Não sei quantas levas de migração húngara ocorreram. Mas reconstituí a mais recente, do pré e do pós Segunda Guerra, quando vieram bater por aqui muitos húngaros judeus cristãos, de sólida formação de engenharia e finanças. Aliás, parte desses húngaros judeus dominou o circuito de câmbio informal internacional constituído após Bretton Woods.
Luiz Antonio Antunes Machado
24 de dezembro de 2013 11:13 amHúngaros
Recentemente assisti um document´ário da Sandra Kogut, “passaporte húngaro”, muito interessante sobre a atual burocracia húngara, em um caso aparentemente simples: uma neta de húngaros tentando obter um passaporte daquele país. Acostumados e sofridos com a “burrocracia brasileira” que nos nega as vezes direitos claros, que não deveriam ser minimamente questionados, entendemos bem o desenrolar do filme, inovador em alguns aspectos, pois o, digamos, “personagem principal”, não aparece em cena. Assistí a película já em andamento pela TV, mas gostaria de assistir de novo completo. Um belo estudo.
Sergio de Moraes Paulo
24 de dezembro de 2013 3:08 pmHúngaros em SP
LN,
desconheço qualquer trabalho acadêmico a respeito, mas sei que a presença de húngaros é significativa na Zona Oeste de SP. Por quais razões, não sei.
Convivi em Pirituba, zona Noroeste da cidade de SP, com amigos de ascendência húngara, ou “hungareza” como diziam os mais velhos paulistanos.
Para registro, a sede da TV Cultura no Bairro da Lapa está na rua Ceno Sbrigh, que dizem ter sido um húngaro de relevância no bairro. No mesmo bairro há muitas ruas com nomes referentes do centro-leste europeu: Ruas “Húngara”, “Croata”, “Búlgara”, ‘Dnieper” etc…
Casei-me com um filha de “hungarez”, morto em 1973, de uma família de músicos.
O mais curioso é notar que muitos desses “hungarezes” eram ligados à música. Eram barbeiros, mecânicos ou de outras atividades simples, porém com dedicação â música por gosto ou complemento de renda. Muitos descendentes se dedicam à música até hoje, em corais ou como instrumentistas.
Pesquisar isso pela arte e cultura é um caminho dos mais fascinantes. Quem se dispueser, ajudo.
Abs
Gilberto .
24 de dezembro de 2013 4:41 pmUma húngara no Brasil
Tive o prazer de conhecer Yolanda Mohalyi, pintora húngara que passou a maior parte da sua vida no Brasil. Entre as décadas de 1950 e 1960, executou em São Paulo vitrais para a Fundação Armando Álvares Penteado – Faap e murais para as igrejas Cristo Operário e São Domingos.
Deixou grande parte do seu acervo, composto de várias peças pré colombianas e várias obras suas, em testamento, para o MAC-USP. No museu pode-se conhecer obras de várias fases do seu trabalho.
Além de ser uma figura extraordinária, culta e grande conhecedora do seu ofício, foi uma extraordinária professora e promoveu a carreira de vários artistas da geração dos anos 60 e 70.
Era, além disto, uma ótima cozinheira. Os jantares de comida húngara em sua casa, no Sumarézinho, inesquecíveis.
Creio que é uma das figuras mais importantes da colônia húngara no Brasil. Quem estiver interessado em conhecer um pouco mais sobre o seu trabalho pode encontrar aqui: http://bit.ly/1d61sI2 e no site do MAC-USP. Infelizmente o acervo não está disponível no site do museu (Em manutenção).
