Sugestão de Luiz FS
da Gazeta do Povo
Coronéis da PM mandam carta a Richa repudiando declarações de Francischini

Com informações de Diego Ribeiro:
O comandante-geral da Polícia Militar, Cesar Kogut, junto com quinze outros coronéis da PM, assinou um manifesto de repúdio às declarações do secretário de Segurança, Fernando Francischini, relativas ao confronto da polícia com professores e manifestantes no Centro Cívico na quarta-feira passada.
Na carta, os coronéis dizem que Francischini não pode simplesmente jogar a culpa na tropa, sem assumir parte da responsabilidade. Dizem que ele participou do planejamento, foi informado da possibilidade de haver feridos e aprovou o plano de contenção. Mais do que isso, foi informadodurante os fatos sobre tudo o que estava acontecendo na Praça Nossa Sra. da Salete.
A carta é assinada por 16 dos 19 coronéis da ativa. Tudo isso significa que, embora Francischini tenha sido mantido no cargo pelo governador Beto Richa (PSDB), ele tem um grande problema nas mãos: acalmar uma tropa que não aceita o modo como ele coordenou as ações que resultaram no maior confronto público da PM na história do estado.
A permanência de Francischini foi decidida numa reunião na manhã desta quarta com o governador Beto Richa. Veja mais sobre o tema clicando aqui.
Veja abaixo a íntegra da carta.
CARTA AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ
O Comando da Polícia Militar do Paraná, instituição sesquicentenária que labuta diariamente em prol da segurança pública do Estado do Paraná, cumprindo incansavelmente a sua missão constitucional, vem perante Vossa Excelência manifestar o seu repúdio às declarações atribuídas pela Imprensa ao Secretário de Estado da Segurança Pública, em data de 04 de maio de 2015 – e até agora não desmentidas – as quais atribuem única e tão somente à PMPR a responsabilidade pelos fatos ocorrido em 29 de abril de 2015, quando da manifestação dos professores, pelos fundamento abaixo delineados.
a) A Polícia Militar do Paraná esteve presente no dia 29 de Abril de 2015, cumprindo o seu papel constitucional de preservação da ordem pública, no intuito de garantir a ordem pública e impedir uma possível invasão à Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, em atendimento ao interdito proibitório expedido pela Justiça paranaense, devidamente comandada, com planejamento prévio e ciente dos desdobramentos que poderia advir.
b) Que o Senhor Secretário de Segurança Pública foi alertado inúmeras vezes pelo comando da Tropa empregada e pelo Comandante-Geral sobre os possíveis desdobramentos durante a ação e que mesmo sendo utilizadas as técnicas internacionalmente reconhecidas como as indicadas para a situação, pessoas poderiam sofrer ferimentos, como realmente ocorreu, tendo sido vítimas manifestantes e policiais militares empregados na operação.
c) Que imediatamente após os fatos foi determinada a abertura de Inquérito Policial Militar para a apuração dos possíveis excessos, no sentido de serem responsabilizados todos os que tenham dado causa aos mesmos.
d O que não se pode admitir em respeito à tradição da Polícia Militar do Paraná, seus Oficiais e Praças, que seja atribuída a tão nobre corporação a pecha de irresponsável ou leviana, por não ter sido realizado um planejamento, ou mesmo que tenha sido negligente durante a operação, pois todas as ações foram tomadas seguindo o Plano de Operações elaborado, o qual foi aprovado pelo escalão superior da SESP, tendo inclusive o Senhor Secretário participado de diversas fases do planejamento, bem como é importante ressaltar que no desenrolar dos fatos o Senhor Secretário de Segurança Pública era informado dos desdobramentos.
e) O Comando e os demais integrantes da Corporação deixam claro a Vossa Excelência que nunca deixarão de cumprir o seu juramento desempenhar com honra, lealdade e sacrifício de sua própria vida, as suas obrigações, na defesa da Pátria, do Estado, da Constituição e das Leis.
Curitiba, R, 5 de Maio de 2015.
Cel. QOPM Cesar Vinícius Kogut,
Comandante-Geral da PMPR
carlos afonso quintela da silvacar
6 de maio de 2015 9:39 pmBando de covardes, com farda
Bando de covardes, com farda e sem farda, comandados por um governador tíbio e corrupto.
Cafezá
7 de maio de 2015 2:42 amTíbio Relincha, o imperador
Tíbio Relincha, o imperador de Roma.
