
Jornal GGN – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) atingiu 0,65% na segunda semana de maio, resultado 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Quatro das oito classes de despesa componentes do índice reduziram suas taxas de variação ao longo do período de pesquisa, sendo que a maior contribuição partiu do grupo Alimentação (de 0,93% para 0,73%), com destaque para o comportamento do item frutas, cuja taxa passou de -0,51% para -2,89%.
Outros grupos que perderam força durante o período de análise foram Educação, Leitura e Recreação (de 0,61% para 0,39%), Comunicação (de 0,10% para -0,03%) e Transportes (de 0,08% para 0,07%), influenciados pelo comportamento dos itens excursão e tour (de 0,94% para 0,02%), tarifa de telefone móvel (de 0,19% para -0,01%) e tarifa de ônibus urbano (de 0,27% para -0,04%), respectivamente.
Em contrapartida, os grupos que ganharam força durante o período de pesquisa foram Habitação (de 0,58% para 0,64%), Vestuário (de 1,05% para 1,12%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,50% para 1,55%) e Despesas Diversas (de 0,59% para 0,64%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens tarifa de eletricidade residencial (de 0,85% para 1,45%), calçados (de 0,96% para 1,35%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,57% para 0,93%) e clínica veterinária (de 0,41% para 0,95%), respectivamente.
Na avaliação por itens, os produtos que exerceram as principais variações positivas no período de análise (variação percentual no mês) foram refeições em bares e restaurantes (de 1,03% para 0,97%), tomate (de 21,46% para 18,09%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,85% para 1,45%), aluguel residencial (de 0,73% para 0,71%) e vasodilatador para pressão arterial (de 3,54% para 3,76%).
Por outro lado, as principais variações negativas ficaram com os itens tangerina/mexerica (de -15,71% para -19,31%), gasolina (de -0,75% para -0,59%), batata inglesa (de -10,14% para -6,68%), tarifa de telefone residencial (de -0,60% para -0,76%) e massas preparadas e congeladas (de -4,48% para -2,80%).
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