Enviado por Odonir Oliveira
do Sensacionalista
Dez faixas e outdoors de pessoas traídas (e que traíram) que parecem coisa do Sensacionalista
Ontem, em uma das avenidas mais movimentadas de Juazeiro do Norte, no Ceará, uma mulher chamada Lili se vingou do ex colocando um outdoor dizendo que a fila andou.
Não foi a primeira vez que um brasileiro ou uma brasileira usou o espaço público para deixar claro em letras bem grandes que a fila andou, que se arrependeu de trair, que ainda ama ou que vai dedurar uma traição.
Porque não adianta ser corno: tem que deixar claro.
Começamos com a Gabriela, que apesar de não ser perfeita conseguiu colocar um textão de Facebook numa faixa minúscula:
Já o Edu é um discípulo da escola “Aceita que dói menos”:
“Um marido traído” quis deixar claro até o dia exato em que pegou a Nilzelene com o Ramon:
Ana achou um jeito estranho de avisar que vai largar o noivo. Se bem que esta mensagem não tem como dizer que “não visualizou”:
Marcílio é outro capaz de espremer mais letras numa faixa do que gente no metrô às seis da tarde:
Pior que mulher traída é uma amante sem convite do seu casamento:
Gabi preferiu contratar uma empresa de design para dar um toque de sofisticação ao recado:
Essa tem cara de amigo sacaneando o outro, mas entra porque é muito boa:
Para fechar, o “Bebezão” sem sabedoria:










Sergio Rodrigues
12 de setembro de 2015 2:57 pmkkkkkkkkkk…rssss…..
Um bom humorista não inventa nada, colhe. As piadas estão soltas por aí!..
Edivaldo Dias Oliveira
12 de setembro de 2015 3:14 pmAgora é tarde!?
ou “Nunca é
Agora é tarde!?
ou “Nunca é tarde para ser feliz”
Meire
12 de setembro de 2015 4:35 pmAos cornos com carinho!
rs..
anarquista sério
12 de setembro de 2015 4:42 pmFui eu que postei neste blog
Fui eu que postei neste blog a primeira sátira do ”sensacionalista”.,
Hoje escrevi no Fora de Pauta o mesmo escrito aqui.
E por que não dei crédito ?
Porque o sensacionista fez o mesmo que eu: Pescou msn no face,
Foi o que fiz,
Se é pra dar crédito, deveria ser dado a cada um individualmente.
Então erramos todos: O blogueiro, a mensageira, o sensacionalista e eu.
Odonir Oliveira
12 de setembro de 2015 7:52 pmAnarquista, boa tarde
Postei na sexta-feira, 11, no Clipping,
Não entendi o questionamento.
Abraço.
Alan Souza
13 de setembro de 2015 3:00 amNão senhor!
Só quem errou aqui foi você, duas vezes: a primeira desde sempre, você é um errado por definição. A segunda quando decidiu assinar suas trolagens de direita como “anarquista”. Deve ser o “anarquista” mais direitista detoda a história!
(Ele vai responder, querem ver? Ele é ótimo, pega uma corda maior que um zepelin!)
will
13 de setembro de 2015 3:24 amEsse é um de grandes mikos quem passa por quem ama
O amor às vezes, faz vc fazer coisas ridículas.
Droga!
Odonir Oliveira
13 de setembro de 2015 10:00 amRoberto Freire, o terapeuta, escreveu o livro “Ame e de vexame”
XICO SÁ no El País:
A fila do sexo anda, a do amor… tartaruga
No amor, a fila empaca como um jegue teimoso, para usar uma imagem do meu sertão/veredas
LEIA AQUI: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/11/opinion/1441971675_793346.html
Cris Kelvin
13 de setembro de 2015 11:30 am“…mexe com minha cabeça e me deixa assim…”
Entre pedidos de vá ou volte, mais do mesmo desejo em palavras diferentes, Que leva ao ressentimento, à necessidade de trombetear o revide? O que indica a inflação da publicação em caixa-alta se não o seu contrário? Se o amor perdeu o valor, a resposta lógica seria o silêncio. Mas não dá para exigir do amor coerência, essa corajosamente expressa em algumas das faixas: ” eu te amo, calha!”‘, “volta, bandido!”.
Cris Kelvin
13 de setembro de 2015 11:33 am“…mexe com minha cabeça e me deixa assim…”
Entre pedidos de vá ou volte, mais do mesmo desejo em palavras diferentes, Que leva ao ressentimento, à necessidade de trombetear o revide? O que indica a inflação da publicação em caixa-alta se não o seu contrário? Se o amor perdeu o valor, a resposta lógica seria o silêncio. Mas não dá para exigir do amor coerência, essa corajosamente expressa em algumas das faixas: ” eu te amo, calha!”‘, “volta, bandido!”.