Os últimos dados de emprego da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Mensal (PNADM), do IBGE, trazem um alívio enganador.
No trimestre maio-julho de 2022, em relação ao trimestre fevereiro-abril, a População Economia Ativa cresceu 0,2%, ou 391 mil pessoas. Já a Força de Trabalho ocupada aumentou 2,154 milhões de pessoas, crescendo 2,2%.
Com isso, o número de pessoas desocupadas ou fora da força de trabalho diminuiu 1,762 milhões, ou 2,3%.
Quando se compara com períodos maiores – por exemplo maio-julho de 2014 – o quadro muda.
A População Economicamente Ativa (ou seja, pessoas em idade de trabalhar) cresceu 14,4 milhões. Mas a Força de Trabalho cresceu apenas 9,6 milhões de pessoas, enquanto a força de trabalho ocupada cresceu apenas 6,6 milhões. A diferença em relação ao crescimento da PEA ou da Força de Trabalho corresponde aos postos de trabalho que faltaram para atender o crescimento da população.
Os desocupados ou fora da força de trabalho cresceram 7,7 milhões, uma alta de 11,6%, contra apenas 7,2% de crescimento da força de trabalho ocupada.
É curiosa a análise sobre a estrutura de emprego nesse período. Houve um crescimento de 6,6 milhões dos postos de trabalho. Mas a indústria perdeu 829 mil postos de trabalho; e a agricultura outros 863 mil postos. O crescimento ocorreu na administração pública (mais 2,5 milhões de empregos) e empregos de baixa valor, como alojamento e alimentação (mais 1,3 milhão), transporte, armazenagem e correio (mais 908 mil) e, obviamente, setor financeiro (mais 1 milhão).
Do mesmo modo, os rendimentos do trabalho sofreram queda em todos os setores, com a única exceção da Agricultura.
Já o número de desalentados na força de trabalho reduziu um pouco, mas de forma insignificante.
Jotapontomarceloaptendizdeeconomiadonassif
1 de setembro de 2022 11:35 amCerto Nassif,jogou luz no fim do túnel,já na leitura de nós leigos não entendemos muito tanto números sei q tentou um resumo da complexidade mas q tal um resumo do resumo no final,haa sei lá Nassifao, já o contexto político fez se necessário a provocação ao Bolso sobre a bandeira da oposição sobre bater na economia,isso forçou o governo a melhorar e fazer APARECER o dinheiro,ficou bem claro q tinha e q a motivação é política,quem ganhou no final das contas fomos NÓS O POVÃO,quando há interesse político a coisa acontece,a campanha política vai ficar emocionante a partir de agora,tem q ter uma Adrenalina senão não tem graça,O BOM DO BRASIL É Q SEMPRE TEM EMOÇÃO AQUI,para o lado bom e ruim,Viva o Brasil(de viver)ou Viva ao Brasil sei lá !!!
José Carvalho
1 de setembro de 2022 12:10 pmTodos esses números são reflexo de um longo caminho trilhado pelo País em face das escolhas que foram feitas. A não continuidade da industrialização e consequente desindustrialização resulta numa limitação ao desenvolvimento e uma restrição à melhora na qualidade do trabalho, que assim como o País, de forma geral não evolui. Os setores prescindem de profissionais, por conta da opção feita. Não se desenvolve necessidades e criação de serviço qualificado, pela inexistência de setores dinâmicos e portanto demandantes disso. O ritmo da economia brasileira vem sendo o mesmo há anos e o nível de emprego, seja formal ou informal, reproduz a falta de evolução de todo o País. Trabalho intermitente, precarização, informatização são traduções da mesma coisa, a falta de crescimento econômico. Sobra arrogância ao País, que se comporta como sendo um problema dos outros e não seu. Não são questões estatísticas é o resultado da postura diante dos dilemas enfrentados. Trabalhadores são vítimas e quanto menos qualificados maiores as consequências. O País do futuro vai condenando o futuro pelas próprias escolhas.
ed.
1 de setembro de 2022 12:48 pmÉ curioso o destaque em manchetes de notícias “boas” na economia em véspera de eleição por alguns veículos (ex. Globo), quando sabemos que o (des)presidente das motociatas e jet-skis só têm uma preocupação “profissional” na sua vida remunerada com dinheiro público legal, ilegal, moral e imoral de mais de 4 décadas: autopromover-se para reeleger a si e seus familiares e amicci).
