14 de junho de 2026

E o fascismo venceu…, por Fernando Horta

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E o fascismo venceu…, por Fernando Horta

O que nos espera, A TODOS, nos próximos quatro anos, é de uma destruição impensada.

Em primeiro lugar, viveremos dois meses de selvageria. Entre o dia de hoje e o primeiro de janeiro, Bolsonaro não tem qualquer responsabilidade com o país, e Temer quer apenas uma passagem para uma embaixada, para não ir para a Papuda. Isto será rapidamente arranjado pelo fascismo, que em pouco tempo vai mudar seu discurso “contra a corrupção” para aceitar toda a corrupção que apoiar o fascismo. Temer deve entregar o comando virtual do país, iniciando já a destruição proposta pelo fascista, em troca do salvo conduto dele, antes de deixar a faixa.

Nestes dois meses, estamos sem nenhuma lei. As instituições brasileiras desceram a tal ponto que aceitaram terem tutores. Hoje, existem generais no STF, generais no executivo e, até mesmo, generais comandando poderosas tropas no Twitter e no Whatsapp. Os Juízes serão os primeiros afetados. Ou terão que se adequar e esconder o que pensam ou serão limados pela noção de “lei em movimento”. A ordem será “calar”.

A esquerda, em qualquer lugar e fazendo qualquer coisa, não está segura. Assistiremos a quatro anos de manobras e abusos fascistas para “acabar” com toda a esquerda. Deixemos agora aqui, para que o leitor possa depois ver, que o termo “esquerda” vai paulatinamente designar TODA A OPOSIÇÃO ao fascismo. Não é à toa que, de repente, a rede Globo virou comunista, a ONU virou comunista e o Papa também. Algumas das pessoas que agora estão felizes vão compreender rapidamente que a moral fascista é fluida, e que de posse dos meios de Estado, sempre haverá um motivo ou uma brecha para impor violência a quem dele discorda. Esta feliz aliança que elegeu o fascista, em pouco tempo estará desfeita e aprenderá que o fascismo não aceita parceria para impingir violência, manter-se no poder e acobertar a própria corrupção.

Dado que Bolsonaro não tem – e nem a população lhe pediu – qualquer plano de governo, o que ele precisará apresentar para seus apoiadores, em seis meses, é o aumento desmesurado da violência contra “bandidos” e “vagabundos”, contra a “esquerda” e acompanhará também a venda de todo o patrimônio nacional. Depois dos dois meses iniciais (até janeiro) de insegurança suprema, virão seis meses de violência institucional e destruição de todo arcabouço social do país.

Foi assim nos lugares onde o fascismo se instaurou. E tudo o que estava como resistência foi removido.

Quanto mais as divergências sociais aparecerem, maior a violência de Estado, numa espiral que não é contida. A lógica de ver no que se opõe a mim um “inimigo”, é o cerne da visão de mundo fascista, e sempre existirão a quem se opor. Esta situação chega ao ápice levando ao fascista, paranoico e preso em sua visão de mundo, a provocar o aumento de seu poder, às expensas dos poderes de Estado. Marchas, golpes militares, rupturas constitucionais e tudo mais estarão no cardápio. Sem nenhuma contestação, pois a máquina política empossada pelo voto se acredita reserva moral da nação. O fascista, simplesmente, não pode acreditar-se errado, em nada.

É como um círculo que paulatinamente se fecha. Dentro do círculo os “bons”, os “honestos” e os “aliados”. Na medida em que as divergências surgirem, o círculo vai ficando menor, e mais grupos e pessoas vão sendo expostas às violências de Estado. A “pátria mãe gentil” vai rapidamente se tornar uma velha rabugenta, egoísta, paranoica e cruel. E tudo isto apoiado orgulhosamente por grupos que serão incitados a “incorporarem” as “novas diretrizes” do “Estado”.

O fascismo aumenta dramaticamente o custo social da resistência, cobrando a vida das pessoas, e diminui o custo para a aceitação. Num primeiro momento, para escapar do fascismo basta se tornar invisível. Os homossexuais se esconderem, ou como diz o fascista, “serem homossexuais apenas em sua vida privada”. As mulheres sentirão o mesmo, a esquerda, os índios e os negros … enfim, qualquer grupo dissidente, num primeiro momento, precisa apenas “saber o seu lugar”. Se comparado ao risco de morte que traz o ato de resistir, é uma exigência que parece pequena.

Contudo, a invisibilidade social e política não será suficiente. É necessário a anulação da crítica e de qualquer forma de oposição. Além disto, o saber é perigoso e as artes “concubinas da revolução”. Tudo isto será vigiado, domado, enquadrado, violentado e, por fim, submetido “às leis” que se farão surgir exatamente para tal fim. Nenhum professor ou artista está seguro. O crime de opinião e o delito da crítica, por sua capacidade de despertar a sociedade em torpor, será tido como inaceitável.

Invisíveis e mudos, precisaremos também nos tornar cegos e surdos. A ninguém com um mínimo de humanidade o fascismo é palatável. As violências impostas às pessoas que amamos, com quem convivemos ou, até aquelas que atacam nosso senso de justiça, imporão uma condição de impossibilidade de existência humana para aqueles que entendem minimamente o que é “empatia”.

Neste ponto, o custo da resistência já é alto. E a escolha é ficarmos cegos, surdos, mudos e invisíveis, esperando uma noite eterna passar … ou sermos alvo da fúria de Estado e dos medíocres que se sentirão empoderados e liberados para agir por ele. Este caminho leva a todos a se transformarem em meras máquinas de trabalho. A gerar valor para ser apropriado por uma elite “nacionalista”, em benefício de algo etéreo e sem qualquer sentido prático, chamada “pátria”. Não é à toa que na entrada dos campos de concentração alemães estava escrito “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”). O fascismo elevará o nível de apropriação capitalista da mais valia a níveis impensados. E, ou aceitamos nos tornar engrenagens mudas, surdas, cegas e invisíveis, ou seremos mortos.

A quem tem qualquer sentido de humanidade, é difícil, contudo, diferenciar o estado de invisibilidade e privação de qualquer atividade da morte efetiva.

Se eu acredito que chegaremos a este ponto? Sim, acredito. Há cinco anos não pensávamos que nosso judiciário prenderia líderes políticos sem provas. Há quatro anos não acreditávamos que pessoas pudessem vir à público incitar a morte de grupos inteiros. Há três anos acreditávamos que “tribunais superiores” desfariam os absurdos da “lei em movimento”. Há dois anos era inimaginável um político medíocre e com sérias restrições cognitivas vencer a máquina eleitoral liberal em SP ou no RS. Há um ano acreditávamos na constituição, nas leis e jamais imaginaríamos que militares estariam a “assessorar” ministros e autoridades. Nos últimos seis meses, não nos era crível que pessoas fossem esfaqueadas por divergências políticas ou que as universidades tivessem sua liberdade de pensamento tão abaixo da caneta de magistrados apedeutas …

E, no entanto, tudo isto aconteceu … bem debaixo da proteção das “instituições”.

