Um ano de morte do terrorista
Hoje, primeiro de maio de 2012, faz um ano da morte de Bin Laden pelas forças de segurança americanas.
Era uma questão de honra. Afinal, o terrorista milionário havia confessado ser o mandante da destruição das Torres Gêmeas, em Nova Iorque.
Então, o colunista político pergunta: resolveu o problema do terror implantado contra países do mundo ocidental, praticado pela Al-Qaeda?
Não. Não resolveu nada, uma organização terrorista tem sempre um substituto. Ele está em ação agora, e não sabemos quais são seus objetivos. O fanatismo islamita, associado a questões políticas próprias do Oriente, com interesses árabes e judeus, mexe com o sangue daquela gente, não compreendida por nós, ocidentais. Onde impera a política do ódio, não pode nascer compreensão.
A Palestina é um barril de pólvora, todos sabem disto. O conflito interno foi exportado, e os sábios árabes de séculos atrás transformaram-se em perigosos terroristas que atuam no mundo inteiro, e não só nos Estados Unidos. Os israelenses e seus eternos aliados norte-americanos não colaboram com a paz na região.
Por uma questão de ótica, parece-me difícil, no momento, uma solução no local, bem como a extinção de organizações terroristas, de ambas as partes, porque Israel tem sim, sua culpa no conflito conjunto, que ninguém se engane. O Mossad, serviço de informações israelense, tem o seu departamento terrorista.
Comento o fato. Quando isto acaba, não sei. Nem eles mesmos sabem.
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