viria se explodir no Brasil? Por que tanta propaganda de terroristas suicidas que nunca existiram aqui? Tragam uma dúzia de terroristas suicidas muçulmanos fanáticos para o Brasil e em menos de um ano eles terão caído na gandaia e abandonado a ideia de se explodir. Estão criando esses bichos-papões para justificar a construção de um estado policial e preparar o cenário para um golpe de extrema-direita patrocinado por estrangeiros, conforme as diretrizes das guerras híbridas.

Também não precisamos de navios de guerra idiotas patrulhando nossas costas para demonstrar belicosidade durante os jogos olímpicos, essa festa imensa que sabemos preparar como ninguém!

Atentem, ninguém no mundo sabe fazer festas populares como nós!

Essas olimpíadas deveriam ser a maior festa já vista pela humanidade, seriam se não estivéssemos sob ataque, e talvez o sejam, mesmo assim. Mas estamos sob o ataque de uma guerra híbrida. Temo estarem fermentando uma ditadura de extrema direita mais dura e abominável que qualquer coisa que já tenhamos visto em nosso país. Nossa economia vai muito mal, nossa política ainda pior. Estamos divididos, jogando contra nós mesmos.

Quando o dólar ruir, os donos do mundo ficarão expostos. Inúmeras mentiras virão à tona. Será difícil justificar a razão de os rebanhos dóceis terem gasto suas vidas no afã de conseguir dinheiro, um número criado magicamente pelos estelionatários que comandam o mundo e que por mágica também se esvaiu. Será difícil justificar às massas empobrecidas e iradas ao descobrir terem dedicado suas vidas a mentiras criadas com o propósito de mantê-las sob arreios. Para se safar, os donos do mundo inventarão inimigos entre nós mesmos. Deveremos brigar entre nós para não mirarmos neles. Já têm feito isso, têm criado os terroristas e os estados policiais.

O governo brasileiro prendeu, uns 10 dias atrás, mais de uma dezena de pessoas “suspeitas de terrorismo”. Esses suspeitos encontram-se em isolamento, sem direito a advogado, nem a proteção legal. Nenhuma informação sobre eles tem sido divulgada, nada se sabe sobre eles.

A lei que os mantém cativos é, de fato, uma lei americana incrustada estranha e inconstitucionalmente na legislação brasileira. Diz-se que eram terroristas, ficam sendo. Talvez tenham feito alguma piada na internet, talvez tenham apenas usado mochila e roupas estranhas, pouco importa, são suspeitos de terrorismo e, sendo assim, podem ser presos indefinidamente, sem nenhuma proteção legal. Sem advogados, sem defesa, já estão condenados de antemão. Em tais condições confessarão o que quiserem que confessem, todos confessaríamos. Em tais condições, aliás, nem precisam confessar nada, já estão confessados, não têm advogados, quem vai desdizer o quê? Nossa Guantánamo será muito pior que a original.

Querem que tenhamos inimigos que nos amedrontem e que sejam nossos alvos. Querem que estejamos divididos; que odiemos e temamos os terroristas, e os muçulmanos, e quem sabe os esquerdistas, ou direitistas, e todos os istas contra quem nos aticem. Querem que tenhamos inimigos para ser nossos alvos, ou miraremos os donos do mundo. Também tentarão nos preparar para acreditar na novas mentiras que contarão. Será assim em todo o ocidente.

Mas poderemos acordar, perceber as mentiras, nos libertar dos grilhões que nos mantém cativos e construir um futuro de sonho e esperança, livre de tantas mentiras. Temos que ficar atentos. Os donos do mundo tentarão nos fazer crer que o momento seja de ruína e desesperança, e que não existe salvação sem seus arreios. Mas a explosão da grande bolha financeira poderá ser o momento da libertação, do autocontrole de nossos próprios destinos, da revelação de nosso eu. Teremos apenas que descobrir sermos nós mesmos, senhores de nós, de nossos destinos; livres.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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10 Comentários
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  1. Ricardo Cavalcanti-Schiel

    2 de agosto de 2016 3:28 pm

    Maionese pouca é bobagem!

    A arte encantatória de misturar verossimilhança com pura invenção chama-se prestidigitação.

    Uma coisa é ter a prudente e criteriosa ousadia de um Carroll Quigley; outra completamente diferente é dispensar toda prudência e todo critério em nome dos messianismos descabelados, juntando pecinhas soltas por meio dessas artimanhas do “sensível” que Lévi-Strauss chamou de “bricolagem”.

    Tem gente que gosta de se empanturar de maionese. Tem outros que ainda preferem a sutileza das boas comidas.

  2. alfredo machado

    2 de agosto de 2016 3:46 pm

    mundo difícil

    Gustavo,

    Ótimo ponto de vista.

    Se irá acontecer tudo o que está descrito na forma descrita, eu não sei, mas que ocorrerá uma grande transfomação da atual relação de forças parece lógico.

