Enviado por jns
RIR É O MELHOR REMÉDIO CONTRA AS INCRÍVEIS PSAKADAS AMERICANAS

O seu nome é Jennifer Rene Psaki, a representante oficial do Departamento de Estado dos EUA que se tornou uma estrela da Internet com o seu surpreendente ‘papo cabeça’.
Após o início da escalada do conflito no sudeste da Ucrânia foi inventado na Internet, o termo “1 Psak”, oferecendo assim uma escala de classificação para a estupidez e a incompetência.
O termo é formado a partir do nome de Jen Psak, ex-adido de imprensa em duas campanhas de Barack Obama; agora a representante oficial do Departamento de Estado. De fato, a ruiva Psak tornou um nome familiar, “estrela” dos usuários nos “comentários” na Internet. No gênero conversacional nenhum ator sonha tanto com tal citação cintilando nos noticiários onde Jen Psak tem aparecido em briefings com roupas brilhantes e grandes colares de contas.
Uma história indicativa gira em torno do seu namorado e futuro marido. Ele foi mandado por Psak para o outro lado da cidade quando ligou para o serviço de imprensa do Partido Democrata para saber como chegar a um evento. Em seguida, ele confessou em uma entrevista: “Eu sou um motorista ruim, mas, de alguma forma”, ela aconselhou: “Eu acho que você deve virar à esquerda”. Como resultado, ele se perdeu ainda mais.
A famosa Vice-Secretária de Estado Victoria Nuland, que em uma conversa telefônica com o embaixador para a Ucrânia, Jeffrey Payette, para configurar as opções futura do governo ucraniano, falou obscenidades em relação à União Europeia.
Assim falou Psak:

– Você bem sabe que Victoria está, certamente, consciente de que, quando tinha 23 anos, ela viveu oito meses a bordo de um navio russo e talvez tenha aprendido algum vocabulário inadequado.
– Não acredito, disse um jornalista. – Você quer dizer que ela aprendeu a falar mal com os russos?
– Não, eu acho que ela poderia ter aprendido palavrões russos a bordo de um navio de pesca.
– Mas ela xingou em Inglês!
– Ok, eu estou brincando – cortou Psak rindo de si mesma e da sua própria piada.
* * *
Em um recente ataque aéreo por caças Su-24, ao edifício da administração da cidade de Lugansk, matando oito civis, alguns funcionários ucranianos afirmaram que a explosão do prédio foi causada por TNT, enquanto outros milicianos negligenciaram sobre os foguetes que, supostamente, foram forçados a mudar de rumo devido ao ar condicionado superaquecido.
Ao falar sobre estes cínicos ataques sobre a população pacífica é, pelo menos, compreensível toda a enrolação.
Mas quando toda a culpa pelo que está acontecendo na Ucrânia é atribuída à milícia ou a Rússia, por um representante do corpo diplomático dos EUA, surge a pergunta: o que pode, então, ser comunicado com veracidade à liderança dos EUA?
Assim falou Psak:

– Queremos que a Ucrânia tenha acesso a volumes adicionais de gás, se necessário. Como todos sabem, o gás natural é transportado por gasoduto da Europa Ocidental através da Ucrânia para a Rússia.
– HEIM? CUMA? KUMÉ QUE É?
* * *
Nos EUA, a liberdade de expressão é proclamada como um direito sagrado. Correspondentes dos meios de comunicação, não apenas americanos, mas também de outros países, capturaram aqui “um resgate em toda a América”, incluindo Valiant Departamento de Estado. Mas onde estava a mesmo Psak quando as masmorras dos serviços de inteligência em Kiev eram jornalistas “LayfNyus”? Como eles se sentaram na bancada dos “porta-vozes” do Departamento de Estado para se concentrar em não notara a verdade? Como e por que a operação punitiva no sudeste da Ucrânia começou, imediatamente, depois da visita e a blitz do chefe da CIA às instalações de dados, onde eles que fizeram a saudação aos “representantes das autoridades de Kiev”?
Assim falou Psak:

– Nas duas vezes, o governo ucraniano enviou tropas ao leste da Ucrânia, imediatamente, após a visita a Kiev de altos representantes dos Estados Unidos. A primeira vez foi John Brennan e, em seguida, o vice-presidente Joe Biden. Ele aconselhou a agir assim ou é coincidência? – foi uma pergunta da plateia.
