3 de junho de 2026

Instituições estimam PIB de 1,91% em 2014

Jornal GGN – Os agentes do mercado financeiro reduziram seus prognósticos para o crescimento da economia brasileira em 2014: segundo o relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, a previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) ao fim deste ano caiu de 2% da semana passada para 1,91%, ao passo que a projeção para 2015 também perdeu força, de 2,50% para 2,20%.

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Por outro lado, a previsão das instituições financeiras para o investimento estrangeiro direto para o fim deste ano caiu de US$ 60 bilhões para US$ 57,5 bilhões. Para 2015, a projeção segue em US$ 60 bilhões.

A estimativa para a expansão da produção industrial em 2014 foi mantida em 2,20% pela terceira semana consecutiva, e ajustada de 2,89% para 2,95%, em 2015.

A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB segue em 34,80%, em 2014, e os dados para 2015 foram mantidos em 35% pela sexta semana consecutiva.

Ainda de acordo com a pesquisa do BC, a previsão para o superávit comercial em 2014 caiu de US$ 9,1 bilhões para US$ 8 bilhões. Para 2015, a previsão segue em US$ 12 bilhões pela quinta semana consecutiva.

A estimativa para o saldo negativo em transações correntes ao fim deste ano foi ajustada pela terceira semana consecutiva, de US$ 72,15 bilhões para US$ 73 bilhões,  e de US$ 70,6 bilhões para US$ 71,45 bilhões, em 2015. 

Pela quinta semana consecutiva, a projeção para a cotação do dólar ficou em R$ 2,45, com a média do período subindo de R$ 2,41 para R$ 2,42%. O fechamento para 2015 foi mantido em R$ 2,50, com a média do período seguindo em R$ 2,45.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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3 Comentários
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  1. Abdias

    27 de janeiro de 2014 10:18 pm

    Uma sucessão de “Pibinhos”

    Uma sucessão de “Pibinhos” nos aguarda caso a presidentA se reeleja. Por mais que se fale em prestação de contas na campanha, setores que interferem diretamente na vida do brasileiro como saúde, transporte público e segurança pouco evoluíram. 

  2. tonin

    28 de janeiro de 2014 11:01 am

    Algumas maes dinahs e

    Algumas maes dinahs e centenas de marias vai com as  outras.

  3. Abdias

    28 de janeiro de 2014 11:43 am

    O mundo não é cor-de-rosa como quer fazer crer o governo

    A turminha apoiadora não aceita crítica mesmo. No Brasil o governo manipula contas, se fossem repassados os reajustes integrais de alimentos, transporte e combustíveis a inflação seria de 7% e a deterioração do Balanço de Pagamentos que só em outubro de 2013 teve um déficit de 4,5 bilhões.

    No país de muitas Alices a Petrobrás não sofre com o rejuste dos combustíveis, ministros da Fazenda conseguem baixar preços de alimentos simplesmente conversando com empresários e reduzindo tributos e, claro, não há contabilidade criativa. A indústria, mesmo com câmbio desvalorizado, não conseguiu reagir. Sua participação no PIB continua minguando.

    Mantendo a tendência a média de crescimento da presidentA será de 2% e inflação de 6%. Em outro texto do Blog comentei que vários países com desenvolvimento semelhante crescem muito mais que o Brasil e registram inflação bem menor. Caso do Chile que cresce 6% e tem inflação de 2%.

    Mas tudo bem no reino das Alices, pois o Brasil é uma maravilha. Não há problemas. Quem aponta problemas ou ousa criticar alguns pontos é taxado de coxinha.

     

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