Confesso que tenho medo de imaginar onde isto pode parar. E os exemplos históricos que temos são assustadoramente descritivos da monstruosidade que está entre nós. Segundo Dante, nas portas do inferno está escrito “Deixai toda a esperança, vós que entrais”. E seria bem realista hoje, trocar o que está na bandeira por este aviso.

Fernando Horta

Somos pela educação. Somos pela democracia e mais importante Somos e sempre seremos Lula.

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46 Comentários
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  1. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz

    29 de outubro de 2018 3:14 am

    E O Fascismo venceu…

    Uma reflexão respeitável, que exige uma leitura cuidadosa, mas que parte de uma premissa equivocada. Temer não vai “entregar o comando virtual do país”, pois já o entregou ao General Etchegoyen e o celebrou com a assinatura do Decreto que ressuscita o DOI-CODI, com mais poder que o criado por Medici. Deixa isso bem claro o desfile de carros de combate esta noite frente ao prédio da Reitoria da UFF, cuja faculdade de Direito começou o movimento de declarar faculdades e estabelecimentos públicos de ensino como antifascistas. Já estamos sob a Ditadura parlamentar-militar desde a derrubada de Dilma.

  2. Marcos Videira

    29 de outubro de 2018 12:50 pm

    Não houve erro político ?

    HORTA: você passou longe da principal causa que permitiu a assunção do fascista com legitimidade do voto.

    Tudo isso que você reporta como consequências da eleição do fascista foram alertadas, previstas, gritadas. Optou-se por uma estratégia política mesquinha e destinada a perder, apesar de todos os esforços que ainda fizemos para corrigir e tentar evitar esse mal que se aproxima.

    Sem compreender e evidenciar a causa principal, jamais poderemos evitar a escuridão que se aproxima.

    1. Arthemisia

      29 de outubro de 2018 3:48 pm

      É sério que a resenha ainda é
      É sério que a resenha ainda é esta? Os brasileiros tinham seis candidatos além de Bolsonaro e Haddad no primeiro turno. Se o anti-petismo fosse total, qualquer candidato teria ido para o segundo turno. Acontece que a maioria dos candidatos foi massacrada porque o brasileiro escolheu o fascismo já no primeiro turno, com ou sem influência do WhatsApp. Por que nao Amoedo? Marina ou Ciro?
      O que você está fazendo é desrespeitar o voto, meu e dos que votaram em Bolsonaro. Os eleitores de Bolsonaro escolheram a violência como forma de resolução de conflitos, ponto. Eles se identificaram com isso. Parar de tratar o PT como a Geni ajuda na análise de conjuntura.

    2. El-Dani

      29 de outubro de 2018 4:02 pm

      o famoso “se” histórico

      Restará para sempre a dúvida:

      “Se” tivessemos feito diferente, o resultado seria outro??

      1. Rui Ribeiro

        29 de outubro de 2018 5:48 pm

        Se tivéssemos feito diferente o resultado não seria igual?

        Caminhos alternativos são “tudo que poderia igualmente ter acontecido, mas não aconteceu”. – Fernando Nogueira da Costa

        “O nariz de Cleópatra
        Fubá 23/03/2012 18:20

        Vocês conhecem a “teoria do nariz de Cleópatra”. Dizem que se Cleópatra tivesse um nariz grande, Marco Antônio não teria se apaixonado por ela e a história do Ocidente seria totalmente diferente. É uma história absurda que ajuda a ilustrar algo que não devemos fazer: adivinhar um futuro previsível a partir de fatos que não aconteceram. Dizer o que aconteceria se os militares não tivessem tomado o poder, é isso. No entanto, se analisarmos os fatos, a ditadura é extremamente condenável de qualquer ponto de vista.

        AH, e por favor… não me venham com maniqueísmos. A Guerra Fria já acabou…”

        http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/20

  3. rdmaestri

    29 de outubro de 2018 12:52 pm

    A falácia da educação como instrumento de ascensão social, ou…

    A falácia da educação como instrumento de ascensão social, ou como os bolsominhos tem suas razões.

    Qual é a diferença de um país subdesenvolvido com uma massa de iletrados para um país desenvolvido com uma boa educação?

    Se formos fazer esta análise durante os anos áureos do capitalismo pós-guerra, antes da queda do muro de Berlin vamos cair na falsa associação entre a cultura geral do país e o bem-estar social do mesmo. Porém se analisarmos na era da globalização e do domínio do neoliberalismo na economia, poderemos com um pouco mais de análise verificar que as iletradas gerações pós-guerra em relação as doutas gerações dos dias atuais, retirado do contexto a existência de inovações tecnológicas, quanto mais se educaram as massas mais perderam não só o seu poder de compra mas como também o seu protagonismo na sociedade.

    O chamado capital cultural, dependendo do grau de evolução civilizatória do país, era uma espécie de licença para explorando os menos cultos subir alguns graus na burguesia intermediária entre o capital e o resto da população. No Brasil, por exemplo, no início do século XX possuir um diploma de segundo grau, permitia que estes agraciados da cultura atingissem postos de trabalho tanto nas burocracias estatais como as privadas que lhe dariam um status de vida confortável. O diploma de nível superior, já na metade do século XX era necessário para garantir o mesmo status do de nível médio há cinquenta anos. Já no fim do século XX nem mais o diploma de nível superior era suficiente, se tonou necessária uma pós-graduação ou mesmo uma residência médica para que os melhores postos fossem atingidos. Se fizermos a mesma análise nas populações europeias, veremos que simplesmente há uma mera defasagem de tempo, ou seja, os diplomas de nível mais elevados para galgar a postos melhores são exigidos algumas décadas antes.

    Porém ao mesmo tempo, nas posições fabris, ou seja, falando das massas trabalhadoras os elementos que da foice e martelo são representados pelo martelo, o processo é semelhante, o grau de educação para um operário fabril que se tornasse um supervisor dentro da estrutura da fábrica necessitava uma formação de primeiro grau no início do século XX, já mais para o meio do século passado, uma formação técnica de nível médio era necessária, e no fim do século cursos de tecnólogo de nível superior e mesmo um curso superior sem grande especialização era necessário.

    As afirmações acima são inquestionáveis, e podem ser verificadas pelo grau de escolaridade dos diferentes estratos proletários, ou mesmo, pelo simples acompanhamento da realidade familiar olhando o grau de escolaridade dos avós, pais e filhos, veremos claramente que muito se corre para permanecer no mesmo lugar.

    Tanto Lula como Haddad, prometeram a redenção pela a educação, porém esqueceram que simplesmente esta educação simplesmente segue as necessidades do capitalismo moderno, e todo o ganho de produtividade das burocracias públicas ou privadas e do operariado, mesmo tendo um aumento exponencial nas últimas décadas elas simplesmente transferem este ganho para os verdadeiros donos do dinheiro. É importante destacar que principalmente nos discursos de Lula, a ênfase do diploma de nível superior, que o mesmo ironicamente denomina como “doutor” é tido como um fator de ascensão social, quase que um brevê para a exploração dos mais pobres.

    Em nenhum momento, nenhum partido questionou a que serve estes diplomas de nível superior, ou seja, se no passado professoras ditas “leigas” que possuíam somente o primeiro grau incompleto, tinham em termos das necessidades da época, sem a “modernidade” de produtos tecnológicos atuais, TV e celular, por exemplo, ganhavam em termos da manutenção de uma vida correta o mesmo que suas netas que com curso superior exercendo o mesmo cargo que as avós.