Sobre a memória húngara: http://memoria.csasp.g12.br/default.aspx
Joel Alonso
29 de dezembro de 2013 5:36 pmImigração húngara
Prezado Nassif: o pai da minha mãe era húngaro, filho de pai húngaro e mãe francesa. Fugiu da Hungria após a primeira guerra. Lutou na Legião Estrangeira de onde fugiu e veio parar em Santos. Aqui ajudou a estruturar a estiva no porto de Santos. Além de trabalhar na estiva era pescador. Ajudou o esforço de guerra do Brasil e dos Aliados reportando informações sobre submarinos alemães, que estavam presentes acompanhando os comboios que na época saíam do porto de Santos. Inclusive aqui houve blackouts e ele não poderia viver na cidade de Santos porquê a Hungria era aliada da Alemanha mas, pelo fato de poder colaborar com seus relatórios de inteligência sobre a presença dos submarinos alemães, é que pode permanecer junto ao porto. Quem redigia os relatórios era minha mãe. Santos era dividida no apoio aos alemães e Aliados. Outro dia vi uma entrevista da atriz Eva Todor falar sobre a musicalidade do povo húngaro e descendentes. É impressionante como o húngaro e o brasileiro respiram música.Outro gosto dos húngaros e desçendentes é pela bebida. Como bebem ! Conheci aqui também um coronel do exército húngaro que lutou e sobreviveu à batalha de kursk. O maior combate de tanques da história ! Eu e meu irmão enterramos ele no cemitério de São Vicente. Uma vez ele disse que o distrito de Monte Verde, na Serra da Mantiqueira foi fundada por húngaros e alemães que fugiram da Europa após a segunda guerra. Deu até o nome de um cabo da SS que foi o responsável por construir, na mão, a pista de pouso do aeroclube de Monte Verde. Disse também que no bairro de Santo Amaro e no brooklin, zona sul de São Paulo, existia uma rede de apoio aos fugitivos de todo tipo da Europa. Inclusive o médico Joseph Mengele.
cirena
2 de janeiro de 2014 7:34 pmHúngaros no Brasil
São vários, mais não se aproximam até mesmo entre familiares. Os avós de meu filho aqui chegaram em 1928, procedentes de Budapest, ele hungaro ela austríaca, preocupados já com o comunismo e a guerra. Ele rápidamente se estabeleceu, era construtor, matriculou o filho em uma escola de padres na praça da Sé que já não mais existe. O rapaz saiu-se bem, formou-se engenheiro, casou-se com brasileira, tiveram um filho que é médico. Ao falecerem foram os três enterrados no Cemitério da Lapa onde há uma comunidade enorme lá. Havia alguns primos e um irmão que os acompanhava, mas nunca foram muito próximos. Frequentavam um Clube existente na Av.Vereador José Diniz. O filme da Sandra Kogut é muto interessante.
helio dias horvath
4 de janeiro de 2014 7:08 pmA emigração húngara
À parte aqueles que vieram para o Brasil em períodos mais remotos, aventurando-se sozinhos, podemos dizer que houve tres grandes correntes migratórias de húngaros para o nosso país. A primeira, muito grande, se seguiu à Primeira Guerra Mundial, notadamente depois do Tratado de Versalhes, de 1921, que repartiu a metade da Hungria entre seus vizinhos. Em 1919, um pouco antes, havia ocorrido a insurreição comandada por Bela Kun, de orientação comunista, movimento esmagado pela intervenção do Exército Romeno em benefício das elites magiares. Seguiu-se o chamado Terror Branco,que somado à miséria então reinante na Hungria, derrotada militarmente pelos Aliados, tornou impossível a vida para centenas de milhares de trabalhadores da cidade e do campo. O Brasil recebeu até meados de 1924 um grande contingente de emigrados de etnia húngara, embora para cá viessem com passaportes iugoslavos, romenos etc. Em 1924, com a eclosão do segundo 5 de Julho na cidade de São Paulo, foi registrada a participação organizada dessa gente no movimento revolucionário chefiado pelo General Isidoro, participação que se prolongou, com certeza, até os combates do “Campo do Japonês”, em 3 Lagoas, MS, sob a incompetente direção de Juarez Távora. Os húngaros, assim como os italianos e alemães foram vítimas de massacres e de repressão feroz por parte da oligarquia paulista, somando-se as vítimas a alguns milhares.
