14 de junho de 2026

Biografia revela em detalhes o percurso sanguinário de Heinrich Himmler

Enviado por Cláudio José

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da IstoÉ

O pior homem de Hitler

Biografia revela em detalhes o percurso sanguinário de Heinrich Himmler, idealizador dos campos de concentração nazistas que eliminaram dois terços dos judeus da Europa

Ana Weiss

 

Confira o trecho de um discurso feito em 1943, na Polônia, em que Himmler fala sobre o massacre dos judeus:

 

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Adolescente mimado, baixinho e com problemas de estômago e relacionamento – que só aumentaram durante sua vida –, Heinrich Himmler sonhava empunhar uma arma no front, o que nunca aconteceu. A biografia do braço mais mortífero de Adolf Hitler, traduzida para o português, mostra que o menino de aparência doentia, o soldado frustrado, o agrônomo subalterno sem capacidade para se tornar independente dos pais foram camadas superficiais sobre o núcleo central da personalidade do organizador do genocídio nazista: o de manipulador das fraquezas humanas.

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“Heinrich Himmler – uma Biografia” (Objetiva), escrito por Peter Longerich, professor de história moderna alemã na Universidade Real de Holloway, de Londres, foi considerado pela imprensa alemã e norte-americana a melhor pesquisa sobre uma personalidade da SS, a polícia-sustentáculo do regime de Adolf Hitler. O levantamento do historiador, uma das maiores autoridades em estudos do Holocausto, chega ao País em um volume de 909 páginas, que cerca por ângulos múltiplos a história do nazista de carreira, responsável direto pelo projeto de extermínio em campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

No entreguerras, funcionário de uma fábrica de adubos nas redondezas de Munique, Himmler se filiou ao Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP), ou Partido Nazista. O “frágil e apagado” filho de um funcionário público, que era sustentado pelas marmitas enviadas pela mãe, galgou uma carreira meteórica na Schutzstaffel, a SS, segundo o autor, usando de uma técnica simpática aos olhos do Führer: agradar a superiores e aterrorizar a todos que estão embaixo.

01.jpg
CARREIRISMO
Heinrich Himmler, em 1943, dois anos antes de ser capturado (acima),
e nos anos 30, em visita a Dachau (abaixo). O modelo de prisão e
extermínio da Alemanha hitlerista lhe valeu acúmulo de cargos

chamada.jpg

Nomeado interinamente como primeiro superintendente da polícia de Munique, Himmler acelerou sua ascensão dando início às detenções em massa de civis em 1933. Foi um dos pioneiros no uso da custódia preventiva (prisão de pessoas por tempo indeterminado sem nenhum controle judicial). Subiu por isso a assessor político do Ministério do Interior, o que colocava sob a sua alçada toda a polícia política do Estado. Nesse contexto, criou, em uma antiga fábrica de pólvora na cidade de Dachau, o campo de concentração que serviu de modelo de aprisionamento, tortura, humilhação, morte e incineração dos supostos inimigos do regime hitlerista. Em menos de um mês de funcionamento, conta o livro, a palavra Dachau dispensava qualquer apresentação em território alemão.

O sucesso do empreendimento de Himmler levou à criação dos demais campos, que passaram a ocupar também outros países europeus, concentrando atividades que ajudavam-no a ter cada vez mais o Reich em suas mãos: linhas de produção de armamentos, experiências biológicas com cobaias humanas e assassinatos coletivos em câmaras de gás. Até a prerrogativa de espancar e matar prisioneiros serviu de moeda ao líder: ganhavam o direito de bater, violar e matar por decisão própria apenas os que fossem promovidos à alta patente. Subordinados só matariam com autorização superior.

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ESPECIALISTA 
O livro é a primeira tradução de Peter Longerich no Brasil

Um regulamento disciplinar penal criado por ele pregava que, nos campos, qualquer conduta que fosse interpretada como tentativa de provocação ou rebelião poderia ser punida com a morte. Foram milhões delas – a incineração de cadáveres em escala industrial nunca permitiu a contagem exata das baixas. Segundo o historiador, poucos homens fizeram tanto pela Solução Final – eufemismo hitlerista para a extinção dos judeus – como o soldado frustrado Heinrich Himmler.

Quanto mais temido, mais Himmler subia no pódio nazista. O autor mostra que na procura por assessores e funcionários privilegiava “existências fracassadas”, formando assim um séquito de funcionários gratos e endividados. Um deles foi Theodor Eicke, que o chefe da SS tirou “do ponto mais baixo da sua existência” para ocupar o disputado posto de inspetor dos campos de concentração. Funcionário de patente inferio da SS, Eicke recebeu a proposta de emprego quando cumpria prisão por construir explosivos para uso pessoal no horário de trabalho. Foi necessário um atestado médico comprovando saúde mental para libertar e contratar o novo subordinado. Quem assinou a liberação foi o médico Werner Heyde, nomeado depois chefe de laudos de descendência genética (atestados da impureza racial de judeus, ciganos, testemunhas de Jeová, homossexuais, eslavos e representantes ou simpatizantes dos partidos extintos pelo regime vigente). A promoção seguinte o levou ao posto de líder das mortes por eutanásia. Hitler chamava de eutanásia a “concessão do assassinato por misericórdia diante de doenças incuráveis”. Cabia à SS detectar e diagnosticar tais deformações que “enfraqueciam a raça humana”.