    Os governos do PT, num autoengano, prometeram àqueles que estudassem que progrediriam em relação aos seus antepassados, porém não se deram conta que a falácia da educação numa sociedade que progride tecnologicamente é uma corrida de obstáculos em que estes se movem com a mesma velocidade dos corredores. É claro nesta sociedade que quem não procurar acompanhar os obstáculos, os mais baixos e mais simples de ultrapassar, esses obstáculos passaram adiante dos competidores e estes sem se moverem ficarão cada vez mais atrasados, até serem excluídos da competição e serem totalmente marginalizados da sociedade.

    Qual é a base social dos bolsominhos e como estes se encaixam nisto tudo? Talvez esta seja a grande questão que se interrogam a grande parte das forças de esquerda que não entendem como classes, ditas médias, que tiveram acesso ao segundo grau e mesmo alguns cursos superiores em universidade privadas de qualidade duvidosa, ou mesmo em cursos de universidades públicas, em profissões que não garantem mais do que rendimentos de professores de segundo grau no ensino público, puderam votar no Bolsonaro.

    Talvez aí fique claro que todos os grandes eventos tipo ele não e até a brilhante ideia de lavar um livro durante a votação agiram exatamente no sentido contrário para estes eleitores.

    Provavelmente estes eleitores com seus cursos de formação insuficiente, vendo nas manifestações pessoas que simplesmente não os retratam, pois devido a sua própria incapacidade de análise mais profunda, coisa que foi acompanhada pelas própria lideranças dos movimentos democráticos, já enxergaram que a saída individual pela educação é algo inútil, pois os vários obstáculos que pularam, simplesmente foram reposicionados ao longo do tempo e mostraram da inutilidade de seus esforços individuais para vencer a falsa meritocracia.

    A figura de Haddad e a representação do PT como agentes de progresso, ainda é reconhecida por setores que tem alguma coesão social, setores mais desfavorecidos que como estão no início da corrida de obstáculos, se vem simplesmente marginalizados pela sociedade em geral.

    A grande conclusão que se pode chegar com esta digressão toda, se for aceita como verdadeira, é que sem a modificação profunda da sociedade, em que os obstáculos individuais sejam substituídos por obstáculos coletivos, em que as classes sociais devam agir como classes e não como indivíduos isolados, poderão dar uma perspectiva mais clara da evolução da sociedade e não uma ilusão, que um filho de operário, que fizer uma licenciatura terá a mesma condição de competir com um filho da alta burguesia que além dos vários anos de estudo nas melhores escolas, com estágios no exterior, com uma cultura vindo do berço e fazendo um dos cursos que ainda (e por pouco tempo) dá o chicote para açoitar seus escravos.

  4. Bruno Cabral

    29 de outubro de 2018 12:57 pm

    Se ele for ruim a gente tira
    Essa vai ser a piada do seculo daqui 21 anos…

  5. Antonio Carlos Silva - Brasil

    29 de outubro de 2018 1:15 pm

    Minhas previsões para antes de 2020….

    a) Retorno em grande estilo e de maneira disseminada dos esquadrões da morte

    b) Aumento do prestígio político e social dos banqueiros de jogo de bicho

    c) Retorno da migração em massa de nordestinos para o sudeste 

    d) Horda de brasileiros desesperados tentando emigrar para o Uruguai, Paraguai, Guiana Francesa, Suriname e Venezuela (países vizinhos fechando suas fronteiras)

    e) Países europeus (inclusive Portugal) só aceitando abrigo para os PERSEGUIDOS POLÍTICOS

     

     

    1. Rui Ribeiro

      29 de outubro de 2018 3:41 pm

      Sobre o retorno em grande estílo dos esquadrões da morte…

      “Enquanto o Estado não tiver coragem de adotar a pena de morte, o crime de extermínio, no meu entender, será muito bem-vindo”. – discursou Bolsonaro em 2003

      Acho que a morte vai reinar, independentemente de ser aprovada a pena de morte ou não. Aliás, a pena de morte já existe de fato.

  6. Joel Lima

    29 de outubro de 2018 1:17 pm

    Bolsonaro é só o mosquito que

    Bolsonaro é só o mosquito que inoculou o vírus da dengue num país que está com seu sistema imunólogico -as instituições- em cacos. Portanto, o paciente desenvolverá a doença  e a questão é saber se o paciente vai conseguir sair vivo depois de um sofrimento atroz ou se evoluirá pra dengue hemorrágica e morte. 

  7. jose antonio santos

    29 de outubro de 2018 1:23 pm

    bom post.

    Como já comentei aqui, ninguém fica imune ao fascismo após decadas de MANIPULAÇÃO por parte da imprensa, igrejas, judiciário etc.

    Pessoas que conheço votaram no “coiso” por conta do “antipetismo”,”contra tudo que está ai, “corrupção”!!!!. 

    Quando as questionava não tinham uma ideia lógica do que defendiam. Era um amontoado de clichês.

    Ficava chocado com o que ouvia e da resistência a aceitar argumentos lógicos.

    Se eu não tivesse sido criado numa familia que preza a CULTURA seria mais um!

    O HORROR! O HORROR! como diria o personagem de Apocalipse Now.

     

     

    1. Marcos Videira

      29 de outubro de 2018 2:47 pm

      Efeito sem causa ?

      Fato consumado: fascista legitimado pelo voto.

      O antipetismo foi o combustível para alimentar o ódio e viabilizar a vitória fascista.

      Por que não reconhecer que a estratégia de Lula e PT estava errada ?

      1. Socorro Guimaraes

        29 de outubro de 2018 3:26 pm

        Mais uma culpa do PT

        O engracado é que não tem nenhum petista no PODER, e ainda assim é culpa do PT,

        Eu nunca viu um partido apanhar tao e por tanto tempo tem a votação que teve e ainda aparecer gentinha dizendo que a culpa é do PT, e todos os outros que ficaram em cima do murro?

         

      2. Rui Ribeiro

        29 de outubro de 2018 3:36 pm

        A ascenção social com base no consumismo

        Acho que uma parte do erro do PT foi ter promovido a inclusão e ascenção sociais apenas com base no consumismo. Consumidores não se solidarizam uns com os outros, ao contrário, eles concorrem uns com os outros. É claro que os trabalhadores também concorrem entre si em busca de empregos e, mesmo dentro da empresa, eles concorrem entre si para se promoverem, mas a exploração do trabalhador é terreno fértil para a união, organização e solidariedade proletárias. A inclusão social do Lula sem qualquer politização dos excluídos/recém incluídos levou a esse mundo egoista onde cada um luta para puxar para si a maior quantidade possível sem se importar que os demais não tenham sequer o que comer.

        Quando no governo, o PT tinha por objetivo apenas administrar a crise burguesa. Se tornou um partido reformista e suas reformas eram um fim em si mesmas, não um meio para se construir um novo mundo, baseado na solidariedade, na liberdade e na igualdade.

