3 de junho de 2026

Após pedido de Putin, Rússia aprova intervenção na Ucrânia

Conselho da Federação Russa autoriza intervenção militar na Ucrânia

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Da Agência Lusa 

Edição: Talita Cavalcante

 

O recurso às Forças Armadas da Rússia na Ucrânia foi aprovado hoje (1º) por unanimidade pelo Conselho da Federação em Moscou, após um pedido  apresentado pelo presidente Vladimir Putin. 

Reunido em sessão extraordinária, o Conselho da Federação (Câmara Alta do Parlamento) aprovou o pedido apresentado pouco antes pelo presidente russo para autorizar “o recurso às Forças Armadas russas no território da Ucrânia, até a normalização da situação política nesse país”. 

Putin pediu ao Conselho da Federação para autorizar o recurso devido “à situação extraordinária na Ucrânia e à ameaça que pesa sobre a vida dos cidadãos russos, dos [nossos] compatriotas, das Forças Armadas russas destacadas na Ucrânia” e “até a normalização da situação política nesse país”, segundo comunicado do serviço de imprensa do Kremlin. 

A Rússia poderá utilizar a frota do país no Mar Negro, que se encontra na Crimeia graças a acordo bilateral assinado entre Moscou e Kiev, ou enviar outras tropas que estão em território russo. 

A presidenta da Câmara Alta do Parlamento russo, Valentina Matvienko, pediu ainda à Comissão de Negócios Estrangeiros do conselho para solicitar a Putin que chame o embaixador russo nos Estados Unidos. 

O vice-presidente do Senado, Iuri Vorobiov, tinha defendido na reunião a retirada do embaixador em Washington em protesto contra as declarações do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na sexta-feira (28), de que “haverá custos para qualquer intervenção militar na Ucrânia”. 

Declarando a preocupação dos Estados Unidos “com os relatos de manobras militares efetuadas pela Federação Russa dentro da Ucrânia”, Obama reconheceu que a Rússia tem interesses e laços culturais e econômicos com o país vizinho, mas considerou que qualquer violação da soberania e integridade territorial da Ucrânia será “profundamente desestabilizadora”.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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32 Comentários
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  1. lclbotelho

    1 de março de 2014 8:05 pm

    Prezado Nassif 
    A

    Prezado Nassif 

    A administração Obama é a direta responsável por este evento com a sua retórica imbecil de tratar a Rússia como um Estado Nação república de bananas .

  2. leonidas

    1 de março de 2014 8:25 pm

    A Ucrania é assunto Russo e

    A Ucrania é assunto Russo e ponto final

    Não se pode tratar a Russia como se fosse uma Siria

    O ocidente nao tem que achar nada, pq nao acha alguma coisa da ocupaçao chinesa no Tibet?

    Agora quer colocar o nariz na região se aproveitanto da queda em termos de potencial militar russa?

    Ja fizeram isso no kosovo, um A-B-S-U-R-D-O do tamanho do Universo!

    E a Russia deixou passar devido sua condição debilitada

    Se ela nao jogar forte , alguem ira faze-lo e a Ucrania nao pode ficar em uma situaçao de anarquia como temos visto…

     

  3. lalo

    1 de março de 2014 8:37 pm

    Tal e qual fazem os Estados

    Tal e qual fazem os Estados Unidos e Cia., infelizmente; cada um cuidando do que considera seu quintal e/ou direito seu. Uns grandissímos f.d.p. é que são, isso sim. Bem faz o Brasil em continuar com sua política internacional de defesa da não-intervenção.

  4. C. Acácio

    1 de março de 2014 9:06 pm

    Obama e Putin , no fim se

    Obama e Putin , no fim se acertam e vão brincar de ver que tem o míssil maior …

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      2 de março de 2014 12:13 am

      Boato

      O boato que corre, sem comprovação ainda, é que estão colocando os silos em alerta.

  5. Marcos Antônio

    1 de março de 2014 9:07 pm

    Agora sobrou a Venezuela e

    Agora sobrou a Venezuela e iria sobrar direto no Brasil, se não fosse a trapalhada do barbosão e sua boca grande!

    A CIA vai ter que repensar o golpe…

    1. J. P. Moura

      1 de março de 2014 10:35 pm

      golpes para ocorrer precisam

      golpes para ocorrer precisam de terreno fertil!  se o governo atual deu condições para que um golpe ocorra, ainda mais com apoio popular, então esse governo deixou de representar a população, apenas minorias rancorosas!

    2. alexis

      2 de março de 2014 10:45 am

      Festa Junina

      Estavam pensando dar o golpe em Junho, mas, como foi derrubada a “quadrilha” acho que agora vão de “marchinha” (militar) mesmo!

  6. Marco St.

    1 de março de 2014 9:42 pm

    Foi só o Obama ameaçar a

    Foi só o Obama ameaçar a Russia que o Senado daquele país reagiu imediatamente….

    Certamente não há “tucanos” na Russia….