– Acho que você está simplesmente repetindo as palavras do ministro das Relações Exteriores Lavrov.
– Mas, mas a sua resposta é o quê?
– Próxima pergunta…
Naquele instante todos os jornalistas se perguntaram de onde derivam as informações da representante do Departamento de Estado. Em seguida, descobriu-se que todos os tipos de rumores foram “criados em Kiev”.
* * *
Um exemplo disso são as fotos de um homem barbudo, vestindo camuflagem, tirada da Internet, que Washington chamou de prova definitiva da presença de tropas russas no leste da Ucrânia.
Assim falou Psak:

– Como você está confiante de que as pessoas dessas fotos provam o envolvimento da Rússia?
– As mídias do mundo ignoraram todas estas fotos. Elas estavam no “Twitter” e eles são de domínio público. Nas imagens podemos ver que essas pessoas, a julgar pelas aparências, são, claramente, relacionadas com a Rússia.
– É isso que você chama de prova?
– Sim.
– Mas você quer dizer que o governo dos EUA, com toda a sua Inteligência, depende agora de fotos que postaram na Internet?
– Estas imagens são de fontes públicas… tire suas próprias conclusões.
Depois desta resposta, da representante do Departamento de Estado dos EUA, levantou-se um riso generalizado no local.
“O que? Fala sério? É esta a sua prova: um homem gordo com uma barba?” Sim, na Europa Oriental todos são desse jeito! – pegando carona do tema que esta comédia mostra.
* * *
Psak responde às questões levantadas pelo repórter da Associated Press, Matthew Lee, que agora se tornou um hit das notícias de TV, apresentando uma história completamente diferente. Tudo começou com um comentário do bacharel em filosofia sobre os resultados do referendo nas regiões de Lugansk e Donetsk.
Assim falou Psak:

– Nós não reconhecemos os resultados do referendo, que foi realizado em Donetsk e Lugansk. Houve relatos de rotunda eletiva cédulas pré-marcadas na votação e a votação de filhos de desaparecidos …
– Desculpe a minha ignorância, mas o que é “rotunda eletiva”? – perguntou Matthew Lee.
– Devo confessar que acabei de ler este texto. Eu não sei o que é. Eu esclareci aos seus colegas, o que está em jogo.
– Você mencionou também que as crianças votaram. Eles estão fazendo isso circulando em cavalinho do carrossel? – não deixou passar batido o jornalista.
– Acho que não, Matt – disse Psak com um sorriso encantador, que invejaria qualquer loira.
* * *
Como “o desenvolvimento dos diálogos com Lee” a porta-voz do Departamento de Estado começou a fornecer mais “pérolas”, proporcionando o tema para a sátira de Mikhail Zadornov, sobre “americanos estúpidos”.
Assim falou Psak:

– Os russos dizem que querem conseguir o dinheiro para o gás, que eles já forneceram à Ucrânia. Você concorda que esta é a base normal das relações entre mercadoria e dinheiro? – Perguntou o mesmo Matthew Lee.
– Eu entendo o que eles dizem. Mas quando você considera os acordos celebrados entre os dois países no passado e o que está acontecendo agora, é óbvio que esta não é apenas uma disputa comercial.
– Mesmo assim, você concorda que os russos têm o direito de reclamar o dinheiro a ser pago pelos produtos vendidos?
– Matt, eu vou lidar com satisfação sobre esta matéria quando eu voltar para o meu escritório.
* * *
Assim são “escritas” as avaliações oficiais de Washington que são publicadas sobre os eventos na Ucrânia. As “pérolas” de Psak vão ficar na História. Só que, de alguma forma, isto não é engraçado, porque os Punishers, cujo conhecimento foi transmitido pelo Departamento de Estado, são, hoje, os quadros jovens com este tipo de formação para proteger e aprovar a continuidade da matança de civis.
* * *
A propósito
A Internet já reuniu uma série de anedotas da série “Como afirmou Psak”.

Uma delas: “No caso de um invasão de Belarus, pela Ucrânia, a 6ª Frota 6 dos EUA será imediatamente levada para as margens da Bielorrússia” – disse Psak.
