4 de junho de 2026

Lei obriga estudar corrupção nas escolas públicas acreanas

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Enviado por Antonio Francisco

Vi no twitter do jornalista acreano Altino Machado:

Lei obriga disciplina sobre corrupção nas escolas públicas do Acre

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https://twitter.com/AltinoMachado/status/681110499073875968

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7 Comentários
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  1. alexis

    28 de dezembro de 2015 1:58 pm

    Educação Cívica

    Estudei um ano, dentro das matérias de ensino médio.

    Acredito que este assunto, bastante específico, cabe dentro da matéria de Educação Cívica. Se não existe, era isso que teria que ser criado.

  2. rosenvald flavio barbosa

    28 de dezembro de 2015 2:45 pm

    psdb

    em estados governados pelo PSDB = MT, GO, SP, PR, a lei jamais seria aprovada, afinal para tucanos o que é corrupção???

    corrupção é aquela coisa feia inventada pelos petistas………..tucanos não corrompem, e jamais seriam corrompidos. 

  3. Muzius

    28 de dezembro de 2015 2:50 pm

    A velha e desgastada crença
    A velha e desgastada crença de que o currículo escolar é o lugar para produzir revoluções.
    Não bastasse a colcha de retalhos que se transformou o currículo da educação básica no nível nacional…

  4. Orlando Soares Varêda

    28 de dezembro de 2015 3:41 pm

    Concordo com o governo do

    Concordo com o governo do Acre. Ao menos, o garoto quando voltar com o papai da passeata em que foram protestar contra a corrupção dos políticos, vai estranhar ao ver o honesto painho depois de invadir o semáforo, sinal, ou farol. E, ao ser flagrado pelo guarda de trânsito, tentar corrompê-lo com uma nota de “cem mil réis”.

    Orlando

  5. evandro condé de lima

    28 de dezembro de 2015 6:02 pm

    É o país da piada pronta.

    Seria trágico não fosse cômico.

  6. Doug_SP

    28 de dezembro de 2015 7:27 pm

    Concordo e aplaudo de pé a

    Concordo e aplaudo de pé a iniciativa, só gostaria de saber qual o conteúdo disciplinar.

  7. Almeida

    28 de dezembro de 2015 7:30 pm

    Gol de Placa:

    “Ao completar 16 anos, o jovem brasileiro tem a faculdade de tirar seu título de eleitor e exercer seu direito de cidadão, que é escolher seu representante político por meio do voto, iniciando sua participação ativa nos assuntos da sociedade. É fundamental que eles entendam os impactos desse voto”, avaliou Romário.

    Senado aprova ensino da Constituição nas escolas

    Brasília – O Senado aprovou nesta terça-feira (6) o projeto de lei do Romário (PSB-RJ) que inclui a disciplina Constitucional no currículo escolar do ensino básico (PLS 70/2015). A aprovação da Casa foi feita por meio dos votos dos senadores da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, em que o projeto tramitava em caráter terminativo. Caso nenhum senador peça para que o projeto vá à votação em Plenário, o texto segue para a Câmara dos Deputados para se tornar lei.

    “Ao completar 16 anos, o jovem brasileiro tem a faculdade de tirar seu título de eleitor e exercer seu direito de cidadão, que é escolher seu representante político por meio do voto, iniciando sua participação ativa nos assuntos da sociedade. É fundamental que eles entendam os impactos desse voto”, avaliou Romário.

    Para o senador, o objetivo do PL é expandir a noção cívica dos estudantes brasileiros, para que compreendam a importância do exercício da cidadania e das consequências do desconhecimento e das más escolhas na hora de ir às urnas.

    Essa foi a segunda votação na comissão em que o PL foi aprovado. Foi apresentado um substitutivo ao projeto original, com alterações textuais, o que demandou aprovação em dois turnos pelo grupo de senadores.

    O substitutivo do relator do PL, senador Roberto Rocha (PSB-MA), incluiu o ensino da Constituição nos dispositivos gerais do capítulo sobre educação básica da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e alterou o texto do projeto de “ensino de valores morais e cívicos” para “valores éticos e cívicos”, que deverá constar no Artigo 32 da LDB.

    “Embora ética e moral sejam frequentemente definidos como sinônimos, o segundo termo reveste-se de aspecto mais pragmático, possui sentido mais contextualizado, próprio a uma cultura, muitas vezes ligado a uma tradição que resiste à evolução histórica. Portanto, convém evitá-lo no texto da lei”, conforme consta na análise do relator.

     

    Fonte: http://www.romario.org/news/all/senado-aprova-ensino-da-constituicao-nas-escolas/

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