O canal TV GGN estreia no dia 13 de janeiro, às 21 horas, com transmissão ao vivo no Youtube, o documentário “A caixa-preta da Lava Jato”, que revela crimes ocultos praticados pela extinta força-tarefa de Curitiba. A obra também narra resultados do pente-fino passado na 13ª Vara Federal, antes sob comando de Sérgio Moro.
O lançamento será precedido de uma live especial no dia 13 de janeiro, a partir das 20 horas, comandada por Luís Nassif, que vai reunir convidados ilustres para debater a produção. Inscreva-se gratuitamente no canal TV GGN clicando aqui, e ative as notificações para não perder a estreia.
O documentário mostra que a Lava Jato lançou mão de expedientes heterodoxos que ainda não foram investigados nem punidos, como o uso de toneladas de grampos ilegais e a manipulação e até ocultação de ações penais. Tudo para garantir que as decisões importantes ficassem sempre concentradas nas mãos de lava-jatistas natos, sem chances de que outros juízes ou autoridades federais pudessem revisar ou rebater os atos da República de Curitiba.
O vídeo deixará registrado para a história, em pouco mais de 50 minutos de narrativa, o lado obscuro da Lava Jato: uma megaoperação que transbordou o combate aos crimes de colarinho branco e se transformou num instrumento para a obtenção de vantagens indevidas. Por dinheiro e poder.
A produção conta com as entrevistas do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, da ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge, do jurista Pedro Serrano, do advogado Rodrigo Tacla Duran, do jornalista Luiz da Costa Pinto, da advogada Luciana Bauer e do juiz federal Eduardo Appio.
A obra foi financiada com apoio do Museu da Lava Jato, do Coletivo Transforma MP e de mais de mil pessoas que participaram da campanha de arrecadação via PIX ou Catarse. Para todas elas, como forma de agradecimento, o GGN vai liberar, posterior ao lançamento do documentário, a íntegra das entrevistas realizadas ao longo da produção.
Este é o quarto documentário sobre a Lava Jato lançado pelo GGN no Youtube. Confira os demais trabalhos:
- A indústria da delação premiada
- Lava Jato, Lado B: A influência dos Estados Unidos e a indústria do compliance (5 partes)
- Sérgio Moro: A construção de um juiz fora da lei
Confira também outros títulos:
José de Almeida Bispo
6 de janeiro de 2026 8:52 pmÉ tão escandaloso, mas tão escandoloso, que eu tenho fortes suspeitas que até a Globo, natural apêndice do Departamento de Estado, hesitou em juntar a fome (de dar golpe) com a vontade de comer, sendo então “convencida” a gerenciar a patranha depois das ameaças relativas aos contratos das copas. E aí, quando entrou com força no gerenciamento, coordenando o boneco pelo ponto, e a bonecaria judiciosa toda, sumiu qualquer ameaça. Destruíram o país pelos próximos 20 anos, ao menos.
Jose carlos lima
7 de janeiro de 2026 12:32 amA Lava Jato foi um esquema pesado de falsas acusaćões feita por uma quadrilha formada por funciOnarios publicos, mixias e EUA
Nao sei poraue a falsa acusacao não estudada e nem mesmo é denominada pelo nome correto: FALSA ACUSAÇÂO, como esta que os EUA fizeram contra Sadam Husseim, Kadafi e Maduro para estabilizar não os paises governados por tais lideres e sim para empoderar e estabilizar o dolar
Primeiro vem a falsa avusação, como esta feita a Gustavo Petro, de que ele tem uma fabrica de cocaina, e na sequencia vem a destruicao da pessoa falsamente acudada
Se nao for suficiente, vem o genocidio de povos, o sinal foi dado por Trump ao objetificar os venezuelanos
DESUMANIZAR E OBJETIFICAR PARA MASSACRAR – Trump disse que o povo venezuelano de Nova Iorque era “feio”. Disse que “nunca viu gente tão feia”.
Mas o argumento não é sobre estética e sim sobre desumanizar para justificar a matança, vem grmocidio por ai
Bela desconversa ficar a chamar o povo vennezuelanos de “pessoas feias”
Bonito és tu, Pirata do Caribe (risos)
Pensei que fosse pelo petróleo e terras raras, o que já seria muita coisa e deixaria o pirata do caribe no lucro, mas há um terceiro e mais importante motivo: os negócio em dólar, que a Venezuela havia substituido pelas moedas russa e chinesa. Kadafi substituiu o dólar por uma moeda africana. Sadam Husseim fez o mesmo.
Por isso estes três lideres, de inicio foram alvo de falsas acusaçõrs e em seguida foram trucidados.
Perdi os links para videos e artigos sobre o quanto os negócios em dólar são um ponto relevante para a manutenção do império e do status de dono do mundo a ser dado aos EUA e às empressas, Big Techs e interesses americsnos.
Para os EUA, o meu pirão primeiro, o que interessa é a establização do dólar e não de paises mundo afora, o povo que se f****
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14 de janeiro de 2026 6:32 pmO documentário é muito bom e levanta questionamentos fundamentais. Não deixa dúvidas sobre as irregularidades cometidas e apresenta novos personagens, como os servidores da 13a Vara de Curitiba e essa Desembargadora, que parece ter um papel importantíssimo.
Mas gostaria de pontuar uma questão: Não teríamos que abordar também o mérito de alguns processos? Os contra o Lula, têm algum fundamento? Por tudo que vi até agora, não há nada de concreto contra ele. Ele ganhou um triplex? Não. Ganhou um sítio? Não. Ele ganhou alguma reforma nesses supostos imóveis? Não. Ele tomou alguma medida para beneficiar alguém ou alguma empresa visando alguma vantagem indevida? Me parece que não.
Entretanto, a pecha de ladrão ainda permeia o imaginário da direita, tanto em relação ao Lula, quanto em relação ao PT. Não vejo essa questão ser tratada de forma objetiva.
Há alguns anos a Lava Jato já foi desmascarada, mas a abordagem da corrupção em si, pouco, ou quase nada, se modificou. Continua caindo como uma luva para os preconceituosos e antipetistas.
Uma outra questão: lamentavelmente, documentários como esse não são vistos pela direita. Nem noticiários da imprensa aberta eles assistem.
Será que uma ideia poderia ser a volta de outdoors pelas ruas das cidades, com informações sucintas e objetivas?