Em seguida, tivemos a migração dos judeus húngaros, em vista da situação criada pela vitória da contrarevolução na Hungria, com fortes características antisemitas que, afinal, se tornaram efetivamente perigosos com a disposição das elites húngaras em colaborar com Hitler, em troca da recuperação dos territórios perdidos anteriormente. Entre os judeus que decidiram permanecer na Hungria, mais de meio de milhão de indivíduos foram aniquilados.
Finalmente, houve a grande fuga dos elementos que colaboraram com o nazismo, muito auxiliados pelas organizações da Igreja Católica, ela mesma comprometida até a raiz dos cabelos com o governo do Almirante Horthy e com Hitler. A chamada perseguição religiosa que teria ocorrido na Hungria no pós-guerra, foi, na realidade, a perseguição aos religiosos que fizeram causa comum com o nazismo. De certo modo, esta última corrente imigratória abrange também os que vieram para cá depois dos acontecimentos de 1956.
Os emigrados da primeira corrente concentraram-se na Lapa, Vila Pompéia, Perus, Moóca, Alto da Moóca, Vila Diva, Vila Zelina, antigos bairros operários.
Os emigrados judeus húngaros vem cumprindo, com a colonia de que faz parte, com um itinerário ainda aberto no futuro.
Os que debandaram depois do desastre que apoiaram, vivem, majoritariamente, no Brooklin, Santo Amaro e na região de Vila Mariana, esta última loteada por empresários alemães, a partir dos anos 10 do século passado. Na história não há acasos.
Jaqueline Maria Quadros
16 de agosto de 2016 3:29 pmColonia hungara já existia em 1890
Por volta de 1890, dezenas de familias hungaras se estabeleceram no municipio de Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Estabelecendo uma colonia , que hoje é um bairro, com seus descendentes. ( não foram casos isolados, foram um grupo de colonos) Maiores informações tem nos livros “Colonia Hungara no Jaraguá” e “Nos somos hungaros”
Jaqueline de souza
13 de fevereiro de 2014 6:28 pmInformaçao
Eu apesar de ter o sobrenome souza, nao sou descendente de portugues, fui adotada muito pequena e sei que o sobrenome do meu pai era Eger, entao gostaria de saber se este é um sobrenome descendente de Hungaros ou alemaes?
Eduardo R.
16 de junho de 2016 10:13 pmEger será um sobrenome
Eger será um sobrenome húngaro, já que na Hungria existe uma cidade de mesmo nome!
Quésede Eger
22 de março de 2018 1:50 pmBom, de acordo com as
Bom, de acordo com as pesquisas que eu tenho feito. A minha família descende da Alemanha, mas é possível que tenha Eger na Hungria também.
Danielbot
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Vitorio pondy bueno
11 de abril de 2014 7:20 pmdescendencia de hungaro
Sou morador da cidade da Lapa Paraná, sou descendente de hungaro, meu avô nasceu na hungria em 1893, na cidade Diosihomo, seus pais se chamavam Demetrio Pondy e Tereza Budo, esses dados tenho através de seu documento de identidade, que foi expedido em Florianópolis no ano de 1947, não consigo achar a data de chegada no Brasil, provavelmente na época da 1º guerra mundial, não consigo achar o nome desta cidade que ele nasceu ou morava em nenhuma das pesquisas que fiz, não sei se o sobrenome Pondy é original da Hungria ou de algum outro país visinho. Que eu me lembro que ele contava que morou no Rio Grande do Sul e, depois foi trabalhar em Porto União SC, onde adquiriu terreno para plantar e fazer casa onde viveu muitos anos, depois vendeu a propriedade e foi para Curitiba, depois então vindo morar com sua filha a qual era minha mãe na Lapa-Pr, não tenho noticia de pessoas com esse sobrenome, queria procurar algum descendente/parente aqui ou lá na Hungria, será que alguém poderia me ajudar.
Alberto Kremnitzer
15 de agosto de 2015 3:14 amLocalização de parentes e/ou imigrantes de mesmo sobrenome
Vitorio.
