3 de junho de 2026

Israel dá pausa para descanso, antes de retomar a matança

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Jornal GGN – O Exército israelense anunciou na manhã desta terça-feira, dia 5, ter retirado todas as tropas da Faixa de Gaza. Segundo o general Moti Almoz, em declaração à Rádio Militar, “todas as nossas forças saíram de Gaza”, e isso acontece depois de ter entrado em vigor, nesta manhã, um novo cessar-fogo de 72 horas, acertado ontem, dia 4.

A operação militar Margem Protetora foi iniciada no dia 8 de julho, por Israel, com ataques aéreos para “responder ao disparo de foguetes palestinos, a partir da Faixa de Gaza contra o seu território”.

No dia 17 de julho, o Exército israelense iniciou manobras terrestres para destruir a rede de túneis construída pelo Hamas, movimento palestino que controla a região desde 2006. Segundo Israel, os túneis são usados para ataques em zonas fronteiriças.

Mais de 1.850 palestinos morreram em 28 dias de ofensiva israelense. E Israel apresentou uma baixa de cerca de 60 pessoas.

Cessar-fogo temporário permitirá à ONU reabastecer abrigos

O cessar-fogo de sete horas anunciado por Israel na Faixa de Gaza, permitirá à ONU (Organização das Nações Unidas) e parceiros humanitários o reabastecimento de suprimentos em escolas e outros edifícios usados como abrigos temporários para as cerca de 270 mil pessoas deslocadas em toda a Faixa de Gaza.

O porta-voz da Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA) está usando esta “pausa humanitária” para reabastecer a comida, água e outros elementos essenciais da vida nos 90 abrigos da ONU na área. Israel disse que iria acatar as sete horas de cessar-fogo nesta terça-feira, a partir das 10h, hora local.

“Estas pessoas estão profundamente traumatizadas e vivendo com medo porque nós estamos vendo que mesmo um abrigo seguro das Nações Unidas, e eu odeio usar a palavra ‘seguro’ porque é um equívoco… mesmo eles estão sendo atingidos”, disse Chris Gunness à Rádio ONU.

No domingo, as Forças de Defesa de Israel mataram pelo menos 10 palestinos que estavam fora do portão principal da UNRWA ‘Prep School A’ para meninos, na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. Esta é a primeira vez que nas imediações de uma instalação da UNRWA foi atingida os últimos dez dias.

Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, fez coro à crescente lista de condenações dos ataques, que incluem o Secretário-Geral Ban Ki-moon, que denunciou estes ataques como “ultraje moral”.

“Escolas em Gaza tornaram-se o símbolo do desdobramento de uma tragédia humana”, disse Bakova, “a proteção de escolas não pode esperar”. Ela equiparou a proteção de escolas como essencial para a proteção de civis, e uma pré-condição ter  o sistema de educação de volta ao normal.

Pelo menos sete escolas da UNRWA, que serviam como abrigos, foram atingidas, resultando em várias mortes de civis. No total, pelo menos 137 escolas apresentaram danos até o momento, de acordo com relatos.

Em maio, a UNESCO, junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Crinças das Nações Unidas (UNICEF) lançou nota de apoio às pessoas monitorando, fazendo relatórios e trabalhando na prevenção de ataques contra escolas e hospitais. A Nota de Orientação fornece informações práticas para a ONU e seus parceiros sobre como implementar aspectos constantes da Resolução  1998 do Conselho de Segurança. Adotado em 2011, a resolução dá à ONU a missão de identificar e listar as forças e grupos armados que atacam escolas ou hospitais, ou pessoas protegidas relacionadas a escolas e hospitais.

“Manter as escolas livres de qualquer tipo de uso militar é igualmente vital”, disse Bokova, salientando que alunos e professores precisam se sentir seguros em suas escolas.

Desde o início do conflito, em 7 de julho, pelo menos 1.777 palestinos foram mortos, cerca de 85% deles civis, de acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). Esse número inclui 393 crianças e 208 mulheres. Além disso, a agência da ONU informa que mais de 8 mil palestinos foram feridos.

No conflito, 66 israelenses foram mortos, incluindo dois civis e 64 soldados, bem como um estrangeiro em Gaza.