      3. Rui Ribeiro

        29 de outubro de 2018 3:46 pm

        O anti-semitismo foi o combustível alimentador do ódio

        Tal qual o anti-petismo, o anti-semitismo foi o combustível que alimentou o ódio e viabilizou a vitória do Adolf Hitler na Alemanha.

        Por que não reconhecer que a estratégia do Hitler deu certo e a estratégia dos judeus deu errado?

        Quem estava certo: Hitler ou os Judeus?

      4. MarFig

        29 de outubro de 2018 3:47 pm

        Que insistência. O PT lançou

        Que insistência. O PT lançou seu candidato. As pessoas puderam escolher entre Haddad, Ciro, Boulos, Marina, etc. Qualquer um desses que fosse enfrentar o boçal no segundo turno seria taxado de petista, comunista, cavalo de tróia do PT e o resultado seria o mesmo. 

      5. DSilva

        29 de outubro de 2018 4:25 pm

        A estratégia de Lula sempre
        A estratégia de Lula sempre foi unir a esquerda.

        Foi oferecida a vaga de vice para o Ciro, o lugar q a Manu ocupou.

        Viria o PSB junto e poderiam ter tido quase 5 min de tv. Ciro nao aceitou.

        Lula e o PT poderiam ter abdicado de seu capital politico e apoiado Ciro ficando apenas com a vice ? Ate sim. Porem nao seria o logico. Por que Hadad teve quase 3x mais votos que Ciro ?

        Obvio que Ciro teria sido derrotado da mesma forma. Ele seria o mesmo “comunista apoiado pelo ladrao e pelo pai do kit gay como vice”.

        1. Marcos Videira

          29 de outubro de 2018 6:50 pm

          Ciro não aceitou quando já era candidato

          DSilva: “A estratégia de Lula sempre foi unir a esquerda” – essa afirmação é FALSA.

          Se essa fosse a estratégia, Lula teria aceitado a formação da Frente defendida por Jaques Wagner e Flavio Dino, entre outros.

          A estratégia de Lula foi manter a hegemonia do PT e seu protagonismo futuro (isso está declarado numa entrevista dada ao Nassif pelos dirigentes do PT – documentado).

          Não acredito que o PT reconheça que foi mesquinho e errou politicamente. Autocrítica é uma palavra maldita para o PT. Se nas discussões que estão acontecendo para a formação da Frente Democrática Ampla, o PT vier com a mesma conversinha de “hegemonia” a Frente não sairá da boa intenção e estaremos ainda mais fudidos.

      6. Anarquista Lúcida

        29 de outubro de 2018 5:40 pm

        Vc vai continuar insistindo nisso?

        Mesmo depois que vc mesmo foi obrigado a ver quem Ciro é? Ora tenha a santa paciência. Ciro nao teve votos nem para ir para o segundo turno, o PT tinha um capital político maior, nao tinha motivo nenhum para desistir dele em favor de Ciro. E que pensamento mágico é esse que vc tem, que acha que se o candidato fosse Ciro o resultado seria diferente?

        1. Marcos Videira

          29 de outubro de 2018 6:40 pm

          Fato previsto e consumado

          Minha posição sempre foi a de formar uma Frente Democrática em que o candiato a Presidente não seria do PT por causa do antipetismo e as acusações de corrupção. A repulsa ao PT seria, como foi, o combustível do ódio que o fascismo precisa. Poderia ser qualquer pessoa que a Frente definisse. 

          Como a Frente não foi constituída por boicote do PT (isto é fato e está documentado – o PT priorizou a hegemonia e os interesses do partido), escolhi aquele candidato de centro esquerda, melhor preparado, e que poderia derrotar os fascistas. Ciro era o que tinha a menor rejeição em TODAS as pesquisas. Perdeu, ficou em terceiro lugar. Critiquei-o quando não assumiu a defesa explícita de Haddad no segundo turno (aparentemente, deixou-se levar pelo rancor das traições que sabemos que recebeu. Mas isso não justifica. Perdeu o cacife político que conquistou).

          Batalhei por Haddad no segundo turno. Perdeu e o fascista vai tomar posse legitimado pelo voto. Exatamente como dizia Jaques Wagner, Flavio Dino e outros que criticaram a estratégia de Lula e dirigentes do PT.

          Agora está sendo defendida a formação de uma… Frente Democrática Ampla para defender a democracia !!! Deveria ter sido formada no início do ano e o resultado da eleição poderia ser diferente. Mas antes tarde do que nunca.

          Nessa Frente não cabe hegemonia de nenhum partido ou ela será novamente um fracasso. Por que o PT não assume que a estratégia foi um astronômico erro político anunciado ?

          1. Anarquista Lúcida

            29 de outubro de 2018 6:43 pm

            Nada como pensamento mágico

            Nada garante que o resultado fosse diferente com outro candidato. E fala sério, vc tá realmente dizendo que, porque há antipetismo, o PT devia desistir de lançar candidatos? Ora, ora…

          2. Marcos Videira

            29 de outubro de 2018 7:03 pm

            Reconhecer fraqueza momentânea

            Sim ! Não deveria lançar candidato a Presidente. Deveria liderar a formação da Frente e apoiar o candidato da Frente como queriam políticos experientes e vencedores (veja os resultados na Bahia e Maranhão).

            O digno Haddad passou o tempo todo respondendo perguntas sobre corrupção que nunca praticou. Um candidato da Frente, sem passagem pela LavaJato, retiraria a corrupção do discurso dos fascistas. 

            Você deve saber que em determinados momentos deve-se dar um passo atrás, para garantir posição. Depois, no momento adequado, dar dois passos adiante.  O que você acha que vai acontecer com Lula (inocente e na cadeia) ?

            O PT é o maior partido de centro-esquerda, mas é fraco isoladamente e é quem está sob ataque violento (com algumas verdades e muitas mentiras).  Reconheçam isso, pelamordedeus !

          3. Anarquista Lúcida

            29 de outubro de 2018 7:09 pm

            Vc vive no Reino das Fadas? No mundo “ideal” e nao no real?

            Partido nenhum age assim e se agir desaparece. Cresce. E, de novo, deixa de pensamento mágico.

          4. Marcos Videira

            31 de outubro de 2018 1:22 am

            Partido é só instrumento

            Então você concorda que a estratégia do PT foi executada para o partido não desaparecer.

            Eu penso diferente: o partido não é um fim, é apenas um instrumento para determinada finalidade. O instrumento pode ser trocado, mas o sonho não.

            Mas eu sou um tolo que vivo no reino das fadas, não é ?

          5. Anarquista Lúcida

            31 de outubro de 2018 1:50 am

            Exatamente. Tem a cabeça cheia de ilusoes

            E eu nao disse o que vc deduziu do que eu disse. O que eu disse foi que partidos nao deixam de existir, e de lançar candidatos, porque há gente contra eles. Eles têm suas finalidades políticas e lutam por elas. E se deixam de existir nao podem realizá-las.

      7. ari couto

        29 de outubro de 2018 8:16 pm

        O PT fez a maior bancada na

        O PT fez a maior bancada na câmara, elegeu o maior número de governadorese o Haddad, apesar da atuação do judiciário, da mídia, das igrejas e da campanha mais sórdida que já testemuhei esteve muito perto. E a estratégia do PT estava errada?

