4 de junho de 2026

Sindicato chama escola particulares que aderiram à greve de “esquerdopatas”

Sindicato orientou que escolas não participem das manifestações pela educação e contra a reforma da previdência. Além disso, defende desconto no salário os profissionais que aderiram

Jornal GGN – O Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo), que representa as escolas particulares, afirmou nesta quarta (15) que os colégios particulares que aderiram à greve pela educação e contra a reforma da previdência são “dominadas por esquerdopatas que só querem o pior para o país”.

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Segundo o sindicato, as unidades que participam dos protestos são apenas 25 a 30 num universo de 10 mil no Estado. A orientação é para descontar o dia parado do salário dos professores.

Em nota emitida no último dia 8, o sindicato também se posiciona contra qualquer paralisação que conteste a reforma da Previdência.

“(…) orientamos a todos os Estabelecimentos de Educação Básica no Estado de São Paulo, que as atividades escolares transcorram normalmente e que não ocorra abono às eventuais ausências de professores e auxiliares. Importante que estejamos unidos sem perder o nosso foco, pois, o nosso trabalho de educadores é fundamental para o atual momento do nosso país.”

VEJA LISTA DE ESCOLAS PARTICULARES QUE PARTICIPAM DOS ATOS EM SP

Alecrim
Alecrim Dourado
Anima
Arco
Arraial das Cores
Bakhita
Equipe
Escola Livre Aretê
Espaço Brincar
Estilo de Aprender
Gracinha
Invenções
Lycée Pasteur (no período da tarde)
Maria Imaculada (Ipiranga)
Marupiara
Miguilim
Oswald de Andrade
Politeia
Ponto de Partida
Recreio (no período da tarde)
Santa Cruz
Santa Isabel
Santa Maria (no período da tarde)
Santi
São Domingos
Vera Cruz
Viva
Waldorf Francisco de Assis
Waldorf Micael
Waldorf São Paulo (no período da tarde)

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9 Comentários
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  1. Anônimo

    15 de maio de 2019 2:23 pm

    Eh a terra do pobre de direita e do sindicato fascista

  2. rafagels

    15 de maio de 2019 2:23 pm

    Eh a terra do pobre de direita e do sindicato fascista

  3. Carlos Elisio

    15 de maio de 2019 3:04 pm

    Estes idiotas estão no papel deles.
    Mas é óbvio que seu posicionamento nada tem a ver com querer o melhor para o Brasil. Apenas manifesta o desespero deles com a potencial perda de receita de grupos de ensino particulares a partir deste movimento, que entendo como o mais representativo gesto de repulsa ao estelionato que este governo vem praticando com a educação publica.
    Agora, que o congresso escute a voz das ruas e barre toda esta ignomínia que põe em risco o futuro dos nossos jovens.

  4. Almeid

    15 de maio de 2019 3:04 pm

    Um dos “sindalistas ” diretoria é da escola “Padre Anchieta”,

    Envia para o CNBB e o Papa.

  5. Renato Lazzari

    15 de maio de 2019 3:05 pm

    Não surpreende, as escolas privadas são como qualquer firma privada seja do ramo que for, de pequenos bares e até casas de tolerância a gigantescas fábricas de aviões, firmas de comunicação social (TVs, rádios, imprensa, Internet): direitopatas. O produto que vendem é apenas um meio de ganhar dinheiro. Educação em cenário capitalista é acima de tudo, um negócio.

    (***)

    Talvez alguns achem que não há nada de estranho nesse frase, “tanto faz o produto, o importante é ganhar dinheiro”. “E não é para ganhar dinheiro que a gente trabalha?” É que a direitopatia adoece e deixa a alguns bem aleijados do mínimo de senso de responsabilidade… Essa doença é um perigo. O bom é que tem como erradicá-la.

  6. twoprong

    15 de maio de 2019 3:14 pm

    Sindicato nazistopata dominado por miliciopatas.

  7. republicano arrependido

    15 de maio de 2019 5:04 pm

    CADA UM É DESMASCARADO EM SUAS PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS..
    QUE CIDADÃO SAIRÁ DESSE TIPO INFAME DE ESCOLA DIRIGIDA POR ESSES TRUCULENTOS DIREITISTAS?

  8. Anônimo

    15 de maio de 2019 6:02 pm

    O sindicato é dominado por direitardados

  9. André Lameira

    15 de maio de 2019 7:55 pm

    Só faltou dizer: o sindicato PATRONAL orientou… Senão fica todo mundo achando que é um sindicato dos trabalhadores.

    A FIESP também chama grevistas de esquerdopatas.

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