
Enviado por Fernando J.
Da Tribuna de Minas
Daniela Arbex
“Tem que metralhar. Tem que metralhar. Tiro na cabeça. É isso que tem que fazer”, disse a mulher jovem que pedia pena de morte para uma criança acusada de roubar manifestantes no Rio que saíram às ruas no último domingo contra o desgoverno brasileiro. Confesso que fiquei chocada ao assistir ao vídeo que circulou na internet. A filmagem revela que o mesmo garoto não foi somente alvo de xingamentos. Foi agredido por homens adultos e até uma idosa após ter sido apreendido pela polícia. Além de tapa e puxões de cabelo, o menino foi ameaçado por quem estava na rua.
Aquela cena de barbárie não aconteceu em uma rua periférica da cidade maravilhosa, nem nos temidos morros cariocas. Desenhou-se na área frequentada pela classe média do Brasil que direcionou todo o seu ódio à pobreza contra o garoto de cabelo descolorido, o típico “bandidinho que o pessoal dos direitos humanos quer defender”.
Quanta miopia há entre os que se autodenominam “cidadãos de bem”, pessoas que se dizem corretas apenas por pagar seus impostos, mas que são capazes de destituir de humanidade um menino que antes de ser autor de violência foi vítima silenciada. Onde estavam essas mesmas pessoas que pediam a condenação do garoto vulnerabilizado, quando ele não teve acesso à saúde, à educação de qualidade ou à condições mínimas de vida? O ladrãozinho, desgraçado – como a criança foi chamada pelos bem nascidos de Copacabana e adjacências – é a personificação de tudo que a sociedade se recusa a enxergar. Alçá-lo a condição de “marginal” é o meio mais fácil de dar as costas para a desigualdade que transforma iguais em diferentes. Tornar o outro menos brasileiro e menos humano é uma forma de justificar o justiçamento.
E, quando o discurso das vidas que valem mais é disseminado, todos corremos risco. A proteção à infância é um dever legal do Estado, sim, mas também de cada um. Se o meu filho tem direito a uma infância sadia, por que os filhos de outras mães não podem ter? Por que desejar o melhor só para os nossos, esquecidos da dor alheia? Se nós, brasileiros, estamos fartos de tanta corrupção e violência, estamos também fartos da covardia e da omissão nossa de cada dia. De gente que faz discursos inflamados na defesa dos próprios direitos, mas que age de maneira incoerente e igualmente violenta contra alguém que, na opinião deles, nem deveria ter nascido. Mas os filhos do Brasil estão aí, mesmo que a gente finja não vê-los. Ignorar quem nos incomoda não modifica a realidade, pois com braços cruzados não construiremos nada.
O Brasil precisa mudar. Nós também.
Jorge Leite Pinto
20 de dezembro de 2015 6:24 pmSe esta mesma “turma
Se esta mesma “turma cheirosa” que hoje nos envergonha com atitudes nazi-fascistas não tivesse votado contra Brizola nos anos 80/90 e seus CIEPS, não existiriam esta e outras gerações de abandonados pelo estado.
rdmaestri
21 de dezembro de 2015 12:28 amJorge, concordo totalmente, porém esta “turma cheirosa” não …
Jorge, concordo totalmente, porém esta “turma cheirosa” não quer cidadãos, quer escravos.
Gabriel Moreno
20 de dezembro de 2015 7:36 pmUm golpe seria a vitória
Um golpe seria a vitória moral desses fascistas, apenas isso. O combate que hoje se trava contra isso vai muito além do mero mandato de Dilma Rousseff. É a cereja no bolo de um processo muito maior, de fortalecimento do conservadorismo na sua forma mais perversa, com ares neo-nazistas.
Gilson AS
20 de dezembro de 2015 8:55 pmNão acredito neste relato,
Não acredito neste relato, pois, para alguns, no Brasil não existe raça, somos todos iguais.
O que tem a dizer os especialistas do blog sobre este assunto de raça, cor, etnia…
Eduardo Outro
20 de dezembro de 2015 9:15 pmTEM QUE METRALHAR
Sra. Daniela, permita-me discordar pontualmente. 1) “Pessoas que se dizem corretas apenas por pagar seu imposto”. Não pagam, sonegam. A parte que não conseguem sonegar pagam sem qualquer convicção da necessidade, jamais por cidadania. Para eles o Governo (qualquer Governo) sempre é corrupto, gastador e mal gastador. Sonegam por princípio e nas passeatas deixam isso explícito. 2) “Nós também” (precisamos mudar). Por vontade própria isso nunca acontecerá. Os que acham que precisa metralhar, metralhariam se pudessem. O equilíbrio entre esses extremos, o menino de cabelo descolorido de um lado e a madame de botox de outro, acontecerá de uma entre 2 maneiras mutuamente exclusivas: Política pública que garanta inclusão, educação, saude, etc. etc. a esses despossuidos sem culpa de despossuir, ou, metralhar. Essa segunda hipótese, se um dia acontecer, será em sentido contrário ao dito pelos agressores do “bandidinho”.
