3 de junho de 2026

Túneis como motivo dos ataques são apenas uma mentira a mais, por Janio de Freitas

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Jornal GGN – Para o colunista da Folha de São Paulo Janio de Freitas, os túneis construídos por combatentes palestinos como motivo dos ataques de Israel “são apenas uma mentira a mais”. O jornalista argumenta que o pano de fundo dos bombardeios ocorridos nas últimas semanas é a posse presidencial de Reuven Rivlin, integrante do Likud, mesmo partido de Binyamin Netanyahu. Reuven Rivlin defende a multiplicação de assentamentos israelenses na Cisjordânia e combate a hipótese de um Estado Palestino.

Da Folha

 
Os túneis dos combatentes palestinos como motivo dos ataques de Israel a Gaza são apenas uma mentira a mais
 
Janio de Freitas
 
Destruir por bombardeio a única usina de energia elétrica em Gaza não é procurar e destruir túneis dos combatentes palestinos. É o modo escolhido de causar o dano mais geral à população civil e às instalações essenciais que são os hospitais e postos de socorro ao que reste de vida nas vítimas das bombas, do canhoneio naval e dos tiros de tanques. Crime de guerra, pela Convenção de Genebra, e crime contra a humanidade, pelos princípios da ONU e pelas leis internacionais.
 
Os túneis como motivo dos ataques são apenas uma mentira a mais. O sistema de informação e vigilância de Israel não seria enganado, enquanto o Hamas construiria rede subterrânea tão extensa e sofisticada quanto diz o governo israelense. Mentira como a velha alegação de que os hospitais, escolas, mesquitas e moradias destruídos serviam de depósitos de armas e munição do Hamas. Se fossem, o ataque a tanto material explosivo teria levado toda Gaza pelos ares há muito tempo. Em vez disso, ruínas e crateras documentadas são compatíveis com o efeito normal dos bombardeios, sem a expansão de paióis explodidos.
 
O objetivo não são os túneis. Nem o foram os lançadores de foguetes do Hamas, como alegado ao início do atual ataque. O objetivo que pode explicar tamanho massacre é outro. Tem nome, já foi assunto de interesse da imprensa na Europa há uns 30 anos, mas veio a ficar cercado por um silêncio raras vezes transposto. O mesmo silêncio útil, e em grande parte pelas mesmas razões, adotado no último dia 24, quinta-feira.
 
Uma posse presidencial não é fato que passe sem se fazer notar. Tanto mais se quem deixa o posto é o último estadista de Israel, que se despede da vida pública aos 90 anos, e Nobel da Paz há exatos 20 anos. Foi diante de poucos convidados, no entanto, que Shimon Peres entregou a Presidência a Reuven Rivlin, que fez carreira como advogado de árabes moradores no território israelense. Sem que a atividade profissional tenha qualquer significado político.
 
O novo presidente de Israel não é apenas de ultradireita, integrante do mesmo Likud do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. Ex-oficial de informação do Exército, Reuven Rivlin defende e incentiva a multiplicação de bairros (“assentamentos”) israelenses em terras da Cisjordânia. Combate a hipótese do Estado Palestino previsto no ato de criação de Israel pela ONU. Em último caso, diz, seria admissível conceder aos árabes da Cisjordânia a cidadania de israelenses.
 
Reuven Rivlin é entusiasta e propagador do plano Grande Israel, hoje raramente citado, ao menos de público. Projeto que se origina (ou termina) em ideia semelhante à do “espaço vital” que figurou nas causas da Segunda Guerra Mundial. Nele se vê a explicação para os continuados “assentamentos”, apesar da condenação da ONU e do poder conflituoso que têm, além de serem obstáculo central nos arremedos de diálogo de paz entre Israel e Cisjordânia.
 
Com o cadastro de Reuven Rivlin, o realce à sua posse tenderia a agravar a imagem de Israel propagada por sua ferocidade bélica. Mas a importância da ligação ostensiva do novo presidente com o plano Grande Israel não é só um prenúncio de sua ação futura. É componente lógico de um plano de ação que está muito acima dos túneis. E é levado pelas bombas à terra necessária à grandeza sonhada.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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25 Comentários
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  1. Assis Ribeiro

    31 de julho de 2014 3:35 pm

    O mundo, a ONU, as populações

    O mundo, a ONU, as populações contra os ataques de Israel não foram suficientes para acabar a carnificina.

    A mídia até que tentou no início jogar a culpa aos palestinos mas viram que estariam defendendo um absurdo e recuaram.

    Israel dá uma banana para o mundo e ainda pede mais armas aos EUA.

    A reação virá e talvez seja isso que o o Atlântico Norte espera para deflagar mais guerras com as mesmas justificativas que se apossaram do Afeganistão, do Iraque…

    Por muito menos a Rússia e Cuba sofrem embargos.

