Jornal GGN – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 2,1% na comparação com dezembro. A informação é da Fundação Getúlio Vargas e foi divulgada nesta sexta-feira. Ele alcançou os 108,9 pontos, depois dos 111,2 pontos em dezembro – quando a queda registrada foi de 1,2%.
Foi o mais baixo nível do ICC desde junho de 2009. Assim como o Índice da Situação Atual (ISA) que chegou ao seu menor patamar desde setembro de 2011: 2,1% em janeiro, passando para 115,6 pontos. O índice de expectativas também apresentou retração: 2,6%, para 105,6 pontos.
Os consumidores também estão menos otimistas, após dois meses de estabilidade: 33,8% acham que a situação geral da economia piorou. Apenas 14,2% estão confiantes ou consideram que a atualidade econômica do país é boa – dado que também caiu em relação ao mês passado.
Sobre a recuperação da economia nacional, o número de pessoas otimistas também caiu em 3%. Aqueles que projetam melhora diminuiu para 26,5%, ante 26,6 por cento no período anterior. Os preveem piora aumentaram para 23,1%, depois dos 20,0% registrados em dezembro.
Marcos Antônio
24 de janeiro de 2014 12:10 pmSinal de força da propaganda
Sinal de força da propaganda “oficial do PIG”…
Calbercan
24 de janeiro de 2014 1:55 pmdespesas
Esta época é uma época de muitas despesas e nos tornamos mais “sensíveis” à situação geral, seja pelas festas de fim de ano, pelas férias, pela perspectiva do descanso esperado. Se as coisas não funcionam como gostaríamos e além disso as despesas aumentam absurdamente, com os impostos reajustados que prefeitura e governo estadual cobram (IPTU, IPVA etc.), as despesas com escola e material escolar, a sensibilidade que vem pelo bolso afora. Além do mais fazemos um balanço do que gastamos no ano passado, das dívidas que fizemos, cartão de crédito, cheque especial etc. “Tudo subiu!”, é o que mais se ouve. “E subiu muito.” Ficou conta para pagar de um ano para outro e prevemos que também este ano vamos fazer mais dívidas… E como sempre os salários não acompanharam, nunca acompanham. Enfim, fim de ano e começo de ano é época de muita “sensibilidade”. Sou capaz de apostar que a medição do índice em janeiro vai ser ainda pior. A (velha) classe média continua pagando em dobro por saúde, educação, transporte, segurança (paga imposto para manter serviços públicos, mas usa serviços particulares), isso não mudou nos últimos onze anos.