peregrino
20 de dezembro de 2015 9:45 pmbem lembrado…
cieps tinham tudo do que precisava ser feito para proteger, guiar para o bem e educar as crianças da época
tudo tão bem feito, perfeito e barato
motivo, talvez, da Globo ter lutado contra. olhuda e gananciosa que sempre foi
Fernando R.
20 de dezembro de 2015 10:40 pmBarbárie
A direita brasileira hoje é a voz da barbárie
José Carlos - Spin
20 de dezembro de 2015 10:51 pmCuidado: hárpias enfurecidas
Cuidado: hárpias enfurecidas nas ruas
Zé Guimarães
20 de dezembro de 2015 11:12 pmNem na Arábia…
Nem na Arábia que é conhecida por ser um país rigoroso de leis, eles metralham crianças, não importando qual o delito.
Na Arábia, se um menor cometer um crime, ele apanha. Vai a julgamento, e se for condenado, leva em geral seis chibatadas de vara de bambu, que lhe deixam as marcas, para não voltar a fazer. Depois é solto. Uma forma de educar o adolescente para viver em sociedade.
O problema do Brasil, é que há uma brandura excessiva de leis, e quando o problema vem a tona, as pessoas acabam sendo mais rigorosas do que se houvesse uma válvula de escape para educar os transgressores das leis.
Jorge Pereira
20 de dezembro de 2015 11:15 pmPois é…
O que mais me revoltou foi um camarada já meio velho acho que de camisa azul, que esperou o garoto dar as costas para desferir um golpe covarde com toda força que pôde… e pelas costas. É o retrato dessa gente cretina, egoísta, covarde e que sai às ruas para destilar o ódio de classes. O ódio à cor da pele. Tinha um que gritava: “ele aprendeu com o Lula!”… Deus me livre e livre o Brasil desse tipo de gente.
alfredo machado
20 de dezembro de 2015 11:21 pmé o que existe de pior
Daniela Arbex,
A zona sul do RJ é a região que concentra a maior proporção de reaças deste país.
São racistas até à medula, hipócritas, respiram um estado de falsidade durante as 25 horas do dia, e uma expressiva quantidade deles se declara confessadamente saudosa dos cafajestes do regime militar.
É uma turma que não consegue sequer ouvir falar em direitos humanos, uma turma que está se lixando para a Comissão da Verdade e que só se interessa por politicamente correto quando diz respeito aos seus próprios interesses.
Se trata de um grupo que não consegue abrir a boca sem que reverbere o JN do Bonner e a GloboNews de Waack, merval &Cia., e quando precisam daquilo que não conseguem ter durante uma discussão, argumentação minimamente inteligente, só tem como opção sair pela tangente.
A quadrilha notoriamente se destaca em um momento, o de sonegar, são hors concours no esporte. Na hora de pagar os direitos trabalhistas de seus funcionários domésticos, a chiadeira tem sido notável, isto é, no caso daqueles que pagam corretamente, pois não faltam os que descontam do salário o valor $$$ da comida, etc. e tal, pois isto aqui é Ipanema.
Alberto Santos Neto
20 de dezembro de 2015 11:25 pmHipócritas!!!
Esta mesma classe média reacionária, preconceituosa e fascista quando tem um dos seus atingido, sai às ruas vestidos de branco pedindo paz e abrançando a Lagoa.
Nandex
20 de dezembro de 2015 11:34 pmEu ja entendi um pouco, de
Eu ja entendi um pouco, de forma preminotoria, o futuro preconizado pelo mercado financeiro. Daí há de se entender a repressão policial e o aumento da presença do exército com casos de “terrorismo” pelo mundo. Pelo meu entender, o mercado financeiro deseja desregular os estados. Com a desregulação estadual, pretender privatizar os serviços de bens essenciais das populações (saúde, alimentação, água, educação). Com a desregulação estadual, as multinacionais tomariam conta dos mercados internos por todo mundo. Daí o endividamento em forma de juros em títulos públicos, que causa a diminuição da circulação e desvalorização da moeda interna de cada país e consequentemente o endividamento do estado junto ao dólar; e a deteriorização das pequenas empresas e indústrias. A intenção maior seria o prevalecimento do dólar como moeda única e a tomada do mercado interno dos estados endividados em dólar com as multinacionais americanas; graças a destruição da moeda do país com a alta taxa de juros e o endividamento proveniente. Teria-se mão-de-obra barata ou até mesmo escrava, e controle do mercado mundial pelas multinacionais. É o mercado financeiro raciocinando pela frieza capital. O capital financeiro e humano. Seria uma nova forma de escravidão sem a utilização da força bruta; conseguiram uma forma de escravizar a população mas de forma inteligente, não ditatorial. E aqueles que utilizassem da força para evitar isso como foi Hugo Chaves e agora, Maduro; seriam considerados ditadores e seriam sacrificados pelo prórpio sistema. É o estado destruindo o próprio estado.