O Memorial do Imigrante em São Paulo, tem um acervo digital enorme de listas de bordo e outros documentos com o sobrenome de imigrantes. Você pode pesquisar online. Boa sorte.
http://museudaimigracao.org.br/acervodigital/
Edneia Gomes
13 de outubro de 2016 5:55 pmBoa tarde, você já tentou
Boa tarde, você já tentou entrar em contato com
[email protected]?
OSVALDO AGG
6 de agosto de 2014 6:23 pmsobrenome
boa tarde,
gostaria de saber se o meu sobrenome “AGG” , pertence a famila hungara.
obrigado
Lania Leticia Farkas Cheloni
19 de janeiro de 2016 4:06 pmHistorico e Brasao da Familia e de Armas da Familia Farkas
Boa tarde,
Venho pedir-lhes ajuda, sinto muita curiosidade em descobrir o historico da vinda da minha familia ao Brasil fugidos da Segunda Guerra Mundial, minha familia tem origem hungareza, e da minha familia so eu de neta possuo o Farkas Como parte do sobrenome, conheco outros netos de hungarezes da mesma familia, tios e primos, avo (mulher), porem ninguem sabe me informar a historia de nossa familia, e a historia do brasao da familia e de armas.
Quem puder me ajudar agradeco, gostaria de contar no futuro aos meus filhos por que receberam meu sobrenome Farkas ja que possuo dois.
Grata
Lania Leticia Farkas cheloni
[email protected]
Mario luiz
13 de março de 2016 6:24 pmSobrenome “Nove”
Eu queria saber se alguém tem alguma informação sobre o sobrenome “Nove” , O nome de minha Bisavó era Maria Nove!
Giovana Kolocsay
25 de setembro de 2016 3:31 pmSobrenome
Olá,
Possuo uma família natural da Hungria e Áustria, formadas por meus trisavôs José Kolocsay e Ferencz Mectlz, e trisavós Thereza Bleiyer e Carolina Sabó. Meus bisavós eram Koloman Kolocsay e Thereza Mectlz, da capital Budapeste. Bom, na certidão de nascimento de minha avó diz que o nome é escrito como “Kolocsay”, porém já vi nomes escritos como “Kolocsai” e “Kalocsai”. Também, metade de minha outra família se escreve “Kalocsay”. Isso me deixa em dúvidas de qual seria a forma correta de escrita, pois seria possível ter ocorrido algum erro ortográfico na hora de registrar.
Poderia me ajudar nesta duvida?
Natasha
26 de março de 2017 10:11 amOlá Giovana,
O nome correto
Olá Giovana,
O nome correto na Hungria é Kalocsai, porém o “i” no final pode ser alterado por “y” em caso de famílias nobres da Hungria.
Espero ter ajudado.
Natasha.
Sebastião Roberto de Freitas Filho
9 de setembro de 2024 6:07 pmOlá Gvam iovana, creio que somos primos em segundo grau, porque meus avós por parte de mãe se chamavam Koloman Kolocsay e Thereza Mectlz
roberto tessuto
4 de dezembro de 2016 12:43 amhungaros
Sou filho de hungara, meu avo chamava-se Hustya Sandor, minha mãe Eluska ou Gabriella, minha mãe veio com 6 anos com o navio Arlanza, ficaram na Hospedaria dos Imigrantes, isso em 1924. meu avo era periodista e ativista sindical, eram de Arad, na Transilvania, que se tornaria parte da Romenia após 1918. A situação para os hungaros piorou a partir dessa data, embora meu avo tenha lutado pelo Império Austrio-Hungaro na Primeira Guerra. Fica meu depoimento, para eventuais contatos.
erna bach
18 de fevereiro de 2017 6:32 pmnavio arlanza
Roberto
voce sabe a data deste navio…estou tentando achar o navio que meus avos vieram…nao estou achando documento…Ficaram na hospedaria em 1924. e o navio Arlanza chegou em 30/9/1924 ou mes 10/1924….
espero resposta
Dra. Erna
Ana Valéria
5 de agosto de 2017 12:47 amErna no site do Museu da
Erna no site do Museu da Imigração tem a relação dos navios que chegaram ao Brasil até 1923, juntamente com a lista de passageiros. Se vc não encontrar lá, procure no arquivo público de SP, estão todos lá. Eu achei de meus avós lá.
