3 de junho de 2026

Brasil cresce 0,7% no 4º trimestre e afasta recessão

Jornal GGN – A economia brasileira cresceu 0,7% no quarto trimestre de 2013 na comparação com os meses de julho, agosto e setembro. O desempenho foi melhor que o esperado e acabou evitando que o país entrasse em recessão técnica no final do ano passado. O setor de serviços e o consumo do governo e das famílias foram os responsáveis pelo aumento do percentual.

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O Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou crescimento de 1,9% em relação ao quarto trimestre de 2012,  fechando o ano com expansão de 2,3% – em 2012, a economia havia crescido apenas 1%.Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados nesta quinta-feira (27).
 
Analistas apontavam um crescimento de 0,3% do PIB sobre o terceiro trimestre de 2013 e de 1,6% sobre o mesmo período medido em 2012. Para o ano, a expectativa era de crescimento de 2,2%.
 
A última vez em que o Brasil entrou na chamada recessão técnica foi no final de 2008 e início de 2009, no auge da crise econômica mundial. Isso poderia voltar a acontecer caso o país tivesse registrado uma retração no crescimento por dois trimestres seguidos – no terceiro trimestre, o PIB encolheu 0,5%, dando o estado de alerta para os líderes econômicos. Havia um certo clima de pânico pelos fracos resultados na indústria e no varejo, acalmando as expectativas de recuperação em 2014.
 
A tímida retomada dos números teve seus responsáveis: o setor de serviços e o consumo das famílias se expandiram em 0,7% cada., o consumo das famílias (0,7 por cento) e o governo, 0,8%. A agropecuária ficou estagnada e a indústria encolheu 0,2%.
 
Em 2013 como um todo, a Formação Bruta de Capital Fixo – medida de investimentos – teve crescimento de 6,3% sobre o ano anterior. Também se destacou o setor agropecuário, com alta de 7%, mas com um peso relativo menor no PIB. Para este ano, os especialistas, segundo última pesquisa Focus do Banco Central, apotam que o PIB deve crescer menos – apenas 1,67%. No final do ano passado, elas indicavam crescimento de 2%.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

9 Comentários
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  1. Roberto São Paulo-SP 2014

    27 de fevereiro de 2014 2:14 pm

    As vendas reais dos supermercados cresceram 4,5%em janeiro/2014

    Vendas do setor supermercadista cresceram 4,5% em janeiro de 2014

    ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados—–26/02/2014 11:45

    As vendas reais do setor supermercadista cresceram 4,5% em janeiro, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). A alta se deu na comparação de janeiro de 2014 com janeiro de 2013.

    Já as vendas reais do setor apresentaram queda de -20,85% na comparação de janeiro de 2014 com o mês anterior, dezembro de 2013. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.

    Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram queda de -20,41% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a janeiro do ano anterior, alta de 10,33%%. Como se trata do primeiro mês do ano, no acumulado, as vendas cresceram os mesmos 10,33%.

    De acordo com o presidente do Conselho Consultivo da ABRAS, Sussumu Honda, as vendas de janeiro foram muito positivas.

    “O setor de supermercados iniciou 2014 muito bem. Um dos fatores que contribuiu para o aumento das vendas foi o crescimento da massa de rendimento médio real do trabalhador, que em janeiro deste ano aumentou 3,3% na comparação com janeiro do ano passado”, explica.

    Sussumu lembra que apesar do setor ter tido um ótimo resultado e crescido 5,36% em vendas no ano de 2013, o desempenho de vendas no mês de janeiro de 2013 foi baixo. “No inicio do ano passado as vendas começaram a crescer de forma mais lenta e só ganharam maior ritmo a partir de julho, beneficiadas pela redução do ritmo da inflação de alimentos e também pelo impacto da desoneração da cesta básica, uma grande conquista da ABRAS e do setor para os consumidores”, afirma.

    Abrasmercado apresentou alta de 1,15% em janeiro

    Em janeiro, o Abrasmercado cesta de 35 produtos de largo consumo, pesquisada pela GFK e analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS, apresentou alta de 1,15% em relação a dezembro de 2013, passando de R$ 360,35 para R$ 364,51. Na comparação com janeiro de 2013, o Abrasmercado apresentou crescimento de 4,47%.

    Os produtos com maiores altas em janeiro, na comparação com dezembro, foram: cebola (16,40%), carne traseiro (6,63%), arroz (4,29%), leite em pó integral (2,64%). As maiores quedas foram impulsionadas por farinha de mandioca (-4,68%), leite longa vida (-4,17%), tomate (-3,79%) e queijo mussarela (-3,07%).

    Em janeiro, na comparação com o mês anterior, a cesta da região Centro-Oeste apresentou a maior alta, registrando 2,67% com o valor de R$ 337,09.