    Deixando a brincadeira de lado, não há como desvincular a Ucrânia da Russia. Mal comparando seria como EUA e México. Com o agravante de que no caso Russo metade da Ucrânia tem origem, língua e cultura russa.

    Os EUA vão ficar neste lenga-lenga diplomático juntamente com seus parceiros europeus e SÓ!

    Resta apenas torcer para que a população não pague com mais sangue por essas rebeliões midiáticas inúteis.

    Não esqueçamos da Primavera Árabe, que no Egito, culminou com a posse de um ditador militar pró-EUA.

    Ou seja, não mudou absolutamente nada. Se mudou, foi para pior. Milhares de civis mortos, torturados ou presos.

     

    1. Ivan de Union

      1 de março de 2014 10:11 pm

      “não há como desvincular a

      “não há como desvincular a Ucrânia da Russia”:

      Bom, ALGUEM colocou na cabeca deles que eles vao magicamente fazer parte da Uniao Europeia -mesmo na situacao financeira deles!

      Ooooooo  kay…

    2. Ed Döer

      1 de março de 2014 10:17 pm

      Não esqueçamos da Primavera

      Não esqueçamos da Primavera Árabe, que no Egito, culminou com a posse de um ditador militar pró-EUA.

      Mas Marco, não dá para deixar de notar no caso do Egito que o (primeiro) presidente derrubado era pró-EUA. O final foi em parte, um “contra-golpe”.

  7. Anarquista Lúcida

    1 de março de 2014 9:45 pm

    Quando o mar briga com o penhasco quem sofre é o marisco…

  8. Rodolfo Machado

    1 de março de 2014 10:21 pm

    Obama piorou muito a situação na Ucrânia

    Do Pravda.ru

    Este artigo sobre a reação russa a situação na Ucrânia, é uma tradução de um artigo de um blog chamado “The Saker” ou “The Vineyard of the Saker“, seu artigos são sempre traduzidos pelo pessoal da “Vila Vuda” e postados no “Redecastorphoto”.
    O Redecastorphoto publicou um post explicando o que é, ou quem é o The Saker:

    …Passamos adiante, aqui, uma mensagem publicada hoje por “The Saker”, do blog The Vineyard of the Saker, que não se sabe quem é, e cujo trabalho na rede foi divulgado por Pepe Escobar, pelo Facebook, onde o descobrimos…

    http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2013/11/editorial-da-vila-vuduredecastorphoto.html

    Neste artigo traduzido pelo Pravda esta explicitada a fúria dos russos com a atual situação na Ucrânia, pelo tom de indignação e fúria dos deputados e senadores russos, fica evidente com a Rússia e mal entendida e compreendida no ocidente, como Obama esta brincando com fogo.

    Obama piorou muito a situação na Ucrânia

    http://port.pravda.ru/russa/02-03-2014/36334-situacao_ucrania-0/

    Aconteceu algo absolutamente importante, imenso, há poucos minutos, na Rússia: O Conselho Russa da Federação – equivalente ao Senado dos EUA – acaba de aprovar POR UNANIMIDADE uma resolução que autoriza Putin a usar as forças armadas da Rússia na Ucrânica, pedido que o Parlamento já havia encaminhado antes.

    Antes da votação, os senadores russos bufavam de fúria, disseram que Obama ameaçou a Rússia, insultou o povo russo e que exigiam que Putin retirasse dos EUA o embaixador russo. Nunca, em toda a minha vida, vi tamanho nível de ultraje, de indignação, até de fúria, na Rússia, como hoje.

    Esperi e rezo para que Obama e seus conselheiros parem e pensem cuidadosamente o próximo passo, porque, que ninguém se engane: a Rússia está pronta para ir à guerra.

    Mas atenção: a Resolução do Conselho da Federação não significa, repito NÃO SIGNIFICA que mais forças russas se movimentarão para a Ucrânia. Políticos chaves russos já falaram e esclareceram que tudo que aconteceu é que, agora, Putin tem plena autoridade legal para usar as forças armadas. Mas que é livre para decidir quando e onde serão necessárias, e se serão necessárias.

    OK. Mas é sinal ao qual todos devem prestar muita atenção e que é preciso analisar com máxima seriedade. Do modo como vejo as coisas, não significa apenas que a Rússia agirá para proteger a Crimeia, mas, também, que há possibilidade real de que a Rússia use suas forças armadas em outros pontos da Ucrânia. Esse, sim, é desenvolvimento muito, muito importante.

    Nesses últimos dias, tenho ouvido muitos especialistas russos, assistido a muitas entrevistas, declarações políticas, etc. e chamou-me a atenção o fato de que ninguém sequer sugeriu que a Russia deve intervir militarmente. Todos concordam que a Rússia deve apoiar os falantes de russo na Ucrânia, politicamente, financeiramente e moralmente. Mas ninguém jamais mencionou o uso da força. Assim sendo, o que terá acontecido de ontem para hoje?

    (1) Algum tipo de ataque contra a Crimeia, durante a noite;

    e

    (2) mais ameaças absolutamente imbecis, temerárias, idiotas, de Obama, contra a Rússia.

