4 de junho de 2026

Setor de construção melhora confiança

Jornal GGN – Após cinco meses de pioras consecutivas, o Índice de Confiança da Construção (ICST) registra uma melhora relativa no ambiente de negócios entre julho e agosto de 2014, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No trimestre findo em agosto de 2014, o índice recuou 9,9% frente ao mesmo período do ano anterior; em julho, a taxa de variação interanual havia sido de -10,3% na mesma base de comparação.

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Na métrica interanual mensal, a evolução favorável do indicador foi mais pronunciada: a variação do ICST ficou em -8,4% em agosto, ante -12,4% de julho.

De acordo com o relatório, a melhora apurada foi decorrente de movimentos favoráveis tanto das avaliações em relação ao estado atual dos negócios quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. Em bases trimestrais, a variação interanual do Índice da Situação Atual (ISA-CST) passou de -5,8% no trimestre findo em julho, para -5,5 %, em agosto. Em termos mensais, passou de -9,2%, em julho, para -4,3%, em agosto.

A variação interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-CST) também acompanhou a melhora do ambiente, ao passar de -14% em julho para -13,5% em agosto. Assim como no ISA-CST, a evolução do IE-CST em termos mensais foi mais significativa, ao passar de -15,1%, em julho, para -11,7%, em agosto.

Oito dos onze segmentos pesquisados melhoraram sua métrica interanual trimestral. Os principais destaques foram os segmentos de Obras de Telecomunicações, cuja taxa passou de -5,1%, em julho, para 6%, em agosto; Obras de Acabamento, de -9,3% para -7,3%; e Obras de Arte Especiais, de -13,0% para -11,5%, respectivamente, nos mesmos períodos.

Já a melhora do ISA-CST foi resultado de movimentos convergentes dos quesitos que o compõem: o levantamento mostra que, no quesito evolução recente da atividade, a variação interanual do Indicador Trimestral passou de -6,5%, em julho, para -6,0%, em agosto; e no quesito situação atual dos negócios houve estabilidade, com o indicador passando de -5% para -4,9%, respectivamente, nos mesmos períodos. Das 701 empresas consultadas, 17,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em agosto de 2014, contra 19,8% no mesmo período do ano anterior; já 23,3% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 19,2%, em agosto de 2013). No quesito situação atual dos negócios, 20,3% a avaliaram como boa, na mesma métrica temporal, (contra 22,9%, em agosto do ano anterior); e 19,7%, a consideraram ruim (contra 17,7%, em agosto de 2013).

O quesito que mede o grau de otimismo com a demanda nos próximos três meses foi o que exerceu maior influência no crescimento do IE-CST. Sua variação interanual trimestral passou de -15,6%, em julho, para -14,4%, em agosto. A proporção de empresas que prevêem aumento da demanda no trimestre findo em agosto de 2014 é de 22,8%, contra 33,0% há um ano, enquanto a parcela das que prevêem piora foi de 15,7%, contra 7,9%, em agosto do ano anterior.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. anarquista sério

    26 de agosto de 2014 10:35 pm

    Nos arredores aonde resido,os

    Nos arredores aonde resido,os imóveis são vendidos na planta em menos de 5 meses.

     São vários : Em frente ao shopping analia franco  e no comecinho da rua Pantojo, acabou tudo em uns 3 /4 meses.

           Eu fico me perguntando se os compradores tem emprego garantido.Óbvio que não.

               E eles dão uma minúscula entrada e adquirem dívidas em torno de 10/15/ 20 anos.

                Na entrega das chaves,qualquer construtora séria exige em torno de 50 ou mais por cenrto pra pernitir o loooooooooooooogo financiamento.

                   A tal ”bolha” caracteriza-se pelo não pagamento por 3 ou mais meses seguidos.

                     Vou escolher as palavras.No setor bancário,nem bolha precisa. Porque passou dos 30ou pouco mais anos, ou 5 anos de empresa é despedido.E seu emprego foi substituido por máquinas. E isso é quase regra geral.

                 Então,que garantia tem o vendedor ( que não entregará o produto e ainda comprará por muito menos que o comprador pagou) e como o comprador pode garantir uns 15/20 anos pra pagar o apto que comprou?

               Não existe ”bolha” declarada. ” Mas que está pra explodir,não resta dúvida.

                 Quando?

                 Nem o Mantega( ele sabe menos que os outros,coitado se submeter a boneco) sabe.

                        Questão de tempo.Pouco ou médio tempo.

                       

               

      

  2. janes salete

    27 de agosto de 2014 12:10 am

    Parece que noticia boa sobre

    Parece que noticia boa sobre esse governp não entusiasma e nem interessa os faceburros. O que eles gostam é de fofoca!

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