    2. ari couto

      29 de outubro de 2018 8:13 pm

      Moro no sertão baiano, mas

      Moro no sertão baiano, mas tenho parentes em SP. Realmente é assustador quando vc tenta conversar. Números, fatos, nada adianta. O Lula é ladrão, o PT quebrou o país e por aí vai. No caso dos meus parentes, são inclusive pessoas com boas leituras, aparentemente equilibradas e sensatas. Quando vc fala em melhora na vida das pessoas – de que fui testemunha na região onde moro – respondem que tudo não passa de propaganda. O bolsa família é programa eleitoreiro para preguiçosos e nada do que vc diz muda esse conceito. Mas vou contar uma história que me estarreceu

      Ele tem aproximadamente 25/27 anos. Diz que ideologia de gênero é programa par transformar todos em gays. Respondo que, até onde saiba ele é bem casado e eu só com tortura, ao que ele retruca: MAS TEM GENTE QUE SE DEIXA CONVENCER FACILMENTE

  8. Wilton Santos

    29 de outubro de 2018 1:46 pm

    Fui votar às 8 horas e logo

    Fui votar às 8 horas e logo em seguida desci para a baixada santista, especificamente na Praia Grande. Um fato me chamou a atenção. Às 9 horas da manhã haviam vários evangélicos passando de porta em porta convencendo os eleitores a votar no coiso. 

    Durante a divulgaçãos do resultado das eleições, às 19 horas,  decidi sair de casa de carro. Passei em frente a várias igrejas evangélicas que estavam lotadas fazendo cultos para que o Bolsonaro vencesse, cheguei a ouvir as comemorações dos pastores quando saiu o resultado das eleições.

    Uma coisa ficou evidente, os evangélicos foram decisivos na vitória do candidato fascista.

    1. Marco Espim

      29 de outubro de 2018 4:34 pm

      Suponho que não aprenderam

      Suponho que não aprenderam nada com Jesus Cristo.

      1. Rui Ribeiro

        30 de outubro de 2018 10:54 am

        O problema não é aprender o Cristianismo, é vivê-lo

        O Satanás conhece as Sagradas Escrituras de cor e salteado. O problema é que esse povo me louva com os lábios mas seu coração está longe de mim.

         

        Mateus 15
        7Hipócritas! Bem profetizou Isaías sobre vós, denunciando: 8‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 9Em vão me adoram; pois ensinam doutrinas que não passam de regras criadas por homens’”.

        Isaías 29:13
        Eis que assim declara o Eterno: “Visto que este povo se chega junto a mim apenas com palavras sem atitude, e me honra somente com mover dos lábios, enquanto seu coração está muito distante da minha pessoa. E a adoração que me prestam é constituída tão somente de regras e doutrinas criadas por homens”.

  9. gy francisco

    29 de outubro de 2018 1:53 pm

    A decadência do caráter do brasileiro
    Bolsonaro falou com todas as letras todo tipo de brutalidade e crueldade. E, apesar disso, votaram nele. Anos atrás, com metade do que ele disse, um candidato provocaria repulsa no brasileiro médio, e murcharam nas pesquisas.

    Mas hoje, o brasileiro médio não se importa mais. Ele vê na TV imagens de uma tortura e o depoimento ver8dico de uma torturada, e acha tolerável, aceitável. Ele não considera mais isso como motivo pra desmerecer ninguém.

    Pior, fica cada vez mais claro que, na verdade, o brasileiro médio votou no Bolsonaro por gostar e concordar com tal ideia. Afinal, Bolsonaro só passou de um ninguém entre 500 deputados, para um candidato com 50 milhões de votos, por conta das atrocidades que disse.

    O brasileiro piorou, involuiu, acanalhou-sd, brutalizou-se. Tenho vergonha de ser brasileiro

  10. nender, o tal

    29 de outubro de 2018 2:36 pm

    Telegramas do fim do mundo
    Frases que pincei de comentários meus aqui nesse blog:

    Não se ataca a face mais violenta (e eficaz)do capitalismo, o fascismo, sem colocar como objetivo estratégico a destruição do próprio capitalismo.

    Não se detém os fascistas entregando a eles o que eles não têm o direito de nos pedir.

    O capitalismo é um sistema que traz no seu ventre a sua própria possibilidade de destruição (luta de classes), ao mesmo tempo que não pode (não podia) prescindir da força de trabalho da classe que o ameaça…portanto, é determinante para a sua sobrevivência que as classes populares estejam sempre sob controle. Sejam com farsas representativas, sejam com modelos autocráticos.

    Democracia e capitalismo não se misturam.

    Estamentos judiciários nunca significaram e nunca vão significar qualquer forma REAL de protecção de direitos, simplesmente porque tais sistemas existem apenas para dar contorno legal a pior forma de injustiça: a desigualdade… que é a essência do capitalismo.

    Ciro não é honesto nem quando jura estar mentindo.

    Ao contrário do que dizem as ciretes, foi Lula e sua tática eleitoral que manteve o coronezinho no espectro da centro esquerda…

    Por ele já estava nos braços do capitão faz tempo.

    Não é por sermos paranoico que não estejam nos perseguindo.

  11. WG

    29 de outubro de 2018 2:44 pm

    O marqueteiro de Trump, que

    O marqueteiro de Trump, que assessorou Bolsonaro, afirmou que as menções a gays, negros, mulheres e pobres era marketing. Pergunta: por que o marketing deu certo ?  A verdade nua e crua é que os ricos e classe média querem a eliminação física das “minorias”, dada a crise do capitalismo. Mas não têm coragem de dizer e de executar o “serviço”, por isso deram a carta branca ao capitão facínora. Estamos, sim, sob uma ditadura civil/militar, a via eleitoral não é mais uma opção e a guerra civil, em câmera lenta, opõe dois lados bem distintos: o dos  que matam e o dos que são mortos.

  12. Maria Luisa

    29 de outubro de 2018 3:22 pm

    O fascismo esta de passagem

    enho todo apreço e admiração para com aqueles que escolheram a profissão de professor, logo, Fernando Horta, leio com atenção o que escreve, por ser professor e historiador. 

    Ao analisar a diferença entre o discurso da extrema-direita na França e o discurso, muitas vezes, incoerente de Jair Bolsonaro, fica patente que nos não temos um povo educado o suficiente, com capital cultural, com plena capacidade de compreensão de questões mais complexas.

    Na Alemanha explicou-se a luta de classes através do teatro, na Italia tem-se o teatro e a opera. Nos precisamos com urgência de uma imprensa, uma universidade, de gente indo às periferias para instruir as pessoas. Paulo Freire ja dizia que tudo começa no nosso entorno. 

    A resistência acho que começa educando, esclarecendo as pessoas. Muitas dessas que votaram na extrema-direita, votaram contra seus proprios interesses e direitos. So tendo um povo minimamente instruido para não mais perdermos para o que de pior pode-se extrair de uma sociedade. 

    1. JB Costa

      29 de outubro de 2018 4:06 pm

      Muito bom teu comentário. As

      Muito bom teu comentário. As cinco estrelas não aparecem por problemas que não sei justificar.