Na sexta-feira última, a ONU apelou por US$ 369.000.000 para atender às necessidades urgentes em Gaza. A UNESCO disse hoje que neste valor inclui-se US$ 11 milhões para a educação com  emergência, para melhorar a segurança do ambiente escolar, bem como proporcionar aos professores e estudantes apoio psicossocial.

Acredita-se que mais de 373 mil crianças necessitam de apoio psicossocial, de acordo com os últimos dados da OCHA.

Hoje, também, a UNESCO condenou de mortes de jornalistas que trabalhavam em Gaza e expressou profunda preocupação com a destruição das instalações de mídia. “Tal como estipulado nos acordos internacionais, os jornalistas devem ser protegidos inclusive ao relatar a partir da cena”, disse Bokova.

Rami Rayan, um fotográfo da Rede Palestina de Imprensa e da agência de notícias de mídia, e o câmera da Al Aqsa TV, Sameh AL-Arya foram mortos em duas rodadas de bombardeio em um mercado no bairro de Shijaiyah, de Gaza, em 31 de julho.

Ahed Zaqout,  apresentador da TV Palestina, morreu um dia antes, quando o edifício na Cidade de Gaza, onde viva, foi bombardeado.

Mohamed Daher, jornalista do jornal Al-Resalah, morreu em 31 de julho em decorrência de ferimentos sofridos quando sua cãs foi atingida em um ataque 11 dias antes.

Seus nomes serão incluídos este ano na página do site da UNESCO dedicada para jornalistas mortos no cumprimento do dever.

Israel aperta cerco contra manifestantes anti-guerra

Desde que a ofensiva israelense em Gaza começou, no início de julho, mais de 1.000 cidadãos palestinos foram detidos. Essas informações foram dadas por um advogado que representa um número de detentos à reportagem do Al Jazeera.

Enquanto alguns foram presos por protestar contra a incursão israelense em Gaza, dezenas de palestinos estão sendo detidos sem acusação. Muitos dizem que foram detidos com base em “mentiras” ditas por policiais, enquanto alguns foram espancados ao ponto de precisar de cuidados médicos.

A advogada que representa dezenas de detidos, Maisa Arshid disse que a repressão aos cidadãos palestinos está ficando pior, com 20 a 30 palestinos detidos presos toda semana somente na área de Nazaré. “Todos eles foram acusados de participação em manifestações ilegais”, disse Arshid à Al Jazeera, “parte destas demonstrações foram autorizadas pelos próprios policiais”, completou ela.

Em muitos casos, as autoridades israelenses não apresentaram nenhuma evidência de que os acusados haviam participado de um protesto que não seja a palavra de um oficial de polícia. Arshid também disse que a polícia, com freqüência, mantém pessoas por períodos curtos, sem registrar sua detenção, provavelmente elevando o número de pessoas que apanharam da polícia a mais de 1.000.

Com informações da ONU, Agência Lusa, Agência Brasil e Al Jazeera

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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13 Comentários
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  1. vera lucia venturini

    5 de agosto de 2014 8:29 pm

    Com a tecnologia militar que

    Com a tecnologia militar que possui todas as mortes civis desta guerra foram cometidas de forma consciente pelo estado de Israel. O objetivo era o Hamas e Israel matou 393 crianças e 208 mulheres. Dos 1 777 mortos, 85% são vítimas civis. E 7 escolas foram destruidas e 137 escolas estão danificadas. Pela quantidade de jornalistas mortos Israel, além disso, censurou pela morte o genocídio cometido.

    Como 95% da população judia israelense apoiou o ataque a Gaza tenho a convicção que Israel é um país de infanticidas e assassinos.

     

    1. XAD

      5 de agosto de 2014 8:44 pm

      Pois é. Eles não aprenderam nada

    2. alfie

      5 de agosto de 2014 11:56 pm

      insensibilidade do Hamas

      OK, com a tecnologia que Israelk possui, era óbvio que o ataque inicial do Hamas, a provocação começada com o sequestro e morte dos três israelenses, ia fracassar. Mesmo assim, sacrificando a população civil de Gaza, o movimento torrorista de Hamas que não é apoiado por vários paises árabes e nem pelo presidente da Palestina, insistiu nos tuneis e nos foguetes, Quem é o maior culpado? Mas agora é moda midática  linchar Israel. O Hamas ficou dias e dias colocando deliberadamente o seu povo sob as bombas  

  2. wendel

    5 de agosto de 2014 8:59 pm

    Jogo de palavras, nada mais………..