Só nos últimos tempos pré-eleitorais, houve uma INJEÇÃO EXTRA (fura-tetos) e boa parte TEMPORÁRIA de cerca de 300 (TREZENTOS) a mais de 400 (QUATROCENTOS BILHÕES na economia (difícil levantar dados precisos, mas não sua grandeza) em um período CONCENTRADO de tempo. Exs. calote de precatórios, redução/corte de impostos, perdão de dívidas, antecipação de aposentadorias, suspensão de revisão de aposentadorias por “seu” ministro, liberação de fundos trabalhistas, desvios e remanejamentos de gastos, orçamentos secretos, antecipação de lucros estatais, PECs Kamikazes, auxílios “temporeiros” e outros.
Tudo isso por um presidente que antes vetara até absorventes para meninas pobres porque “não havia verba”, mas aumentou salários e aposentadorias para si próprio e “suas” FFAA.
Guedes não é um superministro Ipiranga mas um tesoureiro de campanha, provavelmente a mais cara da história do capitalismo, juntamente com o Centrão do “tchutchuka”, que também quer se reeleger.
Para finalizar, fica aqui uma questão: se um (des)presidente não tem limites para tentar se reeleger, com barbaridades à luz do dia nas nossas fuças, o que seria uma “ordem” para que o IBGE e demais instituições “dele” não dourassem os números?
ed.
1 de setembro de 2022 3:23 pmComplementando:
1) Em 2014, antes das sabotagens ao mandato II da reeleita Dilma (que também errou “de levi”), o desemprego esteve em 4,8% (pleno emprego) com TODOS OS DIREITOS, mais qualidade e renda crescente. A partir daí, com lava-jato, pautas bomba, sequestro de protestos de 20 centavos e impeachment “na veia”, além de uma infame reforma trabalhista e o neoliberalismo fazendo gols (contra), o desemprego cresceu chegando a ~15%, PRECARIZADO, sem qualidade e menos renda. Resumo, inverso do (des)presidente: Antes tínhamos emprego COM direitos. Hoje temos desemprego SEM direitos.
2) Numa conta de padeiro boazinha, suponComplementando:
1) Em 2014, antes das sabotagens ao mandato II da reeleita Dilma (que também errou “de levi”), o desemprego esteve em 4,8% (pleno emprego) com TODOS OS DIREITOS, mais qualidade e renda crescente. A partir daí, com lava-jato, pautas bomba, sequestro de protestos de 20 centavos e impeachment “na veia”, além de uma infame reforma trabalhista e o neoliberalismo fazendo gols (contra), o desemprego cresceu chegando a ~15%, PRECARIZADO, sem qualidade e menos renda. Resumo, inverso do (des)presidente: Antes tínhamos emprego COM direitos. Hoje temos desemprego SEM direitos.
2) Numa conta de padeiro boazinha, supondo um PIB de R$ 9 milhões para 2022, só o (des)governo injetou extras de 3,3% a 4,5% do PIB.
3) Há de se falar no rombo deixado pela caríssima campanha de (tentativa de) reeleição que o próximo governo (o país) irá ter que pagar (p.ex. os 90% dos precatórios não pagos, mais sua correção, mais os novos precatórios…).
do um PIB de R$ 9 milhões para 2022, só o (des)governo injetou extras de 3,3% a 4,5% do PIB.
3) Há de se falar no rombo deixado pela caríssima campanha de (tentativa de) reeleição que o próximo governo (o país) irá ter que pagar (p.ex. os 90% dos precatórios não pagos, mais sua correção, mais os novos precatórios…).
ed.
1 de setembro de 2022 3:43 pm(onde se lê 9 milhões leia-se evidentemente 9 trilhões)
ed.
2 de setembro de 2022 10:29 amDesculpem o comentário que foi misturado com 2 trechos repetidos e ficou confuso. Aqui o correto:
Complementando: 1) Em 2014, antes das sabotagens ao mandato II da reeleita Dilma (que também errou “de levi”), o desemprego esteve em 4,8% (pleno emprego) com TODOS OS DIREITOS, mais qualidade e renda crescente. A partir daí, com lava-jato, pautas bomba, sequestro de protestos de 20 centavos e impeachment “na veia”, além de uma infame reforma trabalhista e o neoliberalismo fazendo gols (contra), o desemprego cresceu chegando a ~15%, PRECARIZADO, sem qualidade e menos renda. Resumo, inverso do (des)presidente: Antes tínhamos emprego COM direitos. Hoje temos desemprego SEM direitos. 2) Numa conta de padeiro boazinha, supondo um PIB de R$ 9 milhões para 2022, só o (des)governo injetou extras de 3,3% a 4,5% do PIB. 3) Há de se falar no rombo deixado pela caríssima campanha de (tentativa de) reeleição que o próximo governo (o país) irá ter que pagar (p.ex. os 90% dos precatórios não pagos, mais sua correção, mais os novos precatórios…).