    Os EUA, mais uma vez, plantaram um monstro.

  2. Mauricio Salles

    31 de julho de 2014 3:44 pm

    O ódio será a herança

    Para mim isso é genocídio. Algo que se abateu sobre indígenas, armênios, judeus e agora palestinos. Tudo debaixo dos narizes “civilizados”, “humanitários” e “democráticos” das nações do mundo, incluindo-se o espectro todo, das ocidentais às médio-orientais e orientais. Não há razões que justifiquem o que Israel está fazendo com apoio irrestrito dos maiores hipócritas de todos os EUA e a Europa (a civilizadissima e culta Europa). Infelzimente creio que no fim disso tudo estará aquilo que ninguém imaginava que iria acontecer: o ressurgimento desse câncer chamado antissemismo judaico. Ter seu povo (grande povo que tanto contribuiu positivamente para a humanidade) ser odiado planetariamente parece ser o terrível objetivo da direita isralelita. Paz não consta do vocabulário de assassinos de crianças.

    1. Zélia

      31 de julho de 2014 5:04 pm

      N pode curtir??

      N pode curtir??

  3. Luciano Prado

    31 de julho de 2014 3:53 pm

    Os hipócritas e genocidas dos EUA

    Alta comissária da ONU denuncia EUA por armar Israel

    DA EFE

     

    31/07/2014  12p9

     

    A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, denunciou nesta quinta-feira (31) os Estados Unidos por proporcionar armamento ao Exército israelense e não fazer o suficiente para deter a ofensiva contra a faixa de Gaza.

    “Os Estados Unidos têm influência sobre Israel e deveriam fazer mais para parar as mortes, para que as partes em conflito dialoguem”, disse Pillay em entrevista coletiva, na qual falou da ajuda financeira e a entrega de armas dos EUA a Israel.

    O porta-voz do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, confirmou na quarta-feira (30) as informações sobre o envio a Israel de mais material de guerra dos EUA a pedido do Exército israelense.

    Entre esse material há partes necessárias para lança-granadas e peças de morteiro de 120 milímetros, como o que provocou a morte de refugiados em uma escola das Nações Unidas em Gaza nesta quarta.

    Pillay informou sobre esta entrega de munição e sobre a ajuda que os EUA prestam a Israel para manter em funcionamento o sistema antifoguetes israelense “Cúpula de Ferro”, que protege o território israelense dos foguetes lançados a partir da faixa de Gaza.

    “Os Estados Unidos não só fornecem a Israel artilharia pesada usada em Gaza, mas gastou quase US$ 1 bilhão para proteger o país contra os foguetes palestinos. Uma proteção que os civis de Gaza não têm”, denunciou Pillay.

    PAZ

    A alta comissária insistiu no fato de que os EUA não só ajudem incondicionalmente Israel em tempos de guerra, mas também o faça em tempos de paz, nos quais no entanto Tel Aviv continua violando a lei internacional expandindo seus assentamentos e mantendo um bloqueio à faixa de Gaza.

    “Os Estados Unidos também deveriam fazer mais para acabar com o bloqueio aos territórios ocupados. Deveria fazer mais para acabar com os assentamentos. Lembremos que os Estados Unidos votam contra, tanto no Conselho de Direitos Humanos como no Conselho de Segurança, todas as resoluções que condenam o bloqueio e os assentamentos”.

    Pillay se referiu às dezenas de resoluções, relatórios de relatores especiais e conclusões de comissões de investigação internacional nas quais são identificadas flagrantes violações dos direitos humanos e da lei internacional por parte de Israel.

    “Parece que há um desafio deliberado de Israel a não cumprir com suas obrigações internacionais. Não deveríamos permitir este tipo de impunidade. Não deveríamos permitir que não se averiguem nem se persigam flagrantes violações”, opinou Pillay.

    1. Marcelo F. Campos

      31 de julho de 2014 4:49 pm

      Num texto enorme de

      Num texto enorme de aciusações contra Israel e EUA, a matéria da agencia EFE dedica menos de duas linhas ao real problema:

      “Pilay também acusou Hamas de cometer crimes de guerra ao colocar e disparar foguetes de dentro de uma área altamente povoada.”

      http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2014/07/31/alta-comissaria-da-onu-denuncia-eua-por-armar-israel.htm

      Como é que pode tanta gente morrendo e o HAMAS insiste em utilizar areas cheias de pessoas para fazer sua guerra? O HAMAS se preocupa com as vítimas? A hipocrisia da esquerda é tão grande a ponto de nao fazer essas perguntas?