rdmaestri
21 de dezembro de 2015 1:05 amO governo não conseguiu uma vitória foi a oposição que se …
O governo não conseguiu uma vitória foi a oposição que se auto derrotou.
Simplesmente esta oposição raivosa, racista, escravocrata, antidemocrata que colocou a famosa questão:
– Ou estás comigo ou estás com o Governo?
Bem, vendo que o governo por mais atrapalhado que tenha sido, que por mais erros que tenha cometido principalmente se aliando com a corja corrupta que agora mostra os seus dentes, tem na figura da Presidente Dilma uma pessoa confiável e de carácter.
Foi imposto uma Escolha Nada de Sofia, pois automaticamente quem apoiava o golpe apoiava uma imensa fauna que orbitava em torno das figuras ou sinistras ou patéticas.
Entre escolher um lado que é apoiado por centenas de conhecidos artistas, cientistas e economistas de renome internacional, juristas (até a conservadora AJURIS gaúcha divulgou nota dia 16 contra o golpe), reitores e conselhos universitários de das universidades mais conceituadas no Brasil, CNBB e mais dezenas de instituições da sociedade civil, e outro que é apoiado por Lobões, Alexandres Frotas, Cunhas e políticos que mais desejam que o país vá mal para que caia o governo para benefício próprio, não houve opção.
Criou-se um divisor de águas, forçado pelas lideranças ao impeachment, que não deixaram nem a opção de neutralidade, ou se está contra ao governo e favorável a um verdadeiro saque programado do que restou ao país, ou se é favorável ao governo. Uma opção neutra seria considerada pelos golpistas como sendo um PTista, um pixuleco, ou qualquer adjetivização que não é conveniente de se colocar em sites responsáveis.
O nível do debate político foi reduzido pela oposição ao governo não ao debate de ideias, mas sim a ação infantil que era comum no passado onde chegava um valentão na sua frente, cuspia no chão e passando o pé dizia:
– Ou tu passas o pé e saímos no braço ou aceita o que falo.
A própria grande imprensa, principal instigadora, matriz de todo o golpe começou a sentir o clima e está recuando simplesmente não falando da forma intensiva que falava. Coloca uma ou outra reportagem, um vídeo desaforado em que qualquer pessoa fala que o governo roubou, e ponto.
A oposição brasileira é tão incompetente, mas tão incompetente mesmo, que ela mesmo trama a sua derrota.
Renato Lazzari
21 de dezembro de 2015 1:11 am“Desenhou-se na área
“Desenhou-se na área frequentada pela classe média do Brasil…”
É a “classe social” mais agressiva, hostil, bárbara, ignorante, mal-educada, sem moral e sem lei que temos hoje no nosso pais. Onde estão os sonegadores (que assumem a sonegação chamando-a de “legítima defesa”, por exemplo), onde se pergunta se a consulta é “com recibo ou sem”? A maioria esmagadora das multas de trânsito vão para pessoas de que “estrato social”?
Ok, não são os mais frequentes nas cadeias mas quem disse que cadeia é para quem comete crime? Cadeia é para quem comete crime E não tem dinheiro nem contatos para livrar-se dela. E para quem não comete crime nenhum mas não é da “classe média”, essa verdadeira (como diz agressivamente a Marilena Chauí) abominação.
Apesar das propagandas comercial e institucional, mesmo travestidas de “notícia”, enlatecerem a “classe média” como “fina” (tem diploma, algum dinheiro, eventualmente manda seus pimpolhos para estudar no Canadá e sabe arranjar os talheres, combinar vinhos de acordo com o que alguma revista da moda dita além de usar o Português “oficial”), de fina essa “classe” não tem nada… é uma grosseria só.
Não espere tanto assim da chamada classe média, Daniela.
José Luis Pereiraj
21 de dezembro de 2015 2:38 pmReflexão perfeita sobre o
Reflexão perfeita sobre o texto. E sobre a tal Classe “Mérdia”.