    E essa combinação disparou a correspondente reação. Agora, todos os partidos políticos (TODOS) representados no Conselho da Federação Russa e cada deputado e senador presente já votou a favor de a Rússia usar TODAS as suas forças armadas. 

    É o equivalente de o presidente dos EUA ser informado de que TODOS os deputados da Câmara e TODOS os senadores do Senado votaram a favor de ele ordenar o início de uma guerra.

    Outra coisa que preciso deixar bem clara aqui: não há ameaça capaz de deter o Kremlin agora. Ameaças, agora, só tornarão ainda mais decidida a reação popular de apoio a Putin.

    E se algum aspirante a Napoleão ou a Hitler decidir tentar usar força militar contra a Rússia, a Rússia irá a guerra – e não importa quem se oponha nem quem apareça no campo oposto.

    EUA e União Europeia têm de entender que cometeram temeridades máximas, que foram muito além do admissível, na Ucrânia:

    – mobilizaram neonazistas para derrubar governo corrupto e incompetente, sim, mas governo legítimo. E, no processo, destruíram todo o aparelho do estado ucraniano, deixando correr solta a mais ensandecida violência, e todos os slogans mais racistas, que enfureceram totalmente todo o leste e o sul da Ucrânia.

    E agora, ou atacando ou permitindo que alguém ataque a Crimeia, eles ameaçaram diretamente população russa e a Frota do Mar Negro. 

    Aí está mais um DESASTRE TOTAL, DESASTRE ABSOLUTO, do governo Obama.

    Esse homem tem de desonesto o que tem de medíocre, arrogante, temerário, irresponsável. Espero e rezo para que os comandantes do Estado-maior Conjunto dos EUA tenham com ele, o mais rapidamente possível, uma “troca franca de pontos de vista”. Num mundo ideal, o Congresso já o teria tirado da presidência por impeachment, doido, desprezível perdedor. Mas, dado que o Congresso é ainda pior que Obama, resta, como única saída, que o Comando Conjunto do Estado-maior das Forças Armadas aja.

    Os russos estão unidos, estão realmente furiosos e sabem que têm força militar suficiente para defender o próprio país e o próprio povo, imediatamente. Não recomendo que ninguém duvide da capacidade da Rússia, porque, se o país for atacado, a resposta será devastadora: pense no 8/8/2008[1], mas em vasta escala.

    Acho que um desastre pode ser e será evitado. Espero até que o exército russo não entre na Ucrânia. Mas os EUA têm de conseguir conter tanto o governo já instalado em Kiev quanto os bandos fascistas nas ruas e fazê-los ‘esfriar’. O passo necessário seguinte é conseguir que os fascistas parem de tentar tomar prédios públicos no leste e no sul da Ucrânia. Por fim, EUA e Rússia têm de conseguir montar algum acordo que permita que a Ucrânia sobreviva formalmente como estado unitário, mas a converta em confederação de-facto, com presidência apenas simbólica.

    O líderes de EUA e da União Europeia têm de entender que estão brincando com fogo e que esse não é um “problema ucraniano”: agora, estão todos sob o risco de acabar em guerra contra a Rússia – e essa guerra pode, é claro, ser nuclear. E, ainda que jamais tenham de admitir publicamente, que tenham a coragem, pelo menos, de admiti-lo para eles mesmos que criaram toda essa situação. A responsabilidade é deles, integralmente.

    [assina] The Saker

  9. Almeida

    1 de março de 2014 11:02 pm

    A intervenção já começou na prática.

    Da Voz da Rússia, por Ilia Kramnik , postado ontem, 19:04:

    Crimeia: a hora do contra-Maidan

     

     

    Foto: RIA Novosti

     

    A Crimeia está cheia de militares armados e fardados, mas sem insígnias, que durante o dia 28 de fevereiro tomaram sob seu controle os locais estratégicos mais importantes da península: o Conselho Superior, o aeroporto de Simferopol, o aeródromo de Belbek em Sevastopol e uma série de outras estruturas.

    Em todos os casos foram evitados confrontos e os visitantes armados se comportaram de forma extremamente educada.

    Além disso, eles desarmaram os militares e guardas fronteiriços ucranianos em Balaclava, tendo, após os confrontos, selado os paióis de armamentos, que colocaram sob sua guarda.

    ucr�niaFoto: RIA Novosti

    Tendo essa situação como pano de fundo, os comícios pró-russos continuam na Crimeia. Os habitantes de Simferopol, Sevastopol, Kerch e Eupatoria, ostentando bandeiras russas, tricolores nacionais e navais com a cruz de Santo André, exigem um referendo ao estatuto da península. Entretanto, o referendo, já marcado para 25 de maio (e hoje antecipado para 30 de março) sobre o alargamento da autonomia já quase não interessa a ninguém. Muitos reconhecem abertamente que gostariam de ver a Crimeia como parte da Rússia ou como um Estado independente.