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O autor tenta se eximir de conclusões psicológicas sobre o líder. Mas fala de uma moral dupla e volta sempre às técnicas desenvolvidas para a humilhação e o terror, que muitas vezes transcendiam seu projeto profissional. Uma das conclusões de Longerich é que o extermínio nazista era apenas o primeiro passo de Himmler rumo a um derramamento de sangue maior. O projeto foi interrompido em 1945. Capturado pelos aliados com seus assessores, ordenou que todos permanecessem vivos (as altas patentes viviam munidas de cápsulas de cianureto para o suicídio em caso de captura). Apresentou-se ao inimigo como líder, comeu um lanche e então se envenenou, abandonando seus subordinados. 

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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46 Comentários
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  1. IV AVATAR

    17 de novembro de 2013 2:36 pm

    Eternamente infelizes

    como o soldado frustrado Heinrich Himmler.

    Quais deles não eram frustados? Goebbels andava mancando por causa de um problema no pé e tinha complexos por causa disso, só arrumou namorada quando no poder, Goering era dependende heroína, o próprio Hitler padecia de sérios problemas gastro-intestinais, enfim, quais deles eram saudáveis ou não tiveram uma infância de sofrimento que nunca conseguiram superar e serem felizes, carregando isso pro resto da vida, se tornando assim em pessoas carregadas de ressentimentos, não é mesmo Joaquim Barbosa.

     

    1. morallis

      17 de novembro de 2013 4:21 pm

      Que maldade?!
      Muitas pessoas

      Que maldade?!

      Muitas pessoas com os mesmos problemas ou piores apesar dos pesares não se transformam

      em monstros assassinos ou despostas , não há como prever.Aliás os mesmos  “nazi sonhavam

      com a eugenia dentro dos conformes do que  era uma “boa civilização para eles, certamente muitos

      dos sanguinários  , Nazi ( ou qualquer monstro de qualquer etnía..do planeta)..eram.. digamos perfeitos (?)..

      perfeitos..perfeitos..perfeitos..prá que?

      1. IV AVATAR

        18 de novembro de 2013 12:23 am

        Nem todos, claro

        Muitas pessoas com os mesmos problemas ou piores apesar dos pesares não se transformam

         RESILÊNCIA, SUPERAÇÂO..- Eu não disse que todas as pessoas que passam por uma história de sofrimento na infância são infelizes pro resto da vida mas algumas sim. Algumas pessoas tem neste tipo de complexo suas futuras iras quando no exercício do poder.

    2. snoopy

      18 de novembro de 2013 9:12 pm

      o que tem o joaquim barbosa?

      o que tem o joaquim barbosa? sim, ele errou no mentirão… mas juizes erram… ele poderia lhe mover uma ação criminal…. que baixaria insinuar que ele tenha problemas como os outros citados…

  2. Paulo Henrique Tavares

    17 de novembro de 2013 3:03 pm

    Parem de jogar a capivara nas

    Parem de jogar a capivara nas costas de alguns, por favor.o crime que os “nazistas” cometeram, foi perder a guerra, só isso

    Em 1939, metade da população de Berlin saiu às ruas pedindo a guerra, seria como apenas na cidade de SP, 6 milhões saíssem às ruas pedindo guerra.

    Nós, seres humanos, se bem trabalhados (dependendo do contexto político/econômico) exporemos o que há de pior na gente. Foi o que aconteceu na Alemanha, do pós primeira guerra: inflação galopante, ameaça comunista de todos os lados, aumento da miséria, pagamentos de guerra à França e Inglaterra, etc. Este caldo não poderia dar em outra coisa que não a própria elite econômica (que não é qualquer uma) jogar suas fichas no nazismo.

    Aí a casa cai (perdem a guerra de maneira humilhante) a ponto dos soviéticos arvorarem a bandeira em pleno Congresso alemão (Reichtag), o país ser inicialmente dividido em quatro, 2 milhões de soldados mortos, 1 milhão preso, etc, etc, etc.

    De quem é a culpa? dos mortos, presos, derrotados. Porém as grandes multinacionais alemãs, continuaram expandindo, continuaram acumulando, os cientistas “nazistas” foram todos levados ou para Rússia ou para os EUA, fazerem a mesma coisa que faziam na Alemanha “nazista”, etc, etc,

    1. Paulo Henrique Tavares

      17 de novembro de 2013 3:14 pm

      Claro que o obejtivo deste

      Claro que o obejtivo deste post, novamente, é passar a imagem dos judeus coitadinhos e nazistas mauzinhos, basta ver que a primeira foto lá em cima são dois judeus de costas.

      Não cola, é bom lembrar, que apesar de toda retórica supostamente antissemita do nazismo, muitos judeus bancaram o nazismo com idéias e dinheiro.

      Mas algumas verdades machucam tanto, que foi necessário criminalizá-la.

