10 de junho de 2026

Pílulas sobre o golpe, por Luis Nassif

Um militar antenado dá sua opinião sobre os movimentos das Forças Armadas

De um militar estreitamente antenado com os movimentos das Forças Armadas, depois de ler o Xadrez do Golpe em andamento.

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  1. Que tentaram, tentaram.
  2. Hoje, a probabilidade de um golpe é mínima.
  3. Mas é grande a probabilidade de muita gente presa.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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7 Comentários
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  1. Anônimo

    23 de dezembro de 2022 5:03 pm

    A esquerda odeia admitir qualquer coisa boa vinda dos americanos e não fará isso jamais. Farei eu, então. Devemos isso a Joe Biden. Veio do governo americano o STOP para as forças golpistas. O custo da aventura seria simplesmente desligar o Brasil do sistema financeiro internacional, ou seja a morte da economia brasileira.

  2. Anônimo

    23 de dezembro de 2022 5:14 pm

    “Mas é grande a probabilidade de muita gente presa”.

    Aproveitando que é Natal: Que os anjos digam amém.

  3. José de Souza

    23 de dezembro de 2022 6:24 pm

    O comentário anterior foi ao ponto. Militares tem hierarquia e disciplina. Obedecem a quem reconhecem como seus superiores. Tio Sam mandou eles ficarem quietos. Obedeceram, mesmo que a contragosto. Queriam dar um golpe, mas obedeceram. Se o Trump volta…ferrou. Temos dois anos para desarmar as bombas dos militares golpistas (perdão pelo pleonasmo).
    O perigo que nos ronda é o terrorismo militar, que sempre existiu e foi acobertado na caserna, do Para-sar ao Riocentro. No Brasil, o terrorismo veste farda. Nossa sorte é que, até hoje, a bomba sempre explode no colo deles. Que continue assim.

  4. Arthur Arruda

    24 de dezembro de 2022 3:26 am

    A ampulheta de resistência ao golpe foi virada e seu tempo correrá paralelo a duração da administração Biden. Mais do que nunca, o destino do Brasil será traçado pelos rumos da política interna estadunidense. Mesmo enquanto nossa frágil normalidade democrática durar, não haverá trégua e as forças ocultas do poderosíssimo consórcio global de extrema direita seguirá atuante e implacável em sua marcha subterrânea pela desestabilização do Brasil e de suas instituições. Gostaria de ser mais otimista mas um país fraturado e empobrecido, sem movimentos de massa que possam gerar alguma resistência e historicamente sabotado de dentro pra fora pelos mesmos que aí estão (os donos de fato do poder financeiro, midiático, militar e religioso), dificilmente resistirá quando a hora chegar.

  5. Luiz Pontes

    24 de dezembro de 2022 3:47 pm

    Os milirares, creio, abandonaram essa ideia de golpe , até mesmo pq ainda se sentem representados no governo por um Múcio ou pela manutenção de uma economia liberal. O q nos deve preocupar a todos é o fortalecimento dos grupos paramilitares, principalmente no RJ . Em todo o estado eles já são maioria na câmaras municipais na assembleia legislativa e no judiciário. Mesmo no executivo são fortes. Além disso, grande parte da economia do estado já é comandada por essa gente. No auge da pandemia, com muito dinheiro no bolso, essa gente arrematou por preço de banana grande parte do comércio do estado e algumas empresas de pequeno e médio portes, combalidas ou fechadas pela Covid. Será praticamente impossível livrar o estado dessa chaga sem deixar de visitar o palácio Guanabara.

  6. José E. Barreto

    24 de dezembro de 2022 5:47 pm

    O Biden não foi “bonzinho”, foi pragmático e estratégico, obviamente. A derrota do Bolso aqui complementou a do Trump lá. O enfraquecimento do Trump, Bolso e outros da extrema “direita xucra” significa mais “folego” pros democratas e suas corporações.

  7. JOSE BENTO SOUZA VASCONCELLOS DOS SANTO

    11 de janeiro de 2023 10:40 am

    Confesso que fiz a leitura até o dia 20/12 – dei importância, fiquei preocupado, mas na esperança de que você estivesse equivocado, preferi “esquecer”. Hoje volto aqui, para te dizer: você tinha razão, você tem razão! (infelizmente). Há braços!!!

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