Após ser confrontada pela observação de um jornalista que a Bielorrússia não tem margens marítimas, Psak teria dito: “O Departamento de Estado não se importa” – é engraçado, mas isso é uma Psak-ficção.
É evidente que o Departamento de Estado e a sua representante oficial não se incomodam como o fato da Bielorrússia não ter margens marítimas.
* * *
Jennifer Rene “Jen” Psaki nasceu em Connecticut em 1978, em uma família formada por um construtor e uma psicoterapeuta. Ela se formou na faculdade particular William and Mary, a mais velha nos Estados Unidos, fundada em 1693, depois de Harvard. Ele tornou-se Bacharel em Filosofia,tendo sido capitã da equipe de natação da sua escola. Em 2001 integrou-se ao Partido Democrata dos Estados Unidos. Durante a campanha presidencial, coordenou a assessoria de John Kerry com os meios de comunicação. Mais tarde, fez carreira na equipe de imprensa de Barack Obama e mudou-se, em fevereiro de 2013, para o Departamento de Estado. Ela é casada.
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Existem vários vídeos no YouTube mostrando as psak-mancadas do dia.
A UNIÃO EUROPEIA EXPORTA GÁS PARA A RÚSSIA
MATT LEE, “O CARA”, TOCANDO O TERROR PRÁ CIMA DE JEAN PSAK
As informações do comentário foram recolhidas na Internet
Ivan de Union
3 de agosto de 2014 3:49 pm?!?!?!?!?!
OMG!!!!!!
?!?!?!?!?!
OMG!!!!!!
jns
3 de agosto de 2014 5:59 pmomg
OS CAVALOS DA MONGÓLIA DENOTAM OUSADIA, FORÇA, CORAGEM E VIGOR FÍSICO
veras
3 de agosto de 2014 4:30 pmQue engraçado!
Como é que pode! Na maior potência mundial!
jns
3 de agosto de 2014 5:25 pmLobby e Distorção da Realidade
Os Estados Unidos dançam a melodia israelense
As razões pelas quais a realidade distorcida de Israel funciona tão bem nos EUA
A linha história e a retórica usada pela mídia mainstream americana querem fazer crer que Israel foi, mais uma vez, a vítima real na última crise de Gaza. Exagerada e, muitas vezes, publicando relatos paralelos que apontam para os “atentados” do Hamas comparados ao fim do mundo – que aconteceria em cenário desenhado para destacar e refletir a situação como sendo semelhante a de cidades dos Estados Unidos sob ataque -, artistas judeus, como Joan Rivers, compararam os foguetes disparados pelo Hamas, como Nova Jersey lançar bombas sobre New York City.
Para finalizar, podemos verificar, NYC não tinha anexado New Jersey, ocupado e desligado o fornecimento de água, construído assentamentos ilegais e implantaod um sistema de apartheid paraos seus cidadãos.
Então, por que, então, os americanos são tão alheios ao que está acontecendo em Gaza?
Por que eles fazem vista grossa para a imprensa internacional e testemunhas oculare fundamentadas que apresentam um quadro diametralmente oposto às notícias que eles se alimentam?
Aqui estão quatro razões pelas quais o viés israelense é tão forte nos EUA:
1 – A forte e eficiente gestão da grande mídia de propriedade judaica
O enredo difundido no país também é, rigidamente, controlado nas redações com um pesado viés pró-Israel.
O preconceito é evidente em todos os lugares, incluindo as redes de televisão, jornais, publicações diversas, entretenimento produzido em Hollywood, empresas de produção de cinema e até mesmo redes de mídia social.
2 – O lobby israelense do AIPAC exerce forte influência sobre o sistema político dos EUA.
A dissidência é punida e, muitas vezes, é fatal para a carreira de aspirantes e velhos políticos norte-americanos. Muitos congressistas perderam os seus assentos após falar contra Israel ou mostrar, até mesmo, a mínima simpatias pelas causas árabes.
A republicana Cynthia McKinney, que perdeu seu assento Congresso, era uma crítica ferrenha do AIPAC – Comitê de Assuntos Públicos Americano Israel. Em seu livro “Eles ousam falar”, o ex-deputado Paul Findley analisa a influência israelense em detalhes. Mais recentemente, o ex-presidente Jimmy Carter começou a questionar, , abertamente, a influência dos lobistas israelenses na política americana.