  4. leonidas

    31 de julho de 2014 3:56 pm

    Palavras de um especialista

    Palavras de um especialista direto da ” redaçao ” da Folha de S Paulo

    Que por acaso agora é uma fonte de midia digna de nota e consideraçao…rs

    1. Roberto Monteiro

      31 de julho de 2014 5:03 pm

      Entre estes especialistas:

      Jânio de Freitas e Leônidas, prefiro o primeiro.

    2. André LB

      31 de julho de 2014 5:20 pm

        Quanto temos algo contra os

        Quanto temos algo contra os “especialistas” da mídia, dizemos O QUE e o PORQUÊ.

        E você, além desse seu comentário raso como um pires, tem algo a argumentar?

      1. Aline A.

        31 de julho de 2014 10:46 pm

        Claro

        que nao, Andre. Ele nao eh capaz de ir alem de “rs”…

  5. Snaporaz

    31 de julho de 2014 3:58 pm

    Alguma coisa os  judeus

    Alguma coisa os  judeus aprenderam com seus germânicos  algozes….

  6. Luciano Prado

    31 de julho de 2014 4:10 pm

    Uma bomba em Israel

    Caso os palestinos tivessem sua bomba Israel faria o que está fazendo?

    A conclusão a que se chega é a de que somente diplomacia com Israel não vai adiantar.

    Só a bomba resolve. Se não para utilizar, mas para fazer cessar esse genocício.

  7. Marcelo F. Campos

    31 de julho de 2014 4:44 pm

    “combatentes

    “combatentes palestinos”

    Terroristas do Hamas agora mudaram de nome? Essa esquerda não tem jeito, sempre se aliando à escória da raça humana…

  8. Alan Souza

    31 de julho de 2014 4:55 pm

    O caso é simples

    A Resolução 181 da ONU não criou o Estado de Israel, somente. Ela previa um estado judeu que ocuparia 53% da Palestina, e um estado árabe, que ficaria com 47% – na região, em 1948, existiam 700 mil judeus e 1,4 milhão de árabes.

    O estado judeu existe hoje, o árabe não. As terras que seriam o estado árabe foram ocupadas por Israel. Jerusalém deveria ser uma zona neutra desmilitarizada, sob o controle da ONU. Hoje é ocupada por Israel, que a declarou sua capital.

    A política de assentamentos em terras palestinas e o bloqueio de Gaza são ilegais, contrários ao Direito Internacional.

    Israel, portanto, é a errada na estória e na história. Simples assim. Só não vê quem não quer.

  9. Zélia

    31 de julho de 2014 5:10 pm

    Pergunta….Se os judeus da

    Pergunta….

    Se os judeus da europa (supostamente) tivessem cavado túneis, pegado em armas e resistido aos nazistas… isso justificaria o Holocausto? Temos que lembrar que muita gente estava apoiando Hitler naquela époica, como muitos estão apoiando Israel agora, mas cada um responde só a sua própria consciência…

    Se houvess regulação da mídia a imprensa brasileira não estaria tão descaradamente.. uolllglobvej… defendendo um genocídio e constrangendo as pessoas que defendem as crianças palestinas, chamando de amigo de terrorista.

  10. José X.

    31 de julho de 2014 5:23 pm

    “Em último caso, diz, seria

    “Em último caso, diz, seria admissível conceder aos árabes da Cisjordânia a cidadania de israelenses.”

    Aqui o Jânio pisou na bola…de jeito nenhum que o tal Reuven aceitaria isso, seria o “estado único” de israelenses e palestinos, que obviamente os israelenses não querem, pois aumentaria a população árabe, com consequências eleitorais também óbvias.

    Com relação ao roubo das terras palestinas pelo estado israelense isso é uma política de estado: em TODOS OS ANOS desde 1964 o governo israelense aumentou o número dos eufemísticos “assentamentos” em territórios palestinos. Em todos os anos. O roubo das terras palestinas nunca foi interrompido, ano a ano, desde 1964.

  11. Heitor de Assis

    31 de julho de 2014 5:41 pm

    Boicote!

    De há muito, eu não compro mais nada que tenha marca norte-americana. Mac Donald, nem pensar. E por aí vai…

  12. Marcio Aurélio Cruzeiro

    31 de julho de 2014 6:05 pm

    Esses Srs. de Israel, se

    Esses Srs. de Israel, se igualam ao Carniceiro dos Bálcãs……..sem tirar nem pôr…….

  13. wendel

    31 de julho de 2014 7:09 pm

    Outro carniceiro – Reuven Rivlin!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Embora não gostando da FSP, em virtude do apoio dado a chamada por ela de “Ditabranda”, não posso deixar de elogiar o artigo de Janio de Freitas. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!!!!!

    Sobre a informação da eleição de Reuven Rivlin, como Presidente,  em substituição a Shimon Peres, um moderado, e com o perfil nazisionista citado, acredito que esta carnificina irá continuar por muitos dias ainda!