    “Assimetria e desproporcionalidade está na natureza das guerras. O sentido de proporção, fruto de um estágio superior de racionalidade, não prospera nas batalhas, basicamente irracionais. Impossível mensurar o que seria uma resposta “proporcional” – ou aceitável – a uma ação bélica.” (As desproporções da guerra – (AD).

    – Realmente, desproporcionalidade, não encontra natureza nas guerras, mas quando são guerras e não o genocídio praticado por um país com exército altamente equipado a um enclave, ou melhor, a um gueto de 40 km de comprimento por 10 de largura, onde se concentra a maior densidade demografica do planeta, cuja população oferece resistências nunca vistas, e sofrem há dias esta carnificina praticadas por Israel!

    Quantos tanques de Israel foram danificados ou inutilizados? Quantos aviões abatidos? Quantas baixas, sofreram este mesmo exército em comparação com o elevado número de civis mortos do lado adversário? E o que é mais grave – 300 crianças mortas, que tiveram seu futuro ceifado pela sede de sangue do “deus” Baal, cultuados por eles no passado!

    Bem chega, vamos ficar por aqui, pois se formos listar, haja páginas!

    – “O que deve nos ocupar neste Observatório é a perigosa intoxicação que está ocorrendo nos meios de comunicação, sobretudo nos informais, a blogosfera. (grifo meu).O ódio brutaliza indistintamente, iguala o que odeia ao odiado, e por isso é altamente contagioso. Em termos morais, tão incontrolável quanto o ebola.” (Parem as Máquinas: o ódio está isuportável – (AD).

    Buscar equilibrio, com retórica, entre as contendas, como querem alguns, é até justo, mas discordamos quando citam a imprensa, quando todos sabemos que a mesma sempre esteve ao lado dos agressores, e isto está provado nas centenas de vezes ocorrido nas guerras do OM!

    Nas invasões do Afegnistão, Iraque  e Libia, foram assacadas pela imprensa contra estes países, inverdades que anos depois, foram provadas infundadas, e que a dita “imprensa”, tão bem divulgou como verdades!

    Sejamos mais sérios, e nossa inteligencia agradece!!!!

    Assim, podemos depreender do que foi citado acima, que ao tentar misturar sentimentos contraditórios em análises de matérias jornalisticas, sejam elas da Rede ou dos jornais, passa-se inutilmente a imprensão de que a imprensa, e somente ela pode manter este equilibrio, quando na realidade, muitas vezes, foi ela coadjuvante nas agressões entre as nações!

    Ledo engano, ou seria disfarçada ingenuidade!!!!!!!!!!!!! 

  3. junior50

    5 de agosto de 2014 9:57 pm

    Numeros, logistica. Uma REALIDADE

     Os que já me leram sabem que não gosto de : intelectuais e politicos; jornalistas e assemelhados, diplomatas e academicos, os suporto, pois as vezes são uteis – (até baratos) – como advogados e economistas ( um pouco mais caros). Sempre prefiro a realidade, o operacional. Portanto:

      1. Pessoas “deslocadas” – eufemismo diplomático para REFUGIADOS, gente que perdeu tudo, só com os trapos que ainda possuem sobre o corpo, em 90 “campos” ( PORRA NENHUMA: estão amontoados sobre destroços, sem agua ou comida), DETALHE: Para quem conhece GAZA, os ” 270.000 ” do calculo UNRWA, deve ser só os que estão em seus “campos” (  os registrados na burocracia UNRWA: 3 tipos de cartões/autorizações – nucleos familiares, deslocados adultos/as individuais; deslocados crianças ( agregados a alguma agencia, ou pessoa individual de controle )

      1.1. Exemplo com base em 270.000 “humanos deslocados”, na aritmética cruel de um “campo”, no básico, só para as pessoas normais entenderem, para as que  nunca estiveram em um local deste tipo analizarem, “tesearem”, encherem  o saco:

