Jornal GGN – Os analistas do mercado financeiro ampliaram seus indicativos para o crescimento da economia brasileira ao fim deste ano: segundo o relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, a perspectiva para o PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 2014 sofreu seu segundo ajuste consecutivo, passando de 1,99% para 2%. Quanto aos números para 2015, a variação subiu de 2,48% para 2,50%.
No geral, poucos indicadores apresentaram mudança em suas variações. Um dele foi o déficit em conta corrente estimado para o fim deste ano, que passou de US$ 71,60 bilhões para US$ 72,15 bilhões, em seu segundo ajuste seguido, ao passo que a perspectiva para 2015 passou de US$ 71,10 bilhões para US$ 70,60 bilhões.
A relação dívida líquida do setor público com o PIB (DLSP/PIB) estimada para este ano mais uma vez perdeu força, de 34,95% para 34,80%, e os números de 2015 seguiram em 35% pela quinta semana consecutiva.
Por outro lado, o saldo da balança comercial voltou a subir: os agentes estimam um superávit de US$ 9,10 bilhões para o fim deste ano, acima dos US$ 8,25 bilhões registrados na semana anterior. Por outro lado, o saldo estimado para 2015 foi mantido em US$ 12 bilhões pela quarta semana seguida.
A cotação do dólar estimada para este ano foi mantida em R$ 2,45 pela quarta semana seguida, com a média do período subindo de R$ 2,40 para R$ 2,41. Os números para 2015 ganharam força: o fechamento subiu pela segunda semana, de R$ 2,47 para R$ 2,50, mesmo período de ajuste da média do período, que avançou de R$ 2,44 para R$ 2,45.
A pesquisa também apontou estabilidade para o ritmo de crescimento da produção industrial: os analistas acreditam em um crescimento de 2,20% para este ano (segunda semana de manutenção), ao passo que os números para 2015 foram reduzidos de 3% para 2,89%.
O volume de investimento estrangeiro direto estimado segue em US$ 60 bilhões tanto para 2014 como para 2015. O mesmo ocorreu com os preços administrados, mantidos tanto para o fim deste ano (4%, pela quarta semana seguida) como para 2015 (5%, segunda semana de estabilidade).
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