26 de outubro de 2026

Washington Post mostra acompanhamento das eleições brasileiras por Trump

Washington quer minimizar a aparência de interferência, porque uma ajuda ostensiva poderia beneficiar Lula.
Donald Trump - White House Flickr

Presidente do TSE Kássio Nunes Marques negou interferência americana direta nas eleições brasileiras.
Assessor da Casa Branca relatou estratégia de Trump para influenciar eleição indiretamente, beneficiando Flávio Bolsonaro.
Investigação mira dados usados pela Casa Branca e possível inteligência eleitoral ligada a Rockbridge e campanha de Flávio.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O cândido presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Kássio Nunes Marques, descartou qualquer interferência americana nas eleições. Esqueceu de esclarecer que não houve interferência direta, porque ainda não foi necessário. Vamos a um levantamento, produzido com auxílio de comandos para Inteligência Artificial acompanhar o tema.

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Apareceu pela primeira vez um relato atribuído a um assessor da própria Casa Branca descrevendo uma estratégia deliberada do governo Trump para influir — por não intervenção pública — na dinâmica eleitoral brasileira.

O Washington Post publicou em 5 de outubro que um assessor da Casa Branca, sob anonimato, afirmou que o silêncio de Donald Trump durante o primeiro turno foi uma decisão estratégica. Segundo ele, a orientação era essencialmente permanecer em silêncio porque um endosso americano poderia ser contraproducente para Flávio Bolsonaro. The Washington Post

O aspecto mais significativo é que o assessor diz que a Casa Branca acompanhava dados sobre a reação do eleitor brasileiro. Segundo sua versão, sempre que Lula explorava politicamente Trump e a interferência americana, a mensagem repercutia junto ao público; quando Washington recuava e deixava a campanha concentrar-se em questões domésticas, o movimento eleitoral parecia favorecer Flávio. The Washington Post

Há também uma conexão direta com Paulo Figueiredo. Ele confirmou ao Post que a intervenção americana anterior prejudicara Flávio nas pesquisas e disse sobre Trump: “Ele poderia ter ajudado, e não ajudou.” A reportagem informa ainda que, na visita de Flávio à Casa Branca em maio, sua equipe decidiu deliberadamente não pedir o endosso de Trump. Um assessor dos Bolsonaro presente no encontro confirmou essa estratégia. The Washington Post

Mais importante para o segundo turno: o assessor da Casa Branca prevê que a administração continuará evitando ações que possam interromper o impulso de Flávio. Sua justificativa é explícita: Washington quer minimizar a aparência de interferência, porque uma ajuda ostensiva poderia beneficiar Lula. The Washington Post

Não apareceu memorando, pesquisa, contrato ou base de dados mostrando quem fornecia esses dados à Casa Branca, como eram coletados ou se existia compartilhamento com a campanha de Flávio.

Esse último ponto abre uma pista especialmente importante para a investigação sobre Rockbridge e inteligência eleitoral. A pergunta agora é: que “data” o assessor da Casa Branca estava vendo? Pesquisa pública? Polling privado? Monitoramento de redes? Dados fornecidos por atores brasileiros? Ou análises produzidas por organizações conservadoras americanas?

A pergunta ganha peso porque já está documentado separadamente que Pedro Sang, ligado ao projeto Rockbridge Brazil, trabalhava em uma sala na sede da campanha de Flávio, realizava reuniões e, segundo auxiliares da campanha ouvidos pela Folha, produzia relatórios; parte dos contatos era em inglês e envolvia empresários americanos. Sang nega ter trabalhado oficialmente para a campanha. Folha de S.Paulo

Portanto, agora existem duas pontas verificáveis de uma mesma pergunta: quem produzia e circulava inteligência sobre o comportamento do eleitor brasileiro entre campanha de Flávio, atores privados americanos e governo dos EUA?

O achado do Post muda, contudo, uma distinção importante da investigação: já não se trata apenas de perguntar se Trump interveio. Passa a ser necessário investigar se a Casa Branca estava administrando deliberadamente o grau de exposição de sua influência em função de dados sobre seus efeitos no eleitorado brasileiro. Isso é uma alegação atribuída a um integrante do governo americano, não ainda um fato demonstrado documentalmente. The Washington Post

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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1 Comentário
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  1. Veritas

