4 de junho de 2026

Bancos históricos: Banque de L’Indochine

BANCOS HISTÓRICOS – BANQUE DE L´INDOCHINE – Banco privado fundado em 1875 para emitir moeda nas colônias asiáticas da França, teve longa trajetória de poder e riqueza,  hoje parte do Grupo Calyon Credit Agricole,  nos anos 50 e 60 financiou projetos e expansão de fábricas de empresas francesas no Brasil, um banco que se mescla com a propria História da expansão colonial francesa, atravessou a Segunda Guerra sem ser incomodado pelo Exército japonês que ocupava a Indochine, saiu da colônia após a derrota francesa em Diem Biem Phu em 1954 mas continuou a operar na França com grande liquidez e reservas como banco de investimentos, juntou-se nos anos 70 com a Compagnie de Suez para formar o Banque Indosuez, muito ativo no Brasil nos anos 80 e 90.

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O Calyon Credit Agricole é hoje o 25º banco do mundo, com ativos de US$1,2 trilhão de dólares. e tem banco comercial no Brasil.

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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11 Comentários
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  1. Durvaldisko

    15 de dezembro de 2013 4:15 pm

    “Saudade palavra triste

    “Saudade palavra triste quando se perde um grande amor….”

  2. Eden SP

    15 de dezembro de 2013 5:16 pm

    Indosuez

    Interessante analise. Para mim, a corretora Indosuez tinha origem libanesa. A proposito, pergunto: por que razao bancos fenicios nunca tiveram uma atuacao forte aqui no Brasil? Ou estou enganado?

    Abcs

    1. junior50

      15 de dezembro de 2013 9:13 pm

      Ligeiramente

        Uma das mais tradicionais familias de banqueiros “fenicios” ( sirios/libaneses), originária de Aleppo (Siria) e de Beirute (Libano) instalou-se no Brasil em 1952, na cidade de Santos (SP) criando primeiramente a Safra Importação e Comércio, origem dos Bancos: Safra ( Brasil), Trade Development Bank ( Suiça ) e Safra Republic Holding ( NY – USA).

      1. Motta Araujo

        15 de dezembro de 2013 10:28 pm

        Os Safra eram banqueiros em

        Os Safra eram banqueiros em Aleppo na Siria, assim como os Safdie mas não são de etinia sirio libanesa e sim judeus safaraditas, neste ano compraram o banco suiço A.Sarasin, com ativos superiores a US$140 bilhões.

        A expressão “fenicio” não tem mais sentido hoje, eram um povo há 5.000 anos, hoje os libaneses fazem parte do grupo

        de povos arabes.

        1. junior50

          16 de dezembro de 2013 12:56 am

          Não faça isto

            Confundir etnia com religião, é uma besteira que eu não esperaria de uma pessoa como vc., Moise, Edmond e Joseph sempre se declararam como libaneses de religião judaica, depois como brasileiros de raizes libanesas e sefaradistas, em credo e preceitos religiosos, tanto que o Moise e Edmond, fluentes em arabe e bons conhecedores das doutrinas islamicas e maronitas, sempre se referiam ao “país dos Cedros” e sua perenidade histórica, e que Beirute era o encontro dos povos do OM.

             Os Safra, os anteriores a eles, foram os fianciadores e centralizadores do cambio de moedas, autorizados pelo Sultão do Império Otomano, desde o século XV/XVI, logo após a Europa cristã e burra, deportou seus judeus, que foram se estabelecer em Istambul, Cairo, Tripoli e na Costa leste do Mediterraneo (Antioquia), em contato com os banqueiros e mercadores venezianos e genoveses, realizando o cambio e executando os contratos de comércio entre o Oriente, Asia e Europa.

              Alem do que, falar sobre etnia naquela região, é vago, todos são semitas, independente da religião, pois o termo judaico “sefaradi”, é uma colocação da 2a diaspora do seculo XV, em hebraico “sefarad” é traduzido por Espanha e por definição histórica, a Peninsula Ibérica.

