Por Roberto São Paulo
Evitando os exageros
Creio que com a diminuição do desemprego nos EUA, haverá uma aumento dos investimentos e um aumento da demanda por crédito pelas empresas e famílias americanas com impactos significativos na demanda global.
O que o FED está fazendo, com a redução gradual das compras de títulos, é apenas evitando os exageros, principalmente na liquidez do mercado financeiro internacional, já que se mantivesse o programa de títulos públicos e privados no mesmo patamar junto com a recuperação do emprego e do crescimento do PIB nos EUA, haveria um excesso de liquidez.
Muito provavelmente não haverá contração da liquidez no Mercado financeiro internacional, já que a recuperação da economia americana, mais do que compensará a redução gradual da compra de títulos público e privado.
A recuperação econômica dos EUA certamente aumentará as exportações brasileiras direta ou indiretamente, além disso a correção da taxa de câmbio vai viabilizar a substituição de parte das importações pela produção nacional, o que além de proporcionar um aumento significativo no saldo da balança comercial, também vai atrair mais investimentos estrangeiro direto na produção.
Creio que para enfrentar estes momentos de precipitação, bem como a ação dos especuladores do mercado financeiro, o Banco Central do Brasil deve vender gradualmente parte das Reservas Cambiais no mercado à vista, algo com US$ 30 bilhões a US$ 50 bilhões, o que será mais do que suficiente para controlar a atual volatilidade.
lalo
1 de fevereiro de 2014 3:33 pmÉ, faz sentido !!!
É, faz sentido !!!
Obelix
2 de fevereiro de 2014 12:58 amPrezado Roberto,
Aqui na
Prezado Roberto,
Aqui na Gália somos otimistas, mas nem tanto.
É verdade que um aumento da demanda nos EEUU pode elevar a procura por produtos de nossa pauta de exportações. Mas o fato é que esta necessidade não apaga o fato de que nossa posição relativa frente ao mercado estadunidense não mudou neste últimos anos, e nem parece que mudará, ou seja, eles não nos permitirão suprir nada mais que comoditties, aliás, como sempre, e alguns itens que se aproveitarão da desvalorização cambial.
Mesmo assim, toda vez que alguma vantagem competitiva nos favorece, eles atacam de barreiras fiscais, sanitárias, ambientais, de direitos humanos e o escambal, sempre com auxílio dos nossos milidiotas das ongs, todos vestidos com camisetas fabricadas em Bangladesh por menos de 1 dólar o dia de trabalho.
É certo que nossa posição é bem diferente de outros anos, e há, como já li no texto do Saul Leblon, um grupo de países com reservas consideráveis, que podem enfrentar esta farra dos EEUU em se finaciarem seu déficit com a moeda que eles mesmos emitem.
Nossas reservas energéticas (pré-sal) não nos deixam tão vulneráveis a conta petróleo, já que as refinarias estão estourando por aí.
A base social do emprego e o ganho de renda, associada a estrutura de proteção social são relevantes.
Mas todos estes sinais parecem fracos perante a disposição do governo em ceder a banca, e aumentar os juros, contrariando justamente sua tendência de desvalorização do câmbio.
O ciclo de liquidez que vem por aí não é mais da máquina de emitir (o FED), mas sim dos fundos e bancos que se entupiram de dólares e agora têm que vomitar para não aniquilarem o sistema por obesidade mórbida.
Dinheiro parado é igual água, vira lama.
O que o sistema está fazendo é enxugar o dinheiro disponível por aqui, levando-o para compor taxas de acumualção em sua origem (aumento de taxas de juros nos EEUU), para depois voltar a terra arrasada (América Latina e outras periferias) e tomar conta de tudo de novo, concentrando mais e mais riqueza.
Podemos resistir?
Eu torço para que sim.
Saudações.
Roberto São Paulo-SP 2014
2 de fevereiro de 2014 6:41 amEmbraer recebe pedido da American Airlines para até 150 aviões
—-A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais até 130 assentos. Cerca de 900 aviões da família ERJ 145 de jatos regionais, de 37, 44 e 50 assentos, foram entregues a companhias aéreas desde a sua introdução no mercado, em 1996.—-
Embraer recebe pedido da American Airlines para até 150 aviões
Embraer SA.—-São José dos Campos – SP, 12 de dezembro de 2013 –
A Embraer anunciou hoje que recebeu um pedido firme da American Airlines, Inc. para 60 jatos E175. O contrato inclui opções de compra para 90 jatos E175 adicionais, tendo a encomenda um potencial total para até 150 aeronaves. Os pedidos firmes, que têm valor de USD 2,5 bilhões a preço de lista, serão incluídos na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do quarto trimestre de 2013.
