21 de maio de 2026

Produção industrial fica estável em novembro, revela IBGE

Após alta moderada em outubro, indústria brasileira não cresceu em novembro de 2025, com desempenho heterogêneo entre setores
Foto: Pixabay

Produção industrial brasileira ficou estável em novembro de 2025, com variação de 0,0% em relação a outubro, diz IBGE.
Setor está 2,4% acima do nível pré-pandemia, mas 14,8% abaixo do recorde de maio de 2011.
Comparado a novembro de 2024, produção caiu 1,2%, com queda em 3 das 4 categorias econômicas e 54,4% dos produtos.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A produção industrial brasileira manteve-se estável em novembro de 2025, com variação nula (0,0%) na comparação com outubro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada pelo IBGE. Em outubro, o setor havia registrado uma leve alta de 0,1% frente a setembro.

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Com esses resultados, a produção industrial permanece 2,4% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas ainda está 14,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Na comparação com novembro de 2024, o setor industrial mostrou recuo de 1,2%, com resultados negativos em 3 das 4 grandes categorias econômicas, 16 dos 25 ramos, 51 dos 80 grupos e 54,4% dos 789 produtos pesquisados. 

Entre as dez atividades que mostraram avanço na produção, o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (9,8%) exerceu o principal impacto.

Outras influências positivas relevantes vieram de impressão e reprodução de gravações (18,3%), de metalurgia (1,8%), de produtos de metal (2,7%), de produtos de minerais não metálicos (3,0%) e de máquinas e equipamentos (2,0%). 

Por outro lado, indústrias extrativas apresentou recuo importante (2,6%). afetado pela menor produção de óleos brutos de petróleo, gás natural e minérios de ferro.

Outros destaques negativos vieram dos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,6%), de produtos químicos (-1,2%), de produtos alimentícios (-0,5%) e de bebidas (-2,1%).

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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