De Vermelhos Não!
Consumo consciente e estabilidade populacional
Em parceria com os governos do estado de São Paulo e da prefeitura paulistana o wwf elaborou o relatório A pegada ecológica de São Paulo estado e capital. Divulgado ontem no site da ong anglo-suíça. Todos os gráficos abaixo foram retirados desta publicação.
Por estes gráficos vemos que a redução da biocapacidade brasileira constatada nada mais é que a adequação dela ao aumento da população brasileira no período. Comparando as faixas de renda das famílias paulistas com o limite sustentável considerado pelo wwf de 1,8 hectare/pessoa, estilo de vida paulistano exigiria 2,5 planetas, veremos que o novo estilo deveria ser o das famílias com renda inferior a menos de 2 salários mínimos e que vivem no interior do estado. Todos os demais são daninhos e maléficos… mesmo o da nova classe média.
Mesmo que esta publicação fosse um estudo científico sério e não mera agitação e propaganda, constatamos em outro gráfico, informação dos próprios, que sequer chegamos a 1/3 do nosso potencial desustentabilidade. Mesmo assim o conselho dos ongueiros da vida selvagem, com o apoio e colaboração do governo tucano de geraldo alckimin e do pseudista gilberto kassab é:
“Para se manter nesta posição de credor ecológico, o Brasil precisa reverter este quadro de declínio da sua biocapacidade com ações de conservação e de produção ecoeficiente, buscando diminuir a pegada ecológica de sua população por meio do consumo consciente e da manutenção da estabilidade populacional.”
Este neo-malthusianismo humanicida e militante pretende reduzir o Brasil a uma neo-colônia. O mais grave: com o apoio da quase totalidade dos dirigentes políticos brasileiros, cooptados por ongs estrangeiras ou por elas financiadas, amedrontados pelo alarmismo alimentado pelos interesses da mídia e pela ilusão eleitoreira da conquista dos votos dos eco-urbanóides seduzidos pelos profetas do caos. Felizmente, e sou obrigado a admitir, a presidente dilma rousseff, contrariando até mesmo o posicionamento de grande parte do próprio pt (por exemplo: pt sul), optou por um posicionamento equilibrado, na elaboração do novo Código Florestal Brasileiro e na ampliação do sistema de geração energética com usinas hidroelétricas.
No passado os países periféricos eram alvos da cobiça dos ricos para a exploração das suas riquezas naturais. Hoje, esta nova ordem, pretende impedir que estes recursos sejam utilizados por seus legítimos detentores. A pegada ecológica sustentável segundo eles seria algo próximo a de Honduras ou Armênia. Como as nações centrais, por mais que desperdicem recursos com a chamada economia verde, não retrocederão a estes padrões, resta impedir que os outros se elevem para que a Terra permaneça próxima dos critérios sustentáveis por eles estabelecidos.
Durante a convenção da onu rio + 20 “documentos” como este produzirão repercussões visando a tomada de decisões limitadoras do desenvolvimento brasileiro. O próprio link da notícia do estadão, acima no texto, já segue nesta direção. Tanto nela quanto em outras que se seguirão, visto a força do wwf e seus braços armados na mídia, como o “veta dilma”, da camila pitanga, omitirão um elemento: obviamente fizemos algumas suposições.




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