      Daqui a pouco vão estar me chamando de defensor do nazismo, de antissemita, etc

      1. Mauricio Salles

        17 de novembro de 2013 3:26 pm

        Pensando bem…

        Pensando bem, esta sua opinião só seria realmente proveitosa se vc a estivesse manifestando de dentro de um Campo de Concentração, vendo mulheres sendo estrupadas e crianças jogadas em valas. Mas, felizmente, só opinião aquii é realmente civilizadíssima e digna de todo o respeito. Parabéns.

        1. Paulo Henrique Tavares

          17 de novembro de 2013 10:32 pm

          Ridículo, vim falar de campos

          Ridículo, vim falar de campos de concentração.

          O que fizeram no Carandiru.

          Os 50.000 brasileiros que morrem por ano, vítimas da violência, quase sempre pobres, pretos e nordestinos.

          As condiçoes do sistema prisional brasileiro, que é um escândalo. Além de todas aberrações, que a classe média branca bate palmas. Lembro que quando estava o ensino médio, um professor fascista, que era inclusive policial disse: cadeia não é colônia de férias. Claro, os ricos não vão para a cadeia, aí é fácil exigir inclusive redução da maioridade penal.

          Eu que vim do andar de baixo, mas hoje sou de classe média alta, conheço muito bem o que acontece nas periferias dos grandes centros urbanos , não me venham com lágrimas de crocodilos.

      2. edson x

        17 de novembro de 2013 3:53 pm

        Concordo com você: o nazismo

        Concordo com você: o nazismo foi um produto da sociedade alemã, que conforme você nomeou, havia varios problemas e tanto a elite, o poder econômico a imprensa e os oportunistas de plantão semearam a semente do mal. No Brasil, o Joaquim Barbosa, que não é nenhum nazista, mas é autoritário, contra as garantias individuais, vive de beneces dos grupos midiáticos, da elite e poder econômicos. Não existe nenhuma santidade, pois a necessidade de desmistificação seja de produzir historia.

      3. Jorge Nogueira Rebolla

        17 de novembro de 2013 4:27 pm

        Não…

        … você apenas é nojento e asqueroso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        1. Walter o primeiro

          17 de novembro de 2013 4:41 pm

          Creio que há um exageiro de

          Creio que há um exageiro de sua parte.  Crimes não devem ser defendidos . Os Aliados cometeram genocidios sim, mas os nazistas pior fizeram principalmete defendendo supremacias raciais ( coisa que nazista e sionista se aproxima) e com a perda do controlo nos ultinos anos da guerra.

          Agora, que é dificil acreditar, que todo alemão no poder, na epoca, era um cara mediocre, introvertido, odiado na infancia, espancado pelo pai…………….. è sempre o mesmo perfil. Só tiraram o homossexual oculto que sempre era citado, pois poderia causar empatia nos dias de hoje.  E só para não deixar duvida, este ai de cima era um verme sim senhor

          1. Jorge Nogueira Rebolla

            17 de novembro de 2013 5:25 pm

            A noite dos longos punhais…

            … excluiu os gays importantes do nazismo. Tanto é que SA pode ser traduzida como Somos Alegres… será que o Röhm estava com o cuecão de couro?

          2. Walter o primeiro

            17 de novembro de 2013 5:36 pm

            Acho que o senhor não

            Acho que o senhor não compreendeu meu comentario

        2. Paulo Henrique Tavares

          17 de novembro de 2013 4:49 pm

          Eu sou tudo isso mesmo.
          Mas o

          Eu sou tudo isso mesmo.

          Mas o que os teus “parças” judeus fazem com os palestinos não se chama nazismo. Nazismo é somente aqueles malvados nazistas que morreram há mais 80 anos atrás.

          O que teus parças estadunidenses fazem com os iraquianos, afegãos e sírios não é nazismo.

          O que teus parças banqueiros fazem lavando dinheiro da corrupção, do narcotráfico e prostituição não é nazismo.

          O que teus parças do psdb/pig/judiciário fazem aqui no Brasil não é nazismo.

          1. Jorge Nogueira Rebolla

            17 de novembro de 2013 5:19 pm

            É mesmo?

            Você é tão estúpido que apenas consegue raciocinar de modo binário. Quando a máscara cai apela para os chavões previamente formatados.

            O que judeus e americanos fazem está muito distante do nazismo. Neste grupo poderíamos incluir a URSS no Afeganistão, a Rússia na Chechênia e os sérvios nos balcãs. É a violência estúpida da guerra, como o Brasil contra o Paraguai… o nazismo foi diferente. Foi o primeiro regime moderno baseado em falsas premissas científicas e filósóficas sobre a superioridade de um grupo humano. Totalmente desprovido de limites morais. Sequer precisavam da criação das desculpas políticas.

            Por pior que o stalinismo tenha sido as vítimas foram devido ao que fizeram ou supostamente tenham feito. Ao contrário do nazismo, onde o inimigo a ser exterminado não precisava ser acusado de nada. Bastava a origem. Judeus e ciganos eram os alvos preferenciais. Você diz que fala russo, quê tal assistir documentários sobre a segunda guerra neste idioma?