    Entre a população russa da Crimeia é praticamente impossível encontrar apoiantes do Maidan ou que pelo menos defendam abertamente a sua posição. O presidente Viktor Yanukovich, derrubado pelo movimento pró-ocidental, não tem igualmente qualquer popularidade: na Crimeia ele é apelidado abertamente de traidor. O povo já apresenta novos líderes e o mais conhecido entre eles é o novo prefeito de Sevastopol, Alexei Chaly.

    Paralelamente estão sendo criadas novas estruturas de autogestão – as comunidades russas da Crimeia estão se reorganizando num período em que os líderes anteriores deixam de corresponder às necessidades. Os muitos destacamentos de autodefesa, grupos do Bloco Russo e de outras organizações participam em comícios na manutenção da ordem pública e garantem os acessos a instalações importantes, cooperando inclusivamente com os referidos homens armados.

    ucr�niaFoto: RIA Novosti

    Os destacamentos de autodefesa da Crimeia e a Berkut (polícia de intervenção) local, que não obedeceu às ordens de autodissolução recebidas do ministro da Administração Interna do “governo do Maidan” Arsen Avakov, protegem a Crimeia de uma possível intervenção de militantes do Setor de Direita e de outros radicais. Já ocorreram várias tentativas de incursão, mas todas terminaram com o recuo imediato dos “visitantes”.

    A questão principal que preocupa hoje a população é a futura posição da Rússia relativamente à Crimeia. O fantasma do “início dos anos 90” (caos após a perestroika) assusta as pessoas e, caso a Rússia não apoie os interesses dos russos da Crimeia, a região poderá ser considerada como perdida. Entretanto, as medidas de apoio ao Anti-Maidan tomadas pela Rússia, em primeiro lugar na Crimeia, parecem ser racionais e adequadas. Fica no ar a pergunta: até onde está disposta a ir a própria Crimeia, tanto a sua população, como os seus representantes?

     

    1. junior50

      2 de março de 2014 12:24 am

      810 Navy Infantry – Black Sea Fleet

       Pelas armas que portam, o da 1a foto com um AK-103 equipado com lançador de granadas, os demais com AK-104, todos com coldres para pistolas SPS/K, mascaras de gás, coletes anti-estilhaços padrõnizados, sendo que na 2a foto, um deles está com um completo de kevlar ( é o comandante do ponto de checagem – portanto desenfiado do contato), não são “milicianos”, são profissionais – pela posição das armas, pela distribuição tática protegida ( minima de 270 graus), portanto é bastante possivel serem russos.

        Quanto a não utilização de “insignias” : NÃO se utilizam identificações, quer nacionais, de unidades e principalmente de postos, quando em operação – virar alvo, para que ?

         Na Criméia – Republica Autonoma da Ucrania – existe a base da Frota Russa do mar Negro, que por força de acordo entre Russia e Ucrania, pode ficar lá estacionada até 2042, não se trata de uma força naval grande ou oceanica, mas tem um minimo de 6.000 militares em tripulações, alem do que em Sebastopol agregada a esta Frota, estão estacionados, duas unidades de fuzileiros navais russos – a principal é a 810a Brigada + 1 regimento autonomo ( somando as duas, aproximadamente 2.000 homens, profissionais e muito bem treinados e equipados) + 1 Btl. de Defesa Costeira, com misseis, fora a parte aerea da Frota ( basicamente helicopteros ).

           P.S.: os modernos fuzis da série AK, fabricados pela Izhmash ( série 100), os -103/104/105 somente foram disponibilizados para as FFAA russas, para exportação a série é classificada como AK-101, como os existentes na Venezuela, Vietnã, Uruguay, quanto aos ucranianos, eles tem disponiveis versões fabricadas localmente de fuzis AK/AKm/AKS 47/74, mas só o das tropas especiais ucranianas, possuem os trilhos de utilização multipla (picatinny) e o descanso de queixo na coronha da arma.

      1. Thiago Luiz

        2 de março de 2014 12:55 am

        Junior.

        Você acredita que a situação na Criméia possa piorar ao ponto de utilizarem armas nucleares?

        China, Irã, podem contribuir com apoio militar nessa situação?

        Porque o  serviço secreto Russo não conseguiu antecipar essas ações?

         

        1. junior50

          2 de março de 2014 7:10 pm

          Calma

            Não existe a minima possibilidade, nem mesmo uma ação convencional, quanto mais uma escalada nuclear – não existe dinheiro, quer na Europa, quer nos Estados Unidos.

             Estas tropas podem ser do FSB.

  10. Ivan de Union

    1 de março de 2014 11:53 pm

    Gente, JURO que fui pro

    Gente, JURO que fui pro google news e o que eu li perfeitamente no primeirissimo link foi alguma coisa como “Obama apela aa Uniao Europeia”.

    So que eu apertei reload e nao apareceu mais.  E o que apareceu?

    A Uniao Europeia reclamando da Russia!

