Jornal GGN – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 3,3% em maio na comparação com abril – o menor nível desde abril de 2009, de acordo com informações da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgadas nesta sexta-feira (23).
O ICC passou a 102,8 pontos, ante 106,3 pontos em abril, quando houve recuo de 0,8%.
O Índice da Situação Atual (ISA) caiu 3,9%, passando para 107,2 pontos em maio, menor nível desde maio de 2009. Já o Índice de Expectativas recuou 2,9%, a 100,6 pontos – a sexta queda seguida e o patamar mais fraco atingido desde março de 2009.
Ainda de acordo com a pesquisa da FGV, a queda do ICC foi influenciada pelo indicador que mede o grau de otimismo em relação à situação financeira familiar, que apresentou queda de 3,4%, para 124,7 pontos – pior resultado desde fevereiro de 2010. O cenário de inflação elevada e juros mais altos, o que encarece e limita o crédito, tem abalado a confiança de consumo da população.
Com informações da Reuters.
Anúbis.
23 de maio de 2014 2:49 pmSalve Jorge Ben Jor.u
“Os alquimistas estão chegando, estão chegando os alquimistas…”
A idiotice deste índices é de doer os olhos.
Vejamos: índice de confiança do consumidor…confiança em quê? O que ele tem como perspectiva para comprar ou planejar? Um carro, uma bola de futebol, a matrícula da sua filha na Faculdade de Medicina, morar em Heliópolis ou Higienópolis?
Pois é, se você me perguntar qual a minha confiança em comprar uma Ferrari eu vou te dar uma resposta, mas se me perguntares se vou mudar para uma marca de pão fatiado integral de 9 para 12 grãos a resposta é outra.
Que raio de índice é este?
Se a inflação permanece estagnada em 3 anos, como esta confiança flutua tanto?
Uai, se em fevereiro de 2010 tínhamos juros mais altos que agora, ou parecidos, como a confiança variou?
Pareceria óbvio se estívessemos lidando com algo sério, e não com a religião do mercado e da mídia-partido, que a confiança de alguém altera a medida que os desafios aumentam.
Temos mais gente com mais compromissos, ao contrário de antes, que o cara só tinha que confiar (sabe-se lá em quem) para fazer três refeições.
Ora bolas, o cara hoje tem carro, prestação da casa própria, uma vida social diferente, colégio dos filhos, etc, e está claro que a sua cautela em avançar é sinal de prudência, e não um aviso de que o caos está a caminho.
Eu não sei o que é pior: A FGV, a Reuters, ou quem republica estes troços. Ah, já sei, o pior sou eu, que comento estas porcarias.