            O  nazismo foi a materialização do mal absoluto. Deploro os bombardeios americanos contra os civis, como o de Dresden (verdadeiro massacre gratuito), também não concordo com os estupros em massa cometidos pelos soldados do Exército Vermelho quando invadiram os territórios habitados pelos “arianos”. Porém, por piores que tenham sido ainda ficam muito distante do que os asseclas de hitler fizeram. Os soldados aliados agiram com a bestialidade comum à humanidade, os nazistas foram além. Em pleno século XX os alemães reproduziram com maior intensidade os resultados das invasões do passado.

            Você é capaz de me atribuir uma posição política que não tenho, mas devidamente inserida no argumento ad hominem dos que não possuem condições para discutir com base em fatos.

            As minhas opiniões sobre vários assuntos digo publicamente. Por quê não as procura?

            Como você entede russo…[video:http://www.youtube.com/watch?v=sailmeWkm_A%5D

             

             

             

          2. ArthurTaguti

            17 de novembro de 2013 6:05 pm

            “Foi o primeiro regime

            “Foi o primeiro regime moderno baseado em falsas premissas científicas e filósóficas sobre a superioridade de um grupo humano.”

            Ora, por favor. No começo do século XX era amplamente difundida a ideia de que a raça branca era superior a outras, tudo baseado em “estudos” científicos e etcétera.

            O que o nazismo fez foi radicalizar estes conceitos de Eugenia e promover o genocídio em massa. Mas a ideia central (superioridade da raça ariana) já era adotada pelos mocinhos estadunidenses, que até décadas depois do fim da Segunda Guerra ainda segregavam brancos e negros em espaços públicos.

          3. Paulo Henrique Tavares

            17 de novembro de 2013 10:11 pm

            Para debater contigo, o

            Para debater contigo, o raciocínio binário é mais que suficiente.

            De fato, não sou tão articulado, não tenho tantas referências, não tenho tanto acúmulo intelectual, mas também não sou burro. A estorinha é sempre a mesma: os nazistas eram um monte de idiotas, recalcados, ressentidos, mal-amados, e outras baboseiras. O nazismo foi apenas uma das opção “na mesa” que a elite alemã lançou mão.

            Não me venham com esse papo de que um grupo de “recalcados” tomaram o poder de “assalto” e impuseram o nazismo goela abaixo, inclusive da elite e de um povo tão “ingênuo” 

            Na verdade, esta estorinha existe exatamente para as elites continuarem fazendo a mesma coisa, apenas com outros nomes. 

      4. carlos_ribeiro

        17 de novembro de 2013 8:36 pm

        Um pouco de referências do q

        Um pouco de referências do q vc disse seria legal. Mas não vale link de site nazista ou anti-semita. 

        Seriedade por favor

        Senão vou ter q concordar com rebollinha.

        1. Paulo Henrique Tavares

          17 de novembro de 2013 10:22 pm

          Primeiro, não me incomoda nem

          Primeiro, não me incomoda nem um pouquinho você concordar ou não com o “Rebollinha”, sinta-se a vontade.

          Depois, aqui todo mundo fala e raramente cita, por quê eu tenho que citar? tudo bem! O livro Olga de F. Morais, fala por exemplo, que os pais da Olga, apesar de judeus, eram apoiadores do nazismo.

          Além de você “exigir” o que não se exige de ninguém, não é qualquer citação, precisa ser não nazista e não antissemita?

          Para os judeus, qualquer um que não concorde com as mentiras deles é necessariamente nazista/antissemita. O que sobra? Globo/Reuters/Veja/FSP/Haaretz/Fox/Hollywood.

          Só para se ter idéia, se você colocar qualquer palavra chave no google com relação às mentiras contada pelos judeus, é censurada

          1. Geraldo Galvão Filho

            18 de novembro de 2013 2:07 am

            Morro de medo do Mossad…

            Mas a desgraça dos não judeus, foram eles terem financiado a Guerra de independência das “Treze Colônias”, contra a Inglaterra. Estamos pagando até hoje com juros e correção monetária. E em dólar!

          2. Almeida

            18 de novembro de 2013 4:52 am

            Uma ofensa geral aos judeus.

            “Para os judeus, qualquer um que não concorde com as mentiras deles é necessariamente nazista/antissemita”.

            Vale isso agora no blog, é? Ou é só para os judeus? A frase associa judeus a mentiras, não é uma associação de determinados indivíduos, grupos políticos ou ideológicos específicos dos judeus, dos quais se possa discordar, mas é uma associação generalizada a todo agrupamento étnico, basta ser judeu para estar associado às mentiras.

            Não bastasse isto, o conjunto da “obra” desse verme, já bastante demonstrada aqui neste blog, espalha a catinga fétida de Auschwitz, sempre que surge assunto relacionado aos judeus. Providências sanitárias, por favor.

          3. Almeida

            18 de novembro de 2013 6:58 pm

            Providências do administrador

            Estou aguardando providências ou uma mínima satisfação, da parte dos administradores, afinal, o botão denunciar está disponível pra quê? Enquanto isto, peço “licença poética”, para usar a frase construída pelo verme antissemita, para que o administrador reflita e verifique se nela há ou não intolerância racista:

            Para os “turcos”, qualquer um que não concorde com as mentiras deles é necessariamente um criador de casos inconveniente.