Esta influência não se limita apenas à política. Helen Thomas, um veterano jornalista da Casa Branca, perdeu prêmios meritórios e honorários vitalícios depois de criticar Israel e externar o seu apoio ao povo palestino.
Por outro lado, todas as solicitações do AIPAC são atendidas, diligentemente, por políticos norte-americanos. O lendário AIPAC revela que, tanto os antigos como os futuros presidentes americanos estão presentes nas solicitações, assim como os senadores mais proeminentes e os mais influentes congressistas responsáveis pelos comitês de política externa. O atendimento ao AIPAC tornou-se um rito de passagem, ou seja, um mecanismo de filtração para medir o sucesso dos políticos. Quanto maior for a sensação de lealdade ao AIPAC e ao Estado de Israel, mais aumentam as chances de sucesso político nos EUA.
Essa forte influência tem gerado dividendos consideráveis para Israel. Ele é o maior beneficiário da ajuda americana que é destinada para qualquer país estrangeiro. Bilhões de dólares são destinados em ajuda econômica e militar a cada ano e mais bilhões são oferecidos para o apaziguamento de Israel em questões de política externa “sensíveis”.
3 – Apontar crimes de guerra cometidos por Israel é equiparado ao antissemitismo.
Grupos de direitos civis e contra a ocupação da Palestina por Israel são postos de lado por alegações de que eles são antissemitas, embora algumas destas organizações sejam, sem rodeios, controladas por judeus. A Voz Judaica para a Paz e os outros grupos são exemplos de influência muito ousada, mas limitada.
Vozes discordantes, como a de Amy Goodman do Democracy Now e até mesmo os de Dr. Norman Finkelstein e muitos outros, são relegados para redes de mídia marginal que são, muitas vezes, mal financiadas e não repercutem entre a maioria da sociedade americana. Órgãos de comunicação social internacionais, especialmente aqueles que não seguem a linha oficial de Israel, são, muitas vezes, transformados em alvo de ataque na Palestina.
4 – Compartilhamento de Rede de Inteligência
Após o 9/11, as agências de inteligência dos Estados Unidos e de Israel passaram a trabalhar em estreita colaboração na coleta de inteligência, muitas vezes em detrimento das comunidades muçulmanas ou grupos que se opõem às políticas do apartheid de Israel.
As informações do Wikileaks, combinadas com vazamentos de Snowden sobre a NSA, revelaram o forte vínculo das agências de inteligência israelenses e norte-americanas. Empresas israelenses como Aurec / Amdocs construíram e gerenciam os sistemas de dados back-end para operadoras de telecomunicações norte-americanos e, portanto, têm acesso a um vasto acervo de registros de comunicação de cidadãos americanos.
Conforme relatos de Snowden e Glenn Greenwald, as autoridades israelenses têm acesso ilimitado às informação sobre os cidadãos dos EUA e podem coletar esta informação em seu benefício ou contra as comunidades e indivíduos que se opõem à sua linha de pensamento e interesses. A caça às bruxas contra as comunidades muçulmanas americanas de Nova York e Nova Jersey foi instrumentada contra acadêmicos pró-Palestina e ativistas de direitos humanos que são, rotineiramente, transformados em alvos e são severamente assediados. A sensação geral de Islamofobia permeia o ar e é apoiada por organizações sionistas fanáticas e políticos radicais de direita.
Nenhum outro país estrangeiro exerce tanta influência na vida quotidiana e nos bolsos dos cidadãos americanos como Israel.
Imagine o que aconteceria se os papéis fossem invertidos na conflagração atual no Oriente Médio e um país árabe bombardeasse uma pequena e esquecida população judaica para submetê-la a um apartheid, introduzindo a experiência de guetos, que lembra os dias da Alemanha nazista. Como é que a mídia e os políticos dos EUA reagiríam em tal cenário? Esta nação hipotética seria condenada ao ostracismo e ameaçada com a temível intervenção militar e o boicote econômico total, por uma coalizão de nações lideradas pelos Estados Unidos. É claro que o campo de distorção da realidade de Israel faz maravilhas nos EUA para protegê-lo de tal destino.
jns
3 de agosto de 2014 5:33 pmO Guerreiro Matthew Lee
MATT LEE
É O ‘CARA’
MATT LEE foi jornalista da AP que desafiou Marie Harf, a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, sobre a narrativa oficial em torno do acidente envolvendo a aeronave do voo MH17 da Malaysia Airlines na região oriental da Ucrânia.