      Sim, muitas pessoas votam, e continuarão votando, contra seus próprios interesses e, pior, direitos, por carência ou insuficiência de instrução formal ou mesmo de interesse intelectual. Trata-se, a meu de ver, de um problema sério, mas contornável. 

      Entretanto, muito pior é o que costumo definir como “ignorância esclarecida”, ou seja, aquela que ignora a opção pela Verdade, pelo bom senso e a razoabilidade, por quaisquer vezos que vão desde a simples irresponsabilidade moral e cívica até a índole perversa. 

      Como exemplo prático tem a recente eleição do Jair Bolsonaro. Há argumentos minimente racionais para justificar o voto num aventureiro desse? Da votação recebida, extraio três tipicidades: 1ª) Ignaros e “Maria vai com as outras”; 2ª) Antipetistas no nível do patológico, incluindo a grei dos conscientes das consequências, mas olvidando-as em razão do ódio; 3º) Ideológicos que viam, veem, no capitão parvo e certamente manipulável, uma maneira de instrumentalizar o Poder Político-Institucional para fins colimados. 

      Não por coincidência, os dois principais indicadores econômicos do mercado foram ao encontro das expectativas desse terceiro grupo: o dólar caiu e a Bolsa subiu. Claro que bater palmas e sublimar besteiras e idiotices como kit gay, ideologia de gênero, armamento, excludente de ilicitude e similares vale a pena, mesmo que de forma envergonhada, se o que realmente interessa virá no bojo.

      No Brasil temos um curioso enigma político-ideológico-sociológico: uma classe média baixa e média propriamente dita que não só defende, mas se identifica com o estamento mais alto da pirâmide ao tempo em que despreza, tem até mesmo aversão, pelo os da base. Pois é esse fenômeno que, pelos menos em parte, explica certas idiossincrasias na nossa práxis política. 

       

      1. Maria Luisa

        29 de outubro de 2018 4:58 pm

        Isso, JB

         Nos temos os oportunistas de todo sempre, temos os analfabetos funcionais com seus diplomas universitarios e seus concursos, temos os antipetistas patologicos, que podem também ser inclusos entre os analfabetos funcionais e temos uma imensa massa facilmente manipulavel, que não entende o que é fascismo e não interessa saber porque o que fala mais forte em suas mentes é o discurso aparente de força e poder. Esses serão também vitimas do fascismo. 

  13. Ataíde Coutinho

    29 de outubro de 2018 4:34 pm

    Paulo Guedes

    Nesse momento vejo uma entrevistade Paulo Guedes aonde ele afirma que “vai banir a social democracia do Brasil ” , o detalhe é que a entrevista era sobre reforma previdenciária é assim que ele vê a previdência como uma ideologia a ser combatida . 

  14. Igor Tkaczenko

    29 de outubro de 2018 5:05 pm

    O Fascismo é filhote da Globo e do PSDB mais Min Barroso.

    Desde o voto cínico do Ministro Barroso no TSE ao descumprir a liminar da ONU, o judiciário alí se vulnerabilizou. A culpa é dele que fez aquilo que o PSDB/Globo (CIA?) planejaram desde o início: cassar a principal candidatura – a natural – do processo democrático brasileiro. Isso sem provas, num processo que estiga a ideia de fraude. Isso abriu o vácuo para o populismo, sem Lula, popular candidatura natural, o vácuo acolheu ao populismo.

    No cinismo do voto do Ministro Barroso, PSDB e Globo, além do judiciário, foram engolidos pelo fascismo e não perceberam. O grande estímulo ao ovo da serpente, o chocar dele? A campanha por anos de ódio e negação da política, sobretudo associando ao PT, pela Globo e seus aliados.

    O resto sabemos: Daí em diante deu tudo errado para eles. Achavam que tendo mais tempo de tv estariam garantidos no segundo turno, e também subestimaram a candidatura fascista. O Centrão empolgou-se em apoiar Alckmin, mas viu logo que o plano só deu certo para eles até a cassação de Lula, daí, pulou fora e Alckimin foi o fracasso que foi, não emplacava nem com o horário eleitoral. Tudo inesperado, inclusive, inesperada a liminar da ONU a favor de Lula também. Eles forçaram o país a párias, até nisso foram irresponsáveis, além do estímulo ao ódio à política.

    O golpe cassou a candidatura natural, abriu espaço para o populismo totalitário e saiu do controle deles.

    O PT? Agiu certo. Teve sua principal candidatura sabotada arbitrariamente, mas ainda assim lançou seu candidato como lançaram os outros. Todos puderam lançar seus candidatos, ora! E o PT por pouco não ganha, fazendo 45% dos votos válidos! Talvez se não fossem as fake news teria levado.

    Eles criaram toda esta merda e perderam o controle sobre o populismo totalitário. Eles são responsáveis: Globo, PSDB e o judiciário que censurou Lula de forma ilegal e cínica, também. Uma entrevista do Lula poderia acrescentar mais pontos a Haddad, não duvidemos. Tanto é verdade que o judiciário covardemente e ilegalmente pelas mãos e manobras obscuras de Fux e Tófoli cometeram essa sabotagem na lisura ao direito constitucional. Também estes nomes se apequenaram somados aos outros cagões e cagonas rico(a)s funcionário(a)s públicos.

    Agora, o mesmo cinismo militar está às costas de juízes cagões de merda. O cinismo é o mesmo de 1964 e que Barroso, Fux, Rosa , Tóffoli ressuscitaram com votos inexplicáveis, moralmente destruídos. Outros votos de outros juízes no mesmo patamar. O cinismo que atuou na negação pelo Exército, pela Aeronáutica e pela Marinha de terem prendido Stuart Angel, foi esse que ressuscitaram ao dar continuidade ao plano de cassar Lula, não deixá-lo nem falar.

    Lula tem razão: são uns cagões. E é nessa linha que temos que cobrar, expôr, resistir.

  15. Marcos Vampa

    29 de outubro de 2018 5:40 pm

    Sinceramente? O fascismo como
    Sinceramente? O fascismo como está entendido aí não pega no Brasil. Aqui não há seriedade e organização. Até a Máfia acabou quando os caras vieram se esconder aqui. Os traficantes são uns lambões, não teve atentado terrorista nem nas Olimpíadas nem na Copa, os corruptos são uns bufões, enfim… Nada funciona como manda o figurino e não vai diferente com o Bolsonaro e seu fascismo brazuca.

    1. Rui Ribeiro

      30 de outubro de 2018 10:48 am

      Já tá funcionando. Funcionou em Salvador, em Fortaleza, etc.

      O fascismo já tá funcionando. O Mestre Moa foi morto a facadas em Salvador, um jovem de 23 anos foi assassinado a tiros em Fortaleza, uma moça foi tatuada com a suástica em Porto Alegre, etc. O problema é que pimenta nos olhos dos outros refresca os olhos da gente.

      Pior cego é aquele que finge que não vê.

  16. Igor Tkaczenko

    29 de outubro de 2018 6:39 pm

    O Fascismo é filhote da Globo e do PSDB mais Min Barroso.

