20 de junho de 2026

“Genocídio indígena anunciado! O homem branco se cala!”

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Jornal GGN – Os Guarani-Kaiowá da Aldeia Takuara pedem apoio urgente. Está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF) a liminar de reitegração de posse da aldeia localizada no município de Juti, Mato Grosso do Sul. É a terceira liminar de despejo, de acordo com blog Amazônia em Foco. A terra foi declarada de posse permanente do grupo indígena Kaiowá em 4 de julho de 2010 pelo então ministro da Justiça Luiz Paulo Barreto, veja aqui.

Em depoimento, a guerreira Guarani-Kaiowá Valdelice Veron denuncia violências de pistoleiros, policiais militares e federais, e também do Departamento de Operação da Fronteira (DOF). “A Terra Índigena Taquara hoje está se transformando para nós numa terra de sangue”, reflete a guerreira, tendo em vista que a região foi palco do massacre que resultou no assassinato do Cacique Marcos Veron, em 2003. Assista abaixo o depoimento de Valdelice:

 

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Urgente :: aldeia Guarani Kaiowa pode ser despejada nessa segu…

Juti_MatoGrossoDoSul || GUARANI KAIOWÁ – URGENTE Liminar de reintegração de posse da Aldeia Taquara pode despejar indígenas Guarani Kaiowá da aldeia Takuara. O Supremo Tribunal Federal deve barrar a liminar para impedir uma massacre.

Publicado por DESTAPIADAS.ORG em Domingo, 27 de março de 2016

 

“Enquanto não houver demarcação que garanta o direito dos indígenas aos seus territórios originários, a cada retomada haverá tentativa de despejo, e a cada despejo haverá conflito e violência, porque os Guarani-Kaiowá estão dispostos a perder a vida, mas não perder suas terras”, relata em post a Central Sindical e Popular, veja aqui.

O desembargador Hélio Nogueira, do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, anulou decisão anterior favorável à comunidade indígena. Quem pede a reintegração dos 9.700 hectares de terra é Ramão Cristaldo. O título dessa matéria foi retirado do post de um grupo de jovens indígenas aqui.

Foto: Patrícia Mendes

Leia mais:

Seis mulheres indígenas que valem a pena seguir na rede

Líderes e guerreiros da Taquara realizam Ritual de Despedida (MS)

 

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6 Comentários
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  1. Fernando L.

    29 de março de 2016 4:05 pm

    Esses são os juízes heróis do Brasil

    Vamos lá coxinhas!! Batam palmas! Vistam a camisa amarela com a cao do Moro estampada!! É a hora de agradecer aos heróis do Brasil: Os juízes!! Aqueles mesmos que vindos de famílias ricas estudaram para passar em um concurso (até porque não saberiam fazer nada que exigisse um pouco mais de inteligência) e refestelam com slários de 80 ou 90 mil por mês para trabalhar 6 horas por dia 3 dias por semana e 9 meses no ano. Aqueles se consideram deuses na terra e o auge da elite brasileira. Aqueles que são arrogantes, burros e violentos quando alguém vem criticá-los! Aqueles que preferem jogar o país na merda só porque acham que a presidente é comunista (como se o comunismo não tivesse acabado a mais de 20 anos. É para isso que serve essa corja de bandidos arrogantes que vivem arrotando decisões estúpidas baseadas na completa ignorância que estes mentecaptos tem do seu próprio país.

    Vamos lá !! Vistam a camisa amarela e vão lá pra rua gritar em defesa dos juízes assassinos de seu próprio povo!!

    1. maria valeria adamelk

      29 de março de 2016 7:38 pm

      pobre indios

      os coitados são os donos da terra por direito e estes vagabundos não percebem,!!!!!!!!

  2. aliancaliberal

    29 de março de 2016 4:11 pm

    Duplipensar é defender a

    Duplipensar é defender a retirada do pequeno agracultor para demarcar terra indigna e apoiar a reforma agrária.

    Duplipensar é se dizer progressista  e ser contra o conservadorismo ocidental e apoiar  a cultura do infanticidio indigena.

    Não e bem duplipensar o que importa é a geração de crise continua, não quer reforma agrária quer a estatização do campo, não quer a demarcação de terra indigena quer a perda da propriedade privada riural.

    O que quer ea destruição completa de tudo que ai esta para que seja refeito de forma “certa”.

  3. Rafaeles

    29 de março de 2016 4:22 pm

    Cinco anos sem ministro da

    Cinco anos sem ministro da justiça, dá nisso

  4. Maria Luisa

    29 de março de 2016 6:58 pm

    O governo cai não cai, e o Brasil indo para o despenhadeiro

    Eh indamissivel que em 2016 ainda haja tantos conflitos e tão violentos entre indios e fazendeiros. Quando é que o governo vai tratar disso seriamente? Todas as vezes que entre o judiciario no meio, os indios sempre perdem. Eh de doer o coração.

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