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EUA admite que as ‘evidências’ sobre o voo MH17 foram baseadas em clipes do YouTube e posts de mídia social
PAUL JOSEPH WATSON
Em um diálogo travado entre o repórter Matt Lee, da AP, e a vice porta-voz Marie Harf, do Departamento de Estado dos EUA, Lee praticamente enquadrou Harf para admitir que as “evidências”, apresentadas pelos EUA para culpar os rebeldes apoiados pelos russos por abater a aeronave da Malasia Airlines nada mais são do que vídeos do YouTube e mensagens de mídia social.
Lee começa perguntando a Harf como os EUA planejam produzir “provas forenses” para provar que os rebeldes, apoiados pelos russos, estão por trás do ataque, recebendo como resposta, entre outros pontos elencados, a surpreendente afirmação: “nós sabemos, nós vimos nas mídias sociais posteriormente … que os separatistas pró-Rússia se vangloriaram de derrubar uma aeronave”.
“Como é que é exatamente que você sabe que o avião foi derrubado por separatistas?”, pergunta Lee, recebendo a resposta de Harf que as provas são baseadas em “comunicações postadas no YouTube pelo governo ucraniano.”
“Existe alguma coisa diferente… do que a mídia social?”, insiste Lee. Harf alude a uma “avaliação”, antes de voltar a desfiar outros pontos de discussão (com base em mídias sociais e vídeos do YouTube) que culpam os rebeldes separatistas.
“Tudo o que você está disposto a apresentar publicamente, para apoiar a sua versão da história, que pode muito bem ser a versão correta da história…”, afirma Lee, antes de ser interrompida por Harf que, ironicamente, retruca, “pode muito bem ser…”
“Eu não vi como a sua evidência mostra que o míssil foi lançado a partir de território rebelde”, continua Lee. “A única coisa que você está disposto a colocar em público é as postagens de mídia social”, acrescenta, antes de citar outras fontes de mídia que disputam a versão dos acontecimentos do ponto de vista do Departamento de Estado.
Harf afirma que qualquer versão dos acontecimentos, que desafia a versão do Departamento de Estado (baseado novamente em mensagens de mídia social), é “ilógica”. Lee afirma que as evidências do Departamento de Estado não iriam resistir a uma investigação internacional.
“Os russos colocaram imagens de radar que mostram este avião ucraniano nas proximidade, pelo menos … por que você não coloca a sua …”, volta a insistir Lee antes de ser, novamente, interrompido por Harf.
O crédito deve ser dado a Matt Lee, por fazer o seu trabalho e desafiar Harf, dado que qualquer questionamento do apoio à narrativa oficial por trás das evidências da queda do MH17, através mais frágil das “provas”, foi demonizado como “propaganda russa”, assim como ceticismo em relação ao ataque de armas químicas do ano passado, na Síria, que um estudo do MIT concluiu mais tarde que, provavelmente, não foi lançado por forças do governo, também foi ridicularizado como “propaganda Assad”.
Apesar da insistência do Departamento de Estado que os clipes do YouTube e as mensagens de mídia social podem ser considerados como provas, a veracidade do material atraiu intenso ceticismo.
A menção de Harf sobre as mensagens de mídia social que mostram rebeldes “se gabando” por derrubar o avião é provavelmente uma referência a um post sobre a versão russa do Facebook, logo após o avião ter sido abatido pelo comandante rebelde ucraniano Igor Strelkov. No entanto, como os documentos Max Fisher sugerem: “Existem motivos reais para duvidar que a mensagem fosse genuína.”
Primeiro de tudo é que a página de Strelkov “é um fake feito por fãs,” de acordo com os rebeldes que falaram com o Buzzfeed Max Seddon e, assim, as suas postagens não podem sequer ser atribuídas ao comandante. Além disso, o post não faz referência à queda de um avião civil, mas a um avião de transporte militar Antonov AN-26.