    Desde o voto cínico do Ministro Barroso no TSE ao descumprir a liminar da ONU, o judiciário alí se vulnerabilizou. A culpa é dele que fez aquilo que o PSDB/Globo (CIA?) planejaram desde o início: cassar a principal candidatura – a natural – do processo democrático brasileiro. Isso sem provas, num processo que instiga a ideia de fraude. Isso abriu o vácuo para o populismo, sem Lula, popular candidatura natural, o vácuo acolheu ao populismo.

    No cinismo do voto do Ministro Barroso, PSDB e Globo, além do judiciário, foram engolidos pelo fascismo e não perceberam. O grande estímulo ao ovo da serpente, o chocar dele? A campanha por anos de ódio e negação da política, sobretudo associando ao PT, pela Globo e seus aliados.

    O resto sabemos: Daí em diante deu tudo errado para eles. Achavam que tendo mais tempo de tv estariam garantidos no segundo turno, e também subestimaram a candidatura fascista. O Centrão empolgou-se em apoiar Alckmin, mas viu logo que o plano só deu certo para eles até a cassação de Lula, daí, pulou fora e Alckimin foi o fracasso que foi, não emplacava nem com o horário eleitoral. Tudo inesperado, inclusive, inesperada a liminar da ONU a favor de Lula também. Eles forçaram o país a párias, até nisso foram irresponsáveis, além do estímulo ao ódio à política.

    O golpe cassou a candidatura natural, abriu espaço para o populismo totalitário e saiu do controle deles.

    O PT? Agiu certo. Teve sua principal candidatura sabotada arbitrariamente, mas ainda assim lançou seu candidato como lançaram os outros. Todos puderam lançar seus candidatos, ora! E o PT por pouco não ganha, fazendo 45% dos votos válidos! Talvez se não fossem as fake news teria levado.

    Eles criaram toda esta merda e perderam o controle sobre o populismo totalitário. Eles são responsáveis: Globo, PSDB e o judiciário que censurou Lula de forma ilegal e cínica, também. Uma entrevista do Lula poderia acrescentar mais pontos a Haddad, não duvidemos. Tanto é verdade que o judiciário covardemente e ilegalmente pelas mãos e manobras obscuras de Fux e Tófoli cometeram essa sabotagem na lisura ao direito constitucional. Também estes nomes se apequenaram somados aos outros cagões e cagonas rico(a)s funcionário(a)s públicos.

    Agora, o mesmo cinismo militar está às costas de juízes cagões de merda. O cinismo é o mesmo de 1964 e que Barroso, Fux, Rosa , Tóffoli ressuscitaram com votos inexplicáveis, moralmente destruídos. Outros votos de outros juízes no mesmo patamar. O cinismo que atuou na negação pelo Exército, pela Aeronáutica e pela Marinha de terem prendido Stuart Angel, foi esse que ressuscitaram ao dar continuidade ao plano de cassar Lula, não deixá-lo nem falar.

    Lula tem razão: são uns cagões. E é nessa linha que temos que cobrar, expôr, resistir.

    1. ari couto

      29 de outubro de 2018 8:02 pm

      E ainda leio cientístas

      E ainda leio cientístas políticos e outros dizendo que a saída se dará pelo judiciário e pela constituição

      1. Igor Tkaczenko

        29 de outubro de 2018 9:51 pm

        Pessoa corajosa

        Só se existir alguém de muita coragem, um abençoado.

        O primeiro museu que fui em Londres foi o Chuchill War Rooms, que é na verdade o banker em que ele comandou a segunda guerra. Foi caro, acho que foi 18 ou 20 pounds.

        Lá eu vi um pouco da história dele, não sou nenhum pesquisador, mas eu li muita coisa boa e um fato que eu desconhecia por completo: sua luta para taxar os ricos, isso em 1909/10! Ele enfrentou a própria família, inclusive. Um primo se irou contra ele. Mas fez, foi um dos polítcos atuantes dessa campanha.

        Eu não consigo ver um juiz que se quer tenha essa coragem, embora não seja papel do judiciário taxação dos ricos, e sim do legislativo, ainda assim essa postura corajosa é em essência o que precisamos, um Churchill do judiciário brasileiro.

        Mas seria quem?

        Pois é … os analistas políticos não levam em conta o cinismo dos covardes.

         

  17. helio dias horvath

    29 de outubro de 2018 7:33 pm

    o fascismo venceu… Não sei não…

    Há um indisfarçável cheiro de Dezembro de 1955 no ar. 

    É certo que os eleitores do Capitão da Tijuca não cessam de se expandir em manifestações de júbilo. Compreende-se, afinal, foram quatro duras derrotas sucessivas. Mas, pergunto-me se é para tanto. Nestes tempos em que até os gols passaram a depender da confirmação dos árbitros telespectadores do VAR, seria mais conveniente esperar mais uns dias para desfilar a ansiedade ainda não curada. Com efeito, a diplomação do Capitão é, neste momento, uma questão sub judice. Não me refiro aqui apenas ao processo que estabelece a regularidade das campanhas e das votações deste ano, incluída as dele. O que importa destacar neste processo são os pedidos de impugnação de seus votos por Haddad e da anulação do primeiro turno feito por Ciro, graças ao obsequioso dinheiro empresarial usado na lubrificação dos mecanismos informáticos de fabricação de imbecís..

    A matéria não é pequena. Foi por causa dela que Haddad não cumprimentou o Capitão nem Ciro deu o seu apoio ao petista, como se pode depreender de sua obscura justificativa para isso, as tais questões práticas, as quais ele alegou estar impedido de esclarecer, um dia antes do segundo turno. Ciro agiu desse modo porque não podia apoiar Haddad quando esperava e ainda espera um segundo turno, agora contra ele, proposto inclusive pelo petista em sua petição. Nem Haddad foi grosseiro por não ter saudado um candidato cuja vitória considera ilegal. 

    A torcida do Capitão entre os que, como ele, enverga vistosos pijamas, demonstrou ter sentido as denúncias de Haddad e de Ciro. Todos ouvimos as ameaças daquele Coronel, agora de tornozeleira eletrônica, contra a Presidente do TSE, no caso do Capitão ser justificadamente penalizado, ou seja, a investigação em curso ou já finalizada ter encontrado provas sobre aquele alegre grupo de empresários que sonhou liquidar a eleição já no primeiro turno. 

    Por outro lado, o ambiente parece estar se carregando de venenosos perdigotos, como os expelidos pelo General Etchegoyen, sobre as fake news que, nesta eleição, foram promovidas a true news, como se o velho boato pudesse ser, conforme quem preferir, falso ou verdadeiro. Assinale-se também a informação prestada pelo Vice- Presidente de Bolsonaro de que se pretende reduzir as verbas das Forças Armadas, medida que contaria com a compreensão destas, embora signifique na prática a desarma-las de fato.

    Para terminar, os juízes terão a coragem suficiente para anular os votos do Capitão, no caso de haver provas suficientes… O comando do Exérrcito e das demais Forças estarão dispostos a agir como Lott contra os conspiradores de hoje… 

  18. Francisco Marshall

    30 de outubro de 2018 11:35 am

    Bravo! É isto mesmo.

