4 de junho de 2026

Bolsa acompanha cenário externo e fecha em alta de 4,07%

Ibovespa supera 43 mil pontos com ajuda do setor externo

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – O mercado brasileiro foi influenciado pelo otimismo visto no mercado internacional, e o índice oficial encerrou as operações com ganho expressivo. O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou as operações do dia em alta de 4,07% (maior alta percentual no ano), aos 43.234 pontos e com um volume negociado de R$ 6,735 bilhões.

Em linhas gerais, as operações do mercado financeiro foram favorecidas pelo noticiário mais favorável no front internacional. Na China, o governo substituiu o chefe da agência reguladora de mercados de capitais e indicou para o seu lugar um alto executivo do setor bancário, e o país sinalizou que está aumentando seus estímulos à economia. Os preços ao petróleo também foram um fator de impacto favorável.

Na cena local, o noticiário corporativo movimentado e a publicação de uma série de resultados corporativos estiveram no radar, assim como os desdobramentos da nova etapa da operação Lava Jato, que teve entre seus alvos o marqueteiro João Santana, que atuou nas campanhas presidenciais de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva.

As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) dispararam 16,14%, a R$ 7,41, enquanto as ações preferenciais (PETR4) saltaram 13%, a R$ 5,04. Os papéis foram influenciados pela alta dos preços do petróleo. As ações ordinárias da Vale (VALE3) avançaram 11,07%, a R$ 13,14, e as ações preferenciais (VALE5) fecharam em alta de 8,17%, a R$ 9,40, por conta do avanço dos preços do minério de ferro na China.

No câmbio, a cotação do dólar comercial registrou sua segunda queda seguida e voltou a fechar abaixo de R$ 4. A moeda caiu 1,81%, a R$ 3,95 na venda. A moeda está na menor cotação desde o último dia 10 (R$ 3,936).

Segundo informações da Agência Brasil, o dólar operou em queda durante toda a sessão. Logo após a abertura do mercado, às 9h, estava sendo vendido abaixo de R$ 4. Na mínima do dia, às 15h, chegou a ser cotado a R$ 3,932. A divisa acumula queda de 1,85% em fevereiro e alta de 0,05% em 2016. Assim como aconteceu com a bolsa, o otimismo do mercado externo acabou sendo fator fundamental para o desempenho da moeda. No Brasil, investidores continuavam preocupados com as perspectivas para as contas públicas, após o governo anunciar propostas que abrem espaço para um novo rombo no Orçamento em 2016.

Para terça-feira, os agentes esperam pela divulgação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), sondagem da indústria, IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) e a nota ao setor externo no Brasil; o PIB (Produto Interno Bruto) trimestral e pesquisa de sentimento econômico na Alemanha;; confiança do consumidor, vendas de imóveis existentes e índice de preços de casas nos Estados Unidos, entre outros dados.

 

 

(Com Reuters e Agência Brasil)

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados