BANCOS HISTÓRICOS – BANQUE DE L´INDOCHINE – Banco privado fundado em 1875 para emitir moeda nas colônias asiáticas da França, teve longa trajetória de poder e riqueza, hoje parte do Grupo Calyon Credit Agricole, nos anos 50 e 60 financiou projetos e expansão de fábricas de empresas francesas no Brasil, um banco que se mescla com a propria História da expansão colonial francesa, atravessou a Segunda Guerra sem ser incomodado pelo Exército japonês que ocupava a Indochine, saiu da colônia após a derrota francesa em Diem Biem Phu em 1954 mas continuou a operar na França com grande liquidez e reservas como banco de investimentos, juntou-se nos anos 70 com a Compagnie de Suez para formar o Banque Indosuez, muito ativo no Brasil nos anos 80 e 90.
O Calyon Credit Agricole é hoje o 25º banco do mundo, com ativos de US$1,2 trilhão de dólares. e tem banco comercial no Brasil.
Durvaldisko
15 de dezembro de 2013 4:15 pm“Saudade palavra triste
“Saudade palavra triste quando se perde um grande amor….”
Eden SP
15 de dezembro de 2013 5:16 pmIndosuez
Interessante analise. Para mim, a corretora Indosuez tinha origem libanesa. A proposito, pergunto: por que razao bancos fenicios nunca tiveram uma atuacao forte aqui no Brasil? Ou estou enganado?
Abcs
junior50
15 de dezembro de 2013 9:13 pmLigeiramente
Uma das mais tradicionais familias de banqueiros “fenicios” ( sirios/libaneses), originária de Aleppo (Siria) e de Beirute (Libano) instalou-se no Brasil em 1952, na cidade de Santos (SP) criando primeiramente a Safra Importação e Comércio, origem dos Bancos: Safra ( Brasil), Trade Development Bank ( Suiça ) e Safra Republic Holding ( NY – USA).
Motta Araujo
15 de dezembro de 2013 10:28 pmOs Safra eram banqueiros em
Os Safra eram banqueiros em Aleppo na Siria, assim como os Safdie mas não são de etinia sirio libanesa e sim judeus safaraditas, neste ano compraram o banco suiço A.Sarasin, com ativos superiores a US$140 bilhões.
A expressão “fenicio” não tem mais sentido hoje, eram um povo há 5.000 anos, hoje os libaneses fazem parte do grupo
de povos arabes.
junior50
16 de dezembro de 2013 12:56 amNão faça isto
Confundir etnia com religião, é uma besteira que eu não esperaria de uma pessoa como vc., Moise, Edmond e Joseph sempre se declararam como libaneses de religião judaica, depois como brasileiros de raizes libanesas e sefaradistas, em credo e preceitos religiosos, tanto que o Moise e Edmond, fluentes em arabe e bons conhecedores das doutrinas islamicas e maronitas, sempre se referiam ao “país dos Cedros” e sua perenidade histórica, e que Beirute era o encontro dos povos do OM.
Os Safra, os anteriores a eles, foram os fianciadores e centralizadores do cambio de moedas, autorizados pelo Sultão do Império Otomano, desde o século XV/XVI, logo após a Europa cristã e burra, deportou seus judeus, que foram se estabelecer em Istambul, Cairo, Tripoli e na Costa leste do Mediterraneo (Antioquia), em contato com os banqueiros e mercadores venezianos e genoveses, realizando o cambio e executando os contratos de comércio entre o Oriente, Asia e Europa.
Alem do que, falar sobre etnia naquela região, é vago, todos são semitas, independente da religião, pois o termo judaico “sefaradi”, é uma colocação da 2a diaspora do seculo XV, em hebraico “sefarad” é traduzido por Espanha e por definição histórica, a Peninsula Ibérica.