            Peço antecipadas desculpas, se o proprietário do blog se sentir ofendido, mas as vezes é preciso apelar, para que certas coisas sejam colocadas no lugar; no mais, reafirmo votos de estima e admiração.

  3. Fabio (o outro)

    17 de novembro de 2013 3:11 pm

    É curioso notar como o poder

    É curioso notar como o poder político atrai um círculo de seres rastejantes ávidos para lhe servir a qualquer custo , e em contrapartida desfrutarem de um certo status que não conseguiriam pelas vias normais da disputa de talento da vida ordinária dos demais seres humanos.

    Tive um tio que ficou doente quando foi preterido na reparticão pública em que servia ; após bajular seu superior até não poder mais ,  não foi escolhido para o cargo que tanto queria . Sua mesquinhez sempre foi notória e comentada a boca pequena  na família . 

    Provavelmente Delúbio Soares viu seu ego ir à estratosfera ao passar de professor da rede pública de ensino a coordenador na distribuicão  de  cargos do governo petista . Devia se achar o rei da cocada pela bajulacão que recebia. 

    Henry Kissinger disse que o poder é afrodisiáco . A maioria nunca vai saber. Mas que é deformador , sem sombra de dúvida .

    1. -Charlie-

      17 de novembro de 2013 6:52 pm

      Já te dei 5 estrelas pra

      Já te dei 5 estrelas pra compensar as negativações que a militância vai te dar por ter falado mal do companheiro Delúbio.

      Não que isso seja importante, na verdade. 

  4. Luiz Antonio Antunes Machado

    17 de novembro de 2013 4:01 pm

    Nazismo e Fascismo

    Creio que das figuras tristes e lamentáveis acima, uma grande parte da mídia cartelizada brasileira admira e copia: Goebbels. O mote infame de que “uma mentira repetida muitas vezes é absorvida como verdade” parece caber exatamente na forma de agir de muitos que conhecemos aqui no Brasil.

    É sempre uma contribuição o estudo desta época catastrófica da história. Além do preconceito e brutalidade, o antissemitismo nazista foi também puoquíssimo inteligente, para não dizer, estúpido e suicida: Muitos judeus alemães eram extremamente patriotas, sendo do conhecimento hoje que até a rendição em oito de maio de 1945, existiam elementos de origem judaica nas forças armadas alemães. Desprezaram, por pura discriminação importantes aliados.

    Nossa sociedade, infelizmente, até hoje cultiva alguns dos valores daquela gente desequilibrada, escuto e leio frases cotidianamente que podriam ter saído da boca de Hitler, Goebbels, Himmler, Mussolini, Franco, Heydrich et caterva. Há um caminho longo ainda a ser seguido em busca da racionalidade e do equilíbrio.

    1. Jorge Nogueira Rebolla

      17 de novembro de 2013 5:35 pm

      A “superioridade” emburrece…

      … quando a operação barbarossa foi deflagrada muitos habitantes não russos da regiões soviéticas invadidas pelos nazistas viam o exército alemão como libertador… como foram tratados como sub-humanos o apoio que os boches teriam nas regiões conquistadas foi perdido. Graças a Deus!

      1. messier rambouz

        17 de novembro de 2013 7:25 pm

        Eu nao entendi direito ou

        Eu nao entendi direito ou esse comentário e uma propaganda nazista subliminar, já que o comentarista coloca os nazistas com libertadores. Acho Goebbels ia adorar mesmo a Internet, a maior maquina de propaganda e recrutamento do nazismo, Brasil incluído.

        1. Jorge Nogueira Rebolla

          17 de novembro de 2013 9:14 pm

          Você não entendeu…

          … leia com calma e atenção.

        2. Alessandre de Argolo

          17 de novembro de 2013 11:25 pm

          Ele disse que as populações

          Ele disse que as populações sob domínio soviético viam os nazistas como libertadores. Mas que ainda bem que o racismo nazista os ajudou a perder a guerra contra os soviéticos, que foi a luta mais acirrada na II Guerra Mundial (os nazistas deixaram de contar com o apoio dessas populações porque os nazistas consideravam-nas sub-raças).

        3. Paulo Henrique Tavares

          18 de novembro de 2013 12:18 pm

          O  Alessandro está

          O  Alessandro está parcialmente certo neste caso.

          Esta leitura do “nazismo” como a “pior coisa do mundo”, por incrível que pareça, é uma visão recente.

          Muitos países  tinham ótimas relações econômicas e políticas com os alemães (na época não os chamavam de nazistas, apenas alemães). Inclusive na América do Sul em um país que falava português.

          Claro, com o desenrolar da guerra, a Alemanha perdendo batalha por batalha, a entrada dos EUA e União Soviética no canteiro de guerra, a geopolítica também muda.

          Agora, é como afirmo e sou incompreendido: o nazismo existia antes dos alemães, existiu com os alemães e continua existindo com ou sem os alemães. Era natural que populações/poder econômico opostas ao governo de plantão, vissem na invasão nazista, uma oportunidade de voltarem ao poder. Logo, não necessariamente os viam como “libertadores”

    2. iron

      17 de novembro de 2013 5:38 pm

      Que tal esta : O mensalao

      Que tal esta : O mensalao nunca existiu.