    Da uma olhada no primeiro link depois do reload:

    European Leaders Lash Out at Russia Over Ukraine

     

  11. JoaoMineirim

    1 de março de 2014 11:59 pm

    Nenhum dos dois é louco de

    Nenhum dos dois é louco de começar uma ataque. A Rússia agiu mais rápido para garantir “seu território”. Os EUA não terão coragem de iniciar um confronto direto e nem   têm recursos financeiros suficientes para iniciar uma guerra deste porte. Se o fizer, perderá ainda mais posição para a China. Vai ficar só nos discursos. Ninguém vai querer arriscar o início de um confronto nuclear. Pra compensar, talvez invistam as tropas que vão retirar do Afeganistão na Venezuela. 

  12. Alexandre Weber - Santos -SP

    2 de março de 2014 12:00 am

    Norad, Defcon, III Guerra mundial

    Espalham o boato pelas redes que aumentaram o risco , o tal do Defcon, em todo caso e o Brasil não é a excessão, principalmente com o criminoso e pornográfico aumento da SELIC, pelo visto vamos para mais convulsões sociais.

    Get Ready for the Global Riots

    From South America to South Asia, a new age of unrest is in full swing as industrial civilisation transitions to post-carbon reality

    by Nafeez Ahmed / The Guardian

    A protester in Ukraine swings a metal chain during clashes - a taste of things to come? Photograph: Gleb Garanich/Reuters

    A protester in Ukraine swings a metal chain during clashes – a taste of things to come? Photograph: Gleb Garanich/Reuters

    If anyone had hoped that the Arab Spring and Occupy protests a few years back were one-off episodes that would soon give way to more stability, they have another thing coming. The hope was that ongoing economic recovery would return to pre-crash levels of growth, alleviating the grievances fueling the fires of civil unrest, stoked by years of recession.

    But this hasn’t happened. And it won’t.

    Instead the post-2008 crash era, including 2013 and early 2014, has seen a persistence and proliferation of civil unrest on a scale that has never been seen before in human history. This month alone has seen riots kick-off in VenezuelaBosnia,UkraineIceland, and Thailand.

    This is not a coincidence. The riots are of course rooted in common, regressive economic forces playing out across every continent of the planet – but those forces themselves are symptomatic of a deeper, protracted process of global system failure as we transition from the old industrial era of dirty fossil fuels, towards something else.

     

    Even before the Arab Spring erupted in Tunisia in December 2010, analysts at the New England Complex Systems Institute warned of the danger of civil unrest due to escalating food prices. If the Food & Agricultural Organisation (FAO) food price index rises above 210, they warned, it could trigger riots across large areas of the world.

    Hunger games

    The pattern is clear. Food price spikes in 2008 coincided with the eruption of social unrest in Tunisia, Egypt, Yemen, Somalia, Cameroon, Mozambique, Sudan, Haiti, and India, among others.

    In 2011, the price spikes preceded social unrest across the Middle East and North Africa – Egypt, Syria, Iraq, Oman, Saudi Arabia, Bahrain, Libya, Uganda, Mauritania, Algeria, and so on.

    Last year saw food prices reach their third highest year on record, corresponding to the latest outbreaks of street violence and protests in Argentina, Brazil, Bangladesh, China, Kyrgyzstan, Turkey and elsewhere.

    Since about a decade ago, the FAO food price index has more than doubled from 91.1 in 2000 to an average of 209.8 in 2013. As Prof Yaneer Bar-Yam, founding president of the Complex Systems Institute, told Vice magazine last week:

    “Our analysis says that 210 on the FAO index is the boiling point and we have been hovering there for the past 18 months… In some of the cases the link is more explicit, in others, given that we are at the boiling point, anything will trigger unrest.”

    But Bar-Yam’s analysis of the causes of the global food crisis don’t go deep enough – he focuses on the impact of farmland being used for biofuels, and excessive financial speculation on food commodities. But these factors barely scratch the surface.

    It’s a gas

    The recent cases illustrate not just an explicit link between civil unrest and an increasingly volatile global food system, but also the root of this problem in the increasing unsustainability of our chronic civilisational addiction to fossil fuels.

    In Ukraine, previous food price shocks have impacted negatively on the country’s grain exports, contributing to intensifying urban poverty in particular. Accelerating levels of domestic inflation are underestimated in official statistics – Ukrainians spend on average as much as 75% on household bills, andmore than half their incomes on necessities such as food and non-alcoholic drinks, and as75% on household bills. Similarly, for most of last year, Venezuela suffered from ongoing food shortages driven by policy mismanagement along with 17 year record-high inflation due mostly to rising food prices.

    While dependence on increasingly expensive food imports plays a role here, at the heart of both countries is a deepening energy crisis. Ukraine is a net energy importer, having peaked in oil and gas production way back in 1976. Despite excitement about domestic shale potential, Ukraine’s oil production has declined by over 60% over the last twenty years driven by both geological challenges and dearth of investment.

    Currently, about 80% of Ukraine’s oil, and 80% of its gas, is imported from Russia. But over half of Ukraine’s energy consumption is sustained by gas. Russian natural gas prices have nearly quadrupled since 2004. The rocketing energy prices underpin the inflation that is driving excruciating poverty rates for average Ukranians, exacerbating social, ethnic, political and class divisions.

