O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, informou aos Estados Unidos nesta segunda-feira (16), que o conflito com o Hamas deve se estender ao Hezbollah, uma vez que os grupos militares continuam ligados e, consequentemente, as possibilidades de negociação estão se esgotando.
A informação surgiu em um contexto em que a perspectiva era a de apaziguamento da tensão, já que, de acordo com a imprensa israelense, Amos Hochstein, enviado da presidência dos Estados Unidos para negociar com os líderes e evitar a escalada da guerra.
Apoiado pelo Irã, o Hezbollah troca tiros com forças israelenses diariamente desde 7 de outubro, quando o Hamas atacou Israel e deu início à guerra na Faixa de Gaza.
Também nesta segunda-feira, o Hezbollah disparou foguetes contra bases israelenses em Ramot Naftali e Ramim, perto do lado oriental da fronteira Líbano-Israel, em apoio aos palestinos e em resposta às bombas disparadas contra casas de civis no sul do Líbano.
Para Yaov Gallant, o secretário da Defesa dos EUA, Israel não deveria aumentar o conflito no Oriente Médio.
“O secretário Austin também reafirmou a necessidade de um cessar-fogo e de um acordo de reféns, e que Israel deveria dar tempo às negociações diplomáticas para terem sucesso, observando as consequências devastadoras que a escalada teria sobre o povo de Israel, do Líbano e de toda a região”, informou o Pentágono.
*Com informações da AFP e Al Jazeera.
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