Ivan Arruda
6 de maio de 2015 9:51 pmNa primeira invasão da
Na primeira invasão da assembleia legislativa do Paraná, pelos professores para evitar o tratoraço, muito mais numerosa, não houve ataque da polícia militar. Houve sim, a providência da PMde tirar de camburão certas figurinhas carimbadas que, logicamente se sentiram humilhadas. O desejo e a satisfação de vingança por parte dos governantes dos dois poderes e secretário de segurança, é uma possibilidade plausível. Atestada pela satisfação demonstrada em vídeo gravado. A alegação, somente agora, de que havia infiltrados e eles os provocadores, não se sustenta pois a secretaria de segurança possui sua inteligência e monitoramento. Para mim foi vingança. Do governador e do seu secretário de justiça. Estijmulados, é claro, pelo presidente da ALP e seus pitbulls.
Alberto Santos Neto
6 de maio de 2015 10:14 pmCovardia pouca é bobagem!
Essse Francischini não passa de um covarde! Não tem moral para criticar ninguém! Comparável ao Francischini somente o Dr. Smith, da série Perdidos no Espaço dos anos 1960/1970. Ao primeiro sinal de problemas tratava no logo de transferir a responsabilidade para outros e fugia como um covarde.
Frederico69
6 de maio de 2015 11:49 pmbem lembrado!
bem lembrado!
Rogério Costa Guiraud
7 de maio de 2015 1:15 am“Se acorvadiaram de nóis”
Os doutores Smith, então diga, a saber… o secretário da segurança, o secretário da educação e o próprio governador, pois ambos esconderam-se do enfrentamento, convocando estâncias diversas de suas competências, no caso específico.
E tem, também no legislativo e no judiciário paranaense muita gente covarde como esses!
“Se acorvadiaram de nóis”, como diz uma marchinha de carnaval aqui de Curitiba.
oneide
6 de maio de 2015 10:14 pmNão se engane tudo é parte da
Não se engane tudo é parte da guerra politica.
Décima terceira regra da guerra politica de Saul Alinsky.
“Escolha o alvo, congele-o, personalize-o e polarize-o.”.
Alinsky cita Jesus Cristo em Lucas 11:23: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.” As pessoas só conseguem atuar efetivamente, e com motivação adequada, se acreditarem que estão do lado dos anjos e seus inimigos estão do lado dos demônios, senão não há motivação para a ação.
Muitas vezes é difícil personalizar seus inimigos, mas uma observação dos eventos políticos atuais nos mostra que a identificação de uma classe ou organização com um indivíduo sob ataque é muito mais eficiente do que se não atribuíssemos responsabilidades para o lado inimigo. Sem isso, não haverá identificação e nem pressão centralizada suficiente. E, normalmente, outros tendem a surgir em apoio aquele que está sendo atacado. Alinsky cita o histórico do líder sindical John L. Lewis, do grupo radical C.I.O., nos anos 30, que nunca atacou a General Motors, mas seu presidente Alfred Sloan, nem a Republic Stell, mas seu presidente Tom Girdler. Alinsky cita que não foi atacar o sistema escolar, mas sim seu superintendente Benjamin Willis. A razão para isso é óbvia: “Não é possível desenvolver uma hostilidade suficiente contra, digamos, a Prefeitura, pois esta é uma estrutura concreta, física e inanimada”.
No ataque ao superintendente[1], muitos moderados afirmavam que o ele não era uma pessoa má, e que ia à Igreja toda semana, sendo um bom pai de família, além de contribuir com caridade. Alinsky decreta: “Você pode imaginar em uma arena de conflito acusar um oponente de ser um bastardo racista e depois diluir o impacto do ataque com afirmações elogiosas como ‘Ele é um bom homem, generoso e bom marido?’. Isto seria uma idiotice política”.
http://lucianoayan.com/2012/11/20/um-raio-x-das-regras-para-radicais-de-saul-alinsky-pt-7-taticas/
Cafezá
6 de maio de 2015 11:05 pm“…tendo inclusive o Senhor
“…tendo inclusive o Senhor Secretário participado de diversas fases do planejamento, bem como é importante ressaltar que no desenrolar dos fatos o Senhor Secretário de Segurança Pública era informado dos desdobramentos.”
Sendo assim, o secretário era o homem em comando. E, como é a ponte com Beto Relincha, este também sabia do desenrolar dos fatos. Portanto, a ordem para massacrar os professores pode ter partido diretamente do governardor.
Ivan de Union
6 de maio de 2015 11:16 pm“A carta é assinada por 16
“A carta é assinada por 16 dos 19 coronéis da ativa”:
Todos eles tao estupidos que seguiram ordens sem notar as consequencias e muito menos que elas seriam jogadas nas costas deles, ne?
Gostaria muitissimo de ver o dia que policia militar nao infestar toda e qualquer esquina de Minas Gerais – o resto do pais nao me importa, francamente, mas tirem esses demonios de Minas Gerais.
Ah, notem o “assumir parte da culpa” no texto. Eh sintomatico.
Mas eh tambem patetico, especialmente vindo de policia militar. Pergunta seria: eles desgracam o resto do Brasil como desgracam Minas, gente?