    The Ukrainian government’s recent decision to dramatically slash Russian gas imports will likely worsen this as alternative cheaper energy sources are in short supply. Hopes that domestic energy sources might save the day are slim – apart from the fact that shale cannot solve the prospect of expensive liquid fuels, nuclear will not help either. A leaked European Bank for Reconstruction and Development (EBRD) reportreveals that proposals to loan 300 million Euros to renovate Ukraine’s ageing infrastructure of 15 state-owned nuclear reactors will gradually double already debilitating electricity prices by 2020.

    “Socialism” or Soc-oil-ism?

    In Venezuela, the story is familiar. Previously, the Oil and Gas Journal reported the country’s oil reserves were 99.4 billion barrels. As of 2011, this was revised upwards to a mammoth 211 billion barrels of proven oil reserves, and more recently by the US Geological Survey to a whopping 513 billion barrels. The massive boost came from the discovery of reserves of extra heavy oil in the Orinoco belt.

    The huge associated costs of production and refining this heavy oil compared to cheaper conventional oil, however, mean the new finds have contributed little to Venezuela’s escalating energy and economic challenges. Venezuela’s oil production peaked around 1999, and has declined by a quarter since then. Its gas production peaked around 2001, and has declined by about a third.

    Simultaneously, as domestic oil consumption has steadily increased – in fact almost doubling since 1990 – this has eaten further into declining production, resulting in net oil exports plummeting by nearly half since 1996. As oil represents 95% of export earnings and about half of budget revenues, this decline has massively reduced the scope to sustain government social programmes, including critical subsidies.

    Looming pandemic?

    These local conditions are being exacerbated by global structural realities. Record high global food prices impinge on these local conditions and push them over the edge. But the food price hikes, in turn, are symptomatic of a range of overlapping problems. Global agriculture‘s excessive dependence on fossil fuel inputs means food prices are invariably linked to oil price spikes. Naturally, biofuels and food commodity speculation pushes prices up even further – elite financiers alone benefit from this while working people from middle to lower classes bear the brunt.

    Of course, the elephant in the room is climate change. According to Japanese media, a leaked draft of the UN Intergovernmental Panel on Climate Change‘s (IPCC) second major report warned that while demand for food will rise by 14%, global crop production will drop by 2% per decade due to current levels of global warming, and wreak $1.45 trillion of economic damage by the end of the century. The scenario is based on a projected rise of 2.5 degrees Celsius.

    This is likely to be a very conservative estimate. Considering that the current trajectory of industrial agriculture is already seeing yield plateaus in major food basket regions, the interaction of environmental, energy, and economic crises suggests that business-as-usual won’t work.

    The epidemic of global riots is symptomatic of global system failure – a civilisational form that has outlasted its usefulness. We need a new paradigm.

    Unfortunately, simply taking to the streets isn’t the answer. What is needed is a meaningful vision for civilisational transition – backed up with people power and ethical consistence.

    It’s time that governments, corporations and the public alike woke up to the fact that we are fast entering a new post-carbon era, and that the quicker we adapt to it, the far better our chances of successfully redefining a new form of civilisation – a new form of prosperity – that is capable of living in harmony with the Earth system.

    But if we continue to make like ostriches, we’ll only have ourselves to blame when the epidemic becomes a pandemic at our doorsteps.

    Dr Nafeez Ahmed is executive director of the Institute for Policy Research & Development and author of A User’s Guide to the Crisis of Civilisation: And How to Save It among other books. Follow him on Twitter @nafeezahmed

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      2 de março de 2014 3:59 am

      http://www.theguardian.com/en

      http://www.theguardian.com/environment/earth-insight/2013/dec/19/industrial-agriculture-limits-peak-food

      Dramatic decline in industrial agriculture could herald ‘peak food’

       

      Most conventional yield projection models are oblivious to the real world say US researchers

      Prejuízos do agronegócio com a seca e as chuvas já somam R$ 10 bilhões

      Forte seca na região Centro-Sul e excesso de chuvas no Centro-Oeste afetaram agricultura, pecuária, provocam perdas e pressionam a inflação

      01 de março de 2014 | 18h 05

      A forte seca que castiga o Centro-Sul e o excesso de chuvas no Centro-Oeste do País já tiraram cerca de R$ 10 bilhões de receita do agronegócio em 2014, segundo cálculos feitos por analistas. Soja, milho, café, cana, laranja, pecuária de corte e de leite registram queda na produtividade e alta nos preços – o que pode ter impacto na inflação.

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      Hidrovia seca e transfere carga para caminhõesFalta de chuvas já afeta a produção no campo e provoca alta de preçosSeca e calor derrubam safra de soja em São PauloRelatórios de bancos indicam alto risco de racionamento de energiaSeca não impede nova safra recorde de soja

      A soja, que está em plena época de colheita, resume a grande confusão que o clima provocou no campo. No Centro-Sul, a lavoura penou com o sol escaldante, a falta de chuva e as altas temperaturas. Em Mato Grosso, o maior Estado produtor, é o excesso de chuvas que impede a colheita, afeta a qualidade do grão e agrava os problemas logísticos. O preço da soja voltou no mês passado ao patamar de US$ 14 por bushel na Bolsa de Chicago, revertendo as expectativas de queda que existiam por causa da entrada da supersafra brasileira no mercado.