    Texto histórico, meu caro. Mais um, de tua longa série de reflexões cruciais. Assino junto em cada letra, com tintas ainda mais fortes. Sei que estou e que estás na linha de fogo. Deveríamos cuidar-nos, temos família e amor à vida. Não vejo como, todavia, abrir mão da lucidez e da dignidade numa hora dessas. Precisamos nos unir e manter a vigília. O fascismo agora venceu, mas, como no passado, um dia será vencido, por uma sociedade mais serena, inteligente, democrática, próspera e feliz.

     

  19. Rui Ribeiro

    30 de outubro de 2018 12:45 pm

    O Bolsa é nossa esperança contra o patrimonialismo, o corporativ

    Não existe fascismo no Brasil

    Alexandre Weber

    sab, 27/10/2018 – 18:30

    Este negócio de fascismo é o inimigo que não existe que é vencido pelo mocinho de araque. No Brasil não existe fascismos, existem patrimonialismo, oligarquias, corporativismo, compadrios,etc… E isto nem o Haddad, nem o Bolsonaro ousam sequer falar que existem, quanto mais combaterem.

    A diferença entre o Haddad e o Bolsonaro é que o segundo é uma incógnita, já o Haddad é a certeza do que deu errado, com mais do mesmo.

    O Povo não é burro! 

    Só existe esperança com o Bolsonaro, que pode ou não vingar, já o PT no poder é lambança que não se aguenta mais.

     

    Quem espera nunca alcança

    Rui Ribeiro

    dom, 28/10/2018 – 11:17

    Se o problema do Brasil não é o fascismo mas o patrimonialismo, as oligarquias, o corporativismo, o compadrio, etc. e se o Bolsonaro nem sequer ousa reconhecer a existência de tais problemas, quanto mais combatê-los, como ele pode ser a única esperança?
    Esperança de que mesmo, Cara Pálida?

     

    A esperança é a última que morre

    Alexandre Weber

    dom, 28/10/2018 – 18:21

    Esperança de que o discurso de campanha seje isto mesmo, discurso de campanha e as ações  e medidas de governo algo muito mais bem elaborado, levando em consideração as complexidades e usando os recursos humanos, técnicos, artísticos, etc… para orientá-las.

    Mudar o governo, do binário ineficiente PT/PSDB para um novo time já é uma grande mudança.

    Sangue novo, idéias novas a serem testadas, o mundo mudou e velhas cabeças conservadoras, que só pensam em manter o poder para usufruir de privilégios inconfessáveis não podem perenizar.

    Bem vindo novos ares.

    Posso estar errado, mas pior do que está, só com uma guerra interna deflagrada, o que não me parece ser uma possibilidade nem remota por enquanto. Por enquanto todas as autoridades reforçam que as instituições democráticas continuam firmes, fortes e atuantes e que o respeito a Lei será mantido.

     

    Sua esperança ressuscitou?

    Rui Ribeiro

    seg, 29/10/2018 – 09:04

    Sr. Weber, se o Senhor afirmou que o Bolsonaro não ousa nem sequer falar nos problemas que afligem a população brasileira, quanto mais combatê-los, então você não tem esperança. Mas agora você afirma que a esperança é a última que morre, então eu concluo que a sua esperança ressuscitou.

    Não é mais digno você reconhecer seu vacilo e dar o braço a torcer?

     

    Só se morre uma vez rsrsrsrs…

    Alexandre Weber

    seg, 29/10/2018 – 11:51

    Estava com a tônica das minhas palavras em cima da diferença entre o discurso dos candidatos a presidente do Brasil nas campanhas e o que acontece depois de eleitos. 

    Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa rsrsrsrs…

    Óbvio que me contradizer em assunto mesclado de tempos e espaços diferentes em uma conversa digital informal e um forum open como este não traduz na sua totalidade a força do pensamento envolvido, ficam sempre algo subtendido, omisso ou mesmo mal compreendido, uma vez que o entendimento é feito por terceira pessoa, nem sempre atenta a todos os detalhes, filigranas e escaninhos que a interação que ocorreu produziu.

    Agora longe de mim de ser o dono da verdade ou infalível, erro e não tenho a menor peja de admitir meus erros e me desculpar deles, muito pelo contrário, como tento apresentar minhas idéias com fundamento e consideração, quando as vejo corrigidas me orgulho da proeza de ter conseguido provocar reações que não imaginava e poder aprender com isto.

    É óbvio que a generalização de se falar “Bolsonaro não ousa nem sequer falar nos problemas que afligem a população brasileira” como colocado pelo Sr. em minha escrita e que na verdade é uma simplificação grosseira do que escrevi e uma deturpação da idéia esposada em meu discurso não corresponde à verdade nem ao que eu escrevi, nem ao que eu estava debatendo. 

    Reitero aqui então:

    Discurso de candidato em campanha é um,

    Dircurso de candidato eleito é outro.

    Quanto aos problemas que afligem o Brasil, são muitos e os que frequentam este espaço democrático, mantido a duras penas pelo Nassif (obrigado Nassif por  aguentar esses malas que aparecem por aqui rsrsrsrs…) os conhecem de cor e salteado, divergimos nos meios, táticas e estratégias para enfrentá-los, mas nos unimos por um Brasil onde o povo e o terrritório sejam respeitados e possam usurfruir dele  com liberdade, dignidade e respeito.

    Quanto a esperança….

     

    Só me resta lhe pedir desculpa por  ter simplificado grosseiramente suas idéias

    Rui Ribeiro

    seg, 29/10/2018 – 15:12

    “Bolsonaro não ousa nem sequer falar nos problemas que afligem a população brasileira, quanto mais combatê-los”.

     

    Quer dizer que a frase acima não corresponde à verdade? Fui eu que deturpei, que simplifiquei grosseiramente?

    Desculpa

     

    para bom entendedor, meia palavra bas

    Alexandre Weber

    ter, 30/10/2018 – 00:02

    A frase não está citada por inteiro e não está contextualizada, como ressaltei na outra mensagem. Mas vamos lá, a forma como  escrevi não expressa com clareza a idéia em discussão por mim.

    Eu não tive a intensão de deturpar, assim peço desculpas se o sentido não lhe agradou.

    Por mim dou por encerrada esta discussão.

    Forte abraço, Rui

     

     

    Quanto mais palavras você usa, menos você se faz entender

    Rui Ribeiro

    ter, 30/10/2018 – 05:51

     

    Quanto mais palavras você usa, menos você se faz entender, mas, ainda assim, você me acusa de mal entendedor, me acusa de deturpar, de simplificar grosseiramente o seu texto e de descontextualizá-lo. Depois de tanto me acusar, você acaba confessando que:

    “A forma como  escrevi não expressa com clareza a idéia em discussão por mim”.

    Ora, se você não sabe expressar suas idéias ou se não as expressou de forma clara, não seria mais honesto da sua parte ter a humildade intelectual de retirar o que disse ou reconhecer seu erro, em vez de ficar me acusando?

    Eu não acho que você tem culpa se a forma como você escreve não expressa com clareza suas idéias, assim como eu não tenho culpa de você não saber ou de não ter se expressado de forma correta.

    No seu texto não há esperança do Bolsonaro reconhecer e muito menos esperança dele combater os reais problemas do Brasil, que, segundo o Senhor, são, entre outros, o patrimonialismo, as oligarquias, o corporativismo, o compadrio, mas no seu contexto há essa esperança.

    Fui

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