
Um dos fenomenos que marcaram a eleição presidencial passada foi o estranho papel que a filha de José Serra desempenhou. Ela não disputava nenhum cargo eletivo e mesmo assim acabou sendo colocada no centro da disputa e sua vida pessoal foi intensamente discutida pelos jornalistas. Ela também foi muito usada pelo candidato tucano em sua propaganda eleitoral.
O mesmo fenômeno se repete este ano, mas a pessoa colocada no centro da disputa foi a herdeira do Banco Itaú. Neca Setubal não esconde seu apoio a Marina Silva e faz questão de ser filmada e fotografada ao lado de sua candidata. Ela é atacada pelos adversários da candidata do PSB e defendida na grande imprensa por vários jornalistas influentes.
É assim que a eleição perde o foco. Ao invés de discutir as propostas dos candidatos os eleitores são levados a debater a vida privada de pessoas ligadas aos mesmos que são irrelevantes do ponto de vista eleitoral. Rapidamente o Pré-Sal, reserva de petróleo que poderá financiar a educação das gerações futuras de brasileiros, se torna um assunto menos importante do que a roupa que Neca Setubal usou, o que ela disse ou por que foi injustamente atacada.
A política externa raramente é tema das eleições. E no entanto deveria ser do interesse de todos os brasileiros, já que o que o Brasil faz no exterior afeta ou pode afetar diretamente as vidas das pessoas comuns dentro do país. A motivação pessoal ou empresarial que levou Neca Setubal a apoiar Marina Silva é bem menos importante para o futuro dos brasileiros do que a preservação do Mercosul, o aprofundamento das relações do Brasil com os países que compõe o BRICS e a estratégia brasileira para equilibrar as relações mundiais de poder valorizando o multilateralismo e as soluções negociadas dos conflitos internacionais.
Os brasileiros não deveriam ter sido convocados a decidir sobre a vida pessoal da filha de José Serra nas últimas eleições. Afinal, assim como foi elevada a condição de tema eleitoral ela desapareceu da cena pública e política nos 4 anos subsequentes. Nestas eleições não deveríamos ser conduzidos a debater a vida privada de Neca Setubal. Afinal, ela somente será notícia nos próximos anos se o Itaú falir e ela for obrigada a responder pela dívida fiscal do Banco com seu patrimônio pessoal (algo muito improvável).
A Política diz respeito ao bem estar público. Os interesses privados das pessoas ligadas aos candidatos deveriam ser considerados irrelevantes nas disputas eleitorais exceto quando forem capazes de produzir danos ao patrimônio público. No entanto, por força da guerra de palavras os atores secundários das disputas eleitorais acabam quase sempre dificultando a discussão sobre os temas de interesse geral.
Neca Setubal se elevou à condição de tema eleitoral ao aparecer ostensivamente ao lado de Marina Silva, cuja campanha parece estar financiando. É justo que seus motivos sejam questionados. É injusto, porém, que a dona do Itaú seja transformada num item da disputa eleitoral mais importante do que o Pré-Sal e do que a política externa brasileira.
O Itaú é e continuará sendo apenas um pequeno Banco perto da Petrobras, empresa que tem tudo para se transformar na maior companhia mundial do seu ramo nos próximos anos caso o Pré-Sal brasileiro não seja entregue à exploração das empresas multinacionais (Aécio Neves) ou tenha sua exploração interrompida (Marina Silva). Os interesses econômicos internos ligados à atual política externa do Brasil são de longe muito mais importantes do que a roupa ou a saúde financeira de Neca Setubal e os lucros do pequeno Banco dela.
Desviar a atenção dos 140 milhões de eleitores brasileiros destas duas questões públicas (petróleo e política externa) para a vida privada irrelevante de Neca Setubal é uma excelente maneira de reduzir a Política nas eleições presidenciais. Quem ganha algo fazendo isto e por que? Esta meus caros é a verdadeira pergunta.
adauto
16 de setembro de 2014 4:44 pmIrrelevante do ponto de vista eleitoral…?
Em que mundo este cara vive…? Esta é uma das razões entre votar ou não votar nela.