A pergunta eh seria porque eu ja sei a resposta: aonde tem policia militar eles desgracam os pobres. Nao, nao eh acusacao contra milicos brasileiros: eh o ser mundial deles. Eh no planeta inteirinho.
Ruy Messi
6 de maio de 2015 11:18 pmCovardia e Vergonha
Para os ‘TUCANHALHAS” – “As pessoas não mudam só camufla o ódio e escolhem novos alvos, inventam novas verdades para estar em harmonia com os velhos atos primitivos e covardes que tanto criticam e que tanto se orgulham!” -Luckas Roodz. ) “Facistachini” além de ser o Comandante em Chefe por ser Secretário de Segurança do Estado, como sempre, assumiu que “ele estava no comando”! Ora, se ele estava no comando como já sabemos, a PM simplesmente cumpriu sua ordem, ignorando que o TJ tinha liberado o acesso ao plenário da ALEP, portanto, está caracterizado duas situações criminais: 1. a responsabilidade jurídica é do ” Fascistachini” 2. e a política do Beto “Hitler”! Portanto, os comandados estão sujeitos ao comando do chefe – quem era o chefe? “Facistachini”! Quem nomeou ele? O Beto “Hitler”! Portanto, na cadeia de comando responde os dois – o “Fascistachini” e o Beto “Hitler”! Aos subordinados apenas o enquadramento no regimento disciplinar militar. Portanto temos aqui dupla violação disciplinar de comando: do secretário de justiça e do governador! Agora, conforme citação de Luckas Roodz, os alvos foram inventados pelos covardes. E aos covardes, as penas da lei! Nâo adianta substituir o Secretário da Educação, o menos implicado na ação! Os responsáveis como já citados são outros. Mas como eles são do PSDB e com eles nada acontecem, melhor o povo do Paraná, junto com o funcionalismo público, iniciar exatamente aquilo que querem para o governo federal – impedimento de governança!
emerson57
6 de maio de 2015 11:33 pmovo
Francischini é “meuzovo”.
O chefe da Polícia Militar é o RICHA.
O resto é desconversa, gás de pimenta, bomba de efeito moral, pit bul, bala de borracha, helicóptero, incentivo da sacada do palácio e muita covardia.
lenita
6 de maio de 2015 11:36 pmCovardia
Esta é a marca do PSDB. Tanto é que não aceitam jamais serem investigados, nem em câmaras municipais. Nem que para isso tenham de passar por cima das leis e participem de todo tipo de tramóia, como aconteceu em Goias, onde o governador era amigo do Cachoeira, que produzia artigos para a indefectível revista de esgoto, além de protegerem traficantes de drogas.
vera lucia venturini
6 de maio de 2015 11:51 pmAgora ninguém é dono do
Agora ninguém é dono do massacre dos professores. Todos covardes, violentos e canalhas. Inclusive a polícia dos coronéis.
Os policiais usaram de violência extrema contra os professores, profissionais que ajudam a formar os seus proprios filhos, porque quiseram. E depois ainda se pintaram de rosa pra se fazer de vítima.
Deviam vir a público para pedir desculpas aos professores e todas as vítimas agredidas injustamente.
rdmaestri
7 de maio de 2015 6:19 amVera não é bem assim.
A PM não fica satisfeita por fazer o serviço sujo que muitas vezes lhe é obrigado, mas em sistemas hierarquisados e militarizados não tem muita escolha, ou cumpre a ordem ou vai em cana, e este espírito vai do soldado ao coronel.
Elizabeth S. Pretel
6 de maio de 2015 11:56 pmNão tem problema não, o richa
Não tem problema não, o richa “já resolveu” o gravíssimo problema em que se meteu. Demitiu o secretário de educação, (coitado,(?) foi escolhido como o bode expiatório).
JB Costa
7 de maio de 2015 12:19 amPara instituições com
Para instituições com personalidade militar, a disciplina e a hierarquia são apanágios para a sua funcionalidade. Já os dois valores mais cultuados pelos seus membros, sem os quais perdem a essência, são a honra e a lealdade.
A carta-manifesto desse Coronel da PM paranaense tangencia essas quatro referências. Comecemos pelas duas últimas frente a essa crise na área da segurança desse estado.
LEALDADE: não é só da tropa para o comandante, mas também deste para com seus comandados. O secretário de segurança Francischini, merce de não ser militar, é o inconteste “comandante”, o chefe, ou seja, está no topo da estrutura de segurança do estado. Acima dele, só o governador. Nesse sentido, deve também lealdade a seus comandados na área militar e civil. Ao simplesmente jogar a culpa neles pelo tristes acontecimentos ocorridos nas manifestações dos professores e professoras, atinge de morte esse atributo tão caro aos militares que decerto hoje deploram sua falta de:
HONRA: um princípio de conduta que envolve o cumprimento do dever, coragem(ou não covardia), honestidade, lealdade, civismo e outros atributos morais e sociais.