    O grupo que comanda, em minha opinião o Bildeberg, até aqui soube tocar o barco usando a força da grande mídia para inventar as mais diversas guerras e também para mentir de forma bastante agressiva – afinal, com 47 milhões de americanos pendurados no Food Stamps (alô alô, USA também tem a sua versão de BFamília), onde nenhum deles pode estar trabalhando, como explicar os cerca de 8 milhões de desempregados “oficiais” ?

    Com o dólar derretendo, o que já deveria ter ocorrido, parece difícil  que o grupo do “BEM” consiga manter o domínio de décadas, e dali terá início uma nova fase de mundo, mundo no qual a sociedade americana levará, inevitavelmente, um grande choque quando a sua moeda deixar de ser o padrão mundial em 90% das transações comerciais.

    A possibilidade de fazer acontecer a tal guerra apocalíptica será a pior hipótese. E por aqui ali babá temer e seus 40 ladrões, nada mais que aves de rapina escolhidas a dedo pelos irmãos Koch, representantes do comandante do golpe paraguaio, a se considerarem importantes  

  3. ze sergio

    2 de agosto de 2016 3:47 pm

    umas considerações…

    Talvez sejamos a últim nação que tem uma elite preocupada ainda com os americanos. Acordar sim. “Livrar nos dos grilhões que nos mantem cativos”, é só ilusão.  Pesadelo é só imaginação, meu filho. Você acorda e ele acaba. Crianças, ainda estamos com medo de pesadelos. Estes grilhões só existem nas nossas cabeças. Tivemos 30 anos de redemocratização, elegendo quem queríamos. Todos os possíveis candidatos paramentados em suas armaduras na promessa de combater o dragão. O Brasil de hoje é o resultado desta fábrica de ilusões. Pesadelo é só pesadelo. Acordemos.  

  4. Godinho

    2 de agosto de 2016 4:30 pm

    As contradições, Ah! as contradições…

    Esse cenário todo é, essencialmente, Ocidental.

    Se a China se está tornando o centro econômico do mundo, ou eles fazem parte desse jogo, ou estão fora e não lhes interessa, seja por não quererem ser submissos ao “donos do mundo”, seja porque estes os têm mantido fora e isso os irrita e enciuma.

    Não é nenhuma fantasia pura e simples, uma viagem na maionese, crer que possa haver e haja uns “donos do mundo” por cá, no Ocidente. Não faz muito tempo, ficou demonstrado, com dados disponíveis na internet, que pouco mais de uma centena de empresas controlam 60% do PIB mundial. Será tão difícil que seus comandantes se entendam, ainda mais que, em muitos casos, grupos distintos são controlados pelas mesmas pessoas, em maior ou menor grau?

    Se não houver uma guerra precipitada dos EUA à China, seguindo a renovada doutrina dos ataques preemptivos que agora apregoa seu Comandante-em-Chefe para o Pacífico, e que resultaria num inevitável apocalipse, já que seria tremendamente difícil convencer os russos a ficarem quietinhos no seu canto enquanto seu maior aliado atual é varrido do mapa, os chineses consolidarão sua posição dominante na economia mundial e atingirão um PIB per capita suficiente para fazer frente, militarmente, aos americanos, em toda parte do globo. Como, então como agora, evitar a guerra apocalíptica?

    Se ao menos vivessemos ainda numa era desnuclearizada…

  5. Wilton Cardoso Moreira

    2 de agosto de 2016 7:25 pm

    Não há donos do mundo

    Quem são estes donos do mundo, o 1% mais rico? Eles estão mais para escravos em gaiolas de ouro, presos à dinâmica do capital. Ou melhor, são eunucos (desses que vivem no luxo, mas eunucos) de um grande sultão: o capital.

    O jogo geopolítico entre EUA-Europa e Eurásia existe, não por conta da ganância inescrupulosa de uns, mas por causa da lógica da concorrência capitalista:  entre nações, entre blocos de nações, entre multinacionais. Mas a concorrência no capitalismo tardio é generalizada: ocorre entre pequenas empresas e também entre pessoas: faça a diferença (seu colega é seu inimigo na guerra do mercado)!

    E a concorrência geopolítica será feroz, não porque a China ficou maior que os EUA, mas porque o cobertor do capital está ficando curto. O lucro produtivo está cada dia mais escasso, não há mercados de massa, pois os trabalhadores ou ganham muito mal ou estão sendo substituídos por máquinas. A única coisa que dá lucro hoje são as finanças, mas isto é capital fictício, bolhas. O sistema todo está a um passo da queda. As concorrências geopolíticas (EUA-Europa X Eurasia, Alemanha X resto da UE) é pra ver que cai por último.

    A China produz as mercadorias “reais”, mas quem as compra são os europeus e americanos, com crédito fictício. Por isso a economia industrial da China está assentada sobre pés de barro. Ela depende das bolhas financeiras tanto quanto a Europa e os EUA. Então, quando o dolar cair, o yuan não será moeda de reserva, pois a China cairá também: será o caos.

