3 de junho de 2026

Mercosul posiciona-se contra situação na Faixa de Gaza

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Jornal GGN – Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, declarou que os demais presidentes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) propuseram na reunião da terça-feira, dia 29, em reunião da cúpula do bloco, divulgação de um comunicado se posicionando contra os ataques de Israel à população palestina e exigindo imediato cessar-fogo na Faixa de Gaza.

Segundo Maduro há um profundo sentimento de solidariedade com o povo palestino e consenso quanto à necessidade do cessar-fogo e reinício das conversações de paz. Maduro fez as declarações baseadas na reunião privada antes que tivessem início as deliberações públicas da Cúpula do Mercosul, que está sendo realizada na Casa Amarela, sede da Chancelaria venezuelana.

Participam do encontro de Caracas, além de Maduro, os presidentes da Argentinia, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; do Uruguai, José Mujica;; do Paraguai, Horacio Cartes; e da Bolívia, Evo Morales.

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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6 Comentários
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  1. soaresdearaujo88

    30 de julho de 2014 2:00 pm

    Horas de reunião para

    Horas de reunião para divulgar uma mera declaração protocolar redigida por uns burocratas e que ninguem vai ler. De que adianta? E quanto ao acordo imoral que o Mercosul fez com israel? Nada de suspendê-lo, ou até mesmo cancelá-lo? Hugo Chavez já o teria feito.

  2. altamiro souza

    30 de julho de 2014 3:42 pm

    o importante é que o mercosul

    o importante é que o mercosul se pronunciou contra esses absurdos massacres.

  3. leonidas

    30 de julho de 2014 3:55 pm

    Hugo Chavez era um golpista

    Hugo Chavez era um golpista boçal, sua existencia foi uma tragedia para ja triste historia da america latina…

  4. wendel

    30 de julho de 2014 4:10 pm

    É complicado…………….

    Se para alguns não basta a nota divulgada pelos Países integrantes do Merconsul, é lamentavel, pois além do Brasil, outros dois, Peru e Chile também ja chamaram seus embaixadores para consulta!

    Quanto ao rompimento dos acordos com àquele país, como propõem alguns, não é tão fácil, pois isto envolvem terceiros, muitos emmpresários e industriais, o que poderia afetar uma grande massa de empregos.

    Vejam que, os EUA e UE, estão pressionando a Russia, inclusive aumentando e criando novas sansões ao longo de vários meses. Nada no concerto das nações, no campo economico e comercial é feito de uma hora para outra.

    Até u gostaria que fosse o contrário, que pudéssemos cortar as relações comercial, com àquele país genocida e assassino, mas tudo tem que ser em conjunto com as demais nações.

    Não digo ONU, pois está já está morta e enterrada e deveria desaparecer. É somente um organismo vassalo das potencias imperiais!

  5. roland

    30 de julho de 2014 5:42 pm

    melhor

    Melhor uma simples nota de condenação do genocício em andamento, do que o silêncio cúmplice que alguns defendem sob pretextos diversos, ou que sequer justificam.

    Ninguém deveria ficar calado, e uma boa medida seria o boicote, pelo menos o individual, aos produtos de países que apóiam o genocídio.

    1. soaresdearaujo88

      30 de julho de 2014 9:30 pm

      6300 6301

      O boicote individual é pouco eficaz. Difícil convencer as pessoas a não comprarem, por exemplo, produtos da Nestle, Coca-Cola… Certaz vez vi na TV um colono se gabando, dizendo que toda vez que surgia uma campanha de boicote, ele vendia muito mais vinhos e azeite. Devemos relembrar como o regime de apartheid da África do Sul, mesmo com apoio de potências, foi desmantelado: com sanções e isolamento, e não notas de pesar.

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