“Isto lança um pouco mais de dúvidas sobre a ideia de que as pessoas atiraram contra o avião e, em seguida, publicaram no VK sobre isso. Se alguém disparou no avião, provavelmente, teria notado que era um grande jato e não um pequeno avião a hélice”, escreve Fisher.
O vídeo de um lançador de mísseis Buk, aparentemente,cruzando a fronteira de volta para a Rússia depois que o avião foi abatido, que foi citada por Kiev e Washington, também foi desmascarado .O clipe foi, na verdade, tomado na cidade ucraniana de Krasnoarmeisk, que foi controlada por Kiev desde maio.
De acordo com especialistas em áudio, que realizaram uma análise forense, um vídeo do YouTube apresenta uma conversa entre um líder separatista e um comandante militar russo, que pretendia demonstra que os rebeldes aceitam a responsabilidade de derrubar o avião é de fato outra invenção.
Enquanto a Rússia apresentou as provas reais, captadas por radares e satélites, para apoiar a sua afirmação de que aviões de combate ucranianos estavam seguindo o avião condenado, pouco antes do incidente, a totalidade das provas reunidas por Kiev e Washington, que os separatistas eram os culpados pelo acidente equivalem a pouco mais do que os altamente questionáveis vídeos do YouTube e as mensagens de mídia social.
Kiev também não liberou gravações de controle de tráfego aéreo, que foram, imediatamente, apreendidas pelas forças de segurança ucranianas, que poderiam oferecer uma visão crucial para o que estava acontecendo nos céus imediatamente antes do avião ser abatido.
Embora qualquer questionamento da narrativa por trás do incidente tenha sido indeferida pelo establishment da mídia como “propaganda russa”, a Rússia é a única parte que realmente apresentou algo que pudesse ser considerado como evidência real, enquanto que Washington e Kiev ainda são dependentes do tipo de prova de que só iria satisfazer o sloppiest de teóricos da conspiração da Internet.
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[video:http://youtu.be/oQRvINebeok%5D
Publicado em: https://jornalggn.com.br/noticia/as-fragilidades-das-evidencias-do-acidente-do-voo-mp7
Motta Araujo
3 de agosto de 2014 7:28 pmO governo Obama é um desastre
O governo Obama é um desastre completo. Amadores, amalucados, aventureiros, bichos-grilos, esse governo de 5ª categoria não tem nenhuma referencia ou parametro, é um balaio de p…-loucas saidos do nada. Temo pelo fim dos EUA como pais referencial, virou uma pensão humoristica. Nada tem logica nada alem de discursos, é uma negação de governo.
Quando Lula foi eleito em 2002 havia em Washington, com o Governo Bush, uma natural preocupação com o novo Presidente do Brasil. Mobilizaram todos os recursos, mandaram o Otto Reich, Subsecretario da area geografica que inclui o Brasil, procuraram falar com o José Dirceu, quiseram conhecer o Lula, que foi a Washington ainda antes da posse, um GRANDE INTERESSE em tudo o que se referia ao Brasil.
Hoje? Ah, ah, ah, a turma od Obama nem sabe onde fica São Paulo, NADA x NADA, mão tem qualquer interesse na America Latina, menos ainda na America do Sul, NENHUM INTERESSE, a Rebecca Jacobson, Subsecretaria de area do Brasil, nem sobrevoa o Brasil, o Otto vinha para cá a cada dois meses, essa Rebecca não tem contato algum com esse pais gigante, fundamental na America do Sul, nada x nada, não estão nem ai.
Com Israel é uma piada. Israel só vai se coçar quando um ESTADISTA como Mrshall ou Eisenhower DECLARAR FORA DA LEI o lobby etnico-racial judaico conhecido como AIPAC, como é que uma democracia pode aceitar a existencia de um lobby racista desse tipo, que opera PARA UM OUTRO PAIS dentro do Congresso americano? Pode isso, faz lagum sentido, comprar congressistas para votar tudo que favorece Israel? Como um Pais pode permitir isso na cara dura?