       Base de Kcal/por pessoa/dia: 2.500 X 270.000 = 675 Milhões ( no REAL: 1 kg de gordura animal tem 8.000 Kcal, ou em aritmética: aprox. 85 TONELADAS ), MAIS uns 10,0 litros de agua por pessoa/por dia: 50 caminhões pipa de 50.000 litros de capacidade. Claro, não chorem, este calculo é o ideal, o “normal” para “manter a vida” nestes campos, dá para fazer em reduções de 15 a até 50%, a morbidade e mortalidade aumentam proporcionalmente, mas salva-se a maioria. ( suplementos médicos e/ou nutricionais, tipo glicose,leite, multimistura etc.., somente são aplicados, aos que tem mais chance de sobreviver – geralmente crianças e adolescentes)

       2. Como a ajuda irá chegar: Nem vou colocar o problema do combustivel, Israel destruiu todas as reservas em Gaza, portanto é discussão inutil, alguem vai ter que dar este combustivel – Egito ou Israel. 

       2.1. Pontos de entrada e controle: 2 israelenses e 1 egipcio, que caso procedam como anteriormente aos ultimos acontecimentos, mesmo relativo a veiculos ONU/UN/UNRWA, a fiscalização demora aprox. 01:00 H por veiculo (com sorte ).

        2.2. Algum chato pode comentar – “Tem o litoral, e porto, virá pelo mar” – Só se os israelenses inpecionarem a carga ao largo, e controlarem o desembraque portuario, alem do que o “porto” está destruido há anos, desde os anos 90 os “portos” de Gaza, somente tem capacidade para traineiras de pesca.

         3. Agua: & Energia: Nesta estação do ano, verão, o local quente, e Gaza nunca foi pródiga em agua, dessalinizava agua do Mediterraneo e fornecia a população – 2 usinas – e a energia geral, usual para o povo, era de origem termelétrica – combustivel controlado por Israel – Por que ERA ? Por que Israel em sua expedição PUNITIVA, destruiu todas as usinas, de dessanilização e de energia. Fazer o que ? NÃO SEI.

         4. Reconstrução/Contrabando: É PROIBIDO, tanto por Israel quanto pelo Egito, que Gaza receba material de construção (cimento, ferro, tubos, etc..), tais insumos como varios outros, incluindo explosivos, combustivel, carneiros para festas, ou vinham por Rafah (contrabando) ou pelos tuneis que ligavam Gaza ao Egito, que foram destruidos esta semana por Israel ( claro que os egipcios deram a localização deles, por politica, ou pela “prática” do “barkish” – em arabe “moderno”: SUBORNO.

           Meus amigos israelenses e outros judeus, que me perdoem a comparação: Foi um “pogrom” palestino, e tanto Gaza, como a Cisjordania, tambem podem ser igualados, pela comparativa violencia do ocupante/opressor, aos “distritos judaicos” do Tzar, aos otomanos da Palestina – é até vergonhoso,  o Tsahal (IDF-Terrestre), se ombrear a meros cossacos.

            

  4. Walter o primeiro

    5 de agosto de 2014 10:01 pm

    Covardia

    Por avião é mole, mas por terra…….

    A verdade esta aqui:

     http://codinomeinformante.blogspot.com.br/2014/08/soldados-da-brigada-golani-sao-presos.html#more

  5. evandro condé de lima

    5 de agosto de 2014 10:13 pm

    dúvidas

    Alguém possui informação de como se vive em Gaza? Pergunto em sentido real:  oque se produz, em que se trabalha, enfim, o dia a dia. Me intriga como naquela faixa de terra – que parece nada ter- consegue-se viver e produzir. Este tipo di informação nunca aparece, parece ser desnecessária, sabe-se lá por que.

  6. Motta Araujo

    5 de agosto de 2014 10:13 pm

    As tropas saem para a aviação

    As tropas saem para a aviação poder bombardear melhor sem necessidade de fazer pontaria.

  7. wendel

    5 de agosto de 2014 10:25 pm

    Santa hipocrisia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Junior 50 foi perfeito em suas análises! O que esperar de uma trégua mediada pelo Egito, cujo governo fantoche e mercenário, recebe dinheiro dos Estados Unidos, e em cuja reunião, Israel sequer mandou representantes!