“Estamos muito felizes com este pedido memorável da American Airlines, uma das companhias aéreas mais respeitadas e renomadas em todo o mundo. A American alcançou resultados impressionantes com a família de aeronaves ERJ 145 e temos certeza de que terá o mesmo sucesso com o E175, o avião de 76 lugares mais eficiente em consumo de combustível, de menor custo operacional e o mais confortável para os passageiros no mercado atualmente – o que faz com que o E175 seja a escolha certa para as companhias aéreas norte-americanas, comprovada com centenas de encomendas este ano”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “A Embraer fica honrada em fornecer à nova American o E175 e está empenhada em apoiar o desenvolvimento da nova companhia aérea, à qual desejamos grande sucesso.”
A American Airlines vai configurar os E175 com 76 lugares, incluindo 12 assentos na primeira classe e 64 na econômica, sendo 20 com espaço extra. A entrega do primeiro avião está prevista para o primeiro trimestre de 2015.
“Foi uma semana emocionante para a American Airlines”, disse disse Kenji Hashimoto, Vice-Presidente Sênior da American Airlines – Companhias Regionais. “Agora que concluímos nossa fusão com a US Airways, podemos entregar um produto regional de primeira linha que oferece uma cabine de Primeira Classe, cabine principal extra e Wi-Fi em voo – elementos importantes para oferecer uma excelente experiência de voo aos nossos clientes. Estes novos jatos regionais também são uma grande vitória para os funcionários da nossa subsidiária integral, e melhorarão a eficiência econômica de forma significativa ao reduzir os custos operacionais.”
Durante o ano de 2013, incluindo este pedido da American Airlines, a Embraer recebeu encomendas firmes e opções para mais de 700 E-Jets de companhias aéreas dos Estados Unidos, tanto para geração atual quanto para os E-Jets E2.
Como líder no segmento de jatos de 70 a 130 assentos, a Embraer continua a investir na família de E-Jets, que é utilizada por cerca de 65 companhias aéreas de 45 países. A Empresa começou a implementar uma série de melhorias para o E175, incluindo novas pontas das asas (wingtips), otimização de sistemas e refinamentos aerodinâmicos que reduzirão o consumo de combustível em até 5%. Intervalos de manutenção mais longos e melhorias de componentes vão aumentar a produtividade da aeronave com menores custos de manutenção.
Sobre a American Airlines Group
American Airlines Group (NASDAQ: AAL) é a holding da American Airlines e da US Airways. Juntas, contando com American Eagle e US Airways Express, as companhias aéreas operam uma média de quase 6.700 voos por dia para 339 destinos em 54 países a partir dos seus hubs em Charlotte, Chicago, Dallas/Fort Worth, Los Angeles, Miami, Nova York, Filadélfia, Phoenix e Washington D.C. Os programas de milhagem AAdvantage, da American, e Dividend Miles, da US Airways, permitem aos associados ganhar e resgatar milhas para viagens e compras diárias, bem como upgrades em voos, pacotes de férias, aluguel de carros, estadias em hotéis e outros produtos de varejo. A American é membro fundador da aliança oneworld®, cujos membros e afiliados servem 981 destinos com 14.244 voos diários para 151 países. Conecte-se com a American no Twitter @AmericanAir ou no Facebook.com/AmericanAirlines e siga a US Airways no Twitter @USAirways e no Facebook.com/USAirways.
Sobre a Embraer Aviação Comercial
A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais até 130 assentos. Cerca de 900 aviões da família ERJ 145 de jatos regionais, de 37, 44 e 50 assentos, foram entregues a companhias aéreas desde a sua introdução no mercado, em 1996. A família de E-Jets inclui quatro aeronaves que têm entre 70 e 130 assentos. Com engenharia avançada, alto grau de eficiência, cabines ergonômicas e espaçosas com dois assentos por fileira, e economia operacional atraente, o E170, E175, E190 e E195 estabeleceram um novo padrão em sua categoria. Desde que os E-Jets entraram em serviço, em 2004, a Embraer recebeu mais de 1.350 pedidos firmes para esta família de aeronaves. Mais de 1.000 E-Jets foram entregues e estão voando atualmente com cerca de 65 empresas aéreas de 45 países com companhias aéreas tradicionais, regionais, operadores de turismo e baixo custo.
Em 2013, a Embraer lançou os E-Jets E2, a segunda geração da família de E-Jets de aviões comerciais composta de três novos aviões – E175-E2, E190-E2, E195-E2 – no segmento de 70 a 130 passageiros. O E190-E2 deverá entrar em serviço no primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 enquanto o E175-E2 em 2020.
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URL:
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Roberto São Paulo-SP 2014
2 de fevereiro de 2014 8:01 amEXPORTAÇÃO BRASILEIRA—PRINCIPAIS PAÍSES E PRODUTOS
Balança comercial mensal—Dezembro 2013–Download completo(.zip–.doc)
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior——Comércio Exterior » Estatísticas de comércio exterior – DEAEX » Balança comercial brasileira: mensal
URL:
http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=1161