Quer dizer, então só vamos dar atenção as propostas de governo, e quem financia, quem por está por trás da candidatura, quem apóia, não tem importância ou relevância nenhuma. Aham…me engana que eu gosto….
É uma das maneiras de intuir entre o que o candidato diz que vai fazer e o que realmente vai fazer.
Raul Abreu Leite
16 de setembro de 2014 5:20 pmPara mim texto foi claro, que
Para mim texto foi claro, que é importante nos limitar a se preocupar com os interesses por trás da parceria, mas não transpor tais limites (como se preocupar com a vida pessoal dela, “que roupa está vestindo”), deixando assim espaço para outras preocupações também importantes, como o pre-sal, política externa, etc.
Luis S
16 de setembro de 2014 6:20 pmSofisma
Exceto que ninguem falou da roupa dela em nenhum lugar relevante. O autor do texto ou inventa ou da destaque a algum comentario menor como se fosse a regra e ai sai a atacar o exemplo escolhido a dedo. E’ uma das muitas formas de manipular um debate: coloca palavras nao-ditas na boca do outro e ai critica o que nao foi dito.
E o texto vai mais uma vez atras da estrategia de ‘vitimizacao’. (Nao vou nem comentar o ridiculo de que nao se devia haver discutido o tema da filha do Serra – suspeita de corrupcao – na campanha anterior)
Neca Setubal pode apoiar quem quiser. Seja como educadora, seja como banqueira. Entretanto, quando ela toma papel de relevancia central numa candidatura que pretende dar independencia ao Banco Central – favorecendo entre outros o Banco de que e’ herdeira – entao ela se abre para este tipo de questionamento.
E nao adianta dizer que nunca participou da administracao do Itau, porque TODA A SUA RENDA vem dos resultados do banco e portanto, administradora ou nao, seus interesses estao permanentemente vinculados aos da empresa.
Alem disso, o problema nao e’ ela. Ou apenas ela. Ela e’ apenas mais um exemplo do grupo de empresarios que apoia Marina – todos com interesses comerciais claramente atendidos pelas propostas da candidata.
O apoio e’ legitimo. Mas a critica ao apoio tambem e’. Querer fazer-se de coitadinho, pelo jeito, e’ contagioso e ha uma epidemia na ala marineira…
Jaide
16 de setembro de 2014 8:24 pmÉ isso mesmo, Luis.
E
É isso mesmo, Luis.
E enquanto os escrivinhadores dão seus palpites, esquecendo de fatos e inventando outros, a D. Neca trata de desconstruir a imagem de Lula a nível internacional. Em entrevista à Bloomberg declarou que o Lula e a Marina têm a mesma origem. Mas ela evoluiu e ele continuou apenas um sindicalista.
adauto
17 de setembro de 2014 12:57 amE o que é ainda mais importante….
Amigo, eu não havia lido o texto até o fim da primeira vez, e agora me dei ao trabalho.
O autor faz uma comparação entre a petrobrás e o banquinho itaú. Mas não é esta a comparação. A comparação é em
relação ao que o país pagaria de juros a toda a banca rentista com a Dilma, e com a Marina da Neca, conforme a tx selic,
e isto está intrinsecamente ligado a todo o financiamento do estado brasileiro, ou seja, ficar asfixiado ou não. Empregos,
salários, investimentos, saúde, etc…Tudo. Prioridades diferentes mudam tudo, o destino de milhões de brasileiros.
Nada a ver com o lucrinho do itaú. O buraco é muitíssimo mais embaixo.
Porque será parece que ele quis mascarar este altíssimo risco.?
Raul Abreu Leite
17 de setembro de 2014 3:12 pmObrigado
Luis e Adauto, nesta última semana, estive [novamente] na condição terrível da conseqüência desta correria do dia-a-dia, que é a ausência de TODAS as notícias. Arrisquei mesmo confiar no autor, que coisas fúteis sobre a Neca estavam sendo exageradamente levantadas. Porém, me parece que vocês estão mais cercados de razão do que eu, obrigado pelos esclarecimentos.