Pois o que moveu esse comandante para fazer essa carta foi exatamente o comportamento e a atitude do secretário Francischini em desacordo com esses dois preceitos. Foi extremamente desleal com seus subordinados e faltou com a honra ao não assumir suas responsabilidades.
Se esse desastrado governador insistir em não demiti-lo estará se igualando a ele dado que é o comandante supremo da Polícia Militar; o primeiríssimo na cadeia de comando. Como manter um secretário tão politicamente desgastado e agora totalmente sem nenhuma confiança e lealdade dos seus comandados? As consequências da contemporização poderão ser funestas não só para seu governo, mas para o próprio povo do Paraná.
Pode não ocorrer, mas é provável que Francischini passe por vexames enormes no seu relacionamento com a PM paranaense, a exemplo do desprazer e a vergonha de numa solenidade a tropa formada vire de costas para ele. Um gesto simbólico de extremo desprezo para quem não cultiva a honra e a lealdade.
rdmaestri
7 de maio de 2015 6:16 amTocaste no ponto.
Para uma organização militar com uma hierarquia não há muito espaço para sacanagens como este Francischini fez, ele planejou e a tropa cumpriu, depois ele responsabiliza o comando da PM.
Foi muito forte, e uma carta com quase todo os comandantes quer dizer que a situação estava preta.
O pessoal mais a esquerda esquece que militar tem filhos, pagam as contas e tem que ainda fazer coisas que não querem fazer, logo seria interessante olhar com outros olhos para as PMs nos estados, enxergar neles outros funcionários públicos que estão sujeitos aos desmandos dos governadores.
Lucinei
7 de maio de 2015 12:30 amE daí?!
A demagogia no
E daí?!
A demagogia no Congresso e na imprensa não está nem aí pra isso. Tudo que a oposição acusa é o que ela própria faz; e não aparece ninguém desse Partido dos trabalhadores pra dizer isso!
Se esse governo não sair desse mutismo adolescente nada feito! Esse jogo de paciência, essa retranca é ridicula! Dá até pena de ver apanhando assim! Tão tomando chute caídos…
E eles “à cavalheiro”…. Pffff! Tratando essa oposição e essa imprensa como se elas estivessem dispostas a um debate racional… Pelamordedeus… Dá até pena.
Cunha
7 de maio de 2015 12:30 amRicha e Francischini, que
Richa e Francischini, que dupla!
bh
7 de maio de 2015 2:30 amA tropa aceita comandantes
A tropa aceita comandantes truculentos, mas não tolera chefes covardes, que fogem de suas responsabilidades. Esse FF não dura. Richa, se permanecer, vai virar piada no funcionalismo. Sóbvai obter algo na base da força (punindo).
Jair Fonseca
7 de maio de 2015 3:14 amFaschistini vai cair. Um dos
Faschistini vai cair. Um dos chefes da “bancada da bala” mandou bala (de borracha) no professorado e deu um tiro no pé. No seu e no do Rixa, que deveria cair também, junto com o outro tucano, Traino, presidente da assembleia.
Gilson AS
7 de maio de 2015 4:34 amO secretário “rodou” agora a
O secretário “rodou” agora a noite.
Mas e daí ? A merda no governo Richa/PSDB vai ficar.
josimar
7 de maio de 2015 11:00 amSe as manifestações
Se as manifestações continuarem no mesmo ritimo, breve teremos um governador caído.
will
7 de maio de 2015 5:17 amPosso imaginar o coronel dando idéias:
“- Que tal jogar umas bombas de helicóptero?”
rdmaestri
7 de maio de 2015 6:08 amMas neste caso está bem claro quem planejou, um civil!
Fica claro que o secretário de segurança que deu as ordens e a PM cumpriu. Aí deu merd@ (conforme aviso da PM) e o safado do secretário quis jogar a bomba no colo do Coronel, deu no que deu, foi rompida e hierarquia.
Francy Lisboa
7 de maio de 2015 9:12 amEra só o Francischini ter
Era só o Francischini ter colocado a culpa no PT. É batata, sempre dá certo.
serralheiro 70
7 de maio de 2015 3:54 pmA criminosa PM paranaense tem razão.
A responsabilidade maior é do francisquini, que não exime as culpas da PM executar crimes contra a população, notadamente contra professores indefesos manifestando civilizadamente repúdio a ações do estado lesivas a seus interesses. A desgraça provocada no Pará por sua força policial é precedente que mostra limites na contenção de manifestantes. Nunca a morte e lesões corporais indiscriminadas.