      No Paraná, o segundo maior produtor, já se sabe que com a seca houve queda média de 13% na produtividade. Dos 16,5 milhões de toneladas previstas, pouco mais de 2 milhões já se perderam. Pelas estimativas da Secretaria Estadual de Agricultura, haverá redução de R$ 2,2 bilhões na receita.

      “Mais do que a estiagem em si, o grande problema foi o calor que prejudicou a formação das vagens”, diz Francisco Carlos Simioni, chefe do Departamento de Economia Rural.

      Chuva. Em Mato Grosso, a soja está pronta para a colheita, mas o excesso de umidade deixa o grão encharcado e a semente apodrece no pé, diz o diretor executivo da Federação da Agricultura de Mato Grosso, Seneri Paludo. Nos últimos dez dias choveu no município de Sinop, por exemplo, 225,9 milímetros, praticamente o dobro da média histórica para o período, aponta um levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

      Para reduzir a umidade é necessário mais tempo no secador e com isso se gasta mais energia. “Tudo é custo de produção e isso impacta na remuneração do produtor”, diz Paludo. Diante desse quadro climático, ele diz que o produtor de soja de Mato Grosso não tem opção: ou perde a lavoura no campo ou tem um custo maior.

      A estimativa inicial era de que Mato Grosso iria colher neste ano 26,9 milhões de toneladas, uma safra recorde. O levantamento do Imea mostra que, até a terceira semana de fevereiro, cerca de 500 mil hectares deixaram de ser colhidos no tempo ideal, o que pode representar perda de meio milhão de toneladas na produção e prejuízos diretos de R$ 400 milhões. “A preocupação maior é com as áreas atingidas pela seca do que pelas chuvas”, diz o secretário executivo da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), Fabio Trigueirinho.

      Dados do Boletim Oil World, publicação que é referência no setor, indicam quebra de 4,5 milhões de toneladas na safra brasileira de soja. Isso significa menos R$ 5,4 bilhões de receita.

      A dobradinha “chuva no Centro-Oeste e calor no Centro-Sul” também afeta a produção de milho. Uma parte da colheita de milho no verão foi afetada. A perda não é homogênea e varia de região para região. No Paraná, o maior produtor de milho, cerca de um terço da colheita já foi concluída e a estimativa é que as perdas não sejam expressivas. Em Minas Gerais, cerca de 21% da produção está comprometida. A consultoria Safras & Mercado estima que ao todo 12 milhões de toneladas de milho vão se perder, o que subtrairia cerca de R$ 400 milhões da receita do agronegócio.

      Mas o desarranjo climático ainda pode comprometer o plantio da chamada safrinha – safra de milho cultivada no inverno que, apesar do nome, corresponde à maior parcela do que o Brasil produz de milho anualmente – cerca de 60% do total colhido.

      No Paraná e em São Paulo, a semente encontra um solo com baixa umidade. Se não chover, a planta não vai se desenvolver adequadamente. No Centro-Oeste, o excesso de chuva, quando alguns produtores ainda colhem soja, tende a atrapalhar a entrada das máquinas para o plantio do milho. “Esta semana será decisiva para o plantio da safrinha”, diz Paulo Molinari, analista da Safras & Mercado.

       

       

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        2 de março de 2014 4:09 am

        Former BP geologist: peak oil

        Former BP geologist: peak oil is here and it will ‘break economies’

        BP

        A former BP geologist speaks out on the danger of peak oil. Photograph: Ben Stansall/AFP/Getty Images

        Nafeez Ahmed: Industry expert warns of grim future of ‘recession’ driven ‘resource wars’ at University College London lecture

         

         

         

         

         

        http://www.theguardian.com/environment/earth-insight/2013/dec/23/british-petroleum-geologist-peak-oil-break-economy-recession

        1. ELG

          2 de março de 2014 8:25 am

          Xô, urubu Alexandre!

          Tu és um profeta do caos, um irresponsável partidário do quanto pior, melhor!

          Vai procurar sua turma!

          Xô, ururbu! UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!

          1. Alexandre Weber - Santos -SP

            2 de março de 2014 1:12 pm

            Países emergentes

            Eu partidário do Caos? Urubu é você que xinga e não discute assuntos relevantes, querendo que todos continuem na ignorância do que está acontecendo.

            Você é que está no lugar errado, aqui se discute exatamente isto, o que é relevante para o Brasil.

            Se manca, inocentes úteis ou inúteis como você estão fora de moda, com a Net não existe assunto tabu.

  13. Mahabatara

    2 de março de 2014 12:04 am

    É isso que os neonazistas

    É isso que os neonazistas ucranianos conseguiram… despertar o urso russo velho de guerra.