      Se preferir outra : O julgamento foi politco.

      Nao se convenceu ainda . Entao veja soh esta : Foi uma conspiracao da elite atraves do pig.

      Goebels seria com todaa certeza um militante petista.

      1. morallis

        18 de novembro de 2013 12:23 am

        Não daria certo porque do

        Não daria certo porque do outro lado tem a  “Globoels..e seus fanaticos comedores de coxinha, e de

        galinhas com pureza genética garantida.

    3. NRA Borges

      18 de novembro de 2013 1:15 am

      Nazismo e fascismo

      Será mesmo que nossa sociedade ainda hoje conserva valores do nazismo? Pode até ser. Importante lembrar que no último censo cerca de 50% dos recenseados se declararam pardos ou negros. Um bom sinal de lucidez e reconhecimento de nossas origens. Quem assim se declara não pode ter valores do nazismo. Os 50% moreno-resistentes restantes? Não posso saber ao certo mas, acreditando no bom senso, acho que sendo muito muito pessimista pelo menos uns 20% dessa metade está fora desse time – quer dizer que uns 60% da população brasileira está fora dessa fria, estimo.

  5. Joaquim Aragão

    17 de novembro de 2013 8:50 pm

    O Doberman de Himmler

    Não pode ser esquecido o “Doberman” de Himmler, que era Reinhard Heydrich, o grande organizador da Noite de Cristal e do Holocausto. A obra-prima de planejamento perverso foi a Conferência de Wannsee em 1942, onde a operação de exterminio foi planejada nos mínimos detalhes. Mas o castigo veio a galope: nomeado para ser o Protetor Geral da Boêmia, ele foi assassinado em Praga nesse mesmo ano. Se tivesse sobrevivido à derrocada da Alemanha, era um candidato certo para a forca.

    1. Alessandre de Argolo

      17 de novembro de 2013 11:20 pm

      É verdade.
      O padrão nazista

      É verdade.

      O padrão nazista ideal, em termos raciais, era o de Reinhard Heydrich, indicado por Hitler para comandar a Tchecoslováquia. Foi morto numa emboscada, quando tchecos, treinados na Inglaterra, detonaram uma granada em seu carro.

      A raiva da alta cúpula nazista foi tão grande que a cidade de Lídice foi totalmente dizimada em represália.

      1. Joaquim Aragão

        18 de novembro de 2013 10:38 am

        Cupula nazista: a guerra de vaidades que levou à derrocada…

        Embora que desse a impressão de uma máquina de guerra extramente potente e organizada, o Estado nazista tinha uma cupula totalmente dividida, cada figuraço desses (Göring, Goebbels, Himmler, Speer) competindo com o outro e sabotando o esforço de guerra.

        Isso foi o próprio Speer que escreveu, aquele que, embora não pertencente ao grupo originário do Partido, ganhou como ninguém outro a confiança e até a amizade (se isso fosse possível…) de Hitler e recebeu desse, depois de tanta confusão e das primeiras derrotas, a missão de organizar a industria de armamento.

        Foi Speer que organizou a “Guerra Total”, no sentido de colocar toda a economia alemã ao serviço do esforço de guerra. Entretanto foi sabotado por todos os outros, que começaram usurpar as competências desse “peixe fora d´água”. . E a “Guerra Total” passou a ser mais um slogan mediático do Goebbels do que a excução da estratégia competentemente planejada por Speer.

        No fundo, o próprio Hitler incentivava, com seus convites seletivos à sua mansão na Baviera (o famoso “Ninho da Águia” em Berchtensgaden), a divisão e a sizânia entre seus suseranos, para que nenhum deles viesse a derrubá-lo. Entretanto, no final da guerra, todos eles, um a um, com a exceção de Goebbels, traiu o Führer.

        E o próprio Führer traiu o povo alemão, ordenando a destruição de tudo que sobrasse de infra-estrutura, indústria e cidades, para puní-lo por não ter conseguido realizar os seus sonhos loucos de poder mundial, à imagem do Ditador chapliniano.

        Mas, novamente, o mais queridinho deles, Albert Speer, sabotou esse derradeiro desejo…

         

      2. Paulo Henrique Tavares

        18 de novembro de 2013 11:43 am

        Uma evidência que o ódio

        Uma evidência que o ódio nazista era preferencialmente apontado para os comunistas, eslavos e à resistência.

        Aí vem a “história” oficial afirmar que apenas os judeus foram vítimas do ódio nazista.

        Mas de qualquer maneira você insiste na tese de que os nazistas eram pessoas “desequilibradas” emocionalmente, pare com essa conversa. Primeiro que isso é subjetivo. Segundo, afirmo: o nazismo foi apenas uma opção que a elite alemã lançou mão e deu errado.

        Aí vir e culpar apenas os “desequilibrados” é muito mais cômodo do que concluir que o nazismo não acabou e está bem ativo, apenas com outros nomes. Inclusive o que os judeus fazem com os palestinos na Palestina, para mim, se chama nazismo.

