Jornal GGN – Na reunião desta semana em Sydney, Austrália, os líderes financeiros mundiais terão muito trabalho a fazer no quesito “emergentes”. A linguagem de um documento final sobre o impacto norte-americano nas economias em desenvolvimento ainda está sendo acertada pelos participantes.
Os pontos focais deverão ser a desaceleração do crescimento econômico da China e as vendas generalizadas de títulos, moedas e ações de emergentes que aconteceram no mês passado, depois que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, começou a reduzir seu estímulo.
Nos dias 22 e 23 de fevereiro, ministros das finanças e membros dos bancos centrais das principais economias do mundo , avançadas e em desenvolvimento, se reúnem para considerar avanços em políticas sobre crescimento global, investimento, regulação financeira e cooperação. E os emergentes exigirão clareza dos Estados Unidos.
Segundo fontes que participam do encontro mundial, não há um entendimento claro sobre responsabilidades adotadas ou acordos que poderão minimizar o impacto negativo das medidas tomadas pelo Federal Reserve americano recentemente. O documento final deve tratar do assunto e estabelecer metas que não prejudiquem as políticas monetárias desses países.
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