    Se como diz o artigo – ” …  Reuven Rivlin defende e incentiva a multiplicação de bairros (“assentamentos”) israelenses em terras da Cisjordânia. Combate a hipótese do Estado Palestino previsto no ato de criação de Israel pela ONU.”

    Só isto já diz tudo, e provavelmente irá se intensificar a invasão e assentamentos, com a benção de seu padrinho, ou seria vassalo, Estados Unidos, que acaba de mandar mais armas e dinheiro para Israel.

    Além é claro, da conveniente omissão dos demais países da europa, que por conta das acusações de terem sido omissos quanto ao holocausto, pagam até hoje esta culpa, e estão conforme o popular, “com o rabo preso” aos magnatas das finanças judaicas!

    Outra citação que também discordo, e que não passa de outra enganação é ” …. Em último caso, diz, seria admissível conceder aos árabes da Cisjordânia a cidadania de israelenses.”, e conforme postaram, seria uma futura bomba que iriam fabricar, pois a concessão de cidania israelense, os possibilitariam votar, o que seria uma questão de tempo para dominarem o Knesset o que  de forma alguma iriam permitir!!!

    Dariam talvez a cidadania israelense aos palestino, mas provavelmente com a proibição de votarem!!

    O pais mais democratico do Oriente Médio. Faz-me rir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

  14. Betina Dengler

    31 de julho de 2014 7:51 pm

    Um interessante artigo sobre

    Um interessante artigo sobre a coisa toda ao longo do tempo. Em inglês. O resumo da chamada diz: Ver o inimigo como um monstro motivado apenas pelo ódio – e como capaz de responder apenas a força máxima – pode levar a erros

    http://www.csmonitor.com/World/Security-Watch/Backchannels/2014/0729/For-Israel-in-Gaza-a-war-of-choice-and-an-uncertain-outcome-video

     

     

     

     

  15. lenita

    31 de julho de 2014 8:10 pm

    Mais até do que os

    Mais até do que os Israelenses, eu tenho raiva mesmo é dos Americanos, que tudo podem e tudo fazem. Israel não passa de uma colônia americana enfiada lá por eles mesmos, que se tornaram os donos do mundo após a 2a. guerra. Ainda tem a petulância de aumentar as sanções impostas à Russia. Haja sinismo e mentiras deslavadas.

  16. Fulvia

    31 de julho de 2014 9:53 pm

    Essa estória de Hamas isso,

    Essa estória de Hamas isso, Hamas aquilo, são falácias usadas apenas para justificar o morticínio vigente.  Se não fosse o Hamas, os sionistas usariam outro pretexto para dar suporte as suas ações de matança continuada da população civil e desarmada.  Está cristalino que o objetivo final é a eliminação total dos palestinos.  Segundo a ideologia sionista, os palestinos são um entrave ao seu projeto de nação belicista e excludente.  

    Acusam o Hamas de tudo, porém não vimos nenhuma palavra quanto as terras que eles os sionistas roubaram do povo  palestino com vistas a alargar seu recém criado território, e nenhuma outra palavra sobre o modus operandi dos terroristas que se tornaram primeiros ministros de sua sionista nação.

    Israel suas mãos estão sujas de sangue, e sangue de inocentes.  

  17. Neologista

    1 de agosto de 2014 1:09 am

    Acho que os assentamentos

    Acho que os assentamentos permanentes e crescentes na Cisjordânia estão continuando o roubo de terras dos palestinos porque o grupo terrorista Fatah insiste em disparar foguetes a partir da área densamente povoada de Ramallá e fazer túneis subterrâneos. A reação de Israel é apenas proporcional. Se fizesse como o Hamas, em Gaza, agindo pacificamente, e negociando, não haveria esse problema. [IRONIA]

  18. wendel

    1 de agosto de 2014 9:52 am

    E por falar………….

    E por falar no inconsequente leonidas, e sua falta de argumentos comprováveis, por onde andará o Troll rebolla?

    Estou sentido falta de opositores argumentativos “capacitados” e remunerados pra discutir, principalmente depois das declarações do aliado EUA!

  19. HumbertoGuedes

    1 de agosto de 2014 11:16 am

    Coisas do kratomaníaco,

    Coisas do kratomaníaco, eugenista, expansionista, genocida Estado Nazi-Sionista Terrorista de Israel.

  20. Zélia

    2 de agosto de 2014 10:01 am

    https://www.youtube.com/watch

    https://www.youtube.com/watch?v=SkK87QGCQcE

     

    VEJAM ISSO!!!!!!

     

    Suas análises políticas são ótimas se você tem problema em concordar com esse video, leia Anthony Sutton, Myron Fagan, WIlliam Guy Carr, Carrol Quigley

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