    Esta trégua, chega a ser nojenta, hipócrita, principalmente quando dizem  ” …(UNRWA) está usando esta “pausa humanitária” para reabastecer a comida, água e outros elementos essenciais da vida nos 90 abrigos da ONU na área. “

    É cômico ou apenas ironia, dizer o acima, quando para eles a vida de palestinos não tem o menor valor!!! Pausa para abastecer de comida e  água, quando o exército, mantém o cêrco, destroi usinas elétricas e de dessanilização, escolas e hospitais, só pode ser piada!!!

    As considerações de Junior 50, sobre o que seria necessário para abastecer uma população como aquela, são perfeitas, e só quem, com conhecimento logístico, pode avaliar o quanto inóquo são estas “pausas humanitárias”.

    Querem nos fazer crer, ou melhor, nos fazer de idiotas, quando publicam isto e esperam que acreditemos.

    Basta de hipcrisia!!!! Basta de agressões a nossa inteligência!!!!

    Basta de assassinatos de crianças PALESTINAS !!!! e para terminar,

    BASTA DE  SE FAZEREM VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

  8. wendel

    5 de agosto de 2014 10:34 pm

    E então…………

    Soldados da Brigada Golani são presos por se recusarem a lutar em Gaza

     

    Segundo o portal de notícias israelense “0404”, uma unidade completa da “Brigada Golani”, uma das mais renomadas tropas especiais do Exército de Israel, foi desmantelada e seus homens foram presos. O motivo: os soldados recusaram engajar em uma localidade a Leste de Gaza, uma vez que ali as batalhas são ferozes e o Exército de Israel vem sofrendo grandes baixas.

    Fonte: Blog O Informante

     

  9. wendel

    5 de agosto de 2014 10:46 pm

    E então…………..

    ONDE ESTÃO AS ENTIDADES DE DEFESA DOS JORNALISTAS ????????????????

    Conforme diz a matéria, “Hoje, também, a UNESCO condenou de mortes de jornalistas que trabalhavam em Gaza e expressou profunda preocupação com a destruição das instalações de mídia. “Tal como estipulado nos acordos internacionais, os jornalistas devem ser protegidos inclusive ao relatar a partir da cena”, disse Bokova.

    Rami Rayan, um fotográfo da Rede Palestina de Imprensa e da agência de notícias de mídia, e o câmera da Al Aqsa TV, Sameh AL-Arya foram mortos em duas rodadas de bombardeio em um mercado no bairro de Shijaiyah, de Gaza, em 31 de julho.

    Ahed Zaqout,  apresentador da TV Palestina, morreu um dia antes, quando o edifício na Cidade de Gaza, onde viva, foi bombardeado.

    Mohamed Daher, jornalista do jornal Al-Resalah, morreu em 31 de julho em decorrência de ferimentos sofridos quando sua cãs foi atingida em um ataque 11 dias antes.

    Seus nomes serão incluídos este ano na página do site da UNESCO dedicada para jornalistas mortos no cumprimento do dever”.

    Estes jornalistas que foram mortos, com certeza não estão a soldo da redes de televisão que deram respaldo com mentiras, nas guerras do Afeganistão, Iraque e Libia.

  10. Diego M.

    6 de agosto de 2014 10:54 am

    Dinheiro para a ONU?

    A ONU quer dinheiro para melhoras a segurança das escolas. Em 3 escolas da ONU foram encontradas bombas e diversos membros do Hamas se escondiam dentro da escola e nos tuneis usado para invadir o Egito e Israel foram encontrados sacos de cimento de doaçao da ONU para construção de casas. Milhões de dólares irão de novo para o grupo Hamas e não para os palestinos construirem casas e sobreviverem. E depois a gerra começa de novo….

    1. wendel

      6 de agosto de 2014 5:41 pm

      Alguns……………..

      Alguns comentários, são de uma “inteligência” atordoante. Fazem uma confusão entre o certo e errrado que chegamos a imaginar que estão confusos e sem argumentos.

      Sobre o que é dito, ” de estarem as escolas da ONU, sendo usadas como esconerijo de armas do Hamas,   e de militantes, é de uma idiotice tamanha, que é dificil acreditar.

      Com isto, conseguem somente provar que os agentes do serviços de inteligência de Israel e Egito, tidos como os melhores do mundo,  são tão inépitos e incompetentes, que não conseguem antecipar qualquer ação para impedir, seja com denúncias ou ações.

      Por favor, não afrontem nossa inteligencia!!!!!!! Usem argumentos mais sólidos!!!!!!

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