CB
16 de setembro de 2014 4:54 pmSe juntar a bancada que a
Se juntar a bancada que a oposição formará no Congresso a partir dos resultados da eleição que está aí não dará pra lotar dois ônibus. Um dos motivos pelos quais a oposição, inclusive o PSDB, capitão do time, está definhando é este, tentar sempre deixar de lado questões importantes para dedicar suas campanhas a bolinhas de papel, dinheiro empilhado e fotagrafado por delegado que gosta de tirar fotografias de dinheiro empilhado e depois entregar o CD a jornalistas na calçada da PF a tempo de aparecer no JN, vitimização, etc. Lula pediu que a política voltasse com força à campanha e está certo. Eu espero que a campanha de Dilma coloque em debate, também, a questão internacional. O que o depto de estado dos EUA mais gostariam de ver neste momento é o governo do Brasil cair no colo de gente disposta a se realinhar economica e políticamente a eles para poder enfraquecer o Mercosul e os BRICS de dentro pra fora.
Andre Silva
16 de setembro de 2014 4:54 pmEla, Neca, é a proposta!
“É assim que a eleição perde o foco. Ao invés de discutir as propostas dos candidatos os eleitores são levados a debater a vida privada de pessoas ligadas aos mesmos que são irrelevantes do ponto de vista eleitoral.”
Mas, prezado, ela, a Neca é a proposta!
Ingrid Mariana
16 de setembro de 2014 5:08 pm18 bilhões…
De um lado temos o tamanho da dívida do Banco Itaú com o Estado brasileiro…
18 bilhões de motivos para questionar uma doação pessoal de 2 milhões…
De outro sabemos que não é crime… A lei não proíbe… Maria Alice é dona de um pedaço, não é dona do todo…
Tem questões políticas importantes aí…
não sei se é irrelevante… É irrelevante?
Motta Araujo
16 de setembro de 2014 5:50 pmÉ preciso ter CLAREZA no
É preciso ter CLAREZA no debate das questões. Não há divida alguma do Itau com o Estado brasileiro. Há uma autuação da Receita Federal relativa à fusão entre Itau e Unibanco, é uma questão que está muito longe de ter sido definida, deve-se a interpretação diferente entre a Receita e o Itau, cabe cinco graus de apelação antes do desfecho, uma companhia de capital aberto como a Itau Unibanco Holding é OBRIGADA a questionar até o limite autuações fiscais, a Diretoria seria responsabilizada pelos acionistas se assim não fizesse.
Todas as grandes companhias e bancos brasileiros tem autuações da Recieta Federal por causa da enorme complexidade INTERPRETATIVA da legislação fiscal, a Receita entende de uma forma e o contribuinte de outra, NÃO SE TRATA DE SONEGAÇÃO, porque o lançamento foi oferecido à tributação, não é omissão de lançamento.
Orlando Soares Varêda
16 de setembro de 2014 5:15 pmEngraçado… dona Osmarina
Engraçado… dona Osmarina fotografada ao lado da sua mecena Neca Itaú, me faz lembrar do contentamento do professor Cardoso. Flagrado numa foto em que o presidente Clinton simula cavalgar um sorridente professor.
É por isso que dizem os entendidos, “os ricos e poderosos são minoria, no entanto, dominam a maioria. Não se trata de algum milagre. Isso se dá, graças aos que, desterrados, necessitam vender sua mão de obra. E sobretudo, aos que por bondade, mudam de lado para servir de capitão do mato.”
Orlando
Neideg
16 de setembro de 2014 8:10 pmNa mosca¡
Na mosca¡
João Sabóia Jr.
16 de setembro de 2014 5:16 pmSe…
A vida privada de Neca Setúbal estivesse sendo atacada eu concordaria plenamente com o auto, mas Neca é uma das organizadoras da campanha de Marina e sim é herdeira do Banco Itaú, que inclusive o seu presidente Roberto Setúbal, que inclusive é seu irmão, deu ao jornal O Globo uma entrevista, divulgada no Viomundo do Azenha, onde deixa claro qual é o desejo do seu conglomerado:
1 – Redução do BNDES como financiador. Expliaca ele que é impossível competir com o BNDES por causa das taxas de juros por ele praticada, ou seja, a iniciativa privada quer participar dos financiamentos desde que os juros sejam o de mercado e assim faturem muito com os empréstimos, retirando do mesmo o caráter de apoio ao empresariado nacional.
