4 de junho de 2026

A influência do Grupo dos Trinta

Por Motta Araujo

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http://www.group30.org/members.shtml

GRUPO DOS TRINTA – A CÚPULA DA FINANÇA MUNDIAL – Criado em 1978 com seu primeiro orçamento pago pela Fundação Rockefeller, esse ilustre grupo de discussões sobre a economia mundial conta com apenas trinta membros, todos importantes financistas e economistas de expressão internacional, de grande peso e influência política.

Seu patrono é Paul Volcker, o emblemático ex-Presidente do Federal Reserve, banco central dos EUA. O atual presidente do Grupo dos Trinta é Jean Claude Trichet, ex-Governador do Banco Central Europeu e seu vice é Jacob Frenkel, o respeitado e influente ex-Governador do Banco Central de Israel.

Entre os brasileiros, Roberto Campos foi membro fundador do Grupo, da Argentina, Domingo Cavallo, a lista está acima no link, é realmente a nata dos grandes bancos e dos bancos centrais, além de financistas de renome mundial.

As trocas de informações do grupo permite uma formação consensual de pontos de vista sobre as economias do vários países e das tendências da economia global, cada qual informando os outros sobre a economia de seus países.

É nesse tipo de petit comitée que se constroem as percepções das tendências que aparecem depois na imprensa financeira global, influenciando os ratings e avaliações de investidores, além do FMI, Banco Mundial, BIS e BCE.

No Brasil atual que eu saiba o nome ligado ao grupo é Arminio Fraga.

Os Rockefeller gostam de criar esses grupos, nos anos 60 fundaram a Comissão Trilateral, ainda no tempo da Guerra Fria, com um sentido mais geopolítico do que econômico, o Grupo dos Trinta é mais focado em finanças e incorpora evidentemente o credo neoliberal da ortodoxia econômica como uma espécie de agenda básica.

O que é relevante no Grupo é que não são academicos mas sim homens políticos de grande experiencia prática e que dispõe de uma rede de relacionamentos que poucos outros grupos podem acumular.

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9 Comentários
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  1. Francisco Ernesto Guerra

    22 de dezembro de 2013 3:04 pm

    Iluminti

    A canalha acima descrita é a fina flor iluminati.

    São os mesmos que se reunem sob a bandeira BIlderberger, com seus rituais… em homenagem à Molock?.

    São os representantes do capital internacional. Com os “estrangeiros” do tipo Rockfeller.

    São aqueles que perderam o poder, mas ainda não acreditam que o perderam.

    São aqueles que acreditaram em Fukushima, que a evolução da humanidade estagnou após a ascensão do neoliberalismo..

    E, o AA, não desiste. Louvemos sua persistência.

     

    1. Motta Araujo

      22 de dezembro de 2013 6:39 pm

      Meu caro, vc é muito mal

      Meu caro, vc é muito mal informado. Fukushima nunca foi um intelectual para fazer filosofia da Historia, falta-lhe cultura e reflexão. Quando publicou seu pastiche O FIM DA HISTORIA, a comunidade academica americana o colocou como um impostor, liquidou com seu livro-tese completamente idiota e superficial, um pensador frivolo e ligeiro, sem embasamento.

      Fukushima, mero analista da Rand, se desculpou e confessou o erro de sua tese burra.

      Os membros do grupo dosTtrinta jamais seriam guiados por peso tão leve, é gente infinitamente mais culta., informada e experiente do quem um reles Fukushima, portanto vc errou seu tiro, Fukushima não tem importancia alguma.

      E não adianta reclamar, essas pessoas são a nota da influencia, conexões e alavancas do poder mundial, é uma realidade e contra a realidade não adianta jogar pedras.

      1. Daytona

        22 de dezembro de 2013 7:26 pm

        Araújo, o equivocado é você.

        Araújo, o equivocado é você. A ortodoxia liberal é baseada nos mesmos pressupostos escatológicos(o “longo prazo”, no caso da ortodoxia) que guiaram o trabalho teórico de Fukushima.

        1. Motta Araujo

          22 de dezembro de 2013 8:06 pm

          Nada a ver. A ortodoxia

          Nada a ver. A ortodoxia liberal vem de fontes muito mais limpidas como Adam Smith, David Ricardo e a Escola Austriaca e sua revisão neoliberal tem como inspiação Friedirich von Hayek mos anos 40.

          1. Daytona

            23 de dezembro de 2013 3:14 am

            Realmente, nada a ver seu

            Realmente, nada a ver seu comentário, não sabe nem o que é ortodoxia, que é a teoria baseada principalmente na teoria neoclássica, que possui dentre seus pressupostos o equilíbrio no longo prazo.

            Smith e Ricardo eram Liberais Clássicos, Ricardo previa a estagnação no longo prazo(o Estado Estacionário). A escola austríaca(da qual Hayek faz parte, o que denota sua completa falta de conhecimento acerca das vertentes do pensamento econômico)é, como o próprio nome já diz, uma escola à parte, bastante desprestigiada no meio acadêmico, dada a incosistência de suas teorias.

            E o colega do comentário acima está certo, não se trata da usina nuclear, mas do cientista político.

        2. joselacerda

          23 de dezembro de 2013 1:33 am

          Japonês trocado

          Acho que vocês trocaram o nome do japonês. Parece que estão se referindo ao Francis Fukuyama. Fukushima é o nome da cidade em que o tsunami engoliu a usina nuclear. De qualquer modo, faz algum sentido a confusão dos nomes…

  2. DURVALDISKO

    22 de dezembro de 2013 7:04 pm

    Roberto Campos  era  um

    Roberto Campos  era  um teórico admirável,um político medíocre e um empresário  desastrado.Quebrou duas instituições finaceiras.Seu mundo onde  desfilava   sua vaidade  era o Itamarati e, ainda assim, podia  dizer-se que lembrava um  servidor do Departamento de Estado,em tudo e por tudo.

    1. Motta Araujo

      22 de dezembro de 2013 8:08 pm

      Campos nunca foi técnico em

      Campos nunca foi técnico em nada, era um pensador de economia politica, não era e nunca foi empresario, foi usado em algumas avneturas empresariais de outros e sua vaidade era nenhuma, tinha outros defeitos mas não a egolatria.

  3. Flavio Martinho

    22 de dezembro de 2013 9:19 pm

    Esses Grupo dos trinta

    Esses Grupo dos trinta esteve/está, andou/anda mal. Tem alguma coisa de errado. Melhor do que o tal Campos – indio com portugues lá pras bandas do Mato Grosso, portanto um caipirão que lapidado em seminário/internato de padre, havia outros até mesmo banqueiros como o Walter Moreira Salles. Muito mais influente e poderoso.  Só esse grupo estivesse interessado mais em informação, somente. Esse Fraga, hoje incensado… Sou muito mais o Daniel Dantas que, aos poucos, está construindo um patrimonio arretado. 

     

     

     

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