  6. tales-cunha

    17 de novembro de 2013 9:05 pm

    O Pai dos Coxinhas

    Himmler é o pai dos Coxinhas…

    1. Alberto Pirro

      18 de novembro de 2013 3:14 am

      mas não foram os coxinhas que detiveram os nazistas?

      eu jurava que tinham sido os coxinhas que impediram a vitória do nazismo, e provocaram sua derrota.  pois os comunistas apoiaram as tropas nazistas nos paises que invadiram.  Até a invasão da russia, os comunistas franceses apoiavam o governo de Vichy!  tropas sovieticas invadiram a Polonia depois dos alemães e liquidaram com qualquer chance de resistencia polaca!

      os coxinhas impediram que os alemães ganhassem a guerra, quando lutaram nos ceus da inglaterra, na mesma epoca Molotov foi a Berlin oferecer aos nazistas apoio para atacar o imperio britanico!

  7. Alessandre de Argolo

    17 de novembro de 2013 11:06 pm

    Himmler era comandante

    Himmler era comandante supremo da SS e chefe da Gestapo. Era o perfil mais objetivo da cúpula nazista, formado em muito por pessoas aventureiras, irresponsáveis, com taras sexuais indizíveis, excentricidades patéticas (um certo misticismo que acometia alguns mais aloprados, por exemplo). Nestes perfis podemos enquadrar Rosenberg, Göring (que era um viciado em morfina, segundo dizem) e outros.

    Himmler entendeu o perfil do filisteísmo alemão e passou a impor a objetividade no recrutamento nazista, que em seus primórdios angariava o apoio dos desesperados niilistas dos anos 20, na época da incomparável inflação alemã, os desempregados, arroaceiros, bêbados de toda a sorte e qualidade. Esses eram os nazistas antes de Himmler assumir fria e objetivamente o comando de muitas áreas de atuação do partido nazista.

    Certa feita, o famoso historiador australiano Sir Stephen Henry Roberts esteve pessoalmente com Himmler, além de outros líderes nazistas, e saiu muito impressionado com o ar que ele apresentara, muito diferente do que se costumava imaginar em relação aos nazistas daqueles tempos.

    O Reichführer Heinrich Himmler, comandante supremo da SS e da Gestapo, adoeceu severamente de depressão e passou alguns meses isolado, depois que descobriu, por meio de uma pesquisa genealógica, que descendia de tribos magiares, ou seja, era mais um descendente das “famigeradas hordas asiáticas” (no caso, húngaros foram encontrados em sua genealogia, uma particular obsessão nazista). Desabafava sobre o assunto com o seu massagista pessoal finlandês. Himmler fazia “análise” em sessões de massagens hehe.

    Himmler, durante muito tempo o homem mais poderoso da Alemanha, levando-se em consideração a sua posição estratégica e forma de liderança, estava longe do perfil “boêmio armado” (Heiden). A exata noção de Himmler era a que o aproximava do famoso perfil filisteu alemão. Não era boêmio como Goebbels, não tinha o histórico de crimes sexuais como Streicher, nem louco como Rosenberg, nem fanático como Hitler, nem aventureiro como Göring.

    Era um líder nato, conhecedor do perfil de seus futuros comandados, homens da massa com perfil pequeno burguês, e que, portanto, tratou de afastar o pressuposto de que o público a ser cativado se tratava de um grupo de boêmios, fanáticos, malucos, aventureiros, fracassados ou maníacos sexuais, analisando a verdadeira face de muitos que aderiram ao nazismo: homens normais, empregados eficazes e excelentes chefes de família.

    Uma coisa era o nazismo na gênese, no momento inicial de criação do Partido Nazista. Outra, é o perfil que se formou depois. Himmler sabia exatamente o que devia ser feito para conquistar ainda mais adeptos.

    Não tinha nada de excêntrico, nada de um porra louca, muito pelo contrário. Era uma personalidade das mais normais entre os líderes nazistas, inclusive descrita em vários depoimentos, como o do historiador e acadêmico australiano, Stephen Henry Roberts, no famoso The house Hitler built (Londres, 1939) citado por Arendt em “Origens do Totalitarismo”: “um homem de fina cortesia e ainda interessado nas coisas simples da vida. Não tem aquela pose dos nazistas que agem como se fossem semideuses. (…) Nenhum homem aparenta menos o cargo que exerce do que esse ditador da polícia alemã, e estou convencido de que ninguém que eu tenha encontrado na Alemanha é mais normal (…)”.

    1. Luiz Fernando Mendes de Santana

      21 de novembro de 2013 12:18 am

      Przado,
      Educadamente discordo

      Przado,

      Educadamente discordo seu comentário. Himmler era ligado a sociedades secretas,

      A SS era uma organização com doutrinas ocultistas

      Himmler, como vários dirigentes nazistas, foi profundamente influenciado por Helena Blavatsky.

      O arianismo é resultado das teorias desta renomada ocultista.

      Himmler era totalmente suscetível a místicos e charlatões.

      Criou um grupo especial dentro da SS denominado Ahnenerbe que tinha como objetivo investigar a descendência da raça ariana, de acordo com as idéias de Blavatky.

      Este grupo foi até o Tibet a procura das origens da raça ariana. 

      Existem vários documentários abordando o pensamento e as convicções de Himmler.

      Era excêntrico e porra louca (A SS seria a reedição  das Guardas Pretorianas). 