2 – Controle rígido da inflação, como? Independência do BC que aumentaria as taxas de juros com essa finalidade. A quem beneficia?
3 – Também competir com os bancos públicos nas taxas de empréstimo e financiamentos… Vão praticar juros subsidiados para o Minha Casa Minha Vida? sabe nada inocente…
Voltando a Neca, as declarações que tem feito, vão de encontro as posições do seu mano Roberto, portanto…
BRAGA-BH
16 de setembro de 2014 5:18 pmÉ importante sim saber que
É importante sim saber que são os financiadores de campanha de qualquer político. Como uma pessoa que detem 2% das ações de um banco doa 2milhões para uma campanha como pessoa física? Carisma? Filantropia? Ou oportunismo?
Também é muito importante debater as questões de vulto nso Programas de Governo tais como os propostos pelo issivista. Questões como Petróleo e Política externa. MAs num país onde se está acostumado (pela própria imprensa) a deglutir Domingão do Faustão, BBB e a Fazenda quer esperar o quê?
rmoraes
16 de setembro de 2014 5:20 pmEntão está combinado: com a palavra a candidata
….????!!!!
Jorge Luis
16 de setembro de 2014 6:48 pmSe Marina não descriminalizar
Se Marina não descriminalizar as drogas, vai ser complicado acompanhar seu raciocínio…
LFC
17 de setembro de 2014 8:04 amPutz….kkkkkkkkkk
Putz….kkkkkkkkkk
Unive
16 de setembro de 2014 7:01 pmNão obstante, a contínua
Não obstante, a contínua expansão de nossa atividade oferece uma interessante oportunidade para verificação de todos os recursos funcionais envolvidos. Evidentemente, o consenso sobre a necessidade de qualificação cumpre um papel essencial na formulação dos modos de operação convencionais.
Gostou? Veja muito mais em lerolero.com
Free Walker
16 de setembro de 2014 5:30 pmLê quem quer e longe de mim a
Lê quem quer e longe de mim a censura, mas ocasionar um texto de Fabio de Olveira é dose para mastodonte que ainda bem (sortudo) já está extinto.
Fábio de Oliveira Ribeiro
16 de setembro de 2014 5:57 pmSeus ataques pessoais me
Seus ataques pessoais me deixam comovido. Para mim é difícil saber se você é um imbecil mal intencionado ou apenas um cretino ingenuo. Ha, ha, ha…
Flics
16 de setembro de 2014 6:29 pmTroll, Fábio…
… troll, apenas isso… e o “dono do blog” como é democrata deixa ele dar seus pitacos, digo, trollagens por aqui.
Almeida
17 de setembro de 2014 10:02 pmVai ver que foram coisas como essa postagem…
… que levaram o mastodonte à extinção. O cara escreve nove parágrafos curtos, porém todos recheados de longas besteiras, e em sete ele cita a acionista do Itaú; mais do que o dobro de citações, apenas três, à candidata que ela apóia, mais do que todas as personagens políticas citadas. Ele parece reclamar da pauperização, da despolitização da campanha, do comportamento de centrar em personalidades o foco do debate. Mas, “sem querer querendo”, é exatamente isso que ele faz nessa bostagem, ele reaviva o tema a acionista do banco.
Interessa ao petismo apresentar amizade de banqueiros com candidaturas que o ameaçam. Nunca antes na história deste país se pagou tanto juros para a banca, quanto nos três últimos governos. O total pago até o fim do ano passado fechou em R$ 2,56 trilhões, deve chegar em R$ 2,8 trilhões neste ano; se reeleita, a conta no final de seu mandato chegará perto dos quatro trilhões. Ao realçar a presença da acionista do Itaú na campanha adversária, o petismo finge que não é amigo de banqueiros, que nenhum deles deposita graninha ‘desinteressada’ na sua campanha; até o Itaú deposita.