    6 de outubro de 2026 11:33 am

    • É preciso organizar um pool de influencers simpatizantes a Lula que publiquem diariamente vídeos sobre os feitos do governo atual e o que se pretende fazer nos próximos 4 anos. É PRECISO QUE OS AVANÇOS E OS PROJETOS FUTUROS SEJAM APRESENTADOS COMO OPORTUNIDADES NA VIDA DOS QUE SÃO VICIADOS EM REDES SOCIAIS E FICARAM EM CASA .
    • É preciso denunciar os que vendem uma gestão de terra arrasada, pois na verdade existem muitas inovações e melhorias. É preciso tirar o BODENARO E O HATER TRUMP com suas bombas e destruições da sala para vermos as realizações feitas e que serão feitas nos próximos anos. Tudo isso melhorou e melhorará a vida dos brasileiros;
    • O programa Pé-de-Meia registra queda de até 34% no abandono e na evasão escolar no ensino médio público brasileiro, alcançando o menor índice da série histórica do MEC desde 2007;
    • Defender o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais, sem diminuição de salário;
    • Reconstrução do SUS: Ampliação de equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e o fortalecimento do programa Farmácia Popular, iniciativas como o programa Agora Tem Especialistas;
    • Avanços na alfabetização na idade certa, de 36% em 2021 para 66% em 2023;
    • Avanços no PAC que já executou centenas de bilhões de reais em infraestrutura, habitação, saúde, educação e transição energética, com uma projeção de alcançar cerca de R$ 1,3 trilhão até 2026;
    • Redução nominal para 4.215 obras paradas, representando cerca de 13% do total da carteira nacional;
    • Avanços na produção de petróleo. Em agosto de 2026, a produção nacional atingiu o recorde de 4,615 milhões de barris por dia (bpd), registrando alta de 2,6% em relação a julho e um salto de 18,4% na comparação anual;
    • Avanços na produção de gás. A produção de gás natural também bateu recordes no mesmo período, alcançando 220,55 milhões de metros cúbicos por dia;
    • Avanços na produção de energia elétrica 175 GW para mais de 230 GW. Em 2024, a expansão bateu recordes históricos de crescimento (cerca de 18,7% a mais em relação ao ano anterior);
    • Desde a sua criação, o programa federal já acumula mais de 6.322 creches e pré-escolas concluídas ou em obras estruturadas em todo o país, correspondendo a mais de 70% das metas pactuadas de longo prazo;
    • Expansão da energia solar: A participação da energia solar na matriz elétrica subiu de 2,2% em 2020 para 13% em 2025, com a capacidade instalada ultrapassando a marca dos 55 GW;
    • Recorde de vendas de automóveis de 2026: Os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus somaram 509.686 unidades, o melhor setembro da história da série da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores);
    • O Brasil registrou 40.775 mortes violentas intencionais em 2025, o que representa uma redução de 8,2% em relação a 2024 e o menor número nos últimos 14 anos;
    • Expansão da energia eólica: A energia eólica cresceu de 15% para 21% da matriz no mesmo período;
    • A safra de grãos ultrapassou 345 milhões de toneladas na série histórica recente, com previsões da Conab apontando para um novo recorde de 360,8 milhões de toneladas;
    • A produção agrícola (apenas lavouras) aproximou-se da marca histórica de R$ 1 trilhão;
    • Diminuição dos desmatamentos: De acordo com os dados do INPE, os alertas de desmatamento no ciclo de agosto de 2025 a julho de 2026 caíram 36,87%, somando 2.874 km² — o menor valor da série histórica do sistema DETER desde 2015;
    • Avanços na demarcação de terras indígenas: o governo anunciou novos avanços abrangendo dezenas de territórios e quase 7 milhões de hectares.
    • Criação da Universidade em Rede do BRICS (URB);
    . A Universidade em Rede do BRICS funciona como um consórcio que interliga grandes universidades dos países do grupo.

    É preciso difundir melhor as metas para os próximos 4 anos.
    • PEC da Segurança Pública: Criação de um Ministério da Segurança Pública e proposta de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para integrar ações.
    • Investimento: Destinação de R$ 10 bilhões para estados e municípios por meio do programa Brasil Contra o Crime Organizado (Fundo Nacional de Segurança Pública / FIIS).
    Programas Sociais e Infraestrutura
    • Habitação e Renda: Ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida e manutenção do Bolsa Família.
    • Continuidade de Iniciativas: Preservação e expansão de políticas como Pé-de-Meia, Mais Médicos, Novo PAC e Nova Indústria Brasil.
    • Alimentação: Fortalecimento dos estoques reguladores de alimentos para conter a inflação de itens essenciais.
    Educação, Saúde e Tecnologia
    • Educação Básica: Meta de alcançar 80% das crianças alfabetizadas na idade certa e universalização do programa Pé-de-Meia.
    • Tecnologia: Regulação democrática das redes sociais, diretrizes para o uso de Inteligência Artificial (IA) nas escolas e fomento a data centers e IA em língua portuguesa;
    Que a Santíssima Trindade nos salve e Nossa Senhora de Guadalupe proteja os povos de todas as Américas.

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