JackTheRipper
21 de dezembro de 2015 1:33 amNem tanto ao mar e nem tanto
Nem tanto ao mar e nem tanto à terra.
O garotinho mata.
Ou em outras palavras : estamos em guerra.
Já que o estado não funciona, a classe meia tem o direito de se defender sim.
Se sou eu ou ele, eu puxo o gatilho. E agradeço por estar vivo. E ele morto.
Depoimento de quem já foi vítima da violência. Não matei. Mas se tivesse como, mataria.
PS : Sou eleitor de Lua, Dilma e do PT.
ruyacquaviva
21 de dezembro de 2015 12:20 pmEm guerra contra crianças?
Se uma criança usa uma arma é porque a sociedade a colocou nessa posição.
Uma sociedade doente.
Tenho nojo do seu discurso. É o discurso de um psicopata justificando a violência.
Infelizmente não é o único, mas nem por isso é menos deplorável.
PS : Eleitor de Lua, Dilma e do PT uma pinóia…
Athos
21 de dezembro de 2015 4:31 pmNem 8 nem 80. Ambos estão
Nem 8 nem 80. Ambos estão errados.
A sociedade não coloca arma na mão de ninguém, calma lá.
Há os chamados RESPONSÁVEIS. Que tal responsabilizar os que são chamados de responsáveis?
Ou educação virou opcional para vida em sociedade?
Educação não é tarefa de Estado, instrução sim!
Valores vem de casa!
A responsabilidade pelo que aquele menor faz, é dos pais! Ele, o menor, deve ser punido, e os pais INVESTIGADOS por um conselho tutelar ou seja o que for E SE for constatado que NÃO PASSAM VALORES, que percam a guarda.
ruyacquaviva
21 de dezembro de 2015 10:43 pmColoca sim
Uma sociedade que não apresenta perspectivas, não educa e não orienta, deixando as crianças expostas à influência do crime está colocando uma arma nas mãos das crianças sim.
Veja em SP a polícia espancando crianças. Veja o estado das escolas, o desrespeito aos direitos das crianças, o descaso, a exclusão social. É isso que coloca as armas nas mãos das crianças sim.
Depois ainda vem marmanjo querer culpar as vítimas.
Fazer guerra contra crianças é fácil. Quero ver é assumir as responsabilidades socias de cidadão. Isso ninguém quer. Por isso inventam desculpas para culpar crianças.
Foi assim em toda a História do Brasil.
E continua sendo.
AlexPontes
21 de dezembro de 2015 4:25 pm“O garotinho mata”Que dia,
“O garotinho mata”
Que dia, hora e local vc viu esse garoto matar? Tinham testemunhas? Qual arma ele usou? Qual o motivo do “crime” dele?
Não seja mais hipócrita e fascista do que esses boçais do vídeo.
Esse garoto foi quase espancado por cidadãos “conscientes” por um suposto furto de um mísero celular.
Se é pra viver em perspectiva eu acho que amanhã vc tem grande chance de atropelar e matar uma pessoa no trânsito e por isso se eu te encontrar na rua o “estado” me dá a prregoativa de te enfiar a porrada para te dissuadir a andar de carro.
Ou pra vc viver em perspectiva não vale? Só vale pro moleque?
PS tb: eleitor do PT é o cacete, não precisa ser gênio pra perceber que vc tem plena convicção de que tá sendo um porco covarde e usou esse subterfúgio pra tentar não passar pelo que fascista que é. Tenta outra.
altamiro souza
21 de dezembro de 2015 1:44 amé a turma golpista: que quer
é a turma golpista: que quer fazer justilça com as próprias ~mãos.
a insituição que se exploda….
a democracia tb…
esse espírito é que levou à ditadura….
esse espírito espúrio que ainda é resquício da ditadura e que ainda
impregna a polícia nmilitar, por exenmplo.
e impregna a turma dio golpe, o tal conluio grande mídia golpista et caterva…
vide editoriais do globo antes do golpe contra goulart e posteriores.
e os de agora….
a história se repete como tragédia e como farsa….
Jose de Almeida Bispo
21 de dezembro de 2015 1:58 amTemos um problema.