Some os pontos da curva em verde e confira os valores do bolsa banqueiro companheiro:

Moraes
16 de setembro de 2014 5:36 pmVida privada? Estão
Vida privada? Estão discutindo vida privada da Neca? Que palhaçada. Nessa altura, discutir se Marina é uma beata que toma decisões com a roleta bíblica também é discutir vida privada. É?
Med Ócre
16 de setembro de 2014 5:46 pmResultado direto da mediocridade e má fé do nosso jornalismo
(há exceções, viu, Nassif e outras exceções que conhecemos).
Com o nível raso de análise, a incapacidade de síntese, o torcedorismo banal, a falta de conhecimento histórico, geral e específica dos temas que abordam (ex. navios lançados ao mar), da futilidade, da manchetaria ridícula sobre os “beijinhos do Império” ou dos “namorados da Zilu”, da transformação de fatos, sem sequer oferecer as informações essenciais (ex. protestos onde se ressalta a insatisfação e a violência, mas sequer aborda suas causas gerais ou específicas), sempre desviando a discussão do relevante para a irrelevante, tentando fazer do leitor/ouvinte/espectador um bando de zumbis políticos para manter as rédeas históricas.
Ou seja, pra eles o relevante é exatamente o irrelevante.
Fernando Lopes
16 de setembro de 2014 5:51 pmAlguém lembra da Andrea Neves?
Concordo em parte que se dá importância a Neca para desviar de assuntos mais importantes. mas quem acompanha a história política do Brasil não pdeo se esquecer da figura de Andrea Neves, iemã de Aécio. Assim como Neca ela nunca foi candidata e nunca exerceu algum cargo de importância durantes as desastrosas gestões de seu irmãozinho mauricinho cheirador filhinho de papai. Mas todos sabemos o quanto ele influenciou e influencia não só o pensamento do dememte irmão cocainômano com atua diretamente no controle de imprensa e mídia em MG e da intimidação pessoal dos “aliados” pouco convencidos de apoiar Aécio (talvez porque a mala que receberam de Clésio Andrade não tenha sido muito gorda).
Se pensarmos que Neca Setúbal pode ter a mesma influência em um governo Marina aí a importância de discutir a proximidade dela de Marina aumenta muito. E neste sentido mesmo o que se considera “vida pessoal” de Neca Setúbal é de relevância sim, inclusive a roupa que usa e quais os lugares que frequenta, pois esta é a nossa única oportunidade de conhecer um pouco de quem poderá ser a “dona do Brasil” nos próximos 4 anos, assim como foi e continua sendo a atuação de Andrea Neves.
E outra coisa: Estes jornalistas que ficam defendendo ela deveriam ter um pouco de vergonha na cara porque ficar defendendo Patricinhas Filhinhas de Papai de uma família como a Setúbal que além do banco atuam em diversas ontras áreas como agronegáocio etc sempre promovendo pobreza e desigualdade, destruição do meio ambiente, financiando torturas, desctruindo a cultura nacional e escravizando seus clientes para extrair deles tudo que podem. Decididamente não existe nada para se defender em qualquer membro de família tão prejudicial ao povo do Brasil e do mundo!!
Djalma Santos
16 de setembro de 2014 6:05 pmLembrei de uma música do
Lembrei de uma música do Ataulfo.
Diz-me com quem andas,
Te direi que és,
Diz-me com quem andas,
Te direi que és,
Falo francamente sem rodeio,
O homem é produto,
Do seu meio.
Vives navegando em mar de rosas,
Mas em companhias duvidosas,
Diz-me com quem andas,
Te direi que és,
Diz-me com quem andas,
Te direi que és.
Assis Ribeiro
16 de setembro de 2014 6:07 pmQuem aguenta a vida sem uma
Quem aguenta a vida sem uma fofoquinha?