          1. A.Araujo

            16 de dezembro de 2013 1:54 pm

            O Grupo Safra em nenhum lugar

            O Grupo Safra em nenhum lugar do planeta é considerado um grupo financeiro sirio libanês e sim judaico, ai a expressão tem sentido politico e não etnico ou religioso, assim como o HSBC é considerado um grupo britanico e não de Hongk Kong ou Shangai e a Bunge , uma das cinco maiores tradings de grãos do mundo, é u considerado um grupo belga e não argentino, apesar de ter tido sede na Argentina por cem anos.

  3. josé adailton

    15 de dezembro de 2013 7:57 pm

    PEQUENO GRANDE MUNDO

    Governo impõe urgência a acordo com UE

    Tratado com europeus é visto como crucial para evitar isolamento comercial do Brasil, sob ameaça de megablocos

    Parceria TransPacífico e acordo transatlântico, em negociação pelos EUA, reúnem países com 2/3 do PIB global

    PATRÍCIA CAMPOS MELLO

    FOLHA DE SÃO PAULO

    O governo brasileiro corre contra o relógio para fechar um acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/143767-governo-impoe-urgencia-a-acordo-com-ue.shtml

    …………………………………………………………………………………………………………

    SELO DE QUALIDADE

    “Nossa esperança é que, em última instância, as novas regras se tornarão um selo de qualidade no sistema multilateral de comércio e outros países serão persuadidos a adotá-las”, disse o representante de Comércio dos EUA, Mike Froman.

    “Com o TPP e o Ttip, os EUA lideram uma contraofensiva para conter e isolar rivais econômicos como Brasil, Índia e China” diz Jean-Pierre Lehmann, professor emérito do IMD na Suíça.

    Segundo Pablo Bentes, diretor de comércio internacional do escritório Steptoe & Johnson, a remoção de tarifas na área agrícola na UE e nos EUA fará com que os produtos brasileiros fiquem menos competitivos em dois de seus principais mercados.

    “A isso se soma uma possível remoção das barreiras técnicas e fitossanitárias que hoje são o principal entrave ao comércio de bens agrícolas, principalmente na UE.”

  4. junior50

    15 de dezembro de 2013 9:19 pm

    Fechou

      De acordo com o próprio Indosuez, em commercial banks history, quando da ocupação japonesa da Indochina, o banco foi fechado, vindo a reabrir suas portas somente em 1946.

    1. Motta Araujo

      15 de dezembro de 2013 10:21 pm

      http://desertwar.net/japanese

      http://desertwar.net/japanese-invasion-of-french-indochina.html

      A Ocupação japonesa da Indochina francesa se deu dentro de um quadro de colaboração entre a França de Vichy e o Imperio do Japão, acertada em um acordo assinado em 22 de setembro de 1940 na Embaixada da França em Tokyo, que previa que o Japão respeitaria a soberania francesa na Indochina, exercendo apenas uma supervisão militar limitada a 6.000 soldados. A oficialidade japonesa em Saigon em varios momentos desrespeitou esse acordo, numa atitude de insubordinação, tentando aliciar para sua causa o Imperador Bao Dai e o Principe Norodoum Shianouk.

      Essas relações tiveram altos e baixos, o presidente do Banco da Indochina, Paul Baudoin foi Ministro do Exterior e Ministro da Economia do Governo do Marechal Petain, portato figura de proa do regime.

      O Banque de LÍndochine era o banco emissor da moeda na Indochina que continuou a circular durante a ocupação japonesa,  , situação que mudou em março de 1945, quando o Japão assumiu o controle total do territorio até o fim da guerra, em setembro de 1945, nesse periodo é provavel que os japoneses ocuparam as instalções do banco.

      È importante lembrar que em março de 1945 o Governo de Vichy cessou de existir na pratica, com o Marechal Petain exilado na Alemanha, os Aliados nessa época já dominavam praticamente toda a França.

      1. junior50

        16 de dezembro de 2013 12:27 am

        a moeda circulou

         A moeda emitida pelo banco, continuou a funcionar internamente, mas as operações do banco foram fechadas, e esta moeda emitida era inferior em cotação ao iene japonês, e pela politica japonesa da Esfera de Co-prosperidade da Asia, qualquer potencia colonial ou suas empresas foram fechadas, tanto que o Império Japonês jamais admitiu em suas dependencias internas ou externas, quaisquer transações com sua moeda.

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