A.Araujo
16 de dezembro de 2013 1:54 pmO Grupo Safra em nenhum lugar
O Grupo Safra em nenhum lugar do planeta é considerado um grupo financeiro sirio libanês e sim judaico, ai a expressão tem sentido politico e não etnico ou religioso, assim como o HSBC é considerado um grupo britanico e não de Hongk Kong ou Shangai e a Bunge , uma das cinco maiores tradings de grãos do mundo, é u considerado um grupo belga e não argentino, apesar de ter tido sede na Argentina por cem anos.
josé adailton
15 de dezembro de 2013 7:57 pmPEQUENO GRANDE MUNDO
Governo impõe urgência a acordo com UE
Tratado com europeus é visto como crucial para evitar isolamento comercial do Brasil, sob ameaça de megablocos
Parceria TransPacífico e acordo transatlântico, em negociação pelos EUA, reúnem países com 2/3 do PIB global
PATRÍCIA CAMPOS MELLO
FOLHA DE SÃO PAULO
O governo brasileiro corre contra o relógio para fechar um acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/143767-governo-impoe-urgencia-a-acordo-com-ue.shtml
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SELO DE QUALIDADE
“Nossa esperança é que, em última instância, as novas regras se tornarão um selo de qualidade no sistema multilateral de comércio e outros países serão persuadidos a adotá-las”, disse o representante de Comércio dos EUA, Mike Froman.
“Com o TPP e o Ttip, os EUA lideram uma contraofensiva para conter e isolar rivais econômicos como Brasil, Índia e China” diz Jean-Pierre Lehmann, professor emérito do IMD na Suíça.
Segundo Pablo Bentes, diretor de comércio internacional do escritório Steptoe & Johnson, a remoção de tarifas na área agrícola na UE e nos EUA fará com que os produtos brasileiros fiquem menos competitivos em dois de seus principais mercados.
“A isso se soma uma possível remoção das barreiras técnicas e fitossanitárias que hoje são o principal entrave ao comércio de bens agrícolas, principalmente na UE.”
junior50
15 de dezembro de 2013 9:19 pmFechou
De acordo com o próprio Indosuez, em commercial banks history, quando da ocupação japonesa da Indochina, o banco foi fechado, vindo a reabrir suas portas somente em 1946.
Motta Araujo
15 de dezembro de 2013 10:21 pmhttp://desertwar.net/japanese
http://desertwar.net/japanese-invasion-of-french-indochina.html
A Ocupação japonesa da Indochina francesa se deu dentro de um quadro de colaboração entre a França de Vichy e o Imperio do Japão, acertada em um acordo assinado em 22 de setembro de 1940 na Embaixada da França em Tokyo, que previa que o Japão respeitaria a soberania francesa na Indochina, exercendo apenas uma supervisão militar limitada a 6.000 soldados. A oficialidade japonesa em Saigon em varios momentos desrespeitou esse acordo, numa atitude de insubordinação, tentando aliciar para sua causa o Imperador Bao Dai e o Principe Norodoum Shianouk.
Essas relações tiveram altos e baixos, o presidente do Banco da Indochina, Paul Baudoin foi Ministro do Exterior e Ministro da Economia do Governo do Marechal Petain, portato figura de proa do regime.
O Banque de LÍndochine era o banco emissor da moeda na Indochina que continuou a circular durante a ocupação japonesa, , situação que mudou em março de 1945, quando o Japão assumiu o controle total do territorio até o fim da guerra, em setembro de 1945, nesse periodo é provavel que os japoneses ocuparam as instalções do banco.
È importante lembrar que em março de 1945 o Governo de Vichy cessou de existir na pratica, com o Marechal Petain exilado na Alemanha, os Aliados nessa época já dominavam praticamente toda a França.
junior50
16 de dezembro de 2013 12:27 ama moeda circulou
A moeda emitida pelo banco, continuou a funcionar internamente, mas as operações do banco foram fechadas, e esta moeda emitida era inferior em cotação ao iene japonês, e pela politica japonesa da Esfera de Co-prosperidade da Asia, qualquer potencia colonial ou suas empresas foram fechadas, tanto que o Império Japonês jamais admitiu em suas dependencias internas ou externas, quaisquer transações com sua moeda.
Motta Araujo
15 de dezembro de 2013 10:34 pmhttps://www.google.com.br/sea
https://www.google.com.br/search?q=banque+de+l%C2%B4indochine&client=firefox-a&hs=iA1&rls=org.mozilla:pt-BR:official&channel=np&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=4y2uUsKiIKLjsATHqoGICA&ved=0CEoQsAQ&biw=667&bih=386
Notas emitidas pelo Banque de l´Indochine