4 de junho de 2026

MPF pede prisão do ex-senador Luiz Estevão

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Jornal GGN – O MPF – Ministério Público Federal, pediu a prisão do ex-senador e empresário Luiz Estevão. Ele foi condenado a 31 anos de prisão pelo desvio de R$ 169 milhões de recursos na obra da sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em São Paulo. O caso aconteceu na década de 1990.

A sentença foi proferida em 2006 e o brasiliense apresentou 34 recursos contra a condenação. Todos foram rejeitados pela Justiça.

O MPF tomou a decisão depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a execução da pena de condenados pela segunda instância da Justiça antes do trânsito em julgado do processo – que é o final do processo.

O pedido de prisão para Luiz Estevão foi enviado ao ministro Edson Fachin, do STF, relator de um dos últimos recursos do ex-senador. O ministro encaminhou o caso para a primeira instância da Justiça Federal em São Paulo, onde a sentença condenatório foi proferida.

Estevão está em prisão domiciliar por crime de falsificação de documento. Em março do ano passado foi preso para cumprir uma sentença de três anos e meio. Ficou em regime semiaberto e, agora, está em prisão domiciliar.

(com informações da Agência Brasil)

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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4 Comentários
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  1. Marcos Antônio

    24 de fevereiro de 2016 1:27 am

    Interessante…

    Vamos continuar acompanhando a justiça, ainda com muita desconfiança…

  2. José Carlos Lima...

    24 de fevereiro de 2016 1:58 am

    Desde quando aliado da mídia

    Desde quando aliado da mídia foi preso nesse pais, gente da Casa Grande poder roubar no atacado que tudo bem, pode até ser que agora, para fazer de conta que pau que bate em Chico bate em Francisco esse seja preso, mas tenho minhas dúvidas porque vivemos sob a égide do Direito Penal do Inimigo e, como esse ai não é amigo de amigo de amigo de amigo de Lula, ou seja, como não é inimigo da midia mas, muito pelo contrário, é bonna gente, como diria o moro de Guatánamo: nao vem ao caso… 

    1. bonobo de oliveira, severino

      24 de fevereiro de 2016 10:37 am

      Há grandes diferenças.

      Mesmo que vá preso agora, e fosse condenado, fuzilado e esquertejado, para exposição de seus restos mortais em praça pública, a condição privilegiada desse caso em relação ao neo judiciário que se instalou, em caráter experimental, em 2012 no teste AP 470, e se consolidou em 2014, com a Vaza a Jato, é gritente.

      O caso do Lalau aconteceu na década de 1990, assim como o Cunha carrega 22 processos nas costas também desde aquela década. E tantos outros bandidos compulsivos juramentados continuam sendo considerados “inocentes até que se prove a sua culpa”!!

      De 2014 para cá, todos a quem seja atribuída qualquer suspeição, por qualquer tablóide político sintonizado com o Mercado, ou jornalista mercenário com o mesmo alinhamento, são condenados imediatamente à prisão perpétua na Vara multiuso do Dr. Globo para lá apodrecer, a menos que resolva “dar o serviço” que, no jargão da meganhagem, significa falar e denunciar o que o Delegado de puliça quer que seja falado e denunciado. Isso tudo significa que, cansado de eleições e eleitores “mau formados e informados” o Mercado resolveu comprar todo mundo do judiciário e seus penduricalhos, MP e PF e outros, tão inúteis e onerosos quanto, porém de menor alcance e relevância. Nos EUA, para espoliar e quebrar o país, em 2008, o Mercado comprou o Congresso em 1998. No Brasil bastou comprar o judiciário, que é bem mais em conta.

  3. Ricardo Staack

    24 de fevereiro de 2016 10:21 am

    SÓ PODIA SER PARA ROUBAR OS TRABALHADORES

    O ladrão, safado e ordinário Luiz Estevão, está rindo na cara dos brasileiros trabalhadores. Roubou em valores corrigidos, 3 bilhões de reais, foi condenado a 31 anos de prisão etc, mais já entrou com 34 recursos e está em casa livre, leve, e solto e podre de rico. Sabem porque ele roubou tanto? A obra era da sede do Tribunal Regional do TRABALHO  (TRT), em São Paulo. O caso aconteceu na década de 1990. Um bandido coxinha como esse, está cheio de ódio contra os trabalhadores. Que cara de canalha.

     

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