      Concordo com a normalidade. Ao se ver acuado mandou às favas o lema da instituição que criou.

      “Honra e Lealdade” sumiram do seu repertório.

      Dos grandes líderes nazistas (Hitler, Goebbels, Himmler, Goering) Goering foi o menos desonesto.

      Heydrich era muito mais inteligente e líder do que Himmler.

       

       

  8. morallis

    18 de novembro de 2013 12:45 am

    Quanto se fala da estupidez

    Quanto se fala da estupidez nazista penso na  atual  se é que se pode dizer  “maior estupidez “neo nazi”

     inclusive  brazuca.Presenciei algo dantesco ,por  dizer hilário no final dos anos 80. Frequentava  a galeria

    do “rock em sp, na época era um local  nada convidativo frequentado por gangs carecas do abc..e  white

    power( creio que vcs saibam a diferença) entre os white um era frequentador da mesma loja que eu  e 

    por vezes discutiamos forte, só não apanhava dele porque sou bem maior. Anos passaram o encontrei

    no parque do ibirapuera, já bem mudado e percebi que mancava. ..resumindo ele foi espancado pelos

    “seus quando descobriram que apesar de branco de olhos azuis era filho de uma familia de migrantes

    cearenses um sarará meio negro..meio indio meio holandes…bendita hora que ele deixou os cabelos

    crescerem.

    1. Paulo Henrique Tavares

      18 de novembro de 2013 11:54 am

      Acho pouco provável que isto

      Acho pouco provável que isto tenha acontecido como você descreveu.

      Na verdade, o padrão estético “ideal” ainda hoje dominante, é ser branco e de origem européia, especialmente no seio das classes médias urbanas, não sejamos hipócritas.

      Tanto é que na minha infância e adolescência, ironizávamos os nordestinos, ainda que muitos de nós fôssemos descententes de nordestinos, inclusive eu.  Pelo contrário, escondíamos a origem nordestina e amplificávamos a origem européia. Pior, isto não mudou muito.

      Vejo que pessoas que se dizem de esquerda, cometem os mesmos erros da elite, propagando clichês dos mais abobados, tudo, para tentar mostrar um mundo que só existe nas novelas da Globo.

      Vejo inclusive que muitos “esquerdistas” são viciados em tv, pior, na estética mais racista possivel, que são as novelas, os seriados americanos, programas policiais, etc, etc, etc.

    2. Paulo Henrique Tavares

      18 de novembro de 2013 12:08 pm

      O que quero dizer é: cada um

      O que quero dizer é: cada um de nós, com raras exceções, somos parte dos “White Powers”, pois ou defendemos ou não quetionamos a estética dominante. Basta ver a alta audiência das novelas/seriados que reforçam a estética preconceituosa, as revistas, as propagandas, quando escondemos nossas origens nordestinas/negras/índias e amplificamos a européia, etc, etc, etc.

      Logo, os extremos surgem, exatamente por ter no seio (maioria) da sociedade um sentimento bastante parecido.

      Isto serve também para a questão da violência. Vá numa delegacia de SP reclamar que alguém o agrediu moralmente/fisicamente para ver o que o policial vai te dizer. Ou seja, enquanto também não se reprimir/punir quem comente “pequenos desvios”, não vai adiantar apenas punir os extremos.

      Pelo menos a ciência tem provado que o caminho é esse. Porém, muitos aqui no blog acreditam em deus.

  9. iron

    18 de novembro de 2013 1:43 am

    Tem um tontao, Paulo

    Tem um tontao, Paulo Henrique, que somente posta asneiras sobre judeus. Deve ser mais um dos idiotas que leu Os Protocolos, e se acha apto e com direito de discutir historia. O cara eh muito ignorante mesmo . A ele  fica aqui a sugestao : vah estudar vagabundo.

    1. Paulo Henrique Tavares

      18 de novembro de 2013 11:35 am

      Obrigado pela dica, vou ler

      Obrigado pela dica, vou ler este “Protocolo”.

      É o contrário, desde que lia a imprensa, ou controlada pelos judeus ou simpatizante dos judeus/estadunidenses, pensava exatamente como você.

      Depois, passei a desconfiar. Aí eu passei a perguntar, ler, procurar e me senti aquele marido que descobre que a esposa o corneava até umas horas. É uma descoberta tardia (infelizmente), mas antes de tarde do que nunca (como dizia um motel na Av. Brasil).

      Você quer que eu simplesmente exponha o que há de mais covarde em mim, ou seja, fingir que está tudo bem, para não me indispor com os poderosos?

      Tanto é, que mesmo a “esquerda” para se aliar aos covardes, usa o argumento dos supostos sionistas (é o único argumento que colou/restou), porém, quando pergunto: onde estão estes supostos sionistas. Todos enrolam, pois nem eles sabem direito o que estão falando.

      É o inverso, para ter opinião formada sobre determinados assuntos, quanto menos estudar, melhor. A lógica roceira é mais que o suficiente. Como não sou nenhum cientista político e nem pretendo ser, estou muito seguro do que falo e, não querendo ser arrogante, recebo bastante aprovação da audiência, ainda que tenham uns fundamentalistas como você.

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