Sem julgamentos, nem pensar
Nas eleições passadas a fofoca e o julgamento estavam direcionados na defesa do aborto legal feito pela matadora de criancinhas. Foi salva pelo gongo com o depoimento da aluna da esposa de Zé Serra que dedurou um tal aborto
Intrigas e BBBs
Paredão. A salvação do povo
Genaro
16 de setembro de 2014 6:11 pmFabio;
Fica claro que até o
Fabio;
Fica claro que até o staf da Marina fica desconfortável com a condição de banqueira de sua assessora, tanto é que eles preferem rotula-la como educadora.
Se a consciência não estivesse pesando eles pouco se importariam, mas está tão evidente que não há como esconder este fato. Agora quem está se expondo é a própria Neca, ninguém está empurrando-a para o picadeiro, fica claro que ela tem o maior prazer de fazer este papel.
Ainda se a assessoria da referida senhora oferece fosse como educadora, no “programa de governo” da Marina a Educação estaria com um grande peso, mas o item de maior relevância é a independência do BC, mudança da lei de partilha do petroleo, privatizações etc etc. Ora será que a Neca se cala sobre estes assuntos?
Essa educadora!!!!!!!!!
Genaro
Assis Ribeiro
16 de setembro de 2014 6:15 pmNeca. Neca de nada
“como Lula, Marina é uma pessoa do povo, mas seguiu por outro caminho. Escolheu a educação, enquanto Lula escolheu ser um sindicalista”
Neca Setúbal
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/153618/Neca-mostra-preconceito-sobre-Lula-o-sindicalista.htm
Daytona
16 de setembro de 2014 6:16 pmQue textinho ruim, quer dizer
Que textinho ruim, quer dizer que a presença da Neca do Itaú defendendo a independência do Banco Central não é um tema importante?
Não consigo pensar em nenhuma outra proposta de campanha com maior poder sobre o futuro do país e dos brasileiros do que entregar o Banco Central aos cuidados do setor financeiro.
Na verdade, é esse artiguinho sem-vergoinha do Fábio Oliveria Ribeiro que visa desviar o foco de discussões importantes, minimizando as críticas à proposta de Independência do Bacen a supostos ataques pessoais ao figurino da Nequinha, pobrezinha, estratégia que “coincidentemente” vem sendo adotada pela campanha de Marina Silva.
Daytona
16 de setembro de 2014 6:18 pmDe cabeça, consigo pensar em
De cabeça, consigo pensar em pelo menos 18,5 bilhões de motivos que denotam a importância da discussão sobre o papel de Neca do Itaú na campanha da Marina Silva.
Ataíde Coutinho
16 de setembro de 2014 6:40 pmestranho
1-Quem se lembra da filha do Lula fora do casamento?
2-O Serra que trouxe a filha pra campanha por causa do livro do Amauri.
3 A mulher do Serra que foi apedrejar Dilma ,tendo um feto dentro do vaso sanitário.
4-Possivelmente o autor não sabia,enquanto escrevia esse texto, que Neca estava no canal de negócios Blomblerg ,fazendo campanha em favor de Marina, se ela se expõe porque não “falar ” dela, será mesmo o nosso problema principal a autonomia do Banco Central ?
vera lucia venturini
16 de setembro de 2014 7:01 pmNeca Setúbal é coordenadora
Neca Setúbal é coordenadora do programa de governo da Marina Silva. E aval da Marina para a elite brasileira. Então porque na atual campanha não deveríamos falar dela?
alfredo machado
16 de setembro de 2014 7:24 pm$$$ à toa
Nassif,
O deus $$$ da acreana não sossega.
A grana do jantar só pode ser prá botar no bolso, um direito que a acreana tem. Se os do Itaú não estão citados, é porque não foram ao banquete, são discretos rsrsrs
E ainda é aprovada com louvor, afinal, quanto pode valer $$$ esta candidata ?