    O Sultão Capital, verdadeiro senhor impessoal do mundo, está ficando desesperado, pois não consegue mais engordar na economia real: seu alimento agora é a carne falsa das bolhas. Em consequência, os seus eunucos também se desesperam (afinal eles só gozam por tabela, atravéz de seu senhor) e podem realmente fazer de tudo para o reino do Sultão não desmoronar, inclusive o paradoxo de queimar o reino num inferno nuclear.

    Mas os eunucos (o 1%) não agem por interesse próprio, eles não são os donos do mundo, são tão escravos do Sultão Capital quanto nós. Particularmente, acho a situação deles pior do que a nossa, pois apesar do conforto em que vivem, são eunucos!

  6. Gustavo Garcia

    2 de agosto de 2016 9:33 pm

    O emfraquecimento dos estados

    O emfraquecimento dos estados nacionais, a sede das transnacionais e a forma que as pessoas aceitam os novos ideias pequeno burgueses  faz a gente pensar a respeito de uma nova ordem em que o contrato social já não seja mais centralizado no estado mas sim nas corporações. 

  7. junior50

    2 de agosto de 2016 10:30 pm

    Atrasado

        Os palermas presos em Campo Grande tem advogados desde 25/07, a primeira delas a Dra. Elani Laborda, e após a intervenção da OAB-MS, a portaria que restringia o acesso foi revogada em 28/07, tanto que o Dr. Mansour Karmouche, Pres. OAB-MS, já designou advogados para todos os detidos.

  8. Francisco Ernesto Guerra

    2 de agosto de 2016 10:34 pm

    Pena que post tão relevante tenha gerado pouco debate.

    Mas ele é excelente.

    Não conheço Gustavo Gollo. Nunca lhe vi postando em sites/blogs anticonspiracionistas. Também não lhe percebi em aimbientes espirtualistas, visto que, sua análise vem de encontro com o que se discute nestes ambientes.

    Tudo o que ele escreveu me é famiiliar, bem familiar. É certo que os grupos que dominam o poder e o dinheiro são conhecidos nestes ambientes por outros nomes.

    Mas a exposição é clara, feliz e esclarecedora para os colegas imersos no dia a dia da crise brasileira e da mundial, pouco se debruça sobre os personagens reais, aqueles que de fato manuseiam os cordéis pelos quais as marionetes desempenham seu papel diário.

    O único reparo que faço, é o não dimensionamento sobre a profundidade das divergências entre as “elites”.  Basicamente elas se dividem em dois grupos: O estadunidense, também chamado de facção Rockfeller (originária dos ricos daquele país, mas com predominância dos judeus asquenazi ou khazares) e o europeu, também chamado de facção Rothschild (de origem na nobreza eropéia). Neste momento elas estão irreconciliáveis. A segunda concluiu que melhor é perder os anéis e manter os dedos e tenta fazer uma transição controlada. A primeira partiu para o tudo ou nada, com todo o risco que esta opção representa (para ela, bem entendido).

    Transportando estas considerações para o Brasil, temos aqui os representantes dos dis grupos. O estadunidense, que estão na cabeça do golpe, com os agentes da NSA Serra, FHC e o ocultista Temer, a-lojado na maçonaria. De outro lado, temos, por exemplo, o André Araújo, o AA, que tem surpreendido muita gente com seus posts dos últimos tempos,em defesa da democracia e de crítica à facção estadunidense. Mas o AA volta e meia posta em defesa da nobreza européia, relembrem.

    Enfim, vivemos o tempo do fim. Não o “modo apocaliptico” das crenças populares, mas do “modo apokályspsis”, palavra grega que significa “revelação”, que é, precisamente, o que preconiza o autor do texto, antevendo o dia que a casa cair e as falcatruas das elites serão expostas.

    Se o Gustavo Gollo, é familiarizado com minha vertente de pensamento, parabéns a ele. Se não é, é sinal de que, como dizemos em nosso ambiente: O povo está acordando para a realidade;

     

     

     

  9. socram pb

    2 de agosto de 2016 10:38 pm

    Gustavo, penso de forma muito

    Gustavo, penso de forma muito parecida com a sua. E meus temores são os mesmos: em breve uma ditadura de extrema direita jamais vista e, no médio prazo, uma espécie de sistema feudal regido por corporações multinacionais.

    Alguém pode argumentar que já tivemos n ditaduras e controle tal como as monarquias, as ditaduras comunistas e a prórpia Igreja com sua inquisição. Mas agora não se trata de um senhor feudal medieval que tinha que estar “de corpo presente” para controlar sua população e exército. Agora tudo é controlado através da rede.

    Caimos na rede. E agora?

  10. Expansão da Consciência Coletiva - Positividade

    3 de agosto de 2016 12:56 am

    Primeiro a tempestade para depois a bonança 🙂

    Diz que só falta mais 3 anos e que a partir de 2019 as coisas irão melhorar.

    Os extra dimensionais deram um prazo de 50 anos para a humanidade caminhar para a consciência coletiva, todos devem fazer coisas boas e mudarem seus estados vibracionais para positividade, paz e amor 🙂

    Os que não são da luz estão desesperados, tentando a todo custo causar o caos, violência e querem guerra mundial, se conseguirmos passar desse período em paz, tudo vai melhorar o/

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