Em tempos de Primeira e Segunda Guerra isso era chamado de ALTA TRAIÇÃO, trabalhar para outro Pais dentro do Governo era crime gravissimo, Israel não é uma ONG , é um Estado sobdrano com interesses geopoliticos especificos, que podem ser completamente antagonicos com os interesses geopoliticos dos EUA, por exemplo, hoje os EUA tem interesse eu normalizar suas relações com o Iran, há todo um clima para isso, mas Israel quer é acabar com o Iran, bombardear Tehran, na sua psicose de destruir inimigos não importa a que custo ou raciocinio,
porque os EUA devem estar a serviço deles? Alguem aqui disse que Israel é uma base dos EUA no Oriente Medio. NEGATIVO. Israel não obedece aos EUA, não está sob comando americano, não é base. Seus interesses como Estado são proprios, exclusivos dele, não são iguais aos interesses americanos e eles NÃO OBEDECEM DE MANEIRA NENHUMA AOS EUA, para nada. Na ultima visita de Kerry a Israel, NÃO O RECEBERAM DIGNAMENTE, foi recebido como um qualquer, não lhe deram a minima importancia, porque a imprensa americana NÃO DEIXOU ISSO CLARO?
A arrogancia desse pessoal vai ao infinito, o Imperador Adriano os expulsou de Roma POR CAUSA DA ARROGANCIA, eles são intrataveis e extremamente arrogantes, OBAMA não se dá ao respeito e KERRY menos ainda, são dois bonecos mediocres, não põe o pé na mesa como fez o Presidente Eisenhower em 1956, esse era Homem com H e defendia seu Pais contra essa chiusma de dinheiristas intragaveis, Eisenhower não tinha medo dels.
jns
3 de agosto de 2014 10:45 pmÉ isso!
Você fez uma análise apropriada e apaixonada sobre a geopolítica americana.
Penso que a colocação deste tipo de avaliação, com embasamento, é oportuno e serve para abrir o leque em torno do pensamento único – eu não gosto disso.
Quando detonamos os desvarios americanos, não alinhamos, automaticamente, com a Rússia ou qualquer outra potência estrangeira – não há romantismo aqui.
Visitei os EUA e adorei o país – não gostaria de viver lá, porque lá eu seria mais um e aqui, no meu amado Brasil, eu sou Rei.
Fui bem tratado, em todos os lugares onde circulei, apesar de saber que o preconceito existe e as tensões raciais aumentaram depois do 9/11.
Este momento é crucial para conhecermos, profundamente, os donos do mundo e as suas estratégias assassinas de sonhos, pessoas e países.
A Rússia é um modelo de integridade e pode ser o nosso norte?
Não!
A China vai ultrapassar a nação do norte?
Vai!
Os EUA estão se mexendo apenas para retardar a sua implosão como o dono do mundo – o justiceiro.
Em um comentário recente, encaminhei ua avaliação feita por um especialista do Congressional Research Service, cujos dados indicam que o finaciamento americano a Israel atingiu 121 bilhoes desde 1949 até 2014.
Sinta o drama projetado até 2018 – financimento americano estimado em 3,1 bilhões de dólares anuais.
O castigado planeta Terra vai reduzir a polarização, de uma forma ou de outra – mas, vai…
Não dá para nos isolarmos e cuidarmos apenas do nosso Brasilzão – estamos conectados, de forma irreversível.
As dores do dolorido parto, para criar uma nova correlação de força mundial, estão sendo sentidas e tratadas com um analgésico aplicado ali e outro aqui.
Vamos em frente, tentando evoluir mentalmente, socialmente, intelectualmente, politicamente, metafisicamente e outros entes, antes que eu adquira “mais de 20.000 artigos judaicos” que a Internet está ofertando e bombardeando na minha tela, incessantemente.
Abs!
Sta. Catarina
3 de agosto de 2014 11:23 pmÉ isso aí!
Concordo contigo Motta. É a decadência norte-america vista a olhos nús. Todos os impérios caem. Os estados unidos (escrevo em letras minúsculas pois é assim que os vejo) chegaram a um nível de arrogância tal que nem observam que os demais estão comendo pelas bordas. Taí os BRICS só para dar um exemplo. Com tal postura perdem totalmente a credibilidade, e ainda tem candidato querendo se alinhar com eles. Támezoandoé?
W K
4 de agosto de 2014 1:16 pmMaconha estragada
costuma trazer efeitos imprevisíveis nas pessoas, segundo entendidos.