E viva o brasilsil pandeiraço
MARINA COBRA R$ 100 MIL EM JANTAR COM BANQUEIROS
Candidata do PSB participou ontem de um jantar com banqueiros e investidores nacionais; cada um teve de pagar R$ 100 mil para sentar à mesa com a candidata do PSB, o Partido Socialista Brasileiro; oferecido por Florian Batunek, da empresa de investimentos Constellation, o encontro contou com as presenças de nomes como José Berenguer, do JP Morgan, Luiz Stuhlberger, do Credit Suisse, José Roberto Moraes, do Grupo Votorantim, Ana Maria Diniz, ex-Pão de Açúcar, Tito Alencastro e Anis Chacur do Banco ABC, Andrea Pinheiro, do BR Partners, e Jair Ribeiro, do Indusval; tesoureiro de Marina, Álvaro de Souza (ex-Citibank) justificou o preço de R$ 100 mil alegando ser necessário financiar “a luta de David contra Golias”; segundo os presentes, Marina Silva, que promete independência do BC e o fim do modelo de partilha no pré-sal, foi aprovada “com louvor”
16 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 15:00
247 – Quer jantar com Marina Silva? O preço é de R$ 100 mil. Pelo menos, esse foi o valor cobrado ontem pela candidata do Partido Socialista Brasileiro, o PSB, num encontro com banqueiros.
De acordo com Álvaro de Souza, o banqueiro (ex-Citibank), que coordena a arrecadação de Marina, essa cobrança foi necessária para financiar “a luta de Davi contra Golias” da sucessão presidencial.
De acordo com os presentes, a candidata do PSB, que promete independência do Banco Central e a revisão do modelo do pré-sal, com menos espaço para a Petrobras, foi aprovada “com louvor”. Leia, abaixo, nota publicada pela coluna Radar, de Lauro Jardim:
Aproximação com o mercado
Convencendo o mercado
Se o jantar de ontem de Marina Silva com parte do mercado financeiro, na casa de Florian Batunek, da empresa de investimentos Constellation, em São Paulo, fosse um teste, a candidata teria passado com louvor.
Marina convenceu, ao responder perguntas duras sobre os rumos da economia, e garantiu que vai propiciar a retomada do ambiente de negócios no Brasil. Também ironizou a satanização que o PT tem feito de seu nome e suas propostas.
Compareceram José Berenguer, do JP Morgan; Luiz Stuhlberger, do Credit Suisse; José Roberto Moraes, do Grupo Votorantim; Geyze e Ana Maria Diniz, respectivamente mulher e irmã de Abilio Diniz; Tito Alencastro e Anis Chacur do Banco ABC; Andrea Pinheiro, do BR Partners; Jair Ribeiro, do Indusval; entre outros.
Os convidados contribuíram com um mínimo de 100 000 reais para participar da noite. A despeito do alto preço do convite, Alvaro de Souza ainda fez um discurso final pedindo mais doações financeiras para “a luta de David contra Golias”.
Ataíde Coutinho
16 de setembro de 2014 7:53 pmcomissão
Será que esses valores serão descontados das comissões futuras, se eleita for ?
alfredo machado
16 de setembro de 2014 7:24 pmCalada
Nassif,
Quem provocou esta situação, ao contrário da filha de Zezinho da Mooca, que nunca deu uma entrevista durante a campanha derrotada do pai, foi a própria Neca Setubal quem saiu dando entrevista sobre algumas das diretrizes da política econômica, etc… que seriam utilizadas pelo governo da acreana, sem ao menos citar o nome da sua marionete.
Na campanha, a herdeira nunca foi a educadora Neca, como alguns fazem questão de frisar para as paredes, sempre foi a irmã de Roberto Setubal presidente do Itaú. Este também não se conteve dias adiante, no aniversário do banco, fazendo um discurso político pró- coitadinha de araque. Interessante, a postura dos Setubal, pois reclamam do governo em que o banco mais lucrou.
Em minha opinião, a chorona ficaria sentada no trono assistindo Neca se mover, pois para ficar à frente é preciso ter um pulso que a acreana nunca terá, portanto, a candidata de direito é motivo certo para críticas.
Se a herdeira tivesse ficado calada, nada disto estaria ocorrendo, mas o Poder cega, não adianta.