Ana Valéria
5 de agosto de 2017 12:55 amNavio
Erna procure no Arquivo Público de SP. Vc encontrará com toda certeza. O que não está no Museu da Imigração, está lá.
Fábio Unheizer
3 de julho de 2017 4:44 amRomênia – Arad
Roberto, tudo bem?
O meu avô se chamava Gavril Umheizer
E veio de Arad na Romênia, a mesma
cidade do seu avô.
Ele viveu em Pirituba até a sua morte.
Gisele Halas
31 de outubro de 2017 6:38 pmDescendencia
Caros,
Meu bisavô e avô são também nascidos em Arad. O primeiro hungaro e o segundo romeno. Meu avô desembarcou em Santos com 2 anos em 1928, vapor Cap Arcona.
Moro na Itália e estou programando uma visita a Arad nas próximas semanas.
Abraços!
Sara Sandor
22 de novembro de 2018 11:37 amhungaros
Vamos trocar contato
17 997271406
Emiliano
2 de dezembro de 2017 3:24 pmhúngaros que chegaram em maio de 1924.
Alguém poderia informar, os húngaros vindos dos territorios ocupados pela Romênia mais precisamente Transilvânia, chegados ao porto de Santos em maio de 1924, para que cidades do interior Paulista foram trabalhar na lavoura?
Stefan Kichler
27 de janeiro de 2018 5:33 pmPesquisa:
Imigração húngara
Pesquisa:
Imigração húngara na Croacia.
Adelar Neimeth
15 de setembro de 2018 3:04 amter informações sobre parentes hungaros
boa noite, sou descendente de hungaro, meu avô veio da hungria por volta do ano de 1919 fugindo da gerra, seu nome era Jose Neimeth casado com Ceristela de Jesus Neimeth, viveu e morreu na cidade de Machadinho no estado do Rio Grande do Sul. Desde já agradeço e fico no aguardo.
Conceição Ladislau Abecassis
17 de janeiro de 2019 7:51 pmSobrenome Ladislau= Laszlo
Olá estou tentando puxar a genealogia da família ladislau. Parece-me que o avó de minha Mãe era Português…eatou tendo dificuldade de achar sobre a família pois não sei onde encontro informaçoes sobre os imigrantes de portugal para o Brasil. O sobrenome Ladislau é difícil de achar pois está em português.. e praticamente não encontro nada na internet. Vejo mais com o Sobrenome em Hungaro que é Laszlo. Gostaria de dicas onde posso procurar. Sou De Manaus-AM.
Rose Finholdt
20 de novembro de 2019 8:55 amApesar de ter sobrenome alemão sou descendente de húngaros com italianos, meu esposo é descendente de alemães. Meus avós maternos eram húngaros e tenho pouca informações a respeito, gostaria de saber um pouco mais. Minha avós chamava-se Rosalia Korosi, meu a avô George Fencz, tenho familiares e os primos todos da minha mãe moram até hoje em Pirituba, meu tio avô criou a caneta esferográfica era torneiro mecânico. Tive a honra de conhece-lo antes de sua morte. Gostaria de saber sobre meus bisos e não sei como prosseguir, acho que a música esta no sangue sim. minha filha toca três instrumentos de corda e aprendeu sozinha.
Vitório Pondy Bueno
28 de fevereiro de 2020 2:56 pmSou descendente de húngaro, meu avô nasceu em Diosihomo, Hungria, essa cidade ou condado, acho que não existe mais na Hungria, seu nome era Vitório Pondy, seus pais Demétrio Pondy e Tereza Budo. Meu nome é Vitório Pondy Bueno, nunca consegui nenhum contato com ninguém da família do meu avô, ele veio sozinho na época da primeira guerra mundial, ele foi servir o exército foi convocado para lutar na primeira guerra, mais porém resolveu fugir para não matar pessoas e, veio parar no Brasil. Não sei qual navio que ele veio. se alguém tiver alguma informação eu agradeço.