    Fonte: Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS/Redação Portal ABRAS

    URL:

    http://www.abras.com.br/clipping.php?area=20&clipping=43663

     

  2. Roberto São Paulo-SP 2014

    27 de fevereiro de 2014 2:25 pm

    Em 2013, PIB cresce 2,3% e totaliza R$ 4,84 trilhões

    IBGE—Comunicação Social—–27 de fevereiro de 2014

    —–Na análise da demanda, o crescimento de 6,3% da formação bruta de capital fixo foi o destaque, puxado pelo aumento da produção interna de máquinas e equipamentos. A despesa de consumo das famílias cresceu 2,3%, sendo este o 10º ano consecutivo de crescimento. Tal comportamento foi favorecido pela elevação da massa salarial e pelo acréscimo do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas. A despesa do consumo da administração pública aumentou 1,9%.—-

    ——-Em 2013, PIB cresce 2,3% e PIB per capita cresce 1,4%

    O PIB em 2013 acumulou crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior. Em 2012, o crescimento acumulado no ano foi de 1,0%. Já o PIB per capita alcançou R$ 24.065 (em valores correntes) em 2013, após ter crescido (em termos reais) 1,4% em relação a 2012.

    A expansão do PIB resultou do aumento de 2,1% do valor adicionado a preços básicos e do crescimento de 3,3% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O resultado do valor adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: agropecuária (7,0%), indústria (1,3%) e serviços (2,0%).

    O crescimento em volume do valor adicionado da agropecuária decorreu do comportamento de várias culturas importantes da lavoura que registraram aumento na estimativa anual de produção e ganhos de produtividade, com destaque para soja (24,3%), cana de açúcar (10,0%), milho (13,0) e trigo (30,4%).

    Na indústria, destacou-se o crescimento da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (2,9%), puxado pelo consumo residencial de energia elétrica. Já a extrativa mineral acumulou queda de 2,8%, influenciado pela queda na extração de minérios. A construção civil e a indústria de transformação cresceram, ambas, 1,9% em relação a 2012.

    Todas as atividades que compõem os serviços registraram crescimento acumulado no ano: serviços de informação (5,3%), transporte, armazenagem e correio (2,9%), comércio (2,5%), serviços imobiliários e aluguel (2,3%), administração, saúde e educação pública (2,1%), intermediação financeira e seguros (1,7%) e outros serviços (0,6%).

    Na análise da demanda, o crescimento de 6,3% da formação bruta de capital fixo foi o destaque, puxado pelo aumento da produção interna de máquinas e equipamentos. A despesa de consumo das famílias cresceu 2,3%, sendo este o 10º ano consecutivo de crescimento. Tal comportamento foi favorecido pela elevação da massa salarial e pelo acréscimo do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas. A despesa do consumo da administração pública aumentou 1,9%.

    No âmbito do setor externo, tanto as exportações (2,5%) quanto as importações (8,4%) de bens e serviços cresceram. Entre as exportações, destaque para produtos agropecuários; outros equipamentos de transporte; veículos automotores e refino de açúcar. Já nas importações, os destaques foram indústria petroleira; serviços de alojamento e alimentação; máquinas e equipamentos; óleo diesel e peças para veículos automotores.

    A taxa de investimento no ano de 2013 foi de 18,4% do PIB, ligeiramente acima do observado no ano anterior (18,2%). A taxa de poupança foi de 13,9% em 2013 (ante 14,6% no ano anterior).

    Comunicação Social—27 de fevereiro de 2014

    URL:

    http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&idnoticia=2

  3. carlosc

    27 de fevereiro de 2014 2:30 pm

    A avaliação está quase

    A avaliação está quase pessimista, enaltecendo o espaço vazio do copo.

    A análise deveria ser: BRASIL CRESCE MAIS QUE TODOS OS PAISES DESENVOLVIDOS EM 2013.

  4. gersonm

    27 de fevereiro de 2014 2:34 pm

    OOPS

    No trimestre igual ao da Inglaterra.

    No ano maior.

    Ihhh, a Veja vai pedir a cabeça do ministro lá, seja ele quem for….

     

  5. Barbalho

    27 de fevereiro de 2014 3:04 pm

    Repetindo um comentário que

    Repetindo um comentário que pus no meu FB:

    Eu quero saber o que é que o Correio Braziliense vai fazer com a manchete de duas semanas atrás que indicava que o Brasil tinha entrado em recessão. A minha educação refinada me impede de dizer o que eles deveriam fazer com o jornal deles.

     

  6. chico da dilma

    27 de fevereiro de 2014 4:18 pm

    Não é possível,CPI DO IBGE

    Não é possível,CPI DO IBGE JÁ!

  7. Paulo Figueira

    27 de fevereiro de 2014 4:31 pm

    Segundo o Estadão só perdemos

    Segundo o Estadão só perdemos para a China e Coréia do Sul.

    Como a mídia catastrofista vai justificar as suas vergonhas?

  8. Pedro Penido dos Anjos

    27 de fevereiro de 2014 6:53 pm

    Chove chuva,
    Chove sem

    Chove chuva,

    Chove sem parar,

    Chove chove chove

    Chuva….

  9. Dinis

    27 de fevereiro de 2014 10:08 pm

    E aí Nassif? Vc e o Financial

    E aí Nassif? Vc e o Financial Times querem o Mantega fora por quê?

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