  14. Miguel A. E. Corgosinho

    2 de março de 2014 12:06 am

    A Ucrânia e a sua reprodução histórica

    “Obama reconheceu que a Rússia tem interesses e laços culturais e econômicos com o país vizinho, mas considerou que qualquer violação da soberania e integridade territorial da Ucrânia será “profundamente desestabilizadora “

    Obama sabe que as obras de cada país precisam dos valores da sociedade para constituir-se de volta na reconversão como uma abstração própria (aplicação do comunismo da gestão da produção que se torna capital); ou então a industria tem a relação com o investimento externo, para obter-se o ser social – mesmo que seja por dívidas de titulos públicos (capitalísmo em um método de análise histórico fixo da propriedade privada, contrário ao poder do Estado).

    Portanto, a Ucrania e Crimeia segundo o que correspondiam na integridade territórial das republicas sovieticas, queria sua inversão com a Europa, que não lhes ajudaria em nada perante si próprias como forças autônomas.

    Ora, o povo da Ucrania em dificuldades financeiras, justamente por causa desse paradoxo ideológico de que não é da Russia nem da Europa, está simplesmente sem o modo de confirmação da existência individual (o valor do trabalho x produção) que não funciona no capitalismo, pois sem ter riquezas para dar aos capitalistas, como é inevitável, atravessaria melhor essa forma antagonica em companhia da Russia – Porque a Europa, que imaginam que os concederia o mundo da natureza histórica, depende das condições dos EUA, cuja virtude suprema com o capitalismo era a de ser ilimitado na massa crescente – mas a medida que essa abstração é dos bancos – custa se manter com a origem no déficit fiscal; o qual, por sua vez, também os superou nos seus limites de endividamento.

  15. jns

    2 de março de 2014 12:07 am

    Helicópteros da Rússia na Criméia

    Os vídeos foram postados no dia 28 de fevereiro de 2014.

    As aeronaves, observadas no primeiro vídeo, deslocavam-se, no momento da gravação, próximos da rodovia que faz a ligação entre Simferopol (a capital da Criméia) até a cidade de Evpatoria.

    [video:http://youtu.be/2TVyPiHVZ1A%5D

    [video:http://youtu.be/ZUthbNCA1nc%5D

    1. junior50

      2 de março de 2014 7:07 pm

      Calma

        Nada de anormal, mesmo antes da atual crise, tais voos ocorriam normalmente, pois todo o espaço aereo da Criméia, principalmente a região de Simferopol, é franqueada aos helicopteros adidos a Frota do Mar Negro, inclusive o controle de trafegoa aereo deste aeroporto é e sempre foi russo.

         A unica observação estranha no video é a altitude de voo, NOE ( nap of the earth ) tático, e a composição do esquadrão é tipicamente de assalto aereo ( 3 MI-8 + 8 MI-24 = 120 embarcados), contra posições bem defendidas ou para demonstração de força.

  16. Maria Rita

    2 de março de 2014 1:38 am

    Será que deram o Prêmio Nobel

    Será que deram o Prêmio Nobel da Paz para o Obama por causa das cotas raciais? O de Martin Luther King foi mais que merecido.O de líder sul africano Nelson  Mandela e do bispo Tutu, grandes defensores dos Direitos Humanos. Todos com histórias de vida.  Nunca entendi esse prêmio, acho que  ninguém sabe bem que mérito de Obama  poderia justificar sua vitória. Parece até um caso de um ministro indicado por Frei Beto.

  17. Jair Fonseca

    2 de março de 2014 1:54 am

    Vai dar merda, claro.

    É como se diz no popular.

    Mais um apoio desastrado do “Ocidente” (leia-se $) à desgraça de vários povos aí dessa área. Remember Líbia, Iraque, Afe ganistão etc. Nesse caso aí: cidadãos russos estão na jogada. E os EUA resolvem apoiar neonazistas da Ucrânia? Zero em geopolítica. FU DEU!

  18. gentilhomme

    2 de março de 2014 2:33 pm

    Ucrânia, UE e EUA

    Não vejo tanta trapalhada assim de Mr Obama no caso. Muito menos apoio a neonazistas. Isso é o jogo da União Européia, mas outras camadas podem revelar outros interesses em enfraquecer a Rússia por seu papel na Síria. Os EUA são sugados nessas situações porque o que remanesce da OTAN assim lhes impõe. Esse papo de não admitir não é de hoje, se não me engano na Ossétia uma retórica muito próxima foi empregada. 

  19. gentilhomme

    2 de março de 2014 2:33 pm

    Ucrânia, UE e EUA

    Não vejo tanta trapalhada assim de Mr Obama no caso. Muito menos apoio a neonazistas. Isso é o jogo da União Européia, mas outras camadas podem revelar outros interesses em enfraquecer a Rússia por seu papel na Síria. Os EUA são sugados nessas situações porque o que remanesce da OTAN assim lhes impõe. Esse papo de não admitir não é de hoje, se não me engano na Ossétia uma retórica muito próxima foi empregada. 

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