Exclusivo: Tacla Durán x Sergio Moro – Zucolotto apaga os rastros

Dentro da série sobre a indústria da delação premiada da Lava Jato, feita em conjunto pelo Jornal GGN e o DCM, um vídeo de Joaquim de Carvalho, analisando declarações de Tacla Durán, na CPMI, que envolvem o primeiro amigo de Moro, Zucolotto e suas ações como advogado de ligação. Outras matérias da série podem ser vistas aqui.
 
 
Jornal GGN – Na série especial “A indústria da delação premiada”, uma parceria entre Jornal GGN e DCM”, Joaquim de Carvalho aborda o depoimento de Rodrigo Tacla Durán na CPMI do Congresso. O advogado, que Sergio Moro quer esquecer que existe, dá as coordenadas para a Comissão da atuação de Zucolotto, primeiro amigo do juiz de piso. 
 
Tacla Durán, na CPMI, relatou episódios envolvendo Zucolotto, situações graves que merecem uma investigação cuidadosa, pois que configuram crime. 
 
Joaquim relata parte de sua conversa com Tacla Durán, em Madri, que dá corpo às declarações na CPMI.
 
Veja o vídeo a seguir.
 
https://www.youtube.com/watch?v=IO0hrevxVMQ height:394

 

5 Comentários

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MarFig

- 2017-12-12 19:41:42

Já perdemos 3 anos com o

Já perdemos 3 anos com o juizeco da globo tentando provar que o triplex é do Lula e até hoje não conseguiu, por que não podemos perder alguns dias aguardando as provas de Tacla Duran?

Ed Júnior

- 2017-12-12 16:21:34

Certeza?
Tacla Duran consegue provar o que está dizendo? Senão, nos estamos perdendo tempo.

Helder Moura da Rocha

- 2017-12-12 16:20:05

Pagamentos para a "escolinha do professor Marlus Arns"

Boa, Joaquim. Também fiquei encasquetado com uma pergunta do Paulo Pimenta sobre uns pagamentos para um "cursinho" que "emprega" lavajistas.

Cafezá

- 2017-12-12 13:00:13

É um caso típico de fraude

É um caso típico de fraude processual grave simples de ser comprovado. Os advogados de Tacla Durán poderão pedir vistas e requerer que os substabelecimentos sejam juntados aos autos novamente, exigindo ainda o reentranhamento da petição referida pelo cartorário. Após o cotejamento dos autos com as certidões de objeto e pé, bem como com os demais documentos em posse de Tacla Durán, a fraude restará demonstrada.

Juliano Santos

- 2017-12-12 12:56:41

"Nenhum crime é perfeito", aí

"Nenhum crime é perfeito", aí entrou a musiquinha. Mas fiz a leitura labial: "Nenhum crime é perfeito, viu Moro?"

Essa é a grande questão do Brasil hoje. Será que o estado de exceção conseguirá transformar os crimes da ditadura judicial-midiática em crimes perfeitos? O futuro do estado democrático de direito no país depende da resposta a essa pergunta

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