Cafezá
16 de setembro de 2014 7:41 pmPara Dilma, não há nenhum
Para Dilma, não há nenhum desejo de levar as campanhas para o campo ao qual Fábio de Oliveira Ribeiro mencionou. Dilma tem um programa de governo sólido a mostrar. Afora os seus quatros na presidência, que foram muito importantes para o país, os quais não pretendo numerar, pois são inúmeros. Sob a ótica de Marina, a campanha está pautada por um programa de governo desestruturado, que passa ao largo da racionalidade, mais parecido com uma colcha de retalhos que ela modifica a todo instante. Resta-lhe apelar para o sentimentalismo e fazer-se de vítima. Obviamente, isso contempla uma reação, pois os eleitores são presas fáceis desse tipo de atitude, o que acaba com que Dilma tenha de dar respostas firmes e inequívocas. Por mais que Dilma quisesse, não pode se esquivar e pautar-se somente pelo seu programa de governo, embora seja bastante substancioso.
Neideg
16 de setembro de 2014 8:07 pmNao vi em nenhum lugar,
Nao vi em nenhum lugar, qualquer discussao sobre a vida privada de Neca Setubal. A essa altura do campeonato, quando ela eh a figura mais comentada dos blogs de politica, nao sei se eh casada, solteira, se tem filhos adotivos ou naturais. Enfim, depois de ler inumeros artigos sobre a relacao politica das duas, desconheco, completamente, a vida privada de Neca.
Aparecem agora com esse historia de transformar Marina, juntamente com sua Guru, em vitimas. Anh, da nojo, haja manipulacao para cegar com aReia o debate mais importante; O jantar de Marina com a fina flor da banca.
Eh tipico da direita, a vida pessoal e financeira dos politicos de esquerda eh transformado num lamacal de mentiras e fofocas na Grande Midia, com direito a organograma na televisao. Discutir as relacoes politicas entre os direitosos eh machucar suas pobres almas. Haja bajulacao!
zuleica jorgensen
16 de setembro de 2014 9:24 pmO tal jantar deve ter sido
O tal jantar deve ter sido finíssimo, afinal o prato principal do cardápio era o Brasil, todinho, inteirinho, formoso e rico para gáudio dos comensais.
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de setembro de 2014 1:20 amESTA DISPUTA ELEITORAL É UM EMBUSTE !! !!
Estamos sob um ataque externo invisível, as candidaturas de Aécio e de Marina são apenas instrumentos deste poderoso ataque do império norte-americano .
Creio que exista interferências pesadas do império neste processo eleitoral .
Daqui a 30 ou 40 anos saberemos como foi engendrado toda esta campanha anti-petista na mídia e aparelho judiciário, como a CIA atuou na tentativa de destruição do PT e detalhes esclarecedores sobre o providencial acidente aéreo tendo Eduardo Campos como vítima .
A poderosa máquina do Pentágono está torrando bilhões de dólares para o desmonte do BRIC´s com a destruição do projeto político iniciado no Brasil em 2003, bem como, com a tentativa de frear o renascimento da Rússia como superpotência e a tentativa de frear a influência chinesa no mundo .
Não importa a destruição econômica e a paz social da frágil democracia no Brasil .
Se não puderem recolocar a coleira no governo brasileiro, como existia até 2002, então que se transforme o Brasil numa nova Ucrânia .
Com a provável derrota de Marina, eles tentarão provocar um acirramento ideológico com possíveis conflitos violentos aqui no Brasil a partir de 2015 .
Coleira no pescoço ou conflitos sociais, se possível, até com violência armada, como acontece na Ucrânia, Síria, Venezuela etc…
altamiro souza
17 de setembro de 2014 5:04 ame a populção sem saber do
e a populção sem saber do principal.
ontem nodebate da tv parecida chegou a dar sono.
a escolha dos candidatos que perguntavam e mais a escolha de quem iria responder a este que peguntava foi de uma infelicidade inominável. era dilma perguntado pro fidelix e assim por diante…
virou uma salada intragével.
o que interessava saber das principais candidatas cabou não ocorrendo.
quer dizer….
desvia-se do essencial até nos debates…