Olha… o problema existe! É grave! E se não resolve de forma indolor.As criaturas reaças em tela são a perfeita herança do senhorio de escravos; boa parte com as manias de Garcia d’Ávila Pereira Aragão que foi condenado pela Inquisição por, entre outras coisas, se divertir queimando anus de seus escravos infantis com cera quente de vela. São odientas, arrogantes, prepotentes… mas… também é preciso reconhecer que tem alguma errada a mais do que seus comportamentos, na maior parte responsável pelo descalabro da segurança que se vê.Temos um problema!Quando a criatura acostuma-se no crime, acultura-se a ele, não há discurso humanista ou até mesmo ameaças de morte que o demova do vício. E não é questão de falta de saúde; isso se tinha em 90 por cento do Brasil há 50 anos atrás, quando a criminalidade era menos de cinco por cento de hoje. Não é questão de educação; isso também se não tinha há 50 anos atrás para pelo menos 80 por cento da população. Sequer é questão de desigualdade, porque há 50 anos atrás, a existência da desigualdade não se constituía em roubar objetos de uso de ninguém, como celulares, tênis de luxo, etc; no máximo, roubava-se comida, em pequena quantidade, e pra matar a fome.Dá-me certo medo a defesa intransigente de pessoas razoáveis em relação a sofismas que se não sustentam à menor realidade das ruas, e que, pelo contrário, mais reforçam o discurso de ódio e busca de vingança de cada vez mais gente empenhada na cultura do mata-mata; da eliminação. Nem tanto; nem tão pouco. Nem vai resolver os problemas de violência as chacinas oficiais tais como se fazia aos quilombos no passado; nem também aplicar unica e exclusivamente essa política de coitadismo em quem aprendeu de tudo: principalmente se fazer de coitado quando lhe convém, e a seguir engolir seu próprio protetor… essas criaturas foram animalizadas. Convém quebrar a cadeia da miserificação, acabar com a fábrica de marginais pela intervenção direta na requalificação familiar; e usar recursos concretos para tentar recuperar o que ainda for possível. Discurso de quem nunca teve um bandido pela frente, e mesmo que romanticamente, defenda essa sociologia frouxa… só vai piorar. Para todos os lados.Pessoalmente eu começo a me cansar de me sentir preso; não poder usar um celular, ter cuidado na hora de descer do carro, e pior: começo a me cansar de me faltar argumento em prol da civilidade.A matéria é bem escrita, porém discordo completamente dessa identificação dada pela articulista de que o problema “é só” a falta de escola, de saúde e a desigualdade. Fica parecendo que somos fantoches na mão do Estado; que o Estado é o pai protetor e o tudo em nossa vida; ninguém mais precisa ter responsabilidade: é só entregar à escola, ao posto de saúde e as instituições da promoção social. Tudo isso faz parte da cesta; mas o buraco é mais embaixo. O maniqueísmo é condenável sob qualquer natureza; mesmo aquele em que parece que nós defendemos o bem contra o mal. Ninguém tem o monopólio de nada. É preciso impor mais cores a esse espectro que já é bastante complicado.Acho ue um bom começo é acabar com a cultura de que a única coisa que vale é ficar rico. Depois se conversa sobre o resto.
Claudio Costa
21 de dezembro de 2015 3:13 amMinha Contribuição para esse debate
[video:https://youtu.be/w0lG4YeCq_4%5D
nilo filho
21 de dezembro de 2015 9:45 amSó uma pergunta.
O
Só uma pergunta.
O Ministério Público tomou alguma atitude????
Fábio de Oliveira Ribeiro
21 de dezembro de 2015 10:43 amCerta feita o Exército exibia
Certa feita o Exército exibia suas ferramentas de trabalho num Shopping de Osasco. Curioso, circulei entre os equipamentos, ouvi as explicações dos soldados e parei na frente de uma metralhadora de grosso calibre. O garoto sorridente encarregado da máquina matadeira me explicou tudo sobre a mesma. Tantos tiros por minuto, munições assim ou assado segundo a necessidade. “E os ferimentos que ela faz?” perguntei. Ainda sorrindo o garoto disse: “Esta aqui não fere não moço, está aqui mata, arranca membros, espatifa órgãos, corta corpos ao meio. Se acertar um tiro só a morte é certa nem que seja por hemorragia. Mas geralmente ela acerta mais que um tiro.” Então perguntei ao garoto: “Ela faz tudo isto é você ainda está rindo? “. A resposta foi : “É claro, a gente tem mais é que despedaçar os inimigos.” E para a surpresa do garoto eu disse: “Sim, mas não se esqueça que você é soldado e também ficará na frente de uma metralhadora igual à esta.” Fim dos risos e da conversa amigável.
Carlos Alberto Freitas Lima
21 de dezembro de 2015 11:42 amA SEXÓLOGA SOCIÓLOGA DO BOTOX SUMIU DIANTE DO GOLPE, PORQUE?
Sumiu porque tava lá também….Cadê a MARTA?