
Futebol não é sinônimo de justiça, é imprevisível e belo como a vida
Dizem que foi a derrota do futebol. Não, não foi. E não foi porque o futebol jamais sai derrotado, ele é absoluto. Tem suas minúncias, seus mistérios, suas surpresas. Fosse previsível, não nos apaixonaríamos tanto por ele.
Não basta ter a receita para deter o Barcelona, é preciso saber colocá-la em prática. E não é fácil, não é para qualquer um.
O futebol contempla os diferentes estilos, não é monotemático. Pode ser jogado de forma competitiva de várias maneiras.
É possível jogar futebol atacando, agredindo, se retrancando, se defendendo, contra-atacando, cruzando na área inimiga, usando a bola parada, o passe, o lançamento longo, o toque de bola, a garra, a raça, a frieza, o cérebro.
Dentro de tal raciocínio, lembremos que Roberto Di Matteo é um italiano na decisão da Champions League. Todo respeito ao Catenaccio!
E um abraço a você que andava falando mal dos times ingleses, que os achava mortos na temporada. Da melhor liga do mundo sempre pode sair algo muito positivo.
Esculachar o Barcelona é tolice. Time fantástico, histórico, ainda pode e deve fazer muita coisa. Não é preciso tentar desqualificar uma equipe desse naipe para elogiar os rivais.
Futebol não é sinônimo de justiça. Futebol é imprevisível como a vida. Aproveitemos as lições que ele nos dá.
Foi a derrota de um jeito (lindo) e se jogar futebol. Mas o futebol nunca perde, ele manda, ensina, reina. Por isso gostamos tanto disso.
Futebol não é só tática e técnica, futebol também é raça e coração. E nisso os jogadores do Chelsea foram gigantes em campo.
Messi é gênio, o Barcelona o melhor dos times, o Chelsea é finalista da Champions e o futebol a melhor invenção do homem.
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