4 de junho de 2026

A taxa de mortalidade infantil em Cuba

Comentário do post “IBGE: mortalidade infantil cai 47% em dez anos

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A do Brasil, ainda, é mais de TRÊS VEZES maior do que a de Cuba. O melhor resultado brasileiro, neste aspecto, do Rio Grande do Sul, ainda é 2,8 vezes o índice de Cuba: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_estados_do_Brasil_por_mortalidade_infantil

Do G1

Cuba registra taxa mais baixa da história de mortalidade infantil

País fechou 2010 com taxa de 4,5 pessoas mortas a cada 1000 nascidas.
Em 2009, indicador estava em 4,8.

Da France Presse

Cuba mortalidade 1Mortalidade infantil ficou em 4,5 no ano de 2010,
menor que os 4,8 de 2009. (Foto: STR / AFP Photo)

Cuba fechou 2010 com uma taxa de mortalidade infantil de 4,5 por 1.000 nascidos vivos, a mais baixa de sua história, o que posiciona o país como melhor no lugar da América quanto a esse indicador, afirmou nesta segunda-feira (3) o jornal oficial Granma.

“A taxa alcançada em 2010 – sem precedentes em Cuba – é a confirmação de um colossal esforço de um país pobre e criminalmente bloqueado (pelo embargo dos Estados Unidos), que conseguiu reduzir a mortalidade infantil”, diz o jornal na primeira página.

A taxa de mortalidade infantil em Cuba, em 2009, registrou 4,8 por 1.000 nascidos vivos, segundo os dados oficiais. Informes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) situam Cuba com taxas de mortalidade semelhantes às do Canadá, numa situação melhor que a dos Estados Unidos.

Em 2010, foram registrados 127.710 nascimentos na Ilha – de 11,2 milhões de habitantes -, uma diminuição da natalidade de 2.326 na comparação com 2009. Cuba dedica mais de 60% de seu orçamento à educação e à saúde – que são gratuitos desde a vitória da revolução de 1959.


http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/01/cuba-registra-taxa-mais-